sábado, 28 de fevereiro de 2015

FESTA DA CATEQUESE 2015


 Para uma paróquia do interior - embora seja a sede do concelho - o número de crianças é interessante. Temos cerca de 350 catequizandos do 1º ao 10º ano. Quando se sente a natalidade - inverno em tantas e tantas freguesias deste interior, tão pouco zelado pelo poder central - não podemos deixar de nos sentir contentes com as crianças que ainda vamos tendo. Graças a Deus!
Hoje gostei da festa da catequese. Pela presença de muitos pais e amigos das crianças. Sobretudo, pelo trabalho realizado pelas crianças e jovens. Um aplauso para eles do tamanho da Serra de Santa Helena! Senti-os a viver profundamente o momento, dentro das várias tarefas que desempenharam.

É justa uma palavra de enorme apreço pelo trabalho, dedicação, persistência dos catequistas. Muitos parabéns! São fantásticos!
Acrescento que os apresentadores estiveram à altura das circunstâncias. Felicito-os por isso.
Um bem-haja à Câmara Municipal pelo espaço gratuitamente cedido e aos seus funcionários pela forma como colaboraram.
Ficou-me no coração a vivência das representações teatrais em que se salientava a FAMÍLIA:

IDE E CONSTRUÍ COM MAIS AMOR A FAMÍLIA DE DEUS". Os idosos no lar, choques entre gerações, os valores estruturantes, a ausência de Deus, a beleza do mútuo acolhimento, a educação, a abertura aos outros e ao mundo... Tudo passou naquele palco pela bela atuação dos mais novos.
Através de  representações, cânticos, textos, mensagens bíblicas dramatizadas, gravações, power point,  os catequizandos ofereceram ao público a beleza e o encanto da família, espaço e hino de amor e de vida.
Gostei de ver o público concentrado durante as peças teatrais. É mesmo bom ver as pessoas contentes! E olhem que há gente nova com muito jeito mesmo para a representação! 5 estrelas.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

AS OBRAS DO CENTRO PAROQUIAL VÃO INDO...

Tudo leva o seu tempo!



Estamos a colocar a 2ª parede mais alta do edifício (4,5 m). Logo depois, serão implantadas algumas vigas. Finalmente será a vez da grande placa (grande no tamanha e GRANDE no preço!) que cobrirá todo o edifício. A maior parte desta placa será revestida de relva e só a parte mais pequena e mais alta ficará à vista.
Também a sub-cave (150 m2) está pronta para ser dividida em três partes: carrinha e arrumos da paróquia; GASPTA;  uma sala maior, a sala da juventude.
As despesas são enornes! Provocam calafrios em que tem responsabilidade!
Mas confiamos na generosidade amiga de toda a gente. As pessoas de bom coração vão estar com esta obra que é de TODOS e para TODOS!
Paroquianos, amigos, empresas, emigrantes, por favor, não esqueçais esta obra que é de todos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

1 de março: 2º Domingo da Quaresma - Ano B

Leituras:aqui
video
2º Domingo da Quaresma (1 de março) 
Símbolo da Quaresma: Um coração sobre a Cruz, com estas palavras dentro: Chamados a ser família segundo o coração  de Deus 
Símbolo do 2º domingo: colocar uma vela acesa ao pé da cruz
 Momento de intervenção:pós-homilia

1º Leitor: Na primeira leitura apresenta-se a figura de Abraão como modelo do crente que percebe o projeto de Deus e o segue de todo o coração

2º Leitor: Abraão é o homem de fé, que vive numa constante escuta de Deus, que aceita os apelos de Deus e que lhes responde com a obediência total, mesmo quando os planos de Deus parecem ir contra os seus sonhos e projetos pessoais.

3º Leitor: O comportamento de Abraão revela, antes de mais, o lugar absolutamente central que Deus ocupa na sua existência. Deus é, para Abraão, o valor máximo, a prioridade fundamental.

4º Leitor: Na vida do homem do nosso tempo, nem sempre Deus ocupa o lugar central que Lhe é devido. Com frequência, o dinheiro, o poder, a carreira profissional, o reconhecimento social, o sucesso, ocupam o lugar de Deus e condicionam as nossas opções, os nossos interesses, os valores que nos orientam.

5º Leitor: Abraão convida-nos, nesta Quaresma, a rever as nossas prioridades e a dar a Deus o lugar que Ele merece.

6ª Leitor: Na sua relação com Deus, o crente Abraão manifesta uma vasta gama de “qualidades” – a reverência, o respeito, a humildade, a disponibilidade, a obediência, a confiança, o amor, a fé – que o definem como o crente “ideal”, o modelo para os crentes de todas as épocas.

7º Leitor: Neste tempo de preparação para a Páscoa, são estas “qualidades” que nos são propostas também. É preciso que realizemos um caminho de conversão que nos torne cada vez mais atentos e disponíveis para darmos a Deus a reverência, o respeito, a humildade, a disponibilidade, a obediência, a confiança, o amor, a fé.

Todos: Aqui estamos, Senhor, para Te escutar, Te aceitar e Te obedecer!

2º Leitor: Na segunda leitura, São Paulo afirma que Deus nos ama com um amor profundo, total, radical, que nada nem ninguém consegue apagar ou eliminar.

3º Leitor: Nos momentos de crise, de desilusão, de perseguição, de orfandade, quando parece que todo o mundo está contra nós e que não entende a nossa luta e o nosso compromisso, a Palavra de Deus grita: “não tenhais medo; Deus ama-vos”. 
4º Leitor: Sim, que também as famílias, à luz da conversão quaresmal, sintam que são chamadas a viver um amor profundo, total, radical

5º Leitor: Porque Deus amou primeiro e cuida sempre de cada família. 
6º Leitor: Deus vem à procura de cada família quando esta deixa, para que a escuridão e a dor se transformem em vida e alegria. 
7º Leitor: É belo e nobre o desafio desta quaresma a cada família: converte-se a amar mais e mais .Todos: FAMÍLIA: CHAMADOS A VIVER COM MAIS AMOR 
2º Leitor: A questão fundamental expressa no episódio da transfiguração, que ouvimos no Evangelho, está na revelação de Jesus como o Filho amado de Deus, que vai concretizar o projeto salvador e libertador do Pai em favor dos homens através do dom da vida, da entrega total de Si próprio por amor. 
3º Leitor: Para muitos dos nossos irmãos, uma vida cheia não está no amor levado até às últimas consequências, até ao dom total da vida, mas sim na preocupação egoísta com os seus interesses pessoais, com o seu orgulho, com o seu pequeno mundo privado. 
4º Leitor: Sim, para muita gente do nosso tempo, uma vida cheia não está no serviço simples e humilde em favor dos irmãos (sobretudo dos mais débeis, dos mais marginalizados, dos mais infelizes), mas no assegurar para si próprio uma dose generosa de poder, de influência, de autoridade, de domínio, que dê a sensação de pertencer à categoria dos vencedores. 
5º Leitor: É verdade. Para muita gente, uma vida cheia não está numa vida vivida como dom, com humildade e simplicidade, mas numa vida feita um jogo complicado de conquista de honras, de glórias, de êxitos. 
6º Leitor: A transfiguração de Jesus grita-nos, do alto daquele monte: não desanimeis, pois a lógica de Deus não conduz ao fracasso, mas à ressurreição, à vida definitiva, à felicidade sem fim. 
Todos: A religião não é um ópio que nos adormece, mas um compromisso com Deus, que se faz compromisso de amor com o mundo e com os homens.
1º Leitor: Como já sabemos, o SÍMBOLO da nossa caminhada quaresmal é um coração colocado na cruz.Vamos acrescentar hoje uma vela acesa. Significando o desejo de, por amor, vivermos uma vida de entrega, de serviço aos outros. Como a vela se consome, assim nas famílias e nas comunidades,
como Jesus, sejamos capazes de pôr a nossa vida ao serviço dos irmãos.
 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Por que é tão importante fazer silêncio na missa?

A eficácia espiritual da missa pode depender do seu silêncio
Mass Mob at Catholic church in Detroit
Nem todo mundo acompanha a missa com atenção. Às vezes, o padre é obrigado a interromper a liturgia para reprovar as conversas entre os fiéis. Esta chamada de atenção não é acidental, porque o silêncio durante a missa tem uma importância acima de tudo teológica. Descubramos o porquê.

Silêncio sagrado

"O silêncio na igreja durante o culto sagrado – explica à Aleteia o liturgista Pe. Enrico Finotti – é uma questão primordial, porque dele depende, em boa medida, a eficácia espiritual da ação litúrgica."

"No entanto, não considero oportuno intervir nas situações concretas, pois se supõe que cada sacerdote vai se comportar de maneira adequada em circunstâncias às vezes difíceis", acrescenta.

À escuta de Deus

Em sentido geral, explica o sacerdote, podem ser indicadas algumas pautas. Primeiramente, "o clima de silêncio interior e exterior é próprio de cada celebração litúrgica. De fato, trata-se de preparar a alma para escutar Deus, que fala ao seu povo; de elevar-lhe louvores com alegria e receber da sua misericórdia as maravilhas da graça, que são os sacramentos".

A majestade do Pai

Em segundo lugar, observa o Pe. Enrico, "Deus não pode jamais ser reduzido ao nosso nível. Ele permanece sempre permeado pelo fulgor da sua transcendência. Ainda que, com a Encarnação, o Filho unigênito tenha vindo habitar entre nós e tenha permanecido conosco como amigos, Ele não desviou o olhar da majestade divina do Pai, a quem demonstra uma absoluta obediência adoradora".

Os 3 tipos de silêncio

Sobre esta base teológica, a Igreja prevê mais de um tipo de silêncio: "O silêncio preparatório para uma celebração (para os ministros na sacristia e para os fiéis na nave); o silêncio ritual para realizar juntos os gestos e pronunciar as orações estabelecidas, mas também para interiorizar os conteúdos da Palavra proclamada e dos sinais santos presentes nos mistérios sagrados; e o silêncio posterior à celebração, para não dispersar imediatamente a intensidade do recolhimento interior".

A importância do templo

Para distinguir o ambiente de silêncio do da conversação e do encontro fraterno, "a arquitetura eclesiástica clássica outorga primeiro o vestíbulo da igreja e mais adentro o templo, que é o lugar de mediação e de passagem entre o culto do templo e o tumulto do mundo".

"No templo, a devoção do coração e o encontro adorador com Deus se traduz nessa 'sóbria exaltação do Espírito' que invade os fiéis no êxodo da assembleia santa, onde recebem a Palavra que salva e o Pão da vida eterna: uma fraternidade regenerada, que do lugar santo se expande para o mundo."

Educar os fiéis

Infelizmente, constata o Pe. Enrico, "no contexto atual, o silêncio não é valorizado e se torna difícil colocá-lo em prática, inclusive na igreja, e a educação para o silêncio litúrgico deve ser retomada com constância e determinação".

"De fato, não existem alternativas: sem silêncio interior e exterior, qualquer tentativa de reflexão, de devoção e de contemplação se extingue ao nascer – adverte. De fato, não é possível considerar suficiente para o crescimento na fé uma celebração litúrgica só formal e exterior. Não podemos honrar Deus somente com palavras, sem uma adequada correspondência do coração."

Fé e paciência

Para concluir, o liturgista convida a não se surpreender pelas "dificuldades que o silêncio pode encontrar inclusive em seu próprio lugar, a igreja, e na ação mais santa, a liturgia".

"Não podemos desanimar. Trabalhemos com confiança, sustentados pela fé, para que, com paciência e gradualmente, o povo cristão alcance novamente essa maturidade religiosa de tempos melhores. Isso não será fruto de imposições formais, mas exigência de uma oração convencida e de uma fé viva."
Fonte: aqui

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Nas periferias existenciais: ao encontro dos doentes



O Pároco e elementos do  GASPTA estão a passar durante estes dias pelas casas das pessoas, escutando, levando uma palvra de conforto e um sorriso amigo. Vai sendo deixado  a cada um deles um simples miminho que traduz o carinho da comunidade paroquial pelos seus doentes. Quase todos querem celebrar o Sacramento da Reconciliação.
Um desabafo volta a ser constante. As pessoas sentem-se muito sozinhas. E isso magoa-as mais do que a própria doença ou limitação física.
Em muitos casos vemos pessoas que tudo fazem pelos seus familiares doentes, partilhando o altar da dor até à exaustão. Parabéns a estes gigantes de humanismo. Oxalá todos tivessem destes cireneus que ajudam a levar a cruz! Nem todos os têm, infelizmente.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Via Sacra Pelos Povos: Teixelo




Com o apoio de catequistas e dos jovens do 10º ano da Catequese, teve lugar em Teixelo, na tarde deste domingo, a Via Sacra. Teixelo, povo com muito pouca gente, foi assim o 1º a celebrar a Via Sacra.
Correu tudo bem....
Parabéns ao bom povo de Teixelo, aos catequistas e aos jovens!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Atividades quaresmais da Paróquia






- 22 de fevereiro, 17h  -  Via Sacra em Teixelo: da capela velha até à nova

- 28 de fevereiro - Festa da Catequese no Auditório Municipal

1 de março:

 - Celebração comunitária das Bodas de Prata e de Ouro;             

- Via Sacra em Cravaz, 17h: do Outeiro até à capela de Nª Senhora de Nazaré

- 6 de março, 18.30h: Via Sacra em Valverde: do Outeiro até à capela de Santa Tecla             

-  8 de março, 17h: Via Sacra em Gondomar: do Senhor dos Vales até à capela de São João Batista       

- 13 de março, 18.30h : Via Sacra em Esporões: do Outeiro da Forca até à capela de S. Martinho       

- 20 de março, 18.30: Via Sacra em Arguedeira: da Capela de São Tiago até à capela de Santo António    

- 22 de março, 17h: Via Sacra em Quintela, Vila Pouca e P. das Tábuas: do Senhor da Protelada até à Capela da Senhora das Necessidades   

- 27 de março, 18.30h: Via Sacra em Castanheiro do Ouro: da Rotunda de Santa Apolónia até à  parte de trás da MAPEC.            

- 28 de março - Comunhão Pascal da Paróquia

- 2 de abril -  começa o Tríduo Pascal com a  Missa da Ceia do Senhor às 18 horas

- 3 de abril, 21h: Via Sacra em Tarouca: das Piscinas até à Igreja

- 4 de abril -  Vigília Pascal às 23 horas

- 5 de abril -  Domingo de Páscoa: Procissão da Ressurreição às 7 horas, seguindo-se a Eucaristia e a Visita Pascal                

-  Visita aos doentes, a começar às 14.30h:

24/2 – Cravaz, Valverde e Bairro 5 de Outubro

25/2 - Gondomar, Quintela e Arguedeira;

26/2 – Esporões e Castanheiro do Ouro

4/3 - Tarouca e Unidade de Saúde


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

VIVER MELHOR A QUARESMA

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22 de fevereiro: 1º DOMINGO DA QUARESMA - Ano B

Leituras: aqui
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1º Domingo da Quaresma (22 de fevereiro)
A VIDA NA EUCARISTIA E A EUCARISTIA NA VIDA

Símbolo da Quaresma: Um coração sobre a Cruz, com estas palavras dentro: Chamados a ser família segundo o coração  de Deus


Símbolo do 1º domingo: colocar o coração na cruz
 Momento de intervenção: Ação de Graças
1º Leitor: Ouvimos no Evangelho de hoje o apelo de Jesus: “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
2º Leitor: Quaresma é tempo de:
3º Leitor: Oração, reflexão, acolhimento da Palavra transformadora de Deus
4º Leitor: Arrependimento, conversão, mudança de vida
5ª Leitor: Renúncia, generosidade, partilha
6º Leitor: pedir perdão a Deus e de perdoar aos outros
Todos: “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
2º Leitor: Mas a Quaresma também fala a cada uma das nossas famílias.
3º Leitor: Sim, que as famílias, à luz da conversão quaresmal, sintam que são chamadas a viver com mais amor.
4º Leitor: Porque Deus amou primeiro e cuida sempre de cada família.
5ª Leitor: Deus vem à procura de cada família quando esta deixa, para que a escuridão e a dor se transformem em vida e alegria.
6º Leitor: É belo e nobre o desafio desta quaresma a cada família: converte-se a amar mais e mais .
Todos: FAMÍLIA: CHAMADOS A VIVER COM MAIS AMOR
2º Leitor: Deus não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós,  conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa  procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada  um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece.
Todos: Sejamos imitadores de Deus para não sermos indiferentes ao sofrimento dos irmãos.
1º Leitor: o SÍMBOLO da nossa caminhada quaresmal é um coração que vamos colocar na cruz. Coração significa amor. A cruz é a maior prova do amor de Deus por nós.
Então que cada família e cada pessoa da nossa comunidade se convertam ao amor, seguindo o exemplo e o mandamento de Cristo.

1ª Semana da Quaresma
Referências da caminhada quaresmal

- 22 de fevereiro, 17h:
  Via Sacra em Teixelo, da capela velha até à nova

- 28 de fevereiro:
 Festa da Catequese no Auditório Municipal. Começa às 14.30h

- 1 de março:
 Celebração comunitária das Bodas de Prata e de Ouro. Na Missa das 11 horas           
- Via Sacra em Cravaz, 17h: do Outeiro até à capela de Nª Senhora de Nazaré


-  Visita aos doentes, a começar às 14.30h:  
24/2 - Cravaz, Valverde e Bairro 5 de Outubro; 
25/2 - Gondomar, Quintela e Arguedeira; 
26/2 – Esporões e Castanheiro do Ouro