segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Tanta gente desta comunidade que partiu para os Braços do Pai!



Desde 2006 até 26 de setembro de 2016, os livros desta Paróquia registam 313 óbitos! Em menos de 10 anos (faltam 3 meses e 4 dias para os 10 anos), partiram 313 pessoas!
No presente ano, e até ao momento, foram 25 os que nos deixaram.

sábado, 24 de setembro de 2016

José, de personagem secundária a modelo principal


Cada vez gosto mais do José, a figura secundária da cena da encarnação, aquele que não foi tido nem achado para que o Filho de Deus encarnasse, aquele que continuou no anonimato das páginas da Escritura. 
Num mundo extremamente varonil, onde a mulher ocupava um segundo plano, assistimos a uma personagem que, sendo homem, ocupa o segundo plano, o plano daqueles que não centram o olhar da nossa atenção. É aquela personagem sem a qual o filme não seria a mesma coisa, mas sobre a qual poucos ficam a falar após o fim do filme. E foi este José que aceitou este segundo plano, um plano sofrido, porque nem sempre entendia o que se passava. E quando a sua amada apareceu grávida, aparece este homem, modelo de misericórdia para as famílias e matrimónios de hoje, modelo de misericórdia porque põe em primeiro lugar aqueles que ama, Jesus e Maria.
Fonte: aqui

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Comunicação Social: Igreja tem de promover relação «serena e amiga» com os media


O presidente da Comissão Episcopal responsável pelo setor dos media disse hoje em Fátima que a Igreja Católica tem de promover uma relação “serena” e “amiga” com os profissionais da comunicação.
No final das Jornadas Nacionais de Comunicação Social, D. Pio Alves destacou como uma “nota fundamental” dos trabalhos as chamadas de atenção para a importância da “relação serena, amiga, com as pessoas que trabalham no mundo da comunicação, estejam elas onde estiverem”.
O bispo auxiliar do Porto defendeu ainda uma “especial atenção” e “especial cuidado” pelo “aprofundamento” do que é a “especificidade” da comunicação eclesial.
O presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais desejou que as propostas surgidas nestas jornadas ajudem a uma “melhoria da comunicação social em geral” e a responder aos desafios que a Igreja Católica tem neste setor.
Nesse sentido, desafiou os presentes a “construir uma boa comunicação”, sem refugiar-se nas “dificuldades que existem”, tal como tinha feito na sessão de abertura da iniciativa organizada pelo Secretariado Nacional das Comunicações Sociais.
O início do segundo e último dia de trabalhos contou com a presença do antigo diretor do Secretariado de Meios de Comunicação Social de Espanha, padre José María Gil Tamayo.
O atual porta-voz Conferência Episcopal Espanhola defendeu a necessidade de “procurar um lugar para Deus nos media”, porque o mundo da comunicação é “um cenário da evangelização”.
“Também temos de abrir um lugar para os media na Igreja”, acrescentou.
O sacerdote assinalou que num contexto de “uma comunicação secularizada”, tem faltado à Igreja Católica uma “pastoral orgânica”, para que “toda a pastoral seja mais comunicativa”
As jornadas de Comunicação Social tiveram como tema, em 2016, 'Pensar a Comunicação da Igreja em Portugal', reunindo cerca de uma centena de profissionais do setor e responsáveis das várias dioceses portuguesas.
O padre José María Gil Tamayo falou num “novo cenário” comunicativo, que mudou e exige que a Igreja Católica seja, como tem sido ao longo da história, “muito ativa, muito criativa”.
“A comunicação é uma realidade humana fundamental”, declarou.
A conferência recordou a intervenção do então cardeal Jorge Mario Bergoglio no Consistório de 2013, antes da sua eleição pontifícia, no qual convidava a ir ao encontro das “periferias existenciais”, também as “periferias da comunicação”.
“A comunicação não serve para uma Igreja fechada em si mesma”, mas para uma “Igreja em saída”, assinalou o porta-voz da Conferência Episcopal Espanhola.
O especialista defendeu a passagem de “uma comunicação instrumental para uma comunicação cultural, nas linguagens, nos comportamentos” do homem digital.
“O surgimento de cada nova tecnologia muda as pessoas”, observou, pelo que não basta “multiplicar o anúncio”.
Nesse sentido, a comunicação para a Igreja é também uma questão “antropológica”, recordando que as pessoas já não sabem o que é “estar em silêncio”.
“A Igreja fala, explica, ensina, mas muitas vezes não comunica”, advertiu.
O sacerdote espanhol colocou em contraponto duas “lógicas diferentes”, a informativa e a da Igreja, realçando a “fragmentação e relativismo” nos media, que fazem leituras em “chave política” e com “sentido economicista”.
A Igreja Católica tem, por isso, de saber “conquistar as pessoas”, levar a dimensão religiosa aos media, “deixar de ser uma Igreja do ‘não’”.
“Não podemos resignar-nos a que Deus não apareça nos media”, apelou.
O padre José María Gil Tamayo deixou como proposta a criação de uma nova figura de “animador da comunicação e da cultura” nas paróquias, um elemento que poderia ajudar a combater a “passividade” e promover a “amizade entre a comunicação e a Igreja”.
Agência ecclesia

25 Setembro 2016 - 26º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Leituras: aqui
  1. Aqui não há misericórdia! A parábola evidencia precisamente o contrário, neste Ano Jubilar, em que somos convidados a redescobrir e a praticar, com alegria, as obras de misericórdia (MV 15), a começar pelo mais básico: «dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, dar pousada aos peregrinos, assistir aos enfermos» (Mt 25,35-36.42-44). Ora Lázaro tem fome, mas nem sequer aos restos da mesa do rico tem direito! Lázaro é um sem-abrigo, que jaz junto do portão de um homem, que se vestia de púrpura e linho fino. Lázaro é um doente, coberto de chagas, que morre, por falta de assistência. Afinal, e ali, tão perto da vista e tão longe do coração, está um homem rico, que leva uma vida de rei. Indiferente ao pobre Lázaro, faz vista grossa e ouvidos de mercador. É rico, sim, mas é um homem sem nome, um homem bruto, indiferente, incapaz de se compadecer ou de se afligir com a ruina do irmão. São duas vidas paralelas, dois mundos opostos, separados por um abismo de indiferença! 
  2. Todavia, aos olhos de Deus, muito mais importante do que o homem rico, é o pobre Lázaro. O seu nome é referido aqui cinco vezes. E significa «Deus ajuda». No pobre, é Deus que clama por mim! Ignorar o pobre significa desprezar a Deus! Se eu não escancarar a porta do meu coração ao pobre, aquela porta permanecerá fechada, inclusive para Deus. E isto é terrível. A misericórdia de Deus, por nós, será à medida da nossa misericórdia pelo próximo. E não haverá uma segunda oportunidade, para escapar a este «inferno», de uma vida sem amor. É agora, em vida, que é preciso dar a volta à situação. A oportunidade não virá depois da morte. Depois, a situação será definitiva, irreparável e irreversível. O «inferno», descrito pela parábola, é precisamente isto: «o sofrimento por não mais se poder amar».
  3. Talvez esta parábola não nos assuste assim tanto, porque não nos revemos na figura do homem rico. Somos gente pobre ou remediada! Mas pensemos: mesmo não sendo ricos, quantas vezes fingimos não ver, quem está tão perto de nós?! Quantas vezes deixámos de ouvir o grito de sofrimento, de quem mora ao lado, por baixo ou por cima do nosso andar?! Quantas vezes dissemos que não há pobres e… se os há… serão eles os culpados da sua miséria?! Fazemos de conta que o problema é lá no «terceiro mundo» ou, se for cá, à minha porta, será, com certeza, uma situação para a Segurança Social ou a Conferência Vicentina resolverem! 
  4. Esquecemo-nos de que a miséria dos outros virar-se-á, rapidamente contra nós, não só no mundo que há de vir, mas desde já, neste mundo, onde as guerras e os conflitos, regra geral, têm como causa principal esta indiferença dos poderosos e dos ricos, face às situações de pobreza, como nos recordou, na passada terça-feira, o Papa Francisco, em Assis. Ali, o Papa desafiou todos os crentes, das diversas religiões, a dizer «não» “à tranquilidade de quem se esquiva às dificuldades e vira a cara para o lado; não ao cinismo, de quem lava as mãos dos problemas alheios; não à abordagem virtual de quem julga tudo e todos, no teclado de um computador, sem abrir os olhos às necessidades dos irmãos, nem sujar as mãos em prol de quem passa necessidade. A nossa estrada é mergulhar nas situações e dar o primeiro lugar aos que sofrem(Papa Francisco, Discurso, Assis, 20.09.2016).
  5. Irmãos: A parábola alerta-nos de maneira clara: o que houver a fazer, não pode ser deixado, nem por nós, nem pelos outros, para depois de morrer: é em vida, irmãos, em vida!
Amaro Gonçalo

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Audiência: misericordiosos como o Pai para perdoar e dar

Quarta-feira, 21 de setembro, audiência geral com o Papa Francisco na Praça de S. Pedro. “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” é a passagem do Evangelho de Lucas, capítulo 6, versículos 36 a 38, que serve de lema ao Ano Santo da Misericórdia e que foi o tema da catequese do Santo Padre nesta audiência geral.
O Santo Padre referiu, desde logo, que “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” não se trata de um slogan, mas de um compromisso de vida, que explicita o mandamento de Jesus no Sermão da Montanha segundo o qual devemos ser perfeitos como o nosso Pai celeste.
Efetivamente – continuou o Papa – ser perfeito significa ser misericordioso como Deus, que durante a história da salvação não fez outra coisa que não fosse revelar o seu amor infinito pela humanidade, culminando na entrega total de Cristo na Cruz. Essa perfeição no amor não se mede na quantidade, mas no compromisso dos discípulos em se tornarem sinais, canais, testemunhas da misericórdia de Deus – afirmou Francisco.
Segundo o Papa, este é o caminho da santidade, ser misericordiosos sabendo perdoar e sabendo dar-se.
Saber perdoar, longe de ignorar as exigências da justiça humana, é uma expressão da gratuidade do amor de Deus, que nos convida, não a condenar o irmão que peca, mas a recuperar a sua dignidade de filho do Pai – disse o Santo Padre.
Por outro lado, estar dispostos a dar-se, significa reconhecer que, na medida que recebemos de Deus todos os dons, devemos dar-nos aos irmãos, para que nesta mesma medida recebamos ainda mais de Deus! – declarou o Papa Francisco.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Assis 2016: «Só a paz é santa, não a guerra» - Papa


Francisco rejeita violência em nome de Deus
  O Papa Francisco disse ontem em Assis, durante um encontro inter-religioso pela paz, que nenhuma guerra é “santa” ou pode ser justificada com o “nome de Deus”.
“Não nos cansamos de repetir que o nome de Deus nunca pode justificar a violência. Só a paz é santa, só a paz é santa, não a guerra”, exclamou, na conclusão da iniciativa que levou representantes de várias comunidades cristãs e religiões, além do mundo da cultura e do pensamento, à cidade italiana que viu nascer São Francisco de Assis.
Perante centenas de responsáveis, o Papa aludiu aos “dramas” de quem teve de deixar a sua terra ou de quem foi vítima da violência.
“Todos eles têm uma grande sede de paz. Não queremos que estas tragédias caiam no esquecimento. Desejamos dar voz em conjunto a quantos sofrem, a quantos se encontram sem voz e sem escuta”, assinalou.
Na Praça de São Francisco, junto do Papa, estavam o rabino Abraham Skorka, da Argentina, seu amigo de longa data; Abbas Shuman, vice-presidente da Universidade Al-Azhar (Egito); e Gijun Sugitani, conselheiro supremo da Escola Budista Tendai (Japão).
Os participantes ouviram o testemunho de Tamar Mikalli, vítima da guerra na Síria, que teve de fugir da cidade de Alepo e chegou à Itália através de corredores humanitários, bem como o testemunho de um rabino, sobrevivente do Holocausto, e intervenções de vários representantes religiosos.
Francisco encerrou o encontro com uma reflexão sobre a importância da oração pela paz num mundo que vive “o paganismo da indiferença”.
“Não podemos ficar indiferentes. Hoje o mundo tem uma sede ardente de paz. Em muitos países, sofre-se por guerras, tantas vezes esquecidas, mas sempre causa de sofrimento e pobreza”, denunciou.
O Papa recordou, a este respeito, a sua viagem à ilha grega de Lesbos, juntamente com o patriarca ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, também presente em Assis.
“Vimos nos olhos dos refugiados o sofrimento da guerra, a angústia de povos sedentos de paz”, assinalou.
O pontífice argentino mostrou a sua confiança na força “humilde” da oração, dos que não têm armas, para que “cessem guerras, terrorismo e violências”.
“Paz, um fio de esperança que liga a terra ao céu, uma palavra tão simples e ao mesmo tempo tão difícil”, afirmou.
A presença de várias tradições religiosas, defendeu Francisco, mostra que a diferença não é motivo de “conflito”.
“Hoje não rezamos uns contra os outros, como às vezes infelizmente sucedeu na História. Pelo contrário, sem sincretismos nem relativismos, rezamos uns ao lado dos outros, uns pelos outros”, precisou.
No 30.º aniversário do primeiro encontro inter-religioso do género, promovido pelo Papa João Paulo II em Assis, Francisco pediu que todas as confissões se mobilizem para defender a “sacralidade da vida humana”, promover a paz entre e “salvaguardar a criação”.
“O nosso futuro é viver juntos. Por isso, somos chamados a libertar-nos dos fardos pesados da desconfiança, dos fundamentalismos e do ódio”, observou.
O Papa lamentou o “cinismo” ignora os problemas alheios e a “abordagem virtual” de quem “julga tudo e todos no teclado dum computador”.
“A nossa estrada é mergulhar nas situações e dar o primeiro lugar aos que sofrem”, realçou.
Francisco concluiu com um apelo aos chefes religiosos, para que sejam “pontes sólidas de diálogo, mediadores criativos de paz”.
“Que os crentes sejam artesãos de paz na invocação a Deus e na ação em prol do ser humano”, pediu.
O encontro internacional e inter-religioso pela paz em Assis, com o tema ‘Sede de paz. Religiões e cultura em diálogo’, termina com a leitura de um ‘Apelo de Paz’.
In agência ecclesia

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Plano Pastoral para 2016 / 2017

Em sintonia com o Plano Pastoral da nossa diocese,  o Plano Pastoral Paroquial terá como  lema  “ Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16, 15).

domingo, 18 de setembro de 2016

Conselho Económico convive, reúne e reza em Santa Helena

 
Havia sido combinado entre todos para o 3º domingo de setembro. Por isso, teve lugar hoje o encontro dos comissários e suas famílias em Santa Helena.
Quase todos os comissários estiveram presentes. De todos nos recordámos com amizade. Saliente-se a presença do conselheiro Jaime Vitorino, que, apesar de estar a recuperar de uma melindrosa intervenção cirúrgica há cerca de 8 dias, não deixou de participar no encontro.
Ao longo da manhã as pessoas foram chegando à Serra e o almoço foi sendo preparado. A refeição correu com simplicidade, naturalidade e espírito de amizade.
Após o cafezinho, os conselheiros reuniram para tratar de assuntos relativos ao seu pelouro de acção (obras e situação económica), analisaram situações pendentes e projetaram atividades.
CENTRO PAROQUIAL
Estiveram sobre a messa e foram analisadas questões como o gradeamento do espaço, pinturas exteriores, apetrechamento da cozinha, propostas visando o fornecimento do mobiliário, alguns pormenores referentes a muros, entradas, etc.
Saíram propostas aprovadas pelos presentes para serem apresentadas ao responsável técnico pela obra. Nestas coisas, e ainda mais tratando-se de um obra que é de todos, a decisão ténica tem que prevalecer.
Foram igualmente distribuídas assumidas algumas tarefas pelos membros, tendo em vista a conclusão das obras.
Assentaram-se as linhas gerais da organização do dia da inauguração do Centro Paroquial, em 27 de novembro próximo. Em reunião seguinte, o programa será pormenorizado.
O tesoureiro informou os presentes da situação económica da Fábrica da Igreja, que, como adivinharão, não é nada famosa e a todos preocupa.
ORAÇÃO
Era o 3º domingo do mês, dia de Missam Santa Helena que teve lugar após a recitação do terço.
A palavra de Deus convidou-nos a ser inteligentes, prontos e criativos em prol de Cristo e do Seu Reino.
O pároco salientou ainda o trabalho do Conselho Económico e a sua disponibilidade para o serviço à comunidade.
SER CONSELHO ECONÓMICO
Ser conselho económico não é só a mesma coisa que ser direcção de uma associação qualquer. É preciso ter em conta os valores do Evangelho e as orientações da Igreja.
Foi muito agradável este encontro de voluntários e suas famílias. É que nestes convívios, estreitam-se laços de amizade, compreensão, aprofundamento do mútuo conhecimento e fortalece-se a vontade de ir sempre mais além.

sábado, 17 de setembro de 2016

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação


Um homem viu quando uma cobra estava morrendo queimada e decidiu tirá-la do fogo, mas quando o fez, a cobra o picou. Pela reação de dor, o homem o soltou e o animal caiu de novo no fogo e estava se queimando de novo. O homem tentou tirá-la novamente e novamente a cobra o picou. Alguém que estava observando se aproximou do homem e lhe disse:
- Desculpe, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-la do fogo vai pica-lo?
O homem respondeu:
- a natureza da... cobra é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um pedaço de ferro, o homem tirou a cobra do fogo e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal, não perca sua essência; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque a tua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de ti. E o que os outros pensam, não é o teu problema... é problema deles!


Fonte: aqui

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

18 Setembro 2016 - 25º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C

Leituras: aqui


Há quem diga que esta página do Evangelho não é nada edificante! Fala assim, quem não percebe que Jesus toma, na parábola, o administrador, como exemplo, não por ser desonesto, mas por ser capaz de decidir com prontidão, inteligência e criatividade. Estamos a iniciar o novo ano laboral, letivo e pastoral e eu deixaria, a partir deste provocante Evangelho, três palavras de reflexão prática:

1. A primeira palavra é “fidelidade”: «Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes» (Lc 16,10)
Somos chamados à fidelidade! Mas esta fidelidade não é apenas o estrito cumprimento da obrigação, a docilidade à doutrina da Igreja, aos planos diocesanos… às orientações da paróquia, ou às diretrizes do Ministério, às metas da escola, aos objetivos da catequese ou de uma empresa qualquer. Esta fidelidade faz-se diariamente de pequenas coisas, de pequenos gestos, na assiduidade e na presença, na pontualidade e na prontidão, no cumprimento do dever e na alegria da missão. “A fidelidade é o nome do amor no tempo”, dizia Bento XVI, em Fátima (12.05.2010). Por isso, fidelidade é também não esmorecer, perante as dificuldades. É manter-se de pé, perante os desafios. É acreditar, como Maria, na possibilidade do impossível, para poder continuar a sonhar um mundo novo. E por isso fidelidade é também criatividade. O Evangelho fala-nos da “esperteza” do administrador desonesto! E, desafia-nos a usar a mesma “esperteza” dos filhos das trevas, posta ao serviço da boa causa do anúncio do Evangelho e da edificação do Reino, sem cairmos na tentação e no cómodo critério pastoral do «fez-se sempre assim». Aqui na paróquia, «convido todos a serem ousados e criativos» (EG 33). A criatividade é a forma de sermos fiéis às pessoas concretas, que temos pela frente, adaptando-nos às suas linguagens, respondendo aos seus anseios concretos. Perguntemo-nos: Procuro viver em fidelidade criativa a minha missão educativa, laboral ou evangelizadora?

2. A segunda palavra é “servir”: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Lc 16,13).
O serviço não é apenas o trabalho que prestamos. Não é apenas o bem que fazemos ou o ministério que exercemos. A opção “servir a Deus ou ao dinheiro” põe-nos a questão da orientação fundamental do nosso coração: O que me move, na minha vida ou na missão evangelizadora? O meu sucesso ou o progresso daqueles que me são confiados? O que mexe comigo? A recompensa material ou a doce e reconfortante alegria de evangelizar? A que Deus servimos nós? Aos ídolos dos nossos interesses ou àqueles a quem Deus nos envia? Perguntemo-nos: Onde é que está o meu tesouro? Porque onde estiver o meu tesouro, aí estará o meu coração (cf. Mt 6,21)

3. A terceira palavra é “o verdadeiro bem”: «Quem vos confiará o verdadeiro bem» (Lc 16,11)
O nosso verdadeiro bem é Cristo e o Seu Reino. Mas o «verdadeiro bem» são também os nossos filhos, alunos, catequizandos, empregados, os pobres, nas suas necessidades e esperanças, inquietações e desafios. Somos chamados a ser “cuidadores” deste tesouro, “guardadores” dos seus sonhos e esperanças. Sejamos merecedores da imensa riqueza que Deus nos confia. E não deixemos nunca que o dinheiro comande a nossa vida. Perguntemo-nos: Levamos o tesouro do Evangelho de Cristo aos outros e os outros à descoberta e ao encontro deste tesouro? 

Penso que já chega de perguntas, na elaboração do nosso caderno de encargos, para o novo ano letivo, laboral ou pastoral. E há aqui motivo bastante para rezarmos, “com preces, orações e súplicas(1 Tm 2,1), por aqueles a quem é confiado o cuidado deste mundo e o futuro das novas gerações, que se constrói com a dedicação fiel e criativa, do serviço humilde de todos e de cada um! “O Senhor não esquece nenhuma das nossas obras (Am 8,7).
Amaro Gonçalo

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Valverde celebra Nossa Senhora das Dores




Noite de 15 de Setembro, dia de Nossa Senhora das Dores.
 Valverde celebra a  Senhora das Dores.
Após a procissão de velas, com os andores da Senhora das Dores,  que se iniciou na capela, teve lugar a Eucaristia celebrada junto ao nicho de Nossa Senhora das Dores e animada coralmente por pessoas de Valverde, que também proclamaram a Palavra de Deus. Após a Missa, seguiu-se a procissão de regresso à capela.
Alguma gente na procissão e na Missa. Silêncio e postura de fé, numa noite serena de quase Outono.
Falou-se de Maria. Das suas dores. Das dores de seu Filho. Das Dores dos seus filhos, que somos nós.
Que a graça e o amor de Cristo que Maria nos deu e para o Qual nos chama, inundem de paz o nosso coração como o tempo sereno inundou a nossa presença..Que pelas suas dores , Ela nos ajude a aceitar o plano de Deus e nos alivie as nossas dores e as do mundo.
Parabéns à comissão, às pessoas que deram o seu donativo e colaboração.
Parabéns às pessoas que marcaram presença.


Carta de um filho a todos os pais


"Não me dês tudo o que te peço. Às vezes peço apenas para saber qual é o máximo que posso obter.Não me grites. Respeito-te menos quando fazes isso; e ensinas-me a gritar também. E eu não quero fazê-lo.
Não me dês sempre ordens. Se em vez de dares ordens, às vezes me pedisses as coisas com um sorriso, eu faria tudo muito mais depressa e com gosto.
Cumpre as promessas, boas ou más. Se me prometeres um prémio, dá-o; mas faz o mesmo se for um castigo.
Não me compares com ninguém, especialmente com o meu irmão ou com a minha irmã. Se me fizeres sentir melhor que os outros, alguém irá sofrer; e se me fizeres sentir pior que os outros, serei eu a sofrer.
Não mudes tão frequentemente de opinião acerca daquilo que devo fazer. Decide, e depois mantém essa decisão.
Deixa-me desembaraçar sozinho. Se fizeres tudo por mim, eu nunca poderei aprender.
Não digas mentiras à minha frente, nem me peças que as diga por ti, mesmo que seja para te livrar de um sarilho. Fazes com que me sinta mal e perca a fé naquilo que me dizes.
Quando eu fizer alguma coisa mal, não me exijas que te diga a razão por que o fiz. Às vezes nem eu mesmo sei.
Quando estiveres errado em algo, admite-o e será melhor a opinião que eu terei de ti. Assim ensinar-me-ás a admitir os meus erros também.
Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que tratas os teus amigos. Lá por sermos família não quer dizer que não possamos ser também amigos.
Não me digas para fazer uma coisa que tu não fazes. Eu aprenderei aquilo que tu fizeres, ainda que não me digas para fazer o mesmo; mas nunca farei o que tu me aconselhas e não fazes.
Quando te contar um problema meu, não me digas «não tenho tempo para tolices», ou «isso não tem importância». Tenta compreender-me e ajudar-me.
E gosta de mim. E diz-me que gostas de mim. Agrada-me ouvir-te dizer isso, mesmo que tu não aches necessário dizê-lo."
(Marita Abraham)

O Dia de Nossa Senhora das Dores celebra-se a 15 de setembro


Neste dia recordam-se as dores que Santa Maria, Mãe de Jesus, sofreu pela morte de seu Filho e o Seu amor redentor, que leva a uma nova vida.
 
Esta devoção tem origem na bíblia, onde se encontram as sete dores de Maria:
* a profecia de Simeão;
* a fuga para o Egito;
* a perda de Jesus no templo;
* ver Jesus a carregar a cruz;
* a crucificação;
* Maria recebe o cadáver de seu filho;
* o enterro e sepulcro de Cristo.
Assim, Nossa Senhora das Dores é representada com sete lanças no coração.


Como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas porque  pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, aponta para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!


ORAÇÃO


Nossa Senhora das Dores, eu vos apresento todas as minhas necessidades, mágoas, tristezas, misérias e sofrimentos.
Ó Mãe das dores e rainha dos mártires, que tanto sofrestes ao ver Vosso Filho flagelado, escarnecido e morto para me salvar, acolhei minhas preces.
Mãe amável, concedei-me uma verdadeira contrição dos meus pecados e uma sincera mudança de vida.
Nossa Senhora das Dores, que estivestes presente no calvário de Nosso Senhor Jesus Cristo, que estejais também presente nos meus calvários.
Por piedade, ó advogada dos pecadores, não deixeis de amparar a minha alma na aflição e no combate espiritual que a todo momento estou sujeito a travar.
Nossa Senhora das Dores, quando as dores vierem e os sofrimentos chegarem, não me deixeis desanimar.
Mãe das dores envolvei-me no vosso sagrado manto e ajudai-me a passar pelo vale de lágrimas.
Amen

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

GASPTA, a Igreja que sai para fora das igrejas rumo às periferias existenciais


GASPTA - Grupo de Ação Sócio-Caritativa da Paróquia de Tarouca - nas Festas de São Miguel
A Igreja que sai para fora das igrejas
Todos somos responsáveis pelos outros, mormente pelos os mais frágeis.


 

O GASPTA NAS FESTAS DE SÃO MIGUEL
Centro Cívico
Uma presença solidária e amiga.

Apareça!

 
29 de setembro
Quermesse solidária de produtos agrícolas da região
Junto à Câmara Municipal

 
Caminhada Solidária a favor do GASPTA
Partícipe!

 
Espaço GASPTA no Centro Paroquial. 
Com carinho, o Grupo está a preparar este espaço, agora praticamente concluído, 
para a partir dali poder exercer o seu serviço em prol de quem mais precisa. 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Três desejos, três desafios, três combates

Falamos só de obras, apenas destas...


Há outros desafios muito importantes que nunca poderemos esquecer, mas que sempre nos envolvem: as pessoas, a evangelização, o culto, a caridade, a comunidade.

No referente às obras, aqui deixamos os tês desejos, três desafios, três combates.
1. Conclusão das obras do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz. A inauguração da obra está marcada para 27 de novembro próximo. E a conclusão é sempre mais complicada. Porquê? Por falta de dinheiro.

2. Restauro interior da Igreja Paroquial, monumento de interesse nacional e, como tal, sempre dependente do parecer e da orientação do Estado.
Há um projecto de restauro, já candidatado. Sem o apoio do Estado, a recuperação do belo templo é para já uma miragem. E a Igreja é a "nossa casa comum!"
3. Construção da Capela do Castanheiro do Ouro. O maior povo da paróquia não tem um lugar de culto. E como isso nos preocupa! Há uma comissão nomeada, estamos a tentar resolver as situações. Há boa vontade. Como em tudo, temos que dar tempo ao tempo.

Claro que o santuário de o espaço de Santa Helena, Cristo Rei, as várias capelas marcam lugar nas nossas preocupações.
Só que, como em tudo, há prioridades.

Catequese Paroquial - 2016/2017


* Durante o mês de setembro, decorrem as inscrições para as crianças que vão entrar para o 1º ano de catequese. As inscrições são feitas na sacristia da Igreja Paroquial, antes e depois das Missas de fim-de-semana.


*Dia 6 de Outubro, às 20.30h, no Centro Paroquial, tem lugar a Reunião Geral de Catequistas.


*Dia 8 de Outubro, às 15 horas, Missa de Abertura do Ano Catequético, Reunião Geral de Pais e encontro dos catequistas com os seus catequizandos.