sábado, 30 de abril de 2011

Festinha do Pai Nosso

Na Eucaristia com Crianças deste sábado, teve lugar a Festinha do Pai Nosso que terminou com a uma homenagem às Mães, dado que neste domingo se comemora o DIA DA MÃE.
Os meninos do 1º ano estiveram muito bem e tal se deve em muito às suas catequistas D. Alda e Mariana a quem se felicita vivamente.
Falámos sobre a oração que Jesus nos ensinou e que os pequenitos recitaram com vivo empenho. Muitos pais destes meninos estiveram presentes e é sempre muito bom  vê-los.
Além de cantarmos os "Parabéns a você" dedicado a todas as mães, os pequenos ofereceram às suas mães uma flor e um poema. É que "quem uma mãe tem tudo e quem não tem mãe não tem nada."
Cada mãe é chamada a ser um "anjo" que ajuda o seu filho a caminhar para Jesus, único e sumo Bem.
Parabéns, pequenitos! Sois a nossa maravilha e o nosso sonho. Com Jesus, sois imbatíveis. Que a família e a comunidade vos ajusdem a crescer saudavelmente. Com Cristo.

1º de Maio - DIA DO TRABALHADOR

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ORAÇÃO A SÃO JOSÉ OPERÁRIO
Ó meu querido São José, Santo Trabalhador, que em vida fizeste a vontade de Deus através do trabalho, sustentando com o pão honesto a boca de teu filho Jesus, neste Dia do Trabalhador eu te peço, abre as portas do comércio, da agricultura, dos serviços e  das industrias para que eu possa conseguir um emprego.
Dá-me forças e coragem para não desistir ao primeiro “não”, e que cada “não” que oiça alimente a minha fé para buscar um “sim”.
Que eu tenha a disposição de Santa Teresa D’Ávila, humildade de São Francisco de Assis, a força e perseverança de Santo António.
Orienta os senhores do poder para que a distribuição dos bens do nosso país seja mais justa, dando trabalho e riqueza suficiente a toda a gente.
Protege as  nossas famílias para que não se deixem vencer pela incerteza, pelo medo, pela violência, pela falta de trabalho e dá-nos esperança renovada a cada Domingo da ressurreição.
Meu São José, padroeiro dos trabalhadores, não me deixes sem o pão de cada dia e sem perspectiva de trabalho para sustentar honestamente a minha família.
Por Cristo Senhor Nosso. Amém.
Que lindo nome é Maria
É da Virgem protectora
Abençoado quem um dia
O deu a Nossa Senhora.
O mês de maio mais uma vez chega com muita esperança para todos nós. É o mês da alegria porque celebraremos com fé a Santíssima Virgem Maria nas nossas comunidades paroquiais. As nossas comunidades sendo elas pequenas ou grandes, na cidade ou na zona rural, encontram-se para louvar, honrar e bendizer a nossa Mãezinha querida.
“Como é bonita uma religião que se lembra da mãe de Jesus”, diz-nos  uma canção do Pe. Zezinho e é verdade, como é bonito ver o nosso povo caminhando com Maria na certeza de se encontrar com seu filho Jesus. Maria é para este povo, para mim e para si o Farol de luz que nos mostra Jesus, é ela a Estrela da Nova Evangelização.
 Por isso, neste mês de maio aprendamos muito com Maria, Mulher do Silêncio, da Escuta, do Serviço e da Obediência. Como não lembrar aqui as palavras de Dom Bosco quando nos diz assim “Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz”. É no caminho de Maria que aprenderemos tantas virtudes que nos ajudarão a trilhar melhor o caminho da vida. Maria, a escolhida por Deus, a Bem-Aventurada, mulher sem mancha de qualquer Pecado, Ela é a Imaculada, a Cheia de Graça, Mãe do Filho de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo. Mulher Humilde que soube ouvir a voz de Deus e acolher a sua Palavra, “faça-se em mim”.
 Peçamos a Maria que como uma professora nos eduque sempre mais, nos ensine a crer e a amar o seu Filho Jesus, nosso irmão. Vejamos  como Maria é importante na história da Salvação, Ela é a Mulher por excelência, não há outra mulher como Maria.
Vivamos bem este mês, ouvindo a voz da Mãe Auxiliadora e defensora nossa que nos diz “FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER”.
Para si, amigo, amiga, a paz de Jesus e o Amor de Maria!

FELIZ DIA DA MÃE/2011!

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Grande espectáculo de Música com artistas consagradoos

29 de Maio, a partir das 15 horas
Salão dos Bombeiros Voluntários de Tarouca
Contamos consigo!

Por iniciativa do senhor António Veloso, residente nesta Freguesia de Tarouca, há muitos anos locutor em rádios regionais, trabalho que exerce actualmente na rádio de S. João da Pesqueira, têm sido realizados, em diferentes pontos do país, concertos musicais por artistas conhecidos, sempre com grande afluência de público.
O senhor Veloso, porque vive nesta freguesia, teve a iniciativa de realizar um concerto nos Bombeiros Voluntários de Tarouca, em 29 de Maio próximo, revertendo os fundos em favor do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz. Todos os artistas virão gratuitamente.
Mais de uma dezena de artistas consagrados e conhecidos do público oferecerão diferentes tipos de música.
Será uma tarde inesquecível.
Venha e traga um amigo também!

Bilhetes à venda no dia, no local do concerto.

EM LOUVOR DA FRAGILIDADE

1. Não sou, por natureza e formação, sensível às teorias da conspiração.

Não creio, por isso, que haja uma intenção deliberada de explorar as fragilidades da Igreja.

O que existe resulta de um desconforto quando não se assume, com humildade e transparência, a ocorrência dessas fragilidades.

O que subsiste é uma amargura diante da presunção de uma força que quase não admite falhas. É por isso que, quando estas são conhecidas, a tendência é para as explorar até à exaustão.

Sucede que, olhando para Jesus, a Igreja não tem motivos para vacilar diante da fragilidade.

A salvação assenta, por muito que isso nos desconcerte, num mistério de fragilidade.  

Trata-se de uma fragilidade inteiramente assumida, francamente exposta e abertamente oferecida.

Não percamos de vista que nem Jesus esconde a Sua fragilidade. Quando Se apresenta pronto para sofrer a morte, confessa que «a carne é fraca» (Mt 27, 41).


2. No fundo e como reconheceu Tony Blair, «ser humano é ser frágil».

Jesus não fez exibições de força. A Sua maior força radicou na capacidade de encarar a fraqueza e de estender a mão aos mais fracos.

A Igreja de Jesus não é formada pelos melhores, mas por pessoas que se dispõem a dar o seu melhor. 

O ensinamento de Jesus é precioso também a este propósito. Ele não pressiona nem exclui. A própria pecadora é acolhida. E, no último instante, o paraíso é franqueado a um ladrão.

Será que já nos apercebemos de que, como lembra subtilmente Timothy Radcliffe, o primeiro cristão a ir para o céu foi um ladrão?

 É claro que, desde o princípio, não foi fácil aceitar isto. Segundo um poema siríaco muito antigo, houve um anjo que tentou impedir que o bom ladrão entrasse no céu!

 Só que Aquele que veio chamar os pecadores (cf. Mc 2, 17) não iria deixar ninguém de lado, muito menos «aqueles cujas vidas são um caos».

A virtude não é a ausência de falhas nem a isenção de erros. Ela assenta num esforço de autocrítica. E configura uma permanente tentativa de superação.

A virtude não exclui a falha. Inclui, sim, o recomeço após todas as falhas.


3. É por isso que a exibição de virtude é pouco apreciada. Pressupõe uma superioridade que nem sempre encontra o devido enquadramento na vida.

 Acresce que um discurso que não tolere a falha tem, inevitavelmente, o efeito contrário: torna intolerável a falha de quem não tolera a falha.

O exibicionismo não é, ao contrário do que se possa pensar, uma forma de revelação. Acaba por ser um modo de encobrir. O problema é que, nos tempos que correm, torna-se cada vez mais difícil encobrir.

Um banho de humildade é sempre purificador. Uma certa animosidade para com a Igreja não está tanto nas falhas que nela ocorrem. Radica na pretensão (implicitamente sugerida) de que os seus membros são melhores.

 Nenhum exibicionismo aproxima de Cristo. E para quem se julga superior não deixe de pensar que foi um ladrão o primeiro cristão a subir ao Céu.


4. Tudo isto mostra que não é quando nos distanciamos do humano que nos aproximamos de Deus.

Pelo contrário, é quando aterramos na profundidade do humano que melhor tocamos o divino.

 Para Deus sobe-se descendo. Foi das profundidades da terra que Jesus irrompeu para Deus.

Divino, a partir de Cristo, não é, pois, a distância ontologicamente intransponível entre Deus e o Homem.

 O divino está também no humano que se transcende, no humano que se dá, no humano que se entrega.

 Haverá algo mais divino do que a humanidade doada de Jesus?
Fonte: aqui

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Beatificação de João Paulo II

No próximo dia 1 de Maio, a Igreja Católica vai estar em festa, pois será nesse dia a beatificação de João Paulo II, que foi Papa durante mais de 25 anos, entre 16 de outubro de 1978 e 2 de abril de 2005 . A cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre Normand da doença de Parkinson foi o milagre reconhecido para a Beatificação.
O Rito de Beatificação será presidido pelo actual Papa, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no II Domingo da Páscoa, conhecido como da Divina Misericórdia, Festa litúrgica instituída pelo próprio João Paulo II.
"A sua vida e o seu Pontificado foram percorridos pelo desejo de dar a conhecer ao mundo a consoladora e entusiasmante grandeza da misericórdia de Deus", afirmou o director da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, no dia do anúncio.



De acordo com padre Lombardi, a urna com os restos mortais do Papa polaco será transferida das Grutas Vaticanas para o altar da Capela de São Sebastião, na Basílica de São Pedro. Na transladação, ela não será aberta – logo, não será uma exumação.
Ainda não foi decidida a data em que será celebrada a memória litúrgica do Beato João Paulo II. Esse dia será estabelecido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos após a Beatificação.
Karol Wojtyla – nome de batismo de João Paulo II – foi o 264º Pontífice da Igreja Católica, o primeiro de origem eslava. Ele faleceu em 2 de Abril de 2005, após mais de 25 anos como Sucessor de São Pedro.
De acordo com o Cardeal Angelo Amato, a Causa de João Paulo II teve dois aspectos facilitadores.
"O primeiro diz respeito à dispensa pontifícia da espera de cinco anos para o seu início. Já a segunda foi a passagem para um tribunal especial, que não a colocou em lista de espera. No entanto, no que diz respeito ao rigor e zelo processual, não foram dados privilégios. A Causa foi tratada como as outras, seguindo todos os passos previstos pela legislação da Congregação", disse.
Espera-se que nesses dias estejam em Roma imensos peregrinos, pois aquando da sua morte estiveram lá uns três milhões de seus admiradores.

In O Amigo do Povo

Dia de Páscoa nesta comunidade

A partir do meio da tarde, os 11 grupos que andaram de casa em casa a anunciar Jesus Cristo Ressuscitado foram chegando à casa paroquial.
De todos ouvi o mesmo comentário: "Correu  bem"! Por isso, estavam contentes. E eu, claro, também.
Nenhum grupo foi além das 14 horas. Assim, as famílias ficaram com a tarde livre para se visitarem, para conviverem, para regressarem atempadamente ao local de trabalho.
Muitos jovens integraram os diversos grupos. Felizmente! E nalguns, também as meninas participaram. É tão bom ver a juventude assim!!!
Neste momento, louvo a Deus por tanta gente boa, generosa, que gosta de colaborar, tantas vezes com prejuizo próprio. Felicito todos e cada um. Que Deus, de quem procede todo o dom perfeito, recompense a generosidade do vosso serviço, alegre, acolhedor, sereno.
Em virtude das várias Eucaristias a que presidi, não pude integrar nenhum dos grupos pascais.  Pude comprovar, satisfeitíssimo, como o meu apelo, feito na Eucaristia, tinha sido no geral levado à prática. Muita serenidade, tempinho de oração, cumprimento elegante dos familiares. Como de costume, a família Pereira ofereceu o almoço aos elementos dos dois grupo de Tarouca - e, claro, ao abade. Muito obrigado.
Muito obrigado à comunidade pela maneira como acolheu os enviados, pela simpatia revelada e pela generosidade.

domingo, 24 de abril de 2011

Testamento de Cristo

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Cristo Ressuscitou, aleluia!

Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Louvado seja o Senhor
Pela sua poderosa vitória
Que nos liberta, abrindo
Para nós o caminho da vida
vivida em comunhão
com todos os que se abrem
à vida, guiados pelo Espírito
que nos torna filhos de Deus,
destinados a celebrar
a vitória de Cristo
que é a nossa vitória.
Aleluia! Aleluia! Aleluia!

Uma Páscoa muito feliz,
Cheia das bênçãos do Senhor Ressuscitado.



Muita paz. Paz para quem chega e para quem recebe.
Que a paz inunde nos gestos, nossos rostos e nossos passos.

sábado, 23 de abril de 2011

Desceu à mansão dos mortos;

O Sábado Santo é uma espécie de entretanto entre a comemoração da morte e a celebração da vida. Entre a Cruz e a Ressurreição, há a sepultura.

O trânsito ocorre aqui. A Páscoa está, literalmente, em marcha. A passagem da morte para a vida faz-se no silêncio da espera.

Nada há mais distante. Nada existe tão próximo. A morte é a negação da vida. A vida é a superação da morte. Entre uma e outra um dia de espera, de expectativa.

Há, aqui, uma realidade e um sentido, um significante e um significado.

Desde logo, não é para o alto que devemos olhar. É para as profundidades que temos de nos dirigir.

Estamos no fundo? Mas é do fundo que tudo parte.

A grande lição do Sábado Santo é que não há motivos para o derrotismo (próprio de Sexta-Feira Santa), mas também não há ainda razões para a euforia (aceitável em Domingo de Páscoa).

O Sábado Santo é a grande metáfora da vida humana. É preciso nunca deixar de acreditar, nunca desistir de trabalhar. Não há obstáculos intransponíveis.

Deixo, a este propósito, um texto magnífico de Carlo Maria Martini: «Estamos no sábado do tempo, caminhando em direcção ao oitavo dia: entre o "já" e o "ainda não", devemos evitar absolutizar o hoje com atitudes de triunfalismo, ou, pelo contrário, de derrotismo.

Não podemos deter-nos na escuridão de Sexta-Feira Santa, numa espécie de "cristianismo sem redenção"; mas também não devemos apressar a plena revelação da vitória da Páscoa em nós, que se realizará na segunda vinda do Filho do Homem.

Somos convidados a viver como peregrinos na noite iluminada pela esperança da fé e acalentada pela autenticidade do amor».
Fonte: http://theosfera.blogs.sapo.pt/

Correu muito bem a Via-Sacra ao Vivo

A chuva ameaçou, mas respeitosamente parou para que a Via-Sacra ao Vivo se pudesse realizar como o planeado.
Apesar do tempo ter metido medo a alguns, o certo é que mesmo assim estava muita gente. Impressionou especialmente a grande quantidade de crianças presentes. Agasalhaditos, os pequenitos não faltaram. Fixe, meus!
O ambiente de recolhimento, silêncio e atenção foi notório em todo o trajecto, pelo que as pessoas estão de parabéns.
Mas aquelas dezenas de intérpretes, jovens e adultos, foram fantásticos! O que esta gente planeou, trabalhou, ensaiou!Não, não estavam ali a fazer um papel, muito mais do que isto. Viveram a mensagem que transmitiam. Foi impressionantemente belo!
No fim, muita gente lhes deu os parabéns. De forma sentida.
Amigos, um abraço do tamanho da nossa Serra! Parabéns. Obrigado por tudo o que juntos e colaborantes oferecestes à comunidade.
Penso que ficou esta mensagem: esta Paróquia, quando quer e se resolve a colaborar, é fantástica!
Então vamos querer sempre, persistentemente, em colaboração.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Via-Sacra ao vivo na Comunidade Cristã Tarouquense

Nesta SEXTA-FEIRA SANTA, pelas 21 horas, entre a Igreja Paroquial e Alcácima.
Oxalá que o tempo o permita!

Sexta-feira Santa

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A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.
São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.
A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.
Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Quinta-Feira Santa: Mandamento Novo e Instituição dos Sacramentos da Eucaristia e da Ordem

Com a Missa vespertina da Ceia do Senhor tem início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. É comemorada a instituição dos Sacramentos da Eucaristia e da Ordem e o mandamento do Amor (o gesto do lava-pés).
 A Igreja Católica começa hoje a celebrar os dias mais importantes do seu calendário litúrgico, que assinalam os momentos da morte e ressurreição de Jesus, culminando na Páscoa.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Jesus O que nos lava os pés

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TRÍDUO PASCAL EM TAROUCA

QUINTA-FEIRA SANTA, 18 horas, Missa da Ceia do Senhor com o Lava-Pés.

SEXTA-FEIRA SANTA, 21 horas, Via-Sacra ao vivo, da Igreja para Alcácima.

SÁBADO SANTO, 23 horas, Vigília Pascal

DIA DE PÁSCOA, 7 horas, Procissão da Ressurreição e Eucaristia, seguidas da Visita Pascal.

Participe. Não deixe o seu lugar vazio.

NA CEIA DO SENHOR

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Jesus, o Bom Pelicano

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QUEM FOI O PRIMEIRO CRISTÃO A IR PARA O CÉU? FOI UM LADRÃO!

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A virtude é, sobretudo, uma tentativa, um contínuo esforço e uma saudável teimosia.

Ela nunca exclui a falha e inclui sempre a insistência após a falha.

É por isso que a exibição de virtude é pouco apreciada. Pressupõe uma superioridade moral que nem sempre encontra o devido enquadramento na vida.

Um discurso que não tolere a falha tem, inevitavelmente, um efeito contrário: torna intolerável a falha de quem não tolera a falha.

O exibicionismo não é, ao contrário do que se possa pensar, uma forma de revelação. Acaba por ser um modo de esconder. O problema é que, nos tempos que correm, se torna cada vez mais difícil esconder.

Daí que um banho de humildade seja sempre purificador. Uma certa animosidade para com a Igreja não está tanto nas falhas que nela ocorrem. Radica na pretensão (implicitamente sugerida) de que os seus membros são melhores.

A Igreja não é formada pelos melhores, mas por pessoas que se dispõem a dar o seu melhor. Não se trata, pois, de alardear virtudes nem de esconder falhas. A transparência é o certificado da autenticidade.

O ensinamento de Jesus é precioso também a este propósito. Ele não pressiona nem exclui. A própria pecadora é acolhida. E, no último instante, o paraíso é franqueado a um ladrão.

Será que já nos apercebemos de que, como lembra subtilmente Timothy Radcliffe, o primeiro cristão a ir para o céu foi um ladrão?

É claro que, desde o princípio, não foi fácil aceitar isto. Segundo um poema siríaco muito antigo, houve um anjo que tentou impedir que o bom ladrão entrasse no céu!

Só que Aquele que veio chamar os pecadores (cf. Mc 2, 17) não iria deixar ninguém de lado, muito menos «aqueles cujas vidas são um caos».

Contundente foi Jesus para com aqueles que se julgavam superiores e humilhavam os humildes. O farisaísmo foi sempre o que mais espoletou sentimentos de revolta no Mestre dos mestres.

A presunção de superioridade moral leva as pessoas a investigar falhanços e a divulgá-los até com regozijo. O problema é que tal presunção de superioridade moral pode degenerar na presunção de veracidade de factos sem confirmação. Presunção atrai presunção e pode haver inocentes prejudicados.

Nenhum exibicionismo é cristão. E para quem se julga melhor que os outros não deixe de pensar que foi um ladrão o primeiro cristão a subir ao Céu. Não são os pecadores que ficam de fora... 
Fonte: aqui
 

MISTÉRIO PASCAL DE CRISTO

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domingo, 17 de abril de 2011

Um antigo e belíssimo hino cristão

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Cristo Jesus, que era de condição divina,
não Se valeu da sua igualdade com Deus,
mas aniquilou-Se a Si próprio.
Assumindo a condição de servo,
tornou-Se semelhante aos homens.
Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais,
obedecendo até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes,
para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem
no céu, na terra e nos abismos,
e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.
(Carta aos Filipenses)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Domingo de Ramos

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Jesus acolhe os pecadores

 "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei." - Jesus Cristo

Vamos!
Confiantes.
Humildes.
Arrependidos.
Disponíveis para acolher o perdão que redime e liberta.
Dispostos a mudar de vida.
O Senhor espera-nos no Sacramento da Reconciliação porque nos ama.

Salvamo-nos, salvando os outros.
Não podemos nem devemos obrigar ou coagir.
Mas podemos convidar, anunciar, advertir.
Haverá gente na sua família, nos seus amigos, entre os colegas, que talvez precise de uma palavra sua para se resolver a ir até ao banquete do perdão de Deus.
Convide com entusiasmo, com alegria.
Semeie esperanças em vidas vazias.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Não me identifico porque tenho vergonha".

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"Não me identifico porque tenho vergonha". Era assim que terminava aquela mensagem que me foi enviada por carta há 3 anos, pedindo o seu autor que a mesma fosse publicada no jornal da paróquia.
Parece-me interessante, dado que o autor pediu a sua publicação, que os caros visitantes tenham acesso a este testemunho. Todos lucraremos em deixar-nos interpelar por ele.
Obrigado a esta pessoa pela coragem do testemunho.
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"Sou católico mais ou menos praticante. Vou à Missa quase todos os domingos, recebi todos os sacramentos que são exigidos pela Igreja a um católico, mas nem sempre tenho tempo nem tudo o convém a um bom católico.
Falta-me fé. Não arranjo tempo para quem precisa de mim, para dar atenção aos filhos, para visitar doentes, para oferecer um sorriso a quem está triste. E muito mais me falta…
Este ano não tive tempo para desculpar os meus pecados, nem para pedir perdão a Deus, porque no dia das confissões andei a trabalhar. Não arranjei um bocadinho de tempo para descarregar o lixo que se encontra na minha alma, nem para pedir ajuda, pois tive vergonha de falar com o sr. Padre.
No dia de Páscoa, na Eucaristia e no momento da Consagração, Deus olhou para mim e bateu-me na alma e eu não a pude abrir porque ela estava enferrujada.
No momento da comunhão, não sei o que me aconteceu. Quando passou por mim e eu não O recebi, senti tão grande angústia por ver passar ao lado o Amigo Ressuscitado. E eu neguei-o! Pedi-lhe perdão por não ser digno que ele entrasse na minha casa. Ainda me deu a tentação de O meter no meio do meu lixo. Desisti de O ofender mais, porque seria mais um pecado a juntar à lista de muitos.
Mas não desisti de amar e prometi-Lhe que vou limpar o entulho da minha alma para depois ir à procura do amor, porque Deus é Amor. Sofri tanto no domingo de Páscoa! Só Deus é testemunha.
Peço-lhe para publicar no Sopé da Montanha para que outros como eu sintam que não estão sozinhos. Deus, quando chega a hora, bate à porta.
Não me identifico porque tenho vergonha.
M.P.
Obrigado e desculpe.

Inauguração do Edifício da Creche Nova Esperança "Casinha de Chocolate"

 "As Misericórdias são associações de fiéis canonicamente reconhecidas pela Igreja e por ela apoiadas, o que lhes tem garantido estabilidade e autonomia no meio das mudanças e perturbações dos tempos. Originariamente o seu fim primário é a santificação dos “irmãos”, pelo exercício das diversas ex­pressões da caridade fraterna" ( Nota Pastoral do Episcopado sobre as Misericórdias Portuguesas em Ano Jubilar,  31 de Maio de 1998)

Em 13 de Abril, numa cerimónia presidida pelo  Secretário de Estado da  Segurança Social, Dr Pedro Marques, teve lugar a inauguração  do Edifício da Creche  Nova Esperança "Casinha de Chocolate" que a Santa Casa da Misericórdia de Tarouca construíra após ter obtido aprovação a candidatura que fizera ao Programa Operacipnal PARES.

O Edifício, considerado entre os melhores daqueles que foram construídos com o apoio do Programa PARES, tem capacidade para 66 crianças, o que significa uma boa ajuda para as famílias, especialmente as mais jovens. Como frisou o Secretário de Estado, uma estrutura destas não deixa de ser um apoio à natalidade e de favorecer a igualdade de oportunidades, pois propicia uma melhor conjugação entre a vida familiar e profissional dos pais, especialmente, claro, das mães.Afirmou ainda aquele membro do governo que está garantida a comparticipação do Estado para o futuro funcionamento da estrutura agora inaugurada, procurando, assim, que possam ser apoiadas as famílias de baixos e médios recursos, de modo a possiblitar a estas crianças um futuro onde possam disfrutar da igualdade de oportunidades.

Além da presença do senhor Bispo da Diocese, que frisou claramente a fundamentalidade da família, cabendo às outras instituições o papel de complementaridade em relação à acção familiar, estiveram presentes muitos convidados, deputados, autarcas, Presidente da Câmara, entidades ligadas à Segurança Social e a outras Misericórdias, muito público, os funcionários da instituição e os pais das crianças que frequentam a Creche.

O edifício tem óptimas condições e, com os profissionais competentes, estão garantidos os requisitos para que os pequeninos ali sejam felizes.

Uma palavra de parabéns ao Provedor da Santa Casa, à Mesa e à Instituição por mais esta estrutura destinada a melhorar a qualidade de vida desta nossa região.
Como frisou o Provedor, Lucílio Teixeira, foi o concretizar de um sonho virado para o bem-estar das crianças, embora o encargo com as obras tenha sido muito grande para a Instituição. O Programa PARES e a preciosa ajuda da Câmara não foram suficientes para custear todos os encargos da construção, o que envolveu e vai envolver uma enorme esforço financeiro por parte da Santa Casa.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Que coisas são necessárias para uma confissão bem-feita?

1. O exame de consciência;
2. A dor de ter ofendido a Deus;
3. O firme propósito de não mais pecar;
4. A acusação dos pecados;
5. A satisfação ou penitência.

AJUDA para o exame de consciênciaaqui

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Filho Pródigo

Eu pequei, Senhor!

VOCÊ E O SACRAMENTO DA CONFISSÃO

Quaresma, tempo penitencial.
Tendo em conta o mandamento da Igreja que diz que um cristão deve “confessar-se ao menos uma vez em cada ano”, as comunidades, tradicionalmente, escolhem este tempo quaresmal para o fazer.
Os sacerdotes ajudam-se mutuamente neste serviço ao povo de Deus. Aqui, neste arciprestado, salvas raras excepções, a Comunhão Pascal das várias comunidades acontece durante os sábados quaresmais.
Sendo um tempo cansativo, é também uma ocasião de enriquecimento. Porquê? Porque celebrar a festa do perdão de Deus é um dom inestimável. Porque só Deus tem o poder de chegar lá no fundo do coração humano para o refazer, o curar e o transformar. Porque Deus recebe o coração arrependido de braços abertos. Porque esse perdão divino nos chega em forma humana, sensível e presente através do sacerdote. Porque a Confissão nos reintroduz na comunhão dos “santos em Cristo” da qual nos afastamos pelo pecado.
Tantas vezes me sinto tão pequenino diante da fé, da saúde de consciência, da ânsia de perfeição de tantos irmãos! Já senti saudável ciúme diante da beleza interior de tanta gente!
No serviço da Confissão, reconheço, tantas e tantas vezes, a minha pequenez, o meu pecado, a minha limitação! E só posso bendizer o Deus da Misericórdia pela sua bondade, ternura e infinita sabedoria. Afinal Deus salva-nos porque nos tem amor.
A beleza de Deus! O Omnipotente a servir-se da fragilidade humana dos sacerdotes para tornar o seu perdão tão presente, tão visível, tão humano junto dos irmãos, reconhecendo, inúmeras vezes, que eles são menos santos do que os que se confessam…
E você? Mas não acha maravilhoso — e sumamente comovente — acolher o perdão divino através de um instrumento tão frágil? Tão parecido consigo? Porque complica pois o que Cristo simplificou?
Ser um ser humano como você a oferecer-lhe Deus, em forma de perdão, não achas que é um dos maiores prodígios que se pode conceber?

domingo, 10 de abril de 2011

Eu não tenho pecados!

- Eu confesso-me a Deus directamente, não preciso de me ir confessar ao padre! - dizia alto e bom som aquela senhora, com a arrogância que a ignorância inflaciona.
O colega que isto ouviu, respondeu-lhe serenamente:
- Está bem! Então peça a Deus que lhe dê a Sagrada Comunhão!...

- Confessar-me para quê? Não mato nem roubo, não tenho pecados... - referia com ar de quem despacha a questão aquele homem.
- Ah, sim!? Então vamos fazer mais uma peanha para a nossa Igreja. Temos mais um santo... - respondeu com ironia um seu companheiro de cartas.
- Isso não, pá! Também tenho as minhas coisas... Não sou nenhum santo!

- Confessar-me a um homem como eu!? Estás doido ou quê? Os padres ainda são mais pecadores... - referia o cavalheiro, confiado em que a melhor defesa é o ataque.
- Tens razão! Só Deus perdoa os pecados. Mais nenhum homem o pode fazer. Mas diz-me uma coisa: ' Quem te dá a água que tens em casa? É o cano?'
- Essa agora! A água vem do depósito. O cano apenas a transporta para as nossas casas.
- E já reparaste que esse cano está enterrado, rodeado de lama, sujo, ferrugento?
- Bem me importa a mim! Logo que me traga a água em condições para casa...
- Pois, é como na confissão. Deus é esse depósito de graça e de perdão. O padre é o cano através do qual o perdão de Deus me chega.
- Uhm! És capaz de ter razão... Vou pensar nisso.

- Eu nem sei que vou fazer à confissão! Os meus pecados são sempre os mesmos...
- desabafava aquela senhora para a sua amiga.
- Olha, amiga! Tu só lavas as tuas toalhas e a tua roupa quando têm nódoas grandes?
- Ó mulher, vira para lá essa boca! Eu sou uma pessoa asseada. Gosto de lavar a minha roupa frequentemente...
- Então é como na confissão. Mesmo que não tenhamos pecados mortais, precisamos de "lavar a alma" frequentemente, recebendo o perdão de Deus que nos branqueia a vida.
- Pois, isso eu entendo. Mas os pecados são sempre os mesmos!...
- Não te esqueças que faz parte da confissão o propósito firme de emenda... Não é só fazermos o exame de consciência, dizermos os nossos pecados ao confessor e cumprirmos a penitência... Precisamos de olhar para dentro de nós, descobrirmos o que é mais urgente corrigir e comprometermo-nos, confiados na ajuda divina, a lutar para para corrigirmos esse aspecto menos bom da nossa vida....
Já viste? É como um escadório... Não se sobem as escadas todas de uma passada, mas escada a escada.
- Sim, mas às vezes não consigo levar em frente o meu compromisso, sou fraca.... Sabes como é!
- Deus não vê como os homens. Estes ligam à aparência; Deus julga pelo coração. Se cem vezes caíres no mesmo pecado, mas cento e uma vez lutares para dele saíres, estás a caminho do Reino de Deus.

sábado, 9 de abril de 2011

Vinha a chorar a pequenita

Mais um sábado da Quaresma, o que nesta zona equivale a confissões, pois estamos em tempo de comunhões pascais.
Numa das paróquias por onde passei, ajudando os colegas, haviam acabado as confissões e trocava uma palavra com o Pároco na sacristia.  Nisto entra um pequenita pela mão do, suponho, avô. Vinha chorosa e soluçava. Eram os nervitos  a ditar a sua lei. O adulto que a acompanhava diz que a menina ainda não se confessara. O Pároco nem esperou que ele dissesse mais. Abraçou-a, tratou-a pelo nome e começou a dialogar com ela. A pequena parece agora muito mais calma. Eu e o seu acompanhante saímos. Ficou a confessar-se.

Sim, era novinha, porventura oito anitos, devia ter feito há meses a 1ª Comunhão  e penso que se iria confessar pela segunda ou terceira vez. Algumas crianças, em tal situação, revelam um nervoso miudinho que as deixa ora em soluços ora sem dizer palavra.
Pais, catequistas e confessores devem estar muito atentos a estes miúdos, ajudando-os a libertar-se do medo, acolhendo-os e acarinhando-os. Estas primeiras experiências marcam muito a perspectiva futura da fé.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tempo de renascer

Neste Domingo, o Evangelho narra a ressurreição de Lázaro. Este milagre suscita a admiração de toda a gente. Como pode Jesus dar vida a quem está morto?! E, no entanto, há milagres que não são menores. Por exemplo, a conversão de alguém que vive atolado no pecado.
Tememos quase todos a morte do corpo e esquecemos a morte da alma. Que a liturgia deste 5.º Domingo da Quaresma nos lembre que mais importante que a vida corporal é a vida espiritual. E que ela seja um apelo a que sejamos homens novos, renascidos pela graça do Espírito de Deus.A Quaresma é tempo de deixar nascer em nós o homem novo, capaz de se deixar moldar pela graça do Espírito. Jesus quer que tenhamos um coração novo, capaz de captar todos os pormenores de seus ensinamentos. E a adesão sincera de um coração que se deixa conduzir pela orientação celeste, porque, diz o Apóstolo, que "é crendo com o coração que se chega à justiça e pela boca se professa a fé para obter a salvação" ( Rm 1,10).
Isto exige que se lute contra a tentação do mais fácil e agradável. O caminho da facilidade é sedutor mas pode comprometer o futuro.
Perguntaram um dia ao escritor russo Tolstoi o que é que ele desejava que acontecesse ao seu maior inimigo. E a sua resposta é digna de meditação:
«Que os seus filhos nasçam ricos e os pais lhes satisfaçam todos os desejos».
Tinha razão aquele grande escritor: a facilidade acomoda e não deixa lutar por um ideal. Pior: pode criar vícios que dão cabo das pessoas.
Alguém que queira vencer na vida tem de lutar e renunciar a imensas coisas, mesmo agradáveis.
Nada de grande e belo se consegue sem sacrifício, por isso há que abraçar o caminho exigente e, por vezes, com muita austeridade, o que faz nascer a alegria de outra forma muito mais verdadeira e duradoura.
Renascer, lutar por um coração novo: eis um programa para a vida.
In O Amigo do Povo

5º Domingo da Quaresma - Ano A

: Vida nova
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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vim em nome do meu Pai

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Quinta-feira, 7 de Abril - (Jo 5, 31-47
 

No confronto com os seus adversários, Jesus explicitou sua relação com o Pai. O tempo mostraria que suas palavras foram insuficientes para convencê-los. A revelação de Jesus exigia mentes e corações abertos, capazes de acolher a novidade que lhes era comunicada. Entretanto, a dureza de coração de seus inimigos levava-os a um ódio sempre crescente contra ele. Por conseguinte, o esforço de Jesus tinha um efeito contrário ao que ele desejava. Ao invés de gerar acolhida, provocava rejeição.

O testemunho em favor de Jesus provinha do Pai. Logo, suas palavras e sua ação estavam bem respaldadas. Não dependiam desta ou daquela instituição, nem de pessoa alguma. As obras realizadas por Jesus também depunham em seu favor. Por seu próprio conteúdo, revelavam a identidade dele, pois visavam proporcionar vida abundante para toda a humanidade. Também as Escrituras, quando lidas de maneira conveniente, davam testemunho dele. Elas apontavam para Jesus, cujo ministério situava-se no contexto da revelação de Deus.


Jesus detectou a raiz da rejeição a seu respeito, num certo espírito mundano que corroia o coração dos adversários, os quais buscavam a glória de si mesmos, não a do Pai. Se estivessem mais em comunhão com Deus, e menos preocupados em defender seus esquemas, sem dúvida chegariam a perceber quem era Jesus.
Fonte: aqui

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Por que existe sofrimento?

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Pergunta — Se Deus é nosso Pai, por que  permite Ele a guerra, a doença, a fome? Por que permite Ele que seus filhos sofram? Por favor,  ajudem-me!

Veja aqui uma resposta sustentada na fé.

Via Sacra ao vivo

Uma boa notícia para a comunidade paroquial tarouquense. Afinal parece que sempre vamos ter Via Sacra ao vivo!
Ultrapassadas as dificuldades que existiam, o Grupo de Jovens vai arrancar  com a Via Sacra ao vivo que tão belamente tem promovido nos últimos anos. 
  
É preciso que muita gente se ofereça para participar. Adolescentes, jovens, adultos, idosos, solteiros ou casados. A Via Sacra será aquilo que a comunidade queira que ela seja.
Vamos oferecer-nos para participar nos ensaios. Vamos comparecer.
Deus merece, as pessoas precisam.


Para o ano, querendo Deus, voltaremos a ter as tão apreciadas procissões quaresmais, tal como havia sido prometido. Concluído o Centro Paroquial, voltaríamos a realizar as desejadas procissões.