quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A liberdade, dom do Amor de Deus

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Muitas das nossas  dúvidas e inquietações são justas. Todos ficamos perplexos perante a presente degradação do mundo. E os mais atentos perguntam pelo paradeiro de Deus e questionam o sentido e o valor da fé. Queria dizer-vos que Deus é amor. Todas as suas obras o manifestam. Até a crueldade do homem mostra o grande amor de Deus pelos homens. O homem pode ser cruel porque é livre. Pode usar a sua liberdade para se opor a Deus e preferir o mal, contudo, fazendo uso dessa mesma liberdade pode fazer coisas maravilhosas e belas, pode alcançar a felicidade. Deus não se impôs. Ofereceu ao homem a capacidade de decidir sobre o seu destino, e isto é amor. Que mérito teria o homem pelo bem que realizasse se não pudesse optar pelo mal?
Deus propôs-nos um caminho, o caminho da fé. Este caminho inicia-se quando optamos por Deus e aderimos livremente ao seu amor deixando que a nossa vida se transforme.
Adriano Filipe

1 de Novembro: Dia de Todos os Santos

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UMA PROPOSTA PARA TODOS:
A SANTIDADE



 1. Em cada dia, os cristãos assinalam vários santos. 1 de Novembro é dia de todos os santos.
 A santidade é, sem dúvida, excepcional. Mas não devia ser a excepção.
 A santidade é para todos. É para os que sobrevivem na eternidade. E é para os que ainda caminham no tempo.
 
 2. Por aqui se vê como, ao contrário do que parece aos olhos de muitos, a santidade não nos retira do mundo. É, aliás, no mundo que somos chamados à santidade.
 Deus não deixa ninguém de lado no chamamento que faz. É por isso que o Concílio Vaticano II fala da «vocação universal» à santidade.
 
 3. É claro que as pessoas costumam indexar a santidade ao extraordinário. Mas a santidade habita, desde logo, naquilo que é ordinário.
 Habituámo-nos a relacionar a santidade com actos heróicos e gestos incomuns. Mas a santidade emerge na vida quotidiana, muitas vezes imperceptível e, quase sempre, incógnita.
 
 4. O registo da santidade é conferido pelo milagre. Mas o milagre não é só o que supera as leis da natureza.
 Há muitos milagres na existência diária de pessoas que estão à nossa beira. E nós nem reparamos neles.
 Não será um grande milagre subsistir no meio de tanta adversidade? No meio de tanta injustiça?
 
 5. A santidade não nos desmundaniza nem nos desumaniza. Pelo contrário, a santidade mundaniza-nos e humaniza-nos, fraternizando-nos.
 A santidade faz de nós irmãos. Torna-nos mais humanos e mais envolvidos na transformação do mundo.
 
 6. Existe santidade quando se reza. Mas também subsiste santidade quando se trabalha. Quando se participa na denúncia da injustiça e no anúncio da verdade.
 A santidade não é indiferença; é diferença. Santo não é aquele que se mostra indiferente ao que ocorre à sua volta. Santo é o que se envolve, o que se manifesta.
 A santidade nunca é fria. A santidade é quente, calorosa. O santo abraça, ri, chora, grita, insiste, persiste. E nunca desiste.
 
 7. A santidade é a surpresa da paz no meio da tempestade. A santidade não é estrepitosa. Muitas vezes, até é silenciosa, mas sempre interveniente, interpelante.
 A santidade está ao alcance de todos. A santidade acontece em casa, na estrada, no trabalho. O santo não é um anormal. O santo não deixa de ser pecador e todo o pecador pode tornar-se santo.
 
 8. Um dia, alguém perguntou a Óscar Wilde: «Sabes qual é a diferença
 entre um santo e um pecador?». O escritor irlandês respondeu: «Sei. É
 que o santo tem sempre um passado e o pecador tem sempre um futuro».
 No fundo, o santo é o pecador que, consciente do seu passado, continua a querer superar-se no seu futuro.
 
 9. Se pensarmos bem, os santos não estão apenas no altar nem figuram
 somente nos andores.
 Não há só santos de barro. Há muitos santos de carne e osso, às vezes, mais osso que carne. Há muitos santos com fome. Há muitos santos na rua. Há muitos santos de enxada na mão. Há muitos santos lágrimas no rosto e rugas na face.
 
 10. Não devemos reparar nos santos só depois da morte. Os santos merecem ser imitados durante a vida. Durante a sua vida. Durante a nossa vida!
 
 João António Pinheiro Teixeira,
padre

D. António Couto: balanço do Sínodo dos Bispos



Para D. António Couto é claro que «a Igreja de ontem, de hoje e de sempre deverá possuir os traços do rosto de Jesus Cristo». A nova evangelização não passará por uma eficiência pastoral e «a estruturar-se em formas sociologicamente mais eficazes», mas, sobretudo, por promover o encontro pessoal com Cristo. É este encontro que nos coloca em crise, para configurar totalmente a nossa vida a partir de Cristo de modo a viver «segundo o seu estilo» dotando-nos de uma força capaz de ultrapassar «as crises epidérmicas». Não desvalorizando a reflexão teológica, D. António Couto coloca em primeiro lugar este encontro e estilo de vida de Jesus. «Podemos não saber muita teologia, mas todos sabemos qual era o estilo de Jesus», afirmou. Para o bispo de Lamego, a expressão «nova evangelização» não é tanto a novidade de métodos, expressões ou estratégias, mas a fidelidade da Igreja ao Senhor Jesus, ao seu estilo, ao seu modo de viver, de fazer e de dizer: Dom total de si mesmo num estilo de vida pobre, humilde, despojado, feliz, apaixonado, ousado, próximo e dedicado.
In Pátio dos Gentios
Fonte: aqui

terça-feira, 30 de outubro de 2012

YOUCAT

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA PARA JOVENS

 Pela linguagem, pela apresentação, pela leveza é um CATECISMO aconselhável para todos, jovens e adultos.
Fácil de ler e de entender.
 Pode adquiri-lo na Igreja Paroquial de Tarouca.
Estamos no Ano da Fé....

O cristianismo é por natureza radical, embora não hostil, lembrou o Cardeal Martini

 
Pedro Mexia no "Expresso" de 27 de outubro.
Fonte: aqui

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Excluídos: há quem faça por isso e quem não tenha outro remédio

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No evangelho de ontem, aparece um cego à beira do CAMINHO onde Jesus vai passar. No caminho de Jesus está uma multidão, no meio da multidão os discípulos, uns e outros seguem Jesus, ainda que alguns não estejam seguros do caminho em que vão.
À beira do caminho, ou sem caminho algum, está um cego, sentado, a pedir esmola. É um dos muitos excluídos da vida, naquele e neste tempo. Qualquer enfermidade física pode ser um fator de exclusão. Também neste tempo. Qualquer enfermidade ou deficiência pode gerar excluídos que o não querem ser.

Aquele cego não vê o CAMINHO, mas ouve os passos de Jesus e da multidão que vem lá. E então vê mais longe, vê com o coração que escuta antes de ver. Escuta um clamor que lhe anuncia Jesus. Grita. Grita. Sem parar. Há nele um desejo imenso de entrar no CAMINHO, de fazer parte dos "incluídos". Grita sem parar. Incomoda, como muitas vezes incomodam os que são diferentes, os que pensam diferente, os que vivem outras vidas. Incomoda os que vão mais ou menos seguros no caminho, como canta a Mafalda Veiga, diríamos que se incomodam com medo de verem a cegueira que ainda tolda os seus corações ou de também eles ficarem à beira do CAMINHO.

Como então refletíamos, a postura de Jesus é bem diferente da multidão. Jesus escuta. Jesus pára. Jesus manda chamar. Jesus perscruta os desejos que vão no coração. Jesus atende a toda a prece feita com sinceridade. Não avança. Não Se incomoda. Não acelera o passo. Não tapa os ouvidos. Nem os olhos. No CAMINHO de Jesus há lugar para toda a gente, para a multidão, para os discípulos e para Bartimeu e para cada um de nós. Para Jesus não há excluídos. Ou melhor, não precisa de haver excluídos.



Há excluídos por que não têm outro remédio.
Porque nasceram em condições sociais já demasiado precárias para delas saírem. Porque não têm quem os ajude (como Bartimeu ajudado por alguns - Coragem...), porque alguma enfermidade os afasta do convívio social, e até eclesial, porque não têm forma nem meios para saírem da exclusão em que se encontram.

Há excluídos por que o querem ser.
Nunca estão disponíveis para nada. Alheiam-se de todos os compromissos. Querem ficar a ver, à beira do caminho, fora do caminho. Se as coisas correm bem, lamentam-se por que ninguém lhes disse nada, ninguém lhes explicou o que era, ninguém os incentivou (pois até participariam, isto é, depois de saberem como correram as coisas); se as coisas correm mal, alegram-se porque não estiveram envolvidos, porque já adivinhavam (depois do acontecido), porque não alinham em projetos que não resultam.

Há excluídos, que se excluem por medo de serem feridos.
Quantas pessoas se excluem por medo de serem defraudadas nas suas expetativas, ou por receio de voltarem a dececionar-se? Com medo de se magoarem? Obviamente, não será fácil a alguém que se sente traído (nas seus relacionamentos pessoais, familiares, profissionais) voltar a acreditar e a apostar nos outros. Em todo o caso, o excluir-se também não ajuda. O lamentar-se também não ajuda...

Há quem nunca se envolva em nada. Ainda que sempre prontos a verificar/julgar qualquer iniciativa, qualquer deslize, qualquer coisa de boa que os outros façam, na sociedade, na política, em Igreja, em atividades culturais e recreativas...

Aquele cego à beira do CAMINHO desperta-nos. Ele não quer continuar a ser excluído, por isso grita até que a sua voz chega aos ouvidos de quem deve chegar...
Fonte: aqui

domingo, 28 de outubro de 2012

TERMINOU HOJE O SÍNODO DOS BISPOS SOBRE A NOVA EVANGELIZAQÇÃO E A TRANSMISSÃO DA FÉ

O Sínodo dos Bispos terminou neste  Domingo com uma missa solene, na Praça de São Pedro, presidida por Bento XVI. O Sínodo dos Bispos decorreu em Roma desde 7 de Outubro, e  reuniu 262 bispos e cardeais de todo o mundo com o Papa para analisarem os desafios da nova evangelização.

Bispos pedem aos cristãos
para não serem pessimistas
O Sínodo dos Bispos publicou uma mensagem a todos os crentes. Os Bispos incentivam os cristãos a não serem pessimistas e pede-lhes que dêem testemunho em todos os sectores da vida, desde o âmbito da família até ao mundo da política.
A Nova Evangelização é uma urgência que toca todas as regiões do mundo, porque a Fé corre o risco de se apagar em contextos culturais e sociais adversos. E como a Fé se manifesta na relação com a pessoa de Jesus, é preciso renovar esta proposta a quem anda geralmente distraído, confuso ou indiferente.
A mensagem final do Sínodo também alerta para os próprios bispos e evangelizadores que são os primeiros a precisar de conversão, uma vez que “as suas feridas e pecados tornam patentes as vulnerabilidades da Igreja”.
O Cardeal Giuseppe Bettori, presidente da Comissão responsável por esta mensagem garante que o resultado final foi obtido por um consenso ainda melhor que a maioria democrática.
“Os processos democráticos dividem, porque criam uma maioria e uma minoria. Não existe uma maioria e uma minoria dentro desta mensagem. O que existe é uma síntese de comunhão que não provocou clivagens e deu voz à sensibilidade dos bispos provenientes de todo o mundo.”
O texto aprovado pelo Sínodo dos Bispos reafirma o papel indispensável da família na transmissão da fé e na educação as novas gerações, incentiva os cristãos a rejeitarem o pessimismo e a darem um testemunho límpido em todos os sectores da vida, incluindo no mundo da política.

Nova evangelização é mais do que uma reacção aos problemas
O Sínodo não foi convocado por haver secularização no mundo, por haver laicismo e tantos problemas, não. O Sínodo trouxe um encorajamento à conversão, a uma auto-reflexão e coragem para se fazer uma análise da situação em que vivemos, uma análise corajosa, para não fugirmos à resposta”, afirmou o arcebispo polaco Jozif Miichalik, na conferência de imprensa que marcou o final do Sínodo.
O relator do Sínodo, o arcebispo de Washington, Cardeal Donald Wuerl, sublinhou a profunda unidade verificada ao longo das três semanas de trabalhos.
Um dos aspectos mais importantes do Sínodo é o sentido de unidade á volta do tema: olhar para a nova evangelização com um olhar positivo. Em especial, na questão de como é que nós levamos a fé da Igreja, a fé de Jesus Cristo, a este mundo tão moderno, tão secular e tão complexo”, acrescentou Wuerl.
Os trabalhos terminaram com a votação de 58 propostas entregues ao Papa, com vista à eleboração de uma Exortação Apostólica.

Bento XVI apela à renovação da Igreja
O Papa assinalou esta manhã a conclusão do Sínodo dos Bispos com a celebração da missa na Basílica de São Pedro, em Roma. Depois, durante a oração do Angelus, Bento XVI deixou o apelo à renovação da própria Igreja.
A partir de agora podemos dizer que, deste Sínodo, sai reforçado o empenho pelo renovamento espiritual da própria Igreja, para poder renovar espiritualmente o mundo secularizado; este renovamento virá da redescoberta de Jesus Cristo, da sua verdade e da sua graça, do seu rosto, tão humano e tão divino, sobre o qual resplandece o mistério transcendente de Deus”, disse perante os peregrinos na Praça de São Pedro.
Fonte: aqui

JOVEM, PARTICIPA NO GRUPO DE JOVENS!



  GRUPO DE JOVENS

No dia 17 de Novembro, pelas 21 horas, na sala dos jovens (antiga Escola Primária), arrancam as reuniões de jovens da Paróquia de São Pedro de Tarouca.

Esperamos pelos jovens. A Igreja precisa dos jovens e os jovens precisam da Igreja.

Jovem, aparece! Há um belo programa à tua espera.

Aos pais cabe sempre um papel motivador e facilitador.

A equipa responsável é formada pelo estagiário Adriano, pela Milene, pelo Patrick, pelo Nélson e pelo Dr Tozé.

sábado, 27 de outubro de 2012

Esperteza e sabedoria

"Aproveitar-se" e "tirar proveito" não são bem a mesma coisa. Uma coisa é a esperteza de ficar por cima e de estar atento às ocasiões para ganhar e ficar bem visto. Outra coisa é saber crescer, isto é, tirar proveito de tudo o que acontece, mesmo das coisas dolorosas e injustas. Uma coisa é esperteza, outra é sabedoria.

NÃO HÁ SOLUÇÕES, HÁ CAMINHOS
365 vezes por ano não perguntes porquê, mas para quê
Vasco P. Magalhães, sj
Fonte:aqui:  

Mudança da hora


No dia 28 de Outubro de 2012, tem início o período de "Hora de Inverno".

Assim, os relógios irão ser atrasados de 60 minutos às 2h00 da madrugada de Domingo em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 1h00.

Como se crê?

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Quem crê procura uma ligação pessoal com Deus e está pronto a crer em tudo o que Ele revelou acerca de Si mesmo. (150-1521)

Quando a fé nasce, ocorre com frequência uma perturbação ou um desassossego. Q ser humano apercebe-se de que o mundo visáveL e o decurso normal das coisas não correspondem a tudo o que existe.
Sente-se tocado por um mistério. Persegue as pista que o remetem para a existência de Deus e encontro cada vez mais confiante em abordar Deus e, por fim, ligar-se a Ele livremente. Diz-se no EvangeLho sege São João: «A Deus, nunca ninguém O viu. O FiLho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.» (Jo 1,18).
Portanto, temos de crer em Jesus, o FiLho de Deus, se queremos saber o que Deus nos quer comunicar. Assim, crer significa aderir a Jesus e entregar a nossa vida inteira nas Suas mãos.
In YOUCAT, 22
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano B

“Deu um salto e foi ter com Jesus!”
(Mc 10,50)

Este sim, é um verdadeiro salto vital, um salto de qualidade na fé, um passo em frente, na adesão a Cristo, Único Salvador. Podemos mesmo ver, nos passos da cura deste cego, o nosso próprio caminho da fé, desde o seu desejo de ver a Deus, até chegar à fonte da luz, que o ilumina, desde o batismo. À luz, deste luminoso passo da Escritura, vejamos os três passos fundamentais, no caminho da fé cristã:
1. Para chegar a fé, é preciso, em primeiro lugar, reconhecer, diante de Deus, que sou “um infeliz, um miserável, um pobre, cego e nu” (Ap.3,17). É preciso gritar, como aquele cego, e desde o mais fundo de mim mesmo, uma e outra vez: “Jesus, filho de David, tem piedade de mim”. É esta oração que comove o coração de Cristo, que então para, manda chamar o cego e o cura. Assim se vê, que sem a humildade, de quem se reconhece necessitado de salvação, não é possível chegar à fé, que nos salva. Como vos escrevi na Carta Pastoral, “a fé salva-me, na medida em que me cura de uma vida centrada e apostada em Mim, e me leva a abrir o coração, a um Deus, que é maior do que eu” (Abri os corações, n.10). Isso mesmo o atesta a cena do evangelho, que nos fala precisamente de uma fé “que nos liberta da ideia de que nos fazemos ou salvamos sozinhos. Dizer que é «a fé que nos salva», significa dizer que «não sou eu, com as minhas virtudes pessoais, que posso merecer ou conquistar a salvação. Sou salvo por um Amor, que é maior do que o meu pecado e maior do que o meu coração»” (Ibidem).
2. Mas, para chegar à fé, é preciso, depois, ter a coragem de sair da berma do caminho, para chegar ao encontro pessoal com Cristo. Isto implica liberdade para atirar fora a capa, que nos esconde as misérias, e disponibilidade, para responder e corresponder à Palavra de Cristo, que me chama. Na verdade, o momento decisivo da fé é o encontro pessoal e direto entre o Senhor e aquele homem que sofria. Encontram-se um diante do outro: Deus, com a sua vontade de curar, e o homem, com o seu desejo de ser curado. Duas liberdades, duas vontades convergentes: "Que queres que Eu te faça?", pergunta o Senhor. "Que eu recupere a vista!", responde o cego. "Vai, a tua fé te salvou". Com estas palavras realiza-se o milagre, que faz brotar, da alegria de Deus, a alegria do homem. Aqui se vê que a fé é verdadeiramente um dom de Deus, uma graça (cf. CIC 153)mas é também «um ato autenticamente humano» (CIC 154), pelo qual o homem, de modo livre e inteligente, confia em Deus e adere à sua Palavra. Aqui se vê, e mais uma vez, que “no início do ser cristão, não há uma decisão moral ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma pessoa, que dá à vida um novo horizonte e um rumo decisivo” (DCE 1).
3. A fé traduz-se, por fim e sempre, num caminho de seguimento de Jesus, tal como o de Bartimeu, que vindo à luz, "começou a seguir Jesus no seu caminho": isto é, torna-se um discípulo, e sobe com o Mestre a Jerusalém, para participar com Ele no grande mistério da cruz, da morte e da ressurreição. A fé torna-se então, e para sempre, uma “companheira de vida, que nos permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós (PF 15). Por isso, quem se deixa fascinar por Cristo, quem foi iluminado por Ele no batismo (Hb 10,38) não pode viver, sem dar testemunho da alegria de seguir os seus passos, sem anunciar a todos, o amor de Deus, com o testemunho da própria vida.
Posto isto, valia a pena ficarmos em silêncio e respondermos à pergunta do Papa, na sua primeira catequese, sobre o Ano da fé: “a fé é verdadeiramente a força transformadora da minha vida? Ou é apenas um dos elementos que fazem parte da existência, sem ser aquele determinante, que a abrange totalmente”?
Fonte: aqui

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"Aleluia" dos ex-Trovante, mais ou menos

"Aleluia" é um dos temas do álbum "Missa Brevis", dos Cantate (João Gil, Luís Represas, Manuel Rebelo, Manuel Paulo e Diana Vinagre), que tem o apoio da Renascença. O disco é uma edição da Genius y Meios, empresa do grupo r/com - renascença comunicação multimédia, e estará disponível a partir de Outubro de 2012
Fonte: aqui

Pode ouvir aqui. Belíssimo.

O tempo e as palavras

Não me importo que olhem para o relógio enquanto eu prego - desabafa o padre. Arrelia-me é quando o tiram e abanam para ver se está a funcionar.
Fonte: aqui

A Fé também cura


Dizia-me há tempos uma pessoa que após uma operação melindrosa o capelão do hospital lhe trouxe a Sagrada Comunhão e as violentas dores lhe passaram como que milagrosamente.

Especialmente nos Estados Unidos diversos estudos têm constatado a relação entre a fé e a cura.

Um estudo da Faculdade de Medicina de Dartmouth revelou que a probabilidade de pacientes cardíacos morrerem após a cirurgia era 14 vezes maior entre aqueles que não encontravam conforto na religião. Num prazo de seis meses após a cirurgia, 21 pacientes morreram – mas entre os 37 que se declararam "profundamente religiosos" não ocorreu nenhuma morte.

Um outro estudo dá conta de que as pessoas religiosas se restabelecem mais depressa após uma operação: os praticantes assíduos levam de 4 a 5 dias a sair do hospital após uma cirurgia. Os que não são religiosos precisam de cerca de 12 dias.
Na verdade, esse é um fenómeno que tem chamado a atenção de muitos estudiosos ao redor do mundo, pois está ficando evidente que a fé capacita a viver mais e melhor.
Cultivar, pois, a fé e a esperança nos doentes é meio caminho andado para a cura. Fazem bem aqueles médicos que dizem ao doente que, se ele é religioso, reze a Deus com muita fé e Deus o ajudará a ultrapassar a doença.

A doença não é dada por Deus mas fruto da imperfeição da natureza humana. Só Deus é perfeito. Todos nós estamos sujeitos ao mal. Não se deve dizer a um doente que o seu sofrimento é uma prova do amor de Deus. Jesus também não escolheu a morte na cruz mas sujeitou-se-lhe pois esse foi o caminho que os homens lhe prepararam e Ele aceitou-o para dar testemunho da missão que o Pai lhe confiou e que era o de fazer tudo para salvar os homens.

Lutar contra a doença é obrigação de todos. Habituemo-nos a rezar, pois, por todos os doentes, sobretudo os nossos familiares e conhecidos. A oração e a fé tem grande poder.
Fonte: aqui

Fé - o que é isso?


Como podemos responder o Deus quando Ele nos aborda?

Responder a Deus significa crer n’Ele. [142-149]
                
Quem deseja crer precisa de um «coração que escuta» (1Rs 3,9). Deus procura o contato connosco de múltiplas formas. Em cada encontro humano, em cada experiência da Natureza que nos toca, em cada aparente acaso, em cada desafio, em cada sofrimento... Deus deixa-nos uma mensagem escondida. Ele fala-nos ainda mais claramente quando Se dirige a nós pela Sua Palavra ou pela voz da consciência. Ele trata-nos como amigos. Por isso, também nós, como amigos, devemos corresponder- Lhe, crendo e confiando totalmente n’Ele, aprendendo a conhecê-l’O cada vez melhor e a aceitar sem reservas a Sua vontade.

Fé - o que é isso?

Fé é conhecimento e confiança. Tem sete caraterísticas:

• A fé é uma pura dádiva de Deus, que nós obtemos se intensamente a pedirmos.

• A fé é a força sobrenatural de que necessariamente precisamos para alcançar a salvação.

• A fé requer a vontade livre e a lucidez do ser humano quando ele se abandona ao convite divino.

• A fé é absolutamente segura porque Jesus o garante.

• A fé é incompleta enquanto não se tornar operante no amor.

• A fé cresce na medida em que escutamos cada vez melhor a Palavra de Deus e permanecemos com Ele, na oração, em vivo intercâmbio.

• A fé permite-nos já a experiência do alegre antegozo do Céu. [153-165, 179-180, 183-184]

Muitos afirmam que “crer” é demasiado pouco; eles querem é “saber”. A palavra “crer” tem, no entanto, dois sentidos completamente distintos. Se um pára-quedista, no aeroporto, pergunta ao empregado: “O pára-quedas está corretamente acondicionado?», e este casualmente responder: «Hum, creio que sim...», isso então não lhe bastará;  ele quer mesmo saber. Se, todavia, ele tiver pedido um amigo para acondicionar o pára-quedas, e este lhe responder à mesma pergunta: «Sim, eu pessoalmente encarreguei-me de o fazer. Podes confiar em mim!”, o pára-quedista responder-Lhe-á então: «Está bem, acredito em ti!» Esta fé é muito mais que “conhecimento”, ela significa “certeza”.
E esta é a fé que fez Abraão mudar-se para a Terra Prometida, esta é a fé que fez os  MÁRTIRES perseverarem até à morte, esta é a fé que ainda hoje mantém de pé os cristãos perseguidos.
Uma fé que compreende todo o ser humano...

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Crer é essencialmente o acolhimento de uma Verdade que a nossa razão não consegue atingir, um acolhimento simples e incondicional, como se se tratasse de uma prova.
Beato John Henry Newman (1801-1890,  filósofo e teólogo inglês convertido, mais tarde cardeal da Igreja Católica)
 Se tiverdes uma fé comparável a um grão de mostarda, direis a este montanha «Muda-te daqui para acolá», e ele há de mudar-se. E nada vos será impossível.
Mt 17,20
Crer significa sustentar, durante toda a vida, a incompreensibilidade de Deus.
Karl Rahner (1904-1984, teólogo alemão)
Não gostaria de crer se não pudesse perceber que é sensato crer.
São Tomás de Aquino
Fonte: YOUCAT, 20,21 

domingo, 21 de outubro de 2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

VAMOS A ISTO, AMIGOS!?

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IMAGENS DO CENTRO PAROQUIAL SANTA HELENA DA CRUZ
Para serem visualizadas pelos amigos e por todas as pessoas de bem.
AGORA, mais do que nunca, o CENTRO PAROQUIAL PRECISA DA AJUDA E DO EMPENHO DE TODOS OS AMIGOS e pessoas de bem...


 VAMOS A ISTO, AMIGOOOOOS!


 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ORAÇÃO PARA O ANO DA FÉ

Senhor, aumenta a minha fé
Senhor, eu creio. Eu Te louvo pelo dom da fé e
reconheço que estou ainda longe de ter a mesma fé
de Abraão, de Moisés, de tantos profetas e de Maria.
Renova em mim o dom da fé recebido no Batismo,

confirmado no Crisma e reanimado em cada Eucaristia.
Diante de tua presença, professo que creio,
mas aumenta a minha fé.
Senhor, que a minha fé seja total, sem reservas;

que ela transforme a maneira como julgo as
coisas divinas e as coisas humanas.
Senhor, que a minha fé seja livre,

quero aceitar livremente Tua vontade com
todas as renúncias e deveres que ela comporta.
Senhor, que a minha fé seja forte.

Que eu possa caminhar sobre as águas revoltas e
em Teu Nome eu possa mover montanhas.
Senhor, que a minha fé seja alegre,

que ela dê paz e alegria á minha alma,
que ela me torne disponível para servir a Deus e
para servir os irmãos.
Senhor, que a minha fé seja atuante e

que seja também uma contínua busca de Ti,
 um contínuo testemunho, um contínuo apostolado.
Senhor, que a minha fé seja humilde,

que não se fundamente na minha opinião, nem nos meus sentimentos;
mas que eu adira sempre ao Espírito Santo e à Igreja, minha mãe e mestra.
Senhor, que a minha fé seja caritativa,
que se manifeste no meu amor por Ti e pelos irmãos e
se transforme em atos de generosidade e de doação.
Amen. 

A nova Evangelização

Começou em Roma no passado dia 7 de outubro uma reunião com representantes das Conferências Episcopais de todo o mundo a que se chama Sínodo. A sua finalidade é encontrar novos meios de levar a todas as pessoas o Evangelho de Jesus Cristo.

De Portugal estão presentes D. Manuel Clemente, Bispo do Porto e D. António Couto, Bispo de Lamego.

E o início dos trabalhos do Sínodo dos Bispos ficou marcado pelos apelos à mudança de atitude e de linguagem, para além de reconhecer que nem sempre os católicos dão bom testemunho.

O arcebispo de Bruxelas e presidente da Conferência Episcopal da Bélgica, D. André Léonard, Bruxelas, afirmou perante os mais de 260 participantes – o maior número de sempre numa assembleia sinodal – que a "realidade do mal" é mesmo um dos "travões" para a acção evangelizadora.

D. Gervas Rozario, bispo de Rajshahi (Bangladesh), interveio para apelar ao combate contra o materialismo e o consumismo: "O sentido negativo da pobreza, como é vivida pelas populações asiáticas, é sobretudo resultado da cobiça insaciável de poucas pessoas, ricas e poderosas". Este responsável defendeu que os líderes católicos "têm de abrir o seu coração para se deixarem evangelizar pelos valores evangélicos dos pobres".

Num encontro com jornalistas, o porta-voz para a imprensa hispânica e lusófona, padre José Maria Gil Tamayo, deu conta dos trabalhos realizados pelos bispos que integram os dois grupos (círculos menores) destas duas línguas.

O responsável destacou a intervenção de frei José Rodriguez Carballo, ministro geral dos franciscanos, o qual alertou para o risco deste Sínodo "dar respostas a perguntas que ninguém faz" e pediu formação intelectual para o diálogo com o "mundo da descrença".

Vários participantes lamentaram o tom "demasiado sombrio" de algumas intervenções e pediram que a assembleia sinodal seja um "apelo à esperança", disse ainda o padre Gil Tamayo.
Fonte: aqui

terça-feira, 16 de outubro de 2012

UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO

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Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade.
As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as  crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da
família morreu.
Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia? E VIVAS!
O país ficou em choque e o homem será executado... Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: "Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã".
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'
Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro.
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!
Como o Egipto está bem no centro da media e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente.
Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas pro ar!

(Enviado por email)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Resumo da intervenção de D. António Couto no Sínodo dos Bispos

A Igreja de ontem, de hoje e de sempre, deverá possuir os traços do rosto de Jesus Cristo. Deve, por isso, ser filial, fraterna, afectuosa, próxima e acolhedora, como bem a representou o beato Papa João Paulo II na Catechesi tradendae [1979], n. 67, e na Christifideles Laici [1988], n. 26.
Deverá ter a dinâmica das primeiras comunidades cristãs, como o autor do livro dos Actos dos Apóstolos as apresentou: permanentemente atentas à Palavra de Deus, à comunhão, à fracção do pão e à oração (2, 42-47; 4, 32-35; 5, 12-15), átrio permanente da fraternidade aberta ao mundo, de modo a ser e a espelhar uma Igreja jovem, ágil e bela, tão jovem, ágil e bela que as pessoas lutarão para entrar nela.
Deverá ser, para além disso, uma Igreja anunciadora, completamente vinculada ao seu Senhor, não seduzida pelas novidades da última moda, mas bem consolidada na fidelidade ao seu Senhor, que se traduz no dom total de si, num estilo de vida pobre, humilde, despojado, feliz, apaixonado, audaz, próximo e dedicado. Sim, temos necessidade de anunciadores do Evangelho sem ouro, prata, cobre, alforge, duas túnicas… Sim, é de conversão que falo, e pergunto-me: porque é que os Santos lutaram tanto, e com tanta alegria, para serem pobres e humildes, e nós esforçamo-nos tanto para sermos ricos e importantes?
D. António Couto
13 de Outubro de 2012
Fonte: aqui

domingo, 14 de outubro de 2012

Já recomeçou a catequese paroquial

O Papa João Paulo II diz-nos  que a Catequese é uma "tarefa verdadeiramente primordial da missão da Igreja. Que ela é convidada a consagrar à catequese os seus melhores recursos de pessoal e de energias, sem poupar esforços, trabalhos e meios materiais, a fim de organizar melhor e de formar para a mesma, pessoas qualificadas". (CATECHESI TRADENDAE, 15)

No último sábado, pelas 15 horas, recomeçou a catequese 2012/2013.
Seguiu-se  aquilo que havia sido deliberado na Reunião Geral de Catequistas, com ligeiríssimas e necessárias alterações.
Bom, bom foi rever os catequizandos, acolher filhos, pais e catequistas.
Num tempo em que no interior se verifica um crescente deserto de crianças, nós, felizmente, continuamos a ter muitas - cerca de três centenas e meia. A comunidade tem que ser digna deste belíssimo jardim e investir nestes corações primaveris para que as tempestades da vida os não destruam.
Após a Eucaristia, em que foram "empossadas" 4 novas acólitas que durante um ano se haviam preparado para este serviço, teve lugar o esclarecimento aos pais:
- Foram convidados a frequentar a Escola Cristã de Adultos, serviço que a Paróquia põe à sua disposição para melhor poderem desempenhar o seu múnus de primeiros e principais educadores cristãos de seus filhos.
- Tomaram conhecimento dos catequistas dos seus filhos.
- Foram esclarecidos sobre as orientações da catequese e sobre o funcionamento do Centro Paroquial.
- Foram-lhes comunicadas algumas alterações que já este ano ou no próximo se vão verificar.
-  Foi-lhes pedida a melhor colaboração com a catequese paroquial, e sugeridas algumas formas de intervenção.
- Pediu-se-lhes que fizessem da Eucaristia a parte essencial da catequese, primeiro pelo seu próprio exemplo, depois pela palavra oportuna.
- Falou-se-lhes das atividades da catequese.

Seguidamente, cada grupo foi chamado  junto do altar-mor, acolhido pelo pároco que dedicou a cada um uma palavra específica e o entreguou aos catequistas que o conduziram ao Centro Paroquial onde tomou contacto com a sua sala e tive o primeiro encontro com os respectivos catequistas.
Houve ainda espaço para o pároco, a coordenadora da Catequese, D. Alda, e os catequistas acolherem os pais que quiseram tratar de questões específicas.

Este Ano da Fé é um tempo de graça para caminharmos melhor, mais unidos, mais determinados e mais convictos ao encontro de Cristo. Só ELE tem o segredo da felicidade.
Força, CATEQUESE PAROQUIAL! Que o Bom Pastor te conduza e possas chegar, alegre e feliz, pertinho de Deus.

Fé é o pássaro que sente a luz e canta quando a madrugada é ainda escura.
(Rabindranath Tagore)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano B

Leituras: aqui


«Abri nos corações a porta da fé
1. Tinha já entreaberta, no seu coração insatisfeito, a porta da fé! Este homem, no fulgor da juventude, um rico, a quem não devia faltar nada deste mundo para viver bem, sente e pressente, desde o mais fundo de si mesmo, que ainda lhe falta alguma coisa. Por isso, corre, ansioso, ao encontro de Jesus, e faz-lhe uma pergunta, muito pouco usual entre os mais novos: “Bom Mestre, que hei de fazer, para alcançar a vida eterna” (Mc 10,17)? Não procura dinheiro, saúde, sucesso. Procura uma luz, para orientar a sua vida! Mais do que uma regra moral, para a vida presente, ele quer conhecer o caminho da vida verdadeira, da vida plena. Ele volta-se para o Bom Mestre, na certeza de que só Ele pode responder à questão sobre o bem, porque só Ele é o único, que é bom! Trata-se, para ele, ao fim e ao cabo, de uma questão de vida ou de morte. De algum modo, podemos mesmo dizer, que nesta pergunta essencial, se adivinha o percurso de muitas pessoas do nosso tempo, que vivem “uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo”. Ora, “esta busca é um verdadeiro preâmbulo da fé, porque move as pessoas pela estrada que conduz ao mistério de Deus” (PF 9).
2. Por isso, tendo passado em revista e em exame, os mandamentos, do amor ao próximo, de que o jovem era um fiel cumpridor, Jesus não deixa de o desafiar a dar mais um passo, na estrada da perfeição. Com aquele olhar de amor, Jesus invade-lhe o coração de luz, como um raio laser, que se atravessa, na alma! Jesus desfere “a espada da palavra, que revela os pensamentos e intenções do coração” (Hb.4,12), com um desafio radical: «Falta-te uma coisa: vai vender o que tens; dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-Me” (Mc 10,21). Como quem diz: é importante cumprires os mandamentos, mas não é suficiente. É necessário, mas não basta, que te disponhas a ouvir um ensinamento e a cumprir um mandamento! Para atravessares a porta aberta da fé, falta-te uma coisa, que é simplesmente renunciar às coisas que não te fazem falta! Depois, se queres dar o passo decisivo, no caminho da liberdade, “vem e segue-Me”. E assim, Jesus não propõe ao jovem rico, mais uma coisa, ou uma coisa mais, uma ideia genial, uma regra de ouro, para a vida: antes, propõe-Se a Ele próprio, como Caminho, Verdade e Vida. Ele é a Porta: quem entrar por Ele será salvo (Jo 10,9). Para alcançar a salvação, é preciso abrir-se, na fé, à graça de Cristo!
3. A estas palavras cortantes, o homem perdeu a cor, «e retirou-se, pesaroso, porque era muito rico» (Mc 10,22)! E assim bateu, com a porta da fé, sem sequer chegar a atravessar o seu limiar. Este homem, no fundo, só conhece a Deus, como um dever; mas não conhece a alegria e a liberdade de seguir Jesus. Não é este, no fundo, o retrato de muitos cristãos, tíbios e falhados, sem verdadeiras convicções de fé? Não é este o retrato de tantos jovens, para quem os talentos de inteligência, se tornaram uma riqueza inconciliável com a beleza do Evangelho? Não faltará à nossa fé, aquele salto qualitativo de alegria, que brota do encontro com Jesus, que dá à nossa vida “um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo” (Bento XVI, DCE 1)? Não estará retratada, neste homem, a triste realidade, de tantos cristãos, que vivem do “rendimento mínimo da fé”, limitando-se a cumprir os mandamentos, sem nunca descobrir, nem aderir, na alegria, à pessoa de Jesus Cristo?! Não somos nós, muitas vezes, esta espécie de cristãos mornos, cansados e tristes, que desconhecem a experiência da alegria, própria de quem descobriu, em Cristo, o verdadeiro tesouro?!...
4. Queridos irmãos e irmãs: É este, no fundo, o desafio do Ano da Fé: “redescobrir o caminho da fé, para fazer brilhar, com evidência, sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo” (PF 2)! Ponhamo-nos, pois, todos a caminho, para conduzirmos os homens para fora do deserto e do vazio espirituais, “para lugares da vida, para Aquele que dá a Vida e a Vida na sua plenitude” (PF 3). Peregrinemos a esses desertos, levando o essencial da fé e do evangelho. Com efeito, «a fé cresce quando é comunicada como experiência de graça e de alegria» (PF 8). Lembra-nos, a propósito, o Papa: “Aquilo de que o mundo tem hoje particular necessidade é o testemunho credível de quantos são capazes de abrir o coração e a mente de muitos outros, ao desejo de Deus e de uma vida verdadeira” (PF 15).
5. Por isso, deixo-vos este mesmo desafio, [na Carta Pastoral, que hoje é publicada]: «Abri, nos corações a porta da fé»: abri nos vossos corações e nos corações dos vossos, a porta da Fé, se realmente quereis conhecer a alegria de uma vida bela, feliz e com futuro! Pois quando falta a fé, falta a luz interior e a alma de tudo o resto! E espalha-se o vazio e a desertificação espiritual!
A Maria, nossa Padroeira, «feliz porque acreditou» (Lc 1,45), peçamos, então, que nos ensine a fazer o que o Seu Filho nos mandou, para vivermos e propormos a fé, como fonte de alegria e de felicidade para todos!
Queridos irmãos e irmãs: deixai que vos diga uma vez mais: não batais com a porta, se Cristo vos bater à porta! Mas «abri nos corações a porta da fé
Fonte: aqui

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

INSCREVA-SE!

 
Escola de Formação Cristã de Adultos
 
No Ano da Fé:
- Se é adulto
- Se é jovem
Inscreva-se na Escola da Fé!
É só uma vez por `mês, no Centro Paroquial de Tarouca.
Basta preencher uma pequenina ficha na sacristia da Igreja Paroquial. Até ao fim de Outubro.
 
Lembre-se! A catequese é para toda a vida! Precisa de razões de acreditar. Precisa de saber mais para viver melhor a fé e poder  transmiti-la com outra autoridade.
Já diz Santo Agostinho: "Ninguém ama aquilo que não conhece."


Seja bem-vindo ao ANO DA FÉ que hoje começa!

11 de Outubro de 2011. Começa o Ano da Fé que terminará em 24 de Novembro de 2013.
- Faz hoje 50  que teve início o Concílio Vaticano II, convocado pelo Bom Papa João XXIII.
- Faz hoje 20 anos que foi promulgado o Catecismo da Igreja Católica  pelo Papa João Paulo II.

Que este ano da Fé:
- Ajude todos e cada um a aprofundar a fé, a viver a fé
- Convença todos e cada um que esta fé é a fé de um povo, a fé da Igreja.
- Consiga  levar a todos e cada um a sentir que a fé é um dinamismo de renovação pessoal da vida - a isso chama-se vocação à santidade
- Nos leve a encarar a fé como  desafio de anúncio, de ser testemunha, não da fé pessoal, mas da fé da Igreja
- Seja como que uma peregrinação pessoal e comunitária em que a fé seja conscientemente vivida
- Nos consciencialize que cada um de nós não tem a sua fé. Pertence a um povo, tem a fé da Igreja
- A vivenciar que a fé precisa das obras, pois sem elas está morta.

Então durante este ano:

- Leia a Carta Apostólica "PORTA FIDEI" (Porta da Fé) com a qual Bento XVI proclama o Ano da Fé.
AQUI

- Procure conhecer o Catecismo da Igreja Católica. Se é jovem, tem a versão jovem desse Catecismo - o YOUCAT.

- Conheça os documentos do Concílio Vaticano II.

- Reze em cada dia o Credo. Faça-o em família se possível. Família que reza unida permanece unida. Por exemplo, ao fim do jantar...
No Credo estão as verdades da nossa fé.

- Esteja atento às acções propostas pela sua comunidade e participe nelas.

Viva com alegria este Ano da Fé. Sinta-se disponível para caminhar.
Viva-o com os outros, pois só dando é que se recebe.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Ano da Fé: Reaproximar sociedade de Deus

Bispos portugueses partilham expectativas sobre Ano da Fé que vai decorrer entre 11 de outubro de 2012 e 24 de novembro de 2013


Reforçar os alicerces das comunidades cristãs e recolocar Deus no centro de uma sociedade em crise são os principais objetivos da Igreja Católica portuguesa para o Ano da Fé que começa esta quinta-feira.
Em declarações concedidas à Agência ECCLESIA, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. José Policarpo, sublinha a necessidade de cada cristão “aprofundar” a sua relação com Deus, no sentido de ajudar a construir uma “Igreja viva” e “crente”.
O cardeal-patriarca de Lisboa propõe “a escuta da Palavra de Deus” e “a oração comunitária e pessoal” como “elementos decisivos” para um bom aproveitamento da iniciativa convocada por Bento XVI e que vai decorrer até 24 de novembro de 2013.
D. José Policarpo preside este sábado, em Fátima, à abertura nacional do Ano da Fé, durante a peregrinação de 13 de outubro.
Na Diocese de Lisboa, o lançamento do evento está marcado para 25 de outubro, data em que as comunidades locais vão assinalar a “Solenidade da Dedicação da Sé Patriarcal”.
O vice-presidente da CEP, D. Manuel Clemente, aponta como desafio transmitir a fé no meio de uma sociedade em rutura, dominada pela quebra de “tradições familiares e religiosas” e pela “possibilidade real ou virtual de cada um fazer o seu caminho, por necessidade ou gosto, ou a gosto induzido pelo marketing alheio”.
“Sendo a descoberta do Ressuscitado essencialmente comunitária, nas famílias, paróquias e demais agregações cristãs, como havemos de a proporcionar no atual contexto, tão disperso?”, questiona o bispo do Porto, que vai inaugurar o Ano da Fé com uma celebração eucarística no dia 4 de novembro.
D. António Sousa Braga, bispo de Angra, considera que a solução para este problema passa, antes de mais, por uma aposta séria na “formação” dos cristãos, para que estes, munidos de uma “fé esclarecida, celebrada e comprometida”, contribuam para a transformação da sociedade.
Para o prelado, os próximos meses devem ser aproveitados “para reavivar e robustecer, testemunhar e transmitir” a mensagem da Igreja Católica.
As intenções dos responsáveis episcopais portugueses para o Ano da Fé centram-se também na procura de respostas para a crise económica que atinge o país.
D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, convida as comunidades cristãs a privilegiarem este tempo para a prática da “caridade”, marca “identificativa” da Igreja e da espiritualidade católica.
O prelado sublinha que o apoio prestado aos mais necessitados “não se pode limitar ao âmbito estritamente eclesial” mas sim a todas as pessoas e comunidades, “sem distinção de raça, nação ou religião”.
Segundo o bispo da Guarda, é preciso reafirmar Cristo como alternativa a uma sociedade orientada para a “satisfação das necessidades materiais”, para a “competição desenfreada” e onde “cresce a falta de esperança”.
D. Manuel Felício sublinha que o modelo atual retira às pessoas “tempo e energias para o que é mais importante na vida”, ou seja, “a relação com Deus e nele a gratuidade das relações humanas, a começar pelas relações familiares”.
O Ano da Fé coincide com a comemoração dos 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II e dos 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.
In AGÊNCIA ECCLESIA

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Igreja: Cardeal-patriarca diz que novo Concílio traria «perigo» de recuo

 
O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou que um novo Concílio na Igreja Católica representaria um “perigo” para os avanços realizados desde o Vaticano II (1962-1965), que apresenta como o “maior acontecimento” do século XX.
“Outro Concílio seria um perigo, o Vaticano II não está recebido suficientemente para marcar o ritmo desse Concílio”, refere D. José Policarpo, numa entrevista hoje publicada no Semanário Agência ECCLESIA, dois dias antes do 50.º aniversário da abertura do último encontro mundial dos bispos católicos convocado pelo Papa João XXIII.
Segundo o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), nunca desapareceu “completamente” da Igreja Católica um “grupo pequeno de bispos do Vaticano II que estiveram sempre contra tudo”, os quais “não assinaram documentos” e, nalguns casos, “provocaram ruturas”.
“Essa tendência está hoje com mais visibilidade”, observa, acrescentando, por outro lado, que o Concílo "é ainda mais atual do que há 50 anos".
D. José Policarpo sustenta que as vozes que pedem um III Concílio do Vaticano vão em “dois sentidos” opostos: “Uns acham que é preciso ir muito mais longe nas mudanças da Igreja (ordenar as mulheres, deixar os padres casar…); a outra tendência quer rever o Vaticano II, tendo a coragem de dizer que se foi longe de mais. Isso é um perigo”.
“O grande desafio da Igreja é continuar a fazer a receção do Concílio Vaticano II, na fidelidade”, refere.
Para o cardeal-patriarca, o último Concílio foi mesmo “o maior acontecimento do século XX, em termos de história da humanidade”.
Do ponto de vista pessoal, o presidente da CEP recorda o início do evento, um ano após ter sido ordenado padre, como “um acontecimento empolgante, que mobilizou a Igreja toda”.
“Nós, que éramos jovens, vibramos muito com o Concílio”, recorda.
Este responsável sublinha que os bispos presentes rejeitaram o primeiro documento que lhes foi apresentado, o qual “retomava as condenações, sobretudo contra o modernismo, dizendo que o Concílio não se reunia para condenar, mas para anunciar”.
“Esta é uma surpresa, mais do que uma novidade. É uma primeira manifestação de que o espírito do Concílio vai ser outro”, sublinha.
D. José Policarpo lembra “o entusiasmo e a participação” das Igrejas de todo o mundo, e mesmo de fora da Igreja, em relação ao que acontecia em Roma, com mais de 2000 bispos presentes.
“O Concílio gerou uma euforia. Houve pessoas que pensaram que o Concílio ia mudar tudo e as coisas que queriam mudar mudaram-nas, dizendo que era o Concílio que permitia. Houve muita euforia conciliar que não tem nada a ver com a solidez da mensagem conciliar”, refere.
Num olhar sobre o meio século que se passou, o patriarca de Lisboa declara que a receção do Vaticano II “deu passos enormes, mas não se deram os passos completos”.
“É ainda reduzido o grupo do laicado que assumiu a dignidade e a responsabilidade de ser membro do povo sacerdotal, com todos os direitos e deveres”, assinala, a título de exemplo.
As declarações do cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa foram transmitidas no programa '70x7' (RTP2, 09h30) deste domingo e publicadas integralmente no portal de informação da Igreja Católica em Portugal.
Veja aqui toda a entrevista. Vale a pena.
 
 
 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Reunião Geral de Catequistas

1- Grupos e Catequistas:
 1º Ano - Luís e Jerusa
 2º Ano - D. Alda, D. Aurora e D. Alice
 3º Ano - D. Marta e D. Belinha
 4º Ano - D. Albertina e D. Cândida
 5º Ano - D. Fininha e D. Augusta
 6º Ano - D. Isabel e D. Ana Maria
 7º Ano - Dr.ª Lurdes e Telma
 8 Ano - D. São e D. Guida
 9º Ano - Prof. César
 10º Ano - Prof. Isabel e Prof. Lucinda

2 - Calendário do Ano Catequético

A partir de 15 de Setembro, inscrições na Igreja dos meninos que vêm

para o 1º ano

Abertura da Catequese em 13 de Outubro:

-15 horas - Eucaristia, seguida de:

- Reunião geral de pais

- Distribuição dos grupos de catequese

1ª Interrupção: 22 e 29 de Dezembro (Natal)

2ª interrupção: 9 de Fevereiro (Carnaval)

2 de Março: Festa da Catequese, cujo tema será a FÉ, pois estamos no ANO DA FÉ

3ª interrupção: 30 de Março e 6 de Abril (Páscoa)

24 de Março: Comunhão Pascal

4 de Maio – Festa da Mãe e do Pai-Nosso

Crisma: durante a visita pastoral do sr Bispo, cujas datas ainda não sabemos.

2 de Junho: Profissão de Fé (Corpo de Deus), pois com a abolição do feriado, passa para o domingo seguinte

9 de Junho: 1ª Comunhão

9 e 10 de Junho – Peregrinação a Fátima

23 ou 30 de Junho (tarde) convívio de catequistas)
 
3 - Alterações
  1 - Os diplomas das festas da catequese NÃO serão distribuídos na Igreja após a cerimónia. Serão distribuídos na aula a seguir onde será feita a avaliação do ano e da cerimónia.
  2 - A partir do 3º ano, haverá uma prova final para cada ano, feita pelo catequista de acordo com o pároco. A prova não dará para reprovar, mas para que todos tenhamos a ideia da caminhada dos catequizandos.
  3 - Os catequizandos que se preparam para receber o Crisma têm que indicar o trabalho pastoral em que querem participar.
  4- De acordo com o proposto nos Catecismos Nacionais, a Primeira Comunhão passará a ter lugar no fim do terceiro ano de catequese. 

4 - Envolvimento dos pais na Catequese
A Catequese tudo fará para conseguir o envolvimento dos pais, porque estes são fundamentais na educação dos filhos. É desejável que este envolvimento seja contínuo e não ocasional.
Os pais podem participar na sessão de catequese dos filhos, dar o seu testemunho perante os catequizandos, contatar o catequista dos filhos. Por sua vez, os catequistas manifestam disponibilidade para falar com os pais, acolhendo-os.
O grupo de catequistas alegra-se e felicita os pais que têm mostrado disponibilidade para colaborar.

5 - A Catequese Paroquial pretende, através dos 7º, 8º, 9º e 10º anos levar a efeito uma ação para a comunidade, a ser planificada, divulgada e realizada em devido tempo.

6 - Outras atividades
 1º - Em cada último sábado do mês, os alunos do 7º, 8º, 9º e 10º anos participarão e animarão a Eucaristia no Lar, claro, cada ano por sua vez.
 2º - Durante os Domingos da Quaresma, como já é tradicional, os catequizandos do 5º ao 10º ano assumirão um papel importante na vivência da Eucaristia.

7 - O Centro Paroquial e a Catequese

-Até ao 6º ano, a catequese é ao sábado,

das 15 horas às 16 horas, seguida da Missa na Igreja às 16:15 horas

- Do 7º ao 10º anos, os catequistas combinam com os catequizandos o dia e a hora, sendo importante que, se não fosse ao sábado, fosse ao domingo antes da missa para os catequizandos participarem na Eucaristia. Caso seja possível, claro…

- Pede-se absoluta pontualidade…

- A catequese começa e termina com o toque da campainha

- Terminada a catequese, verificar sempre se as portas e janelas estão fechadas, se as luzes estão desligadas, se as cadeiras estão em ordem, se os banheiros ficam em condições.

-As crianças entram e saem sempre pelo portão lateral.

- Zelar com toda a alma e coração pela conservação do edifício e dos móveis. O que está ali é fruto do carinho, da generosidade e da caridade das pessoas. Nunca podemos esquecer isto.

- Muita atenção às paredes, evitar que as cadeiras risquem as paredes.

- Claro que qualquer grupo de catequese pode, se entender, usar durante outros dias o Centro para trabalhar em assuntos catequéticos.

A Catequese e a Missa

A parte mais importante da catequese é a Missa.

E como sabem, não há férias para a Missa.

Estamos no ANO DA FÉ!

A Missa (ou Eucaristia) alimenta a fé.

Que adianta vestirmos um traje de gala se andamos cheios de fome?

Caro pai! Cara mãe! Não deixe a Eucaristia por nada. Por si, pelo seu filho, por Deus que o (a) ama!

Lembre-se que o exemplo é tudo….

Vamos prestar atenção aos catequizandos que falham à Eucaristia….
 
Obs1.: É compreensível que quem estragar seja responsabilizado pelos danos causados.
Obs 2.: Podem sempre surgir pequenas alterações de última hora, pois trabalhamos com pessoas...