segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O trabalho não pode ser visto como um privilégio, mas como um direito

Trabalhadores cristãos de toda a Europa lançaram em Guimarães um alerta para o impacto da precariedade laboral com a exclusão social, assinalando que “ter um emprego já não é garantia de ausência de pobreza, dados os salários irrisórios e precários de muitos trabalhadores”, em contraste com “os ordenados e prémios chorudos e vergonhosos de directores gerais e administradores de grandes empresas”.

“Não são os salários baixos que resolvem o problema do desemprego e da pobreza. Só com uma política de justas remunerações se impedirá de o trabalhador continuar a viver na pobreza”, defendem.

Leia aqui - http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=77533 - as conclusões do seminário europeu “Pobre apesar do Trabalho”, realizado em Guimarães e que juntou representantes de Movimentos Católicos de Trabalhadores da Europa.

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