quarta-feira, 13 de novembro de 2019

CAMINHAR COM JESUS

Mensagem de D. António Couto para a Semana dos Seminários

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

11 de novembro - S. Martinho

Origem da palavra "capela"
Neste dia 11 de novembro, a Igreja recorda a festa litúrgica de São Martinho de Tours, um militar que partilhou sua capa com Cristo, fato que popularizou a palavra “capela” no mundo cristão.
 São Martinho de Tours nasceu na Hungria por volta do ano 316, filho de pais pagãos. Depois de receber o batismo e renunciar à milícia, fundou um mosteiro em Ligugé (França), onde viveu a vida monástica com a direção de Santo Hilário. Mais tarde, recebeu a ordem sacerdotal e foi eleito Bispo de Tours. Morreu em 397.
 A tradição indica que em um dia de inverno severo, sendo ele um jovem militar, encontrou-se no caminho com um homem pobre que sofria por estar com pouca roupa. Martinho, por não ter nada que pudesse dar-lhe, dividiu sua capa em duas partes iguais com a espada e  deu-lhe a metade.
 À noite, viu em um sonho que tinha presenteado Jesus Cristo com a metade da capa e o Senhor lhe disse: “Martinho, hoje  cobriste-me com a tua capa”.
 A meia capa de São Martinho de Tours foi colocada  numa urna e construíram-lhe um pequeno santuário. Como em latim “meia capa” se diz “capela”, as pessoas costumavam dizer: “Vamos rezar onde está a capela”. Desse modo, o nome “capela”  popularizou-se e passou a ser usado para designar os pequenos lugares de oração.
 São Martinho é padroeiro da França e da Hungria, assim como da cidade de Buenos Aires, onde o Papa Francisco nasceu.
Fonte: aqui

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Semana dos Seminários



Semana dos Seminários de 2019 tem um lema – Cristo não pensa apenas naquilo que tu és mas naquilo que poderás chegar a ser – inspirado na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit que o Papa Francisco dirigiu, recentemente, aos jovens e a todo o Povo de Deus. Os últimos capítulos deste texto que surge na sequência do último Sínodo dos Bispos sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional, correspondem à visão atual do magistério sobre o tema da vocação e concretamente da vocação ao ministério sacerdotal.
O Santo Padre propõe-nos uma atitude de esperança assente na convicção de que «Jesus caminha no meio de nós como fazia na Galileia. Ele passa pelas nossas ruas, detém-se e olha-nos sem pressa. O seu chamamento que é atrativo e fascinante» (CV, 277). Hoje, porém, é mais difícil de escutar e entender pelos jovens porque são bombardeados por uma variedade de estímulos e uma multiplicidade de propostas geradoras de muito ruído e dispersão.
Esse chamamento é o de um amigo, Jesus Cristo, aquele conhece e ama a cada um e por isso quer dar-lhe o melhor. Assim, a vocação significa antes de mais um dom, um presente, simultaneamente o mais precioso e o mais exigente, porque «os presentes de Deus são interativos, para os gozar é preciso arriscar». Não se trata da exigência de «um dever imposto por outro a partir de fora, mas algo que estimula a crescer e optar, para que esse presente amadureça e se torne dom para os outros» (CV, 289). Abrir-se a esse dom implica um caminhar juntos com Cristo, na amizade e na liberdade, num seguimento próprio do discípulo que deseja aprender com o Mestre.
Esta amizade com Jesus «não é uma relação fugaz ou passageira mas estável, firme, fiel, que amadurece com o passar do tempo» (CV, 152). Ela não conduz ao isolamento mas impele cada um a sair de si mesmo e abrir-se ao outros, a abraçar os outros com amor e procurar o seu bem. A vocação assim entendida é chamamento ao serviço missionário dos outros e ajuda cada um a descobrir e fazer brotar o melhor de si mesmo para o serviço da Igreja e do mundo.
O Seminário é o espaço necessário para o discernimento e para uma sólida configuração com Cristo dos discípulos que serão enviados em missão como pastores em seu nome. Esse discernimento é favorecido pela vida comunitária própria do seminário que ajuda cada um na descoberta de si mesmo e do outro. Exige ainda espaços de silêncio e oração essenciais para um profundo encontro com Cristo, para o consolidar uma verdadeira espiritualidade sacerdotal e sobretudo para tomar decisões ponderadas e estáveis.
O Seminário é também o tempo indispensável para que o percurso de discernimento seja devidamente acompanhado, pessoal e comunitariamente. Em todo esse processo há perguntas a responder, dúvidas a esclarecer e receios a superar. Por isso é fundamental o papel das equipas formadoras dos seminários, em articulação com a diocese e o seu Bispo, bem como o papel das famílias, das comunidades cristãs, dos grupos e movimentos e até dos amigos.
A Semana dos Seminários é ocasião para refletir na centralidade da questão vocacional e para um renovado compromisso em ordem a uma «cultura vocacional». É também oportunidade para animar os jovens que fazem parte dos vários seminários do nosso país e reconhecer o precioso trabalho das equipas formadoras e de todos os que colaboram na vida dos seminários.
A todos os cristãos é pedido, durante esta semana e sempre, um especial apoio e carinho pelos seminários que se pode manifestar na oração e na ajuda material.
A todos os jovens se renova o apelo do Papa para que cada um saiba responder à pergunta: «para quem sou eu?», começando por reconhecer as qualidades e carismas que Deus lhe concedeu e dispondo-se a pô-los ao serviço de todos. E se for chamado a ao ministério sacerdotal ou à vida consagrada saiba responder com coragem e alegria, confiante de que o Senhor «não pensa apenas naquilo que tu és mas em tudo aquilo que, juntamente com Ele e todos os outros, poderás chegar a ser» (CV, 290).
+António Augusto Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

10 Novembro 2019 - 32º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Leituras: aqui

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

Na semana de 10 a 17 de novembro, celebramos a Semana dos Seminários, com o tema O Senhor não pensa apenas naquilo que és, mas em tudo aquilo que poderás chegar a ser” (CV 289).
É uma ocasião propícia para refletir na centralidade da questão vocacional e para um renovado compromisso em ordem a uma cultura vocacional.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Sopé da Montanha - a visita de um amigo

O jornal é filho da Comunidade Paroquial Tarouquense a quem cabe o encargo de velar por ele.
Então leia, assine e divulgue o Sopé da Montanha.
Ofereça-lhe um novo assinante.
Ele agradece.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

O Video do Papa - NOVEMBRO 2019


No Oriente Médio, a coexistência e o diálogo entre as três religiões monoteístas baseiam-se em laços espirituais e históricos.
Dessas terras veio a Boa Nova de Jesus, ressuscitado por amor.
Hoje, muitas comunidades cristãs, juntamente com outras judias e muçulmanas, trabalham pela paz, a reconciliação e o perdão.
Rezemos para que, no Oriente Médio, nasça um espírito de diálogo, de encontro e de reconciliação.

Importante - no "MÊS DAS ALMAS"

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e ar livre

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

O Sínodo dos Bispos sobre a Amazónia terminou no sábado passado

O Sínodo dos Bispos sobre a Amazónia terminou neste  último sábado com um documento final, dividido em 120 pontos, que apresenta propostas sobre questões da região amazónica e a participação da Igreja Católica. O encontro iniciou-se a 7 de outubro.

Entre os temas mais polémicos no documento, o Sínodo propõe a ordenação de homens casados para suprir a falta de padres na Amazónia. Mas ressalva que o celibato é “um dom de Deus”.
O documento denuncia as “ameaças à vida” na Amazónia e diz que a defesa da floresta depende de uma verdadeira “conversão ecológica e cultural”, tendo de se combater o “pecado ecológico”. “Está cientificamente comprovado que o desaparecimento do bioma da Amazónia terá um impacto catastrófico para todo o planeta”.
No discurso de encerramento, o Papa Francisco mandou um recado à ala conservadora da Igreja, chamando-lhes “cristãos de elite”. 
Fonte: aqui
«Não podemos fingir que não ouvimos» a Amazónia, diz o Papa
Aqui
Papa diz que Igreja tem de ouvir «grito dos pobres» e questiona hipocrisia de quem despreza o próximo
Aqui
Sínodo 2019: Vaticano alerta para destruição «dramática» da Amazónia e enuncia «pecados ecológicos»
Aqui
Igreja Católica assume-se como «aliada» na defesa da vida e da terra dos povos da Amazónia
Aqui
Documento final do Sínodo propõe ordenação sacerdotal de diáconos casados
Aqui
Papa anuncia reabertura de comissão para debater diaconado feminino
Aqui

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Paróquia de S. Pedro de Tarouca: PLANO PASTORAL PAROQUIAL - 2019-2020

O Conselho Pastoral da Paróquia de S. Pedro de Tarouca, em 25 de outubro de 2019,  aprovou por unanimidade o Plano Pastoral Paroquial 2019/2020.
Aqui se transcreve.

“IGREJA EM CAMINHO E EM COMUNHÃO”

Meta Geral - VIVER, PARTILHAR E ANUNCIAR A ALEGRIA DE SER E FAZER-SE IGREJA, SEGUINDO A JESUS JUNTOS, EM CAMINHO E EM COMUNHÃO COM TODOS, COMO IRMÃOS, À LUZ DA SINODALIDADE.
Referências fundamentais
 - Ter a Jesus Cristo, “luz dos povos” , “luz para todos os homens” e “também para a Igreja”, “Mestre da Sinodalidade”, como referência fundamental para o nosso caminho
 - Sentir-se Igreja, na sua identidade e missão, como “Corpo de Cristo”, em cujo rosto resplandece a “Luz de Cristo”, destinada a “iluminar todos os homens”
 - Reconhecer a sinodalidade como “aspeto fundamental da Igreja”, dimensão que “faz parte da identidade da Igreja”, e nos configura num novo modo de viver: “Viver em modo de sínodo é viver em modo de comunhão, é viver em modo de irmão”.

 Alguns critérios – desafios - para o nosso agir pastoral 
 *“Aprender a caminhar lado-a-lado, como filhos e irmãos, atentos uns aos outros, atentos e dedicados, atentos, dedicados e solidários.”
 *“Caminhar juntos com crianças, jovens, pais e avós, amigos, inimigos e indiferentes, sãos e doentes, conhecidos e desconhecidos, ricos e pobres, crentes e descrentes”.
 *“Adotar um ritmo, um passo e um modo que sirva a todos, que a todos congregue e que a todos nos mantenha juntos, unidos e reunidos à volta de Jesus, não deixando ninguém para trás, não deixando perder nenhum dos irmãos que Deus nos deu”.
 *Ir “ao encontro uns dos outros, ao encontro de todos, mesmo de todos, à procura de todos e de cada um, à inclusão de todos e de cada um”.
*Fazer   “crescer movimentos envolventes, cada vez mais amplos e envolventes, ao encontro de todos, para a todos incluirmos na nossa peregrinação fraterna”.
 *“Manter-nos juntos, unidos e reunidos, cuidar dos doentes, dar atenção aos pobres, velar pela concórdia onde haja discórdia.”
 *“Dizer” a todos e partilhar na alegria “a nossa fé de sempre, de modo novo, cada vez com mais irmãos.”
 *Empenhar-se no “caminho longo do diálogo, da escuta e da partilha, da oração, da compreensão, da visitação e da caridade.”
Caminhos (sugestões) a ter em conta
- Acolher “o apelo a uma nova envolvência na experiência das avalanches da fé.”
 - Fazer “das nossas peregrinações e procissões verdadeiras experiências de Igreja peregrina, de «fazer caminho juntos», carinhosamente atentos uns aos outros.”
 - Dispor-se a “um suplemento de esforço para que os órgãos de participação (Conselhos Económicos, Conselhos Pastorais…) se tornem vivos e efetivos em todos os nossos espaços pastorais.
 - Trabalhar para “que cresça também em nós o carinho pela boa, bela e fecunda Criação com que Deus, nosso Pai, nos favoreceu, e nos incumbiu de amar.”
   
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 OUTUBRO/NOVEMBRO
 Tema: Igreja Comunidade no caminho da sinodalidade
 Igreja povo sinodal: «Viver em modo de sínodo é viver em modo de comunhão, é viver em modo de irmão».
 
Objetivo: mobilizar e sensibilizar os agentes pastorais, movimentos e comunidades eclesiais para a vivência do ano pastoral à volta da sinodalidade como estilo de vida da «Igreja a fazer-se» em que somos chamados a «fazer caminho juntos», «lado-a-lado, em comunhão», integrando as «naturais diferenças que haja entre nós» e aprendendo «a caminhar juntos, acertando ritmos, passos e modos». (Cf. Carta Pastoral, 11….)
Gestos/ações:
- Elaboração do plano pastoral paroquial, tendo em conta as linhas de orientação diocesanas.
- Aproveitar as diversificadas oportunidades para sintonizar as pessoas com a temática:
- Abertura do Ano Pastoral (6 de outubro)
- Abertura Solene da Catequese (12 de outubro)
- Outubro Missionário - Dia Mundial das Missões (20 de outubro)
Semana da Educação Cristã
Solenidade de Todos os Santos (1 de novembro)
Celebração dos Fiéis Defuntos (2 de novembro)
Semana dos Seminários
Dia do Pobre (16/17 de novembro):
Através da catequese e nas missas do dia, as pessoas são convidadas a oferecer víveres para apoiar os mais carenciados.
Convidar cada pessoa a visitar nesse dia uma pessoa (ou família) que esteja mais abandonada, mais só, mais carenciada, fazendo-o acompanhada de um familiar ou amigo. Tudo com discrição.

ADVENTO /NATAL
 - Tema: Sinodalidade: Caminhar com Jesus, Luz da Humanidade
* Advento: JESUS É A NOSSA LUZ 
* Natal: SOMOS A LUZ DE JESUS
Objetivos: Ajudar as pessoas a:
- Crescer na relação com Jesus Cristo, como Aquele que é «luz dos povos», «luz para todos os homens», «luz para a Igreja», «luz primeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo (João 1,9)»
- Crescer na compreensão e vivência da Igreja como comunidade iluminada pela luz de Cristo, chamada a iluminar «todos os homens». (Cf. Carta Pastoral, 2….)
E Deus fez-se homem, porque ama a pessoa humana! A Igreja, como comunidade humana, é chamada a humanizar-se segundo o modelo e exemplo de Jesus Cristo.
 Gestos / Ações:
 - Cada família pensar em alguém que precise e muito discretamente ir ao seu encontro, ajudando esse alguém a viver melhor o Natal.
- Cada pessoa ter um gesto solidário  em relação a outro que possa andar mais afastado de Deus e da Igreja.
- Caminhada do Advento dedicando cada semana às seguintes temáticas:
1 ª semana: Crianças - CAMINHEMOS À LUZ DO SENHOR
2ª semana: Jovens - ACOLHEI-VOS UNS AOS OUTROS PARA GLÓRIA DE DEUS
3ª semana: Idosos: A FELICIDADE DE JESUS ILUMINA O NOSSO ROSTO
4ª semana: Casais – FAMÍLIA CHAMADA A GERAR E COMUNICAR A LUZ JESUS
 - Natal – Ter em conta  a temática nas celebrações e na organização do presépio, a cargo dos Escuteiros
- Celebração da Solenidade da Imaculada Conceição com vigília de oração pelos jovens
- Oração para a Ceia de Natal em família, através do Boletim
-  Convívios/Festas de Natal
- Ação sinodal, por exemplo através das Janeiras e dos Reis, levando pela alegria a Mensagem de Cristo às famílias…
- Possível conferência sobre S. Pedro
-
 JANEIRO /FEVEREIRO 
 Tema: Jesus Mestre da Sinodalidade, nosso Caminho e Verdade 
Objetivo: Aprofundar o sentido da Igreja como comunhão dos discípulos de Jesus Cristo que acolhem o convite a «entrar no Seu caminho», a «fazer caminho com Ele», «a partilhar a Sua própria vida», disponíveis para O conhecer e para «aprender uma maneira nova de viver», «a Sua maneira de viver». (Cf. CP 7) 
 Gestos / Ações: 
 - Propor e motivar para a leitura do Evangelho de S. Mateus em família
- Encontro de pais: “Fazer caminho com Jesus” (25 de janeiro) 
- Oitavário da Oração pela unidade dos cristãos
- “Domingo da Palavra de Deus”, (26 de janeiro): Instituído pelo Papa para toda a igreja 
- Celebração do Dia Mundial Do doente, em 9 de fevereiro: este ano, celebração diocesana com a presença do Sr. Bispo. Celebração aberta aos doentes de toda a diocese. Atividade a envolver TODOS os grupos. A Santa Casa tem aqui um papel fundamental, já assumido…
- Festa da Catequese em 15 de fevereiro
- Celebração das Bodas de Prata e de Ouro em 24 de fevereiro
-
QUARESMA/PÁSCOA
 Tema: Juntos no cuidado da criação 
 Slogan: “Cuidar da criação é caminho de salvação” 
 Objetivos: Ajudar a que em todos nós cresça:
 *«o carinho pela boa, bela e fecunda Criação com que Deus, nosso Pai, nos favoreceu, e nos incumbiu de amar.»; (Cf. CP 12)
*a consciência da dignidade da Criação, obra de Deus, na qual nos integramos e temos um papel fundamental, como seus cuidadores;
*a consciência da problemática que hoje envolve “a nossa casa comum”, e dos desafios que somos chamados a enfrentar «juntos», «caminhando com todos», na missão de, como Igreja, «cuidar com carinho do azul do céu e do verde da terra, do ar que respiramos, das árvores, dos mares, dos rios, das colinas, dos vales, dos campos, dos animais, dos passarinhos, cumprindo o mandato que lhe foi confiado pelo Criador (Génesis 1,26 e 28)». (Cf CP 4)
 Gestos / Ações:
- Caminhada da Quaresma: Dedicar cada domingo (semana) à problemática que hoje envolve “a nossa casa comum”, e os desafios que somos chamados a enfrentar «juntos»;
Fazer vir ao de cima aspetos de conversão pessoal e comunitária no modo de viver e interagir com a criação.
- Quarta-Feira de Cinzas em 26 de fevereiro
- Visita aos doentes com o GASPTA em Março
- Dia do Pai em 19 de março: celebrar S. José, Padroeiro da Igreja Universal, na Igreja Paroquial e num dos povos (cada ano seu)
- IV Domingo da Quaresma. 24 Horas para o Senhor
- Comunhão Pascal em 4 de abril
- Celebração do Tríduo Pascal
- Via Sacra da sinodalidade, pelo Grupo de Jovens e Escuteiros
- Páscoa: celebração de Cristo Ressuscitado, “nossa Luz, Pastor e Caminho””
- Regressa a Missa Mensal em Santa Helena às 17h /19 de abril
- Animação das Eucaristias pelos catequizandos

MAIO/ JUNHO 
 Tema: Oração e sinodalidade
 Slogan: “Oração: intimidade com Deus, proximidade com o irmão”
 Objetivo: Promover e viver experiências de oração diversificadas que nos ajudem a crescer numa relação de intimidade com Deus e de proximidade com os outros, como o melhor húmus para cultivar um estilo de vida sinodal na Igreja. (Cf. CP 12) 
 Gestos / Ações:
- Desenvolver a temática proposta nas diversas oportunidades de encontro e oração ligados ao Mês de Maria e ao Mês do Sagrado Coração de Jesus.
- Procissão de Nossa Senhora de Fátima, de Esporões para a Igreja em 12 de maio:   “Com Maria, somos uma Igreja sinodal”.”
* Ter a temática em conta nas Festas da Catequese:
- Participação dos catequizandos no Mês de Maria
- 3 de maio, Festinha do Pai Nosso e Dia da Mãe
-  Jornada Diocesana da Juventude
- Reunião de Pais (1ª Comunhão, Prof. de Fé e Crisma), a marcar pelos respectivos catequistas
- 24 de maio: 1ª Comunhão
- 31 de maio: Prof. de Fé
- 9 (à tarde) e 10 de junho: 6º ano na Peregrinação das Crianças a Fátima
- 11 de junho: Corpo de Deus e Crisma (?)
- 13 de junho: encerramento da catequese
 - Festas populares e tradicionais ao longo do ano (Santo António, São João, S. Pedro, Senhora das Necessidades, Santa Apolónia, Santa Tecla, São Martinho…)
+ (Colocar sempre em cada procissão o cartaz: “ Somos a Igreja  em caminho e em comunhão”.
+ Desenvolver a temática na pregação ligada às festas
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JULHO/AGOSTO/SETEMBRO
 Tema: Sinodalidade, caridade e missão 
Objetivo: Cultivar o sentido da esperança, da alegria e da caridade, que nos motivem no gosto de «fazer caminho juntos», de irmos ao encontro de todos, e de vivermos como «filhos amados de Deus», «irmanados e felizes» velando «com amor uns pelos outros, carregando os fardos uns dos outros (Gálatas 6,2), ajudando a resolver os problemas uns dos outros.» (Cf. CP 12- 13) 
Gestos / Ações: 
- Procurar que a mensagem passe também nas procissões
- Novena de Santa Helena (de 4 a 12 de julho), com animação da novena da tarde pelos diversos povos
- Presença dos jovens em Santa Helena.
- Festa de Santa Helena (12 de julho)
- Novena e Festa de Cristo Rei em 26 de julho
- Convívio da Freguesia no Senhor do Monte em Setembro (domingo a seguir à Senhora dos Remédios)