sábado, 31 de agosto de 2013

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ESCOLA DA FÉ



Amanhã, sexta-feira, dia 30 de agosto, pelas 20.45 horas, no Centro Paroquial, Escola da Fé.

Os leigos têm direito à formação. Exerça esse direito, marcando presença.
Traga um amigo também.

Fafá de Belém canta para o Papa Francisco

AQUI

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dia de Santo Agostinho

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Santo Agostinho, bispo, Doutor da Igreja


Nasceu em Tagaste, no ano de 354. Africano da Tunísia, era filho de pai pagão e de mãe cristã. Espírito irrequieto e sedento de verdade, enveredou por várias correntes filosóficas e seitas, até chegar ao cristianismo. Incursionou também pelos meandros da vida amorosa, e por muito tempo viveu em companhia de uma mulher e ambos tiveram um filho. Esta mulher anónima, que Santo Agostinho amava e por ela era amado, e da qual nem sequer nos legou o nome, retornou à África e certamente não foi menor em sua oblação.
Agostinho converteu-se por volta do ano 387 e recebeu o batismo em Milão. Quem o baptizou foi o célebre bispo Santo Ambrósio que, juntamente com Santa Mônica, trabalhou pela sua conversão. Retornando à sua terra, levou vida ascética. Eleito bispo de Hipona, por trinta e quatro anos esteve à frente de seu povo, ensinando-o e combatendo as heresias. Além de “Confissões”, escreveu muitas outras obras. Constitui-se, assim, num dos mais profundos pensadores do mundo antigo. É por muitos considerado o pai do existencialismo cristão. Morreu em Hippo Regius, no dia 28 de Agosto de 430.
Fonte: aqui

A Fé e as Obras




“... Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. “ ( Mateus 7-21ss)

Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. (Mt 7, 17-18)




Tanto a fé como as obras são fundamentais quando se trata da salvação. A fé é a raiz e as obras são o fruto. A fé produz o fruto das obras e as obras procedem da seiva que vem da raiz. A fé é a causa e as obras o resultado. Não somos salvos por causa das obras, mas para as boas obras. Não praticamos boas obras para sermos salvos, mas porque já fomos salvos pela fé. As obras não nos levam para o céu, mas aqueles que vão para o céu, porque foram salvos pela fé, serão acompanhados por suas obras.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Bispo de Viseu aborda os incêndios

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Bispo pede «responsabilidade» mas também «educação» e «formação» para cuidar de «um dom» que é para todos

 D. Ilídio Leandro afirma a necessidade de serem apuradas “responsabilidades” nos incêndios que estão a mobilizar centenas de bombeiros, e defende que será através da educação e da formação que tais ocorrências serão evitadas.
O bispo de Viseu assinala que “há muitos responsáveis” e que é necessário apurar essas responsabilidades, mas é pela via “educativa, formativa, recreativa e fruitiva” que se evitam os incêndios, pois a floresta será vista como um “bem a preparar, a estimar e a prevenir”, como um “dom” que é para todos, afirma num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
D. Ilídio Leandro diz que através da "educação e da formação" se evitam os “olhares interesseiros e vingativos” sobre os incêndios que fustigam a diocese a que preside.
O prelado, “como cristão e bispo de Viseu”, reza pela bombeira Ana Rita Pereira, dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche, que faleceu na passada quinta-feira, e pelas “rápidas melhoras” de Joaquim da Silva Mendes, presidente da Junta de Freguesia de Queirã, a 17 quilómetros oeste de Viseu, que ficou com cerca de 60% do corpo queimado quando ajudava a apagar um incêndio.
D. Ilídio Leandro solidariza-se e intercede pelas “rápidas melhoras” das demais pessoas feridas e preocupa-se pelos bens perdidos nos incêndios, apontando as “trágicas consequências” para a região de Viseu.
Mais de 850 bombeiros apoiados por quase 250 veículos combatiam esta manhã sete incêndios de grandes proporções, de acordo com a informação disponível no site da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Em Oliveira de Frades, distrito de Viseu, lavra o incêndio que está a mobilizar mais meios em Portugal.
Em tempo de férias, o prelado afirma “não esquecer as preocupações pastorais” e destaca também os migrantes que “vão e vêm”, procurando descanso “nas terras de origem junto das famílias e amigos”, desejando-lhes “um bom período de descanso” com “saúde, paz, alegria e trabalho”.
In agência ecclesia

JMJ: 45 participantes pediram refúgio no Brasil

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) recebeu 45 pedidos de jovens que participaram na Jornada Mundial da Juventude, para serem considerados “refugiados”.Os pedidos confirmados pelo ACNUR chegaram de jovens provenientes do Paquistão, Serra Leoa e República Democrática do Congo, alegando que nos seus países de origem os jovens sofriam “perseguição” e “ameaças” por professarem a fé católica.
De acordo com a Agência de Noticias Católica da Argentina (AICA) a arquidiocese do Rio de Janeiro recebeu 40 pedidos e a arquidiocese de São Paulo, os restantes cinco.
Os jovens estão a ser “assistidos, acolhidos e alimentados” de forma “provisória” por voluntários católicos e autoridades municipais, estando os seus pedidos a ser analisados pelo Comité Nacional dos Refugiados, um organismo dependente do Ministério da Justiça do Brasil.
Fonte: agência ecclesia

 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C


Castigo e correção são palavras ofensivas, que já não fazem parte do vocabulário, do eduquês pós-moderno. Parecem-nos técnicas do antigo regime! Mas o autor da Carta aos Hebreus diz que são próprios da pedagogia divina. Para não fugir à regra dos três pontos, permito-me convocar aqui a autoridade de três mestres insuspeitos, que nos digam três palavras de sabedoria:
1. Escreveu São João Bosco (1815-1888), a quem João Paulo II chamou “pai e mestre da Juventude”: «Quantas vezes, na minha longa carreira, me tive de convencer desta grande verdade: é mais fácil encolerizar-se do que ter paciência, ameaçar uma criança do que persuadi-la; direi mesmo que é mais cómodo, para a nossa impaciência e para a nossa soberba, castigar os recalcitrantes do que corrigi-los, suportando-os com firmeza e benignidade. (...) Tende cuidado que ninguém possa julgar que procedeis movidos pelo ímpeto da emoção repentina. Dificilmente quem castiga é capaz de conservar aquela calma que é necessária para afastar qualquer dúvida de que agimos ou para demonstrar a nossa autoridade ou para desafogar o nosso mau humor. (...) Nada de agitação de ânimo, nada de desprezo no olhar, nada de injúrias nos lábios»…
2. Disse, um dia, com ironia, São João Crisóstomo (347-407), padre e doutor da Igreja: «Cuidamos menos dos filhos do que dos próprios animais: os burros e os cavalos dão-nos mais canseiras do que os filhos. Se alguém tiver um macho, terá todo o cuidado de lhe arranjar um excelente tratador, que não seja desonesto nem ladrão, ébrio ignorante do seu ofício; mas tratando-se de dar ao filho um educador, qualquer serve, ao acaso e sem escolher. E todavia, não existe arte mais importante que a educação. Qual é a arte que se pode comparar com a que tem por missão dirigir a alma, formar o espírito e o carácter de um jovem? (...) Mas isso não nos preocupa; se queremos que aprenda a língua, não é para que saiba exprimir-se bem, mas sim para que possa amealhar dinheiro. A prova está em que, se os filhos pudessem enriquecer sem a necessidade deste ensino, facilmente o dispensaríamos». 
3. E, já agora, para não fugir à regra do mês de Agosto, dêmos, uma vez mais, a voz ao Papa Francisco, o jesuíta. Disse ele, há dias, num encontro com educadores: “Não desanimeis diante das dificuldades apresentadas pelo desafio educativo! Educar não é uma profissão, mas uma atitude, um modo de ser; para educar é preciso sair de si mesmo e permanecer no meio dos jovens, acompanhá-los nas etapas do seu crescimento, pondo-se ao seu lado. Dai-lhes esperança, otimismo para o seu caminho no mundo. Mas, sobretudo, com a vossa vida, sede testemunhas daquilo que comunicais. Um educador transmite conhecimentos e valores com as suas palavras, mas só será incisivo sobre os jovens se acompanhar as palavras com o testemunho, com a sua coerência de vida. Sem coerência não é possível educar! Sois todos educadores, não há delegações neste campo”.
E diz a voz do Povo: «Quem dá pão, também dá educação»! Eu diria mais: quem dá educação, é que dá o primeiro e o melhor pão!
Fonte: Aqui

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Um mar de chamas à volta de Tarouca









Parece o fim do mundo. Chamas alteiam-se por toda a nossa querida Serra. Montanhas de fumo envolvem-nos como garras afiadas. Todas a Serra de Santa Helena é pasto de chamas insaciáveis.
Teixelo e Vilarinho foram ferozmente atingidas. Pessoas evacuadas, casas ardidas, animais mortos.
Cravaz, Valverde, Gondomar e Arguedeira sentem o fogo a avançar como um exército impiedoso.
O fogo alastra também no monte que do Teixelo se estende até ao Senhor do Monte que era a única grande mancha verde que nos restava.
Estradas cortadas ao trânsito, como é o caso da via Tarouca-Várzea da Serra. Com o calor que se tem feito sentir, tudo está ressequido e basta uma faúlha para de imediato se formar um novo e impetuoso foco de incêndio.
A aflição e a incerteza cavam rios de sofrimento no rosto e na alma desta pacata e boa gente.
A revolta apalpa-se nas vozes contra os presumíveis criminosos que abriram os diques à ferocidade das chamas.
Pede-se, clama-se por justiça que este país nunca foi capaz de fazer seriamente contra os vândalos criminosos.
Que tal colocar esta gente, uma vez investigada e julgada, a reflorestar as matas que foram destruídas pelo incêndio que provocaram? Trabalho gratuito e delongado, devidamente fiscalizado.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Freguesia e Paróquia são a mesma coisa?

-Freguesia: estrutura civil

Paróquia: estrutura eclesiástica

Até ao Liberalismo, “freguesia” e “paróquia” são sinónimos (à semelhança de “concelho” e “município”), não havendo uma estrutura civil separada da estrutura eclesiástica. Nesses tempos, o termo «freguês» (aglutinação da expressão latina fillius eclesiae, filho da igreja, ou simplesmente filigrês, como refere Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira) servia para designar os paroquianos, que eram, por assim dizer, «fregueses» do pároco.
Com a reforma administrativa de 18 de Julho de 1835, surge a estrutura civil da Junta de Paróquia, autonomizada da estrutura eclesiástica; os seus limites territoriais, no entanto, eram geralmente coincidentes com a das paróquias eclesiásticas que vinham desde a Idade Média. Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam a designar-se freguesias (e a Junta de Paróquia passa a designar-se Junta de Freguesia), fixando-se assim a diferença entre a estrutura civil (freguesia) e a estrutura eclesiástica (paróquia); no entanto, em linguagem popular, é vulgar falar da pertença a determinada freguesia quando, de facto, se pretende falar da pertença a uma comunidade paroquiana.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Freguesia



- Embora em bastantes casos os limites territoriais sejam os mesmos, há situações em que, dentro da mesma freguesia, existem duas ou mais paróquias. A freguesia de Castro Daire é disso um bom exemplo.

- Com a aglutinação de freguesias, não se realizou a aglutinação de paróquias. Por exemplo, Tarouca e Dalvares formam atualmente uma só freguesia. Contudo continuam a existir duas paróquias diferentes: a paróquia de São Pedro de Tarouca e a paróquia de Dalvares.

- Os nomes também podem conter diferenças. Fala-se de Freguesia de Tarouca e de Paróquia de São Pedro de Tarouca.

- Quando se fala do Padroeiro, estamos a falar da Paróquia. As freguesias, como entidades civis, não têm padroeiro...
Então corretamente temos de dizer que São Pedro é o Padroeiro da Paróquia de São Pedro de Tarouca. É não que é o Padroeiro da Freguesia de Tarouca, como por vezes se vê, até em cartazes da festa.

Papa apela à paz no Egito

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Avalanches de jovens

O Sr. D. António José da Rocha Couto, por ocasião da abertura do Ano da Fé na Diocese de Lamego, a 25 de Novembro de 2012, anunciou "três iniciativas, três fios de ouro, que podem entrelaçar os nossos corações e guiar os nossos passos ao longo deste Ano da Fé". A primeira iniciativa foi a constituição de Escolas da Fé, em todos os Arciprestados, com o objectivo de tornar os cristãos "mais conscientes e felizes, entusiasmados com a nossa fé". Esta iniciativa tornou-se realidade, ao longo do Ano Pastoral, em vários dos Arciprestados da Diocese.
A segunda iniciativa que o Sr. D. António Couto formulou foi aquilo que denominou "avalanches de cristãos, particularmente com marca jovem, que não se envergonhem do Evangelho (Romanos 1,16), e que atravessando cidades e aldeias, queiram sentir de perto a Alegria de ver no rosto de cada irmão o rosto de Jesus Cristo, para que ninguém se sinta fora da Casa que juntos queremos construir.
A terceira iniciativa foi a de enviar "cristãos convictos e credíveis, verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, que sentem arder bem vivo o lume da sua Fé, e que vão ao encontro de outra pessoa, de forma directa e personalizada, para lhe passarem essa paixão de Cristo e por Cristo; quando esta segunda pessoa sentir também bem vivo o lume de Cristo dentro de si, então partirão os dois ao encontro de outros dois; e quando também estes sentirem o Amor irresistível de Jesus Cristo, partirão os quatro ao encontro de outros quatro, e assim sucessivamente até termos ateado o fogo do Evangelho a todos os corações que se abrigam sobre este chão, sob este céu abençoado de Lamego."
Em resposta ao segundo desafio do seu Prelado, o Departamento Diocesano para os Jovens (ou Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil) da Diocese de Lamego começou a promover as "avalanches de jovens". A primeira iniciativa ocorreu no Arciprestado de Moimenta da Beira - Sernancelhe - Tabuaço, no passado dia 10 de Agosto, na qual cerca de 50 jovens, depois da oração da manhã, passaram por Ponte do Abade, Tabosa da Cunha, Arnas para acabar na Cunha, com o objectivo de testemunhar a alegria de ser cristão. Segundo um dos jovens que participou, este testemunho "é tão simples como dar um sorriso a uma dona de casa que está a cortar umas rosas, um abraço ao pastor atento a suas ovelhas, um beijo a uma criança no colo da mãe… Com as mãos vazias mas com o coração cheio, a avalanche de Fé foi ultrapassando fronteiras e barreiras, superando o calor e o cansaço para se tornar uma avalanche de gáudio unindo toda a comunidade, jovens e menos jovens."
Estas avalanches de jovens vão repetir-se em toda a Diocese até ao próximo mês de Novembro, e procurarão tornar realidade o desafio para o qual o Prelado de Lamego lhes dirigiu, e assim expresso pelo Departamento Diocesano: "Que os jovens das nossas comunidades, em grupo, vão bater a todas, mesmo todas, as portas e dizer a toda a gente, sem excepção, que vale a pena acreditar n’Aquele que veio há dois mil anos para nos salvar e restituir ao mundo a harmonia do início da Criação."
A próxima "avalanche de jovens" tem lugar este fim de semana, nas Paróquias de Alvite, Leomil e Sever, também no Arciprestado de Moimenta da Beira - Sernancelhe e Tabuaço, e contará com a presença do Sr. D. António Couto.

Férias com Deus

Diocese de Lamego - Nomeações

A Vigararia Geral da Diocese de Lamego informa que o Sr. D. António José da Rocha Couto, Bispo da Diocese de Lamego, procedeu às seguintes nomeações:
 
- Rev. Pe. João Carlos da Costa Morgado, nomeado Pró-Vigário Geral da Diocese,  Director do Departamento Diocesano do Ministério e Vida dos Sacerdotes, e dispensado do cargo de Director Espiritual do Seminário Menor de N. S. de Lourdes de Resende;
- Rev. Pe. Henrique Paulo da Fonseca, dispensado da Paroquialidade de Horta, Numão e Santíssimo Salvador de Pereiros, no Arciprestado de Mêda - Penedono - S. João da Pesqueira - V. N. de Foz Côa;
- Rev. Pe. Francisco Guilherme Pinto, dispensado da Paroquialidade de São João Baptista de Cedovim, no Arciprestado de Mêda - Penedono - S. João da Pesqueira - V. N. de Foz Côa;
- Rev. Pe. Paulo Jorge Pereira Alves, dispensado de Reitor do Seminário Maior de Lamego;
- Rev. Pe. Joaquim Proença Dionísio, nomeado Reitor do Seminário Maior de Lamego, Presidente da Comissão Diocesana para as Vocações e Ministérios e dispensado da Paroquialidade do Santíssimo Salvador da Penajóia, Arciprestado de Lamego;
- Rev. Pe. Vasco de Oliveira Pedrinho, nomeado membro da Equipa Formadora do Seminário Maior de Lamego e Director do Departamento Diocesano da Pastoral Vocacional;
- Rev. Pe. José Fernando Duarte Mendes, nomeado Pároco do Santíssimo Salvador da Penajóia, Arciprestado de Lamego, e dispensado de Vice-Reitor do Seminário Maior de Lamego;
- Rev. Cón. José Manuel Pereira de Melo, nomeado Pároco de São João Baptista de Figueira e de São Martinho de Valdigem, no Arciprestado de Lamego, dispensando-o da Paroquialidade in solidum de S. Pedro de Várzea de Abrunhais, do mesmo Arciprestado;
- Rev. Cón. Manuel Jorge Leal Domingues, nomeado Pároco de Santo António de Ferreirim, no Arciprestado de Lamego, dispensando-o da Paroquialidade in solidum de S. Pedro de Várzea de Abrunhais, do mesmo Arciprestado;
- Rev. Pe. Inocêncio António Dias Fernandes, nomeado Pároco de São Pedro de Várzea de Abrunhais, no Arciprestado de Lamego;
- Rev. Pe. Manuel João Pereira Amaral, nomeado Pároco de Santíssimo Salvador de Pereiros e dispensado da paroquialidade de São João Baptista de Custóias, no Arciprestado de Mêda - Penedono - S. João da Pesqueira - V. N. de Foz Côa;
- Rev. Pe. António Júlio Fernandes Pinto, nomeado Pároco de São João Baptista de Cedovim, de São João Baptista de Custóias, do Santíssimo Salvador de Horta e de Nossa Senhora da Assunção de Numão, do Arciprestado de Mêda – Penedono – S. João da Pesqueira – Vila Nova de Foz Côa;
- Rev. Pe. Miguel dos Santos Patrício Peixoto, nomeado Pároco in solidum do Santíssimo Salvador de Resende e de São João Baptista de Felgueiras, no Arciprestado de Cinfães - Resende;
- Rev. Pe. Adriano Filipe Assis, nomeado Vigário Paroquial do Santíssimo Nome de Jesus de Salzedas, Arciprestado de Armamar - Tarouca;
- Rev. Pe. Abel Rodrigues Costa, nomeado Director Espiritual do Seminário Menor de N. S. de Lourdes, em Resende;
 
- Rev. Pe. Francisco de Almeida Marques, nomeado Presidente da Comissão Diocesana para a Educação e Doutrina da Fé e Director do Departamento Diocesano da Formação de Adultos;
- Rev. Mons. José Fernandes Bouça Pires, nomeado Presidente da Comissão Diocesana para a Liturgia e Espiritualidade;
- Rev. Pe. Carlos Manuel Rodrigues de Carvalho, nomeado Presidente da Comissão Diocesana para a Pastoral Social e Mobilidade Humana;
- Rev. Pe. Manuel Carlos Pereira Lopes, nomeado Presidente da Comissão Diocesana para o Laicado e Família, e Director do Departamento Diocesano da Pastoral Familiar;
- Sr. Eng. Rui Frederico Pinto Faria Araújo, nomeado Director do Departamento Diocesano dos Movimentos de Apostolado e Director do Departamento Diocesano «Justiça e Paz»;
- Rev. Pe. Amadeu da Costa e Castro, nomeado Director do Departamento Diocesano da Pastoral Sócio-Caritativa;
- Sr.ª Enf. Maria do Céu da Conceição Fernandes, nomeada Directora do Departamento Diocesano da Pastoral da Saúde;
- Rev. Pe. José Fernando Saraiva Abrunhosa, nomeado Director do Departamento Diocesano dos Institutos de Vida Consagrada e Assistente Espiritual do Serviço Diocesano de Preparação para o Baptismo;
- Rev. Pe. Marcos José Morais Alvim Magalhães, nomeado Director do Departamento Diocesano de Música Sacra;
- Sr. José Alberto Rodrigues da Silva e Sr.ª Maria Isidora Fernandes da Rocha e Silva, nomeados Directores do Departamento Diocesano das Migrações, Turismo e Minorias, que terá como Assistente Espiritual o Rev. Pe. Fernando Albano Cardoso;
- Rev. Pe. André Filipe Mendes Pereira, nomeado Representante do Serviço Diocesano de Diálogo Ecuménico e Inter-Religioso;
- Rev. Pe. Bernardo Maria Furtado de Mendonça Gago Magalhães, nomeado Representante do Serviço Diocesano da Pastoral Universitária;
- Rev. Cón. José Manuel dos Santos Ferreira, nomeado Representante do Serviço Diocesano da Pastoral do Turismo e, com o Rev. Pe. Avelino Martins da Silva, O.S.B, nomeados Directores do Departamento Diocesano de Leitores, Acólitos, Salmistas e Ministros Extraordinários da Comunhão;
- Rev. Pe. António José dos Santos Ferreira, nomeado Representante do Serviço Diocesano de Promoção Vocacional e Pré-Seminário;
- Ir. Andreia Maria Zenjerle, nomeada Representante do Serviço Diocesano da Pastoral Prisional;
- Sr. António César Lima Cardoso Pina e Sr.ª Dr.ª Maria Odete da Costa Roçado Cardoso Pina, nomeados Representantes do Serviço Diocesano de Preparação para o Baptismo;
- Sr. José Manuel Santos e Sr.ª Dr.ª Albertina da Piedade Gonçalves Pinto Santos, nomeados Representantes do Serviço Diocesano de Preparação para o Matrimónio, que terá como Assistente Espiritual o Rev. Mons. José Pinto Rodrigues Guedes;
- Sr.ª Prof.ª Idalina de Jesus Oliveira Pinto, nomeada Representante do Serviço Diocesano do Apostolado de Oração, que terá como assistente o Rev. Cón. Germano José Lopes.
Onde não se faça menção contrária, cada um mantém os restantes encargos pastorais anteriormente assumidos. Além disso, mantêm-se em funções os responsáveis das Comissões, Departamentos e Serviços já anteriormente nomeados.
A Diocese agradece o trabalho pastoral realizado por todos aqueles que foram dispensados e formula votos de um profícuo ministério aos que agora assumem novos encargos e funções. 
Lamego, 09 de Agosto de 2013
Mons. Joaquim Dias Rebelo, Vigário Geral da Diocese de Lamego

domingo, 4 de agosto de 2013

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE TAROUCA E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE TAROUCA

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Entre:

Primeiro Outorgante: Mário Caetano Teixeira Ferreira, que outorga na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, e em representação do MUNICÍPIO DE TAROUCA, com sede na Av. Dr. Alexandre Taveira Cardoso, 3610-128 Tarouca, pessoa colectiva nº 506 753 905, em cumprimento da deliberação camarária de 01.08.2013,

     e

Segundo Outorgante: Padre Manuel Carlos Pereira Lopes, que outorga na qualidade de representante da FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE TAROUCA, com sede na freguesia de Tarouca, pessoa colectiva nº 501 538 887,
 
é celebrado o presente protocolo de colaboração o qual fica subordinado às cláusulas seguintes:

 Cláusula 1ª
Objecto

O presente protocolo tem por objecto a definição das condições e obrigações, assumidas por ambos os outorgantes, da cooperação técnica e financeira destinada à construção da 2ª fase do “Centro Paroquial Santa Helena da Cruz”, em Tarouca.

Cláusula 2ª

Obrigações da Câmara Municipal

1 - A Câmara Municipal de Tarouca, no uso da competência prevista na alínea a) do nº 4 do artigo64º da Lei nº 169/99, de 18.09, apoia a Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Tarouca na construção do edifício correspondente à 2ª fase do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz.

2- O apoio supra mencionado é o seguinte:

a) Cedência do pessoal operário para execução por administração directa dos seguintes trabalhos:

     1) Construção do edifício correspondente à 2ª fase do Centro Paroquial, de acordo com o projecto de arquitectura e projectos de especialidades aprovados;

  2) Reconstrução dos muros exteriores do terreno, de um lado e de outro, de acordo com a planta do edifício;

  3) Serviço de águas e saneamento;

  4) Eletrificação do edifício, interna e externa;

  5) Tubagens de aquecimento no salão para utilização de recuperador de calor a pellets;

  6) Sonorização do salão; e  

  7) Arranjos exteriores, com pavimentação a calçada em cubos de granito;

b) cedência do equipamento municipal existente e disponível necessário à execução dos referidos trabalhos;

c) cedência dos materiais destinados à execução dos trabalhos identificados nos nºs 3 a 7  da alínea a) deste número, com excepção dos equipamentos e acessórios electromecânicos, aparelhagens e luminárias na infra-estrutura de eletricidade.

 2- A Divisão de Obras Municipais dirigirá e prestará o apoio técnico necessário à execução da mencionada obra.

3- Os trabalhadores municipais que a Câmara Municipal afectará à execução dos trabalhos ora protocolados serão os necessários à execução das tarefas nas quais estão devidamente habilitados.

Cláusula 3ª

Obrigações da Fábrica da Igreja

Incumbe à Fábrica da Igreja Paroquial de Tarouca:

a)    supervisionar a execução da obra, em articulação com os serviços técnicos municipais;

b)    adquirir e ou disponibilizar aos trabalhadores municipais os materiais e equipamentos necessários à construção do edifício, que não sejam da responsabilidade da Câmara Municipal;

c)    informar a Câmara Municipal de quaisquer alterações às obras objecto do presente protocolo que interfiram com o apoio concedido.

Cláusula 4ª

Período de vigência

1- O período de vigência deste protocolo é de 12 meses, iniciando a produção de efeitos na data da sua assinatura.

2- O período de vigência é automaticamente prorrogável por iguais e sucessivos períodos de um ano, até à conclusão dos trabalhos protocolados.

Cláusula 5ª

Alterações


Qualquer alteração ao presente protocolo carece de prévio acordo do primeiro outorgante, a prestar por escrito.


Cláusula 6ª

Cessação

1- O presente protocolo cessa na data da conclusão das obras objecto do mesmo ou por acordo entre as partes.

2- Pode ainda ser resolvido com fundamento em incumprimento definitivo das obrigações assumidas por um dos outorgantes, por motivo que lhes seja imputável, mediante comunicação escrita enviada com 90 dias de antecedência.

 Feito em duplicado, ficando um exemplar para cada um dos outorgantes.

 Tarouca, 4 de agosto de 2013
 
 





  
Dia 4 de Agosto. Pelas 12 horas, no Centro Paroquial Santa Helena da Cruz, Tarouca, realizou-se a assinatura do Protocolo entre a Paróquia de São Pedro de Tarouca e a Câmara Municipal de Tarouca, tendo em vista a definição das condições e obrigações, assumidas por ambas as entidades, da cooperação técnica e financeira destinada à construção da 2ª fase do "Centro Paroquial Santa Helena da Cruz".

Em reunião ordinária,  realizada em 1 de agosto, Conselho Económico Paroquial havia-se pronunciado favoravelmente e por unanimidade dos presentes à celebração do referido protocolo.

No fim de todas as Missas celebradas na Paróquia durante este fim-de-semana, fora feito um convite às pessoas para estarem presentes na assinatura do citado Protocolo. Assim poderiam inteirar-se do conteúdo do Protocolo, pois "uma pessoa esclarecida vale por duas".

A sessão, que decorreu de uma forma simples, sem grandes formalismos protocolares, e que contou com um bom grupo de paroquianos presentes, iniciou-se com a projeção de imagens do projeto da 2ª fase. De seguida, a senhora Drª Luísa procedeu à leitura do Protocolo.
Usou então da palavra o Pároco para falar da necessidade da construção da obra em causa que terá um bom salão polivalente (serviço religioso nas grandes enchentes; apoio a idosos, gratuito e apoiado em voluntariado; festas da catequese; reuniões gerais de pais; atividades culturais, etc). Por baixo do salão, existirão a sala de jovens - o nosso grupo de jovens tem neste momento 70 jovens! - sala do GASPTA, espaço para arrumos (andores, carrinha, outros objetos afetos ao culto) e sala para a reimplantação do escutismo.
Falou ainda das muitas dificuldades financeiras advindas da construção da parte Centro Paroquial já em funcionamento e agradeceu a maneira como a Câmara Municipal soube acolher as preocupações da Paróquia e se dispôs a ajudar.
Depois o senhor Presidente da Câmara, em nome da Câmara Municipal, sublinhou que a autarquia  está atenta às necessidades das povoações, situem-se estas em que freguesias se situarem, pois a melhoria de vida das pessoas traz a melhoria do concelho.
Frisou ainda que mais este encargo para a Câmara revela a preocupação da autarquia para com os muitos jovens, crianças (358 na catequese!), idosos e famílias para quem a obra a edificar acarreta melhor qualidade de vida e vem de encontro às suas preocupações.
Disse ainda que a obra é para arrancar já e solicitou a todos os presentes que nunca desanimassem mais que colaborassem.

Seguiu-se a assinatura do protocolo.

ESCLARECIMENTO IMPORTANTE
1. A Câmara oferecerá o trabalho dos seus trabalhadores qualificados para a construção do imóvel, procederá à construção dos muros, fará os arranjos exteriores e outras tarefas como pode ver acima na Cláusula 2.
É fantástica esta ajuda!

2. Mas  NÃO PENSEM que a Câmara fará tudo! À Paróquia, à comunidade paroquial, a cada um de nós, cabe PAGAR os materiais necessários ( blocos, cimentos, bigas, areia, portas, vidros, janelas, etc) e colocar no espaço as máquinas necessárias que a Câmara não tenha.
Pensem ainda nos acabamentos! Sempre caríssimos.
Pensem no apetrechamento do imóvel (palco, mobiliário, cortinados, ecrã, projetores, aparelhagem de som, aquecimento, etc). 

Não é hora de olhar para trás! Não é hora de assobiar para o lado.
É hora da generosidade, da união, da coragem pelo futuro.
Vamos deixar às gerações futuras aquilo que nós não recebemos. E esta honra ninguém no-la tira!
Então contribuamos até que as mãos e o coração nos doam.

sábado, 3 de agosto de 2013

«DEFESO» NA FÉ?

-            http://blog.pai.pt/wp-content/uploads/2010/06/S%C3%A3o-Jo%C3%A3o-no-Porto-Santos-Populares-2010-1024x682.jpg

1. Já tivemos o defeso no futebol. Parece que ainda estamos no defeso da política. E, às vezes, dou comigo a pensar se esta não será também a época de um certo defeso da fé.
 
É verdade que, pelo menos exteriormente, abundam manifestações de fé. Não há terra em que não passe uma procissão. Não há ermida onde não se faça uma romaria. Não há aldeia onde não haja multidões.
 
São muitos os forasteiros. Umas vezes, parecem peregrinos. Outras vezes, portam-se como turistas. Outras vezes ainda, comportam-se como meros foliões.
 
 2. Sendo assim, será que estamos mesmo diante de manifestações de fé? Olhemos, por um lado, para os orçamentos das festas e, por outro lado, para a pobreza de muitas pessoas.
 
Se, como alertou S. Paulo, a fé actua pela caridade (cf.Gál 5, 6), era muito mais belo se as quantias que se gastam nestes dias ajudassem a matar a fome a tanta gente. O próprio Deus seria muito mais honrado. E a fé sairia infinitamente mais fortalecida!
 
3. O certo é que, não obstante a crise, Portugal «converte-se numa marcha de foguetes e músicas». O retrato de Juan Rubio acerca de Espanha ajusta-se perfeitamente ao nosso país.
 
E o mais curioso é que, «numa sociedade que, a cada dia, se diz mais descristianizada, menos crente e mais secularizada», estas festas são dedicadas à Virgem Maria e aos Santos.

4. No entanto, a vivência religiosa parece residual. Dá a impressão de que o religioso é mais o pretexto do que o motivo da festa. As imagens dos santos surgem nos cartazes e figuram nos andores, mas o ambiente folgazão e o impulso gastador combinam pouco com a sobriedade evangélica.
 
Com as festas, a economia das populações ganha um pouco. Mas será que a formação cristã das pessoas cresce alguma coisa? Dir-se-ia que, nestes tempos, se esquece não só a crise, mas também a fé...
 
5. Há duas abordagens habituais, mais sussurradas que assumidas, em torno destes epifenómenos. Uma é mais preguiçosa. A outra é mais belicosa. Ambas correm o risco de não aprofundar o debate nem de ajudar a alterar a realidade.
 
A abordagem mais preguiçosa exalta a situação ou, então, resigna-se a ela. Vê tudo isto como sinal de vitalidade do país profundo e como expressão de uma fé genuína, não controlada pela hierarquia.
 
Nos seus antípodas, há uma abordagem mais belicosa, que não descortina qualquer valor nas festas. Limita-se a tolerá-las, dando por adquirido que jamais se poderão melhorar.

6. Resultado.
 
No primeiro caso, existe uma assimilação acrítica que se limita a seguir a corrente.
 
Já no segundo caso, opta-se por uma avaliação tão (impiedosamente) crítica que nem pondera a menor tentativa de transformação. E é assim que tudo tende a continuar como sempre.
 
7. Não falta, como observa Juan Rubio, quem, «com mais emoção que cabeça, diga que a nova evangelização começa por aqui, justificando-se deste modo a falta de imaginação pastoral».
 
Acontece que evangelizar não é só manter; também é mudar. É claro que haverá sempre resistências e dores. Mas não podemos recuar nem desistir. Não se trata de demolir ou de apagar. Em todo o crescimento, há que polir e discernir.
 
Nas festas de Verão, «haverá que manter o essencial, o importante. O resto será para limar e purificar».

8. Afinal, as festas são para nós ou para Deus?
 
S. João da Cruz não hesitava: «Os homens fazem as festas mais para eles do que para Vós, Senhor»!
 
Mas, nesse caso, porque é que se teima em usar o nome de Deus e a imagem dos santos?
 
Fonte: aqui

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Braga: Cidade recebe Seminário Maior comum às dioceses da Guarda, Viseu, Lamego e Bragança-Miranda

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Decreto de implantação do projeto está assinado e a nova estrutura vai acolher cerca de 30 alunos no próximo ano letivo



 Os bispos da Guarda, Viseu, Lamego e Bragança-Miranda assinaram um decreto para a implantação de um Seminário Maior em Braga, na sequência da extinção do Instituto Superior de Teologia de Viseu, que servia as quatro dioceses.
No documento, enviado à Agência ECCLESIA, D. Manuel Felício, D. Ilídio Pinto, D. António Couto e D. Jorge Cordeiro explicam esta medida com a necessidade de “encontrar uma alternativa viável para a formação dos candidatos ao sacerdócio”.
Depois de “obtida a respetiva autorização de D. Jorge Ortiga”, arcebispo de Braga, o seminário interdiocesano vai ser erigido na Rua de Santa Margarida, junto ao polo da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.
Depois de analisarem diversas hipóteses, como Coimbra ou Porto, os quatro responsáveis católicos avançaram para Braga, que vai realizar obras nas instalações que os seminaristas vão ocupar.
Para assegurar a educação dos cerca de 30 alunos inscritos para o próximo ano, cada diocese vai pagar uma mensalidade, sem mais nenhum encargo.
O Seminário Maior vai ter como reitor, nos próximos três anos, o padre Paulo Figueiró, da Diocese da Guarda, e como formadores os padres José Luís Pombal e Vasco Pedrinho, respetivamente da Diocese de Bragança-Miranda e Lamego.
Para assegurar a direção espiritual dos seminaristas, foi escolhido o padre Nuno Filipe Santos, da Diocese de Viseu.
Depois de garantida a continuidade da formação dos candidatos ao sacerdócio das quatro dioceses, até ao início do novo ano letivo vão ser definidos os estatutos, o regulamento e o projeto educativo do novo Seminário.
In agência ecclesia

ESCLARECENDO
1. Até agora os seminaristas das dioceses de Lamego, Guarda, Viseu,  e Bragança-Miranda  frequentavam Instituto Superior de Teologia de Viseu o qual foi extinto. Recorde-se que os seminaristas de Lamego faziam diariamente o percurso entre o Seminário de Lamego onde viviam e o Instituto Superior de Teologia de Viseu.
2. Com a extinção do Instituto Superior de Teologia de Viseu, as 4 dioceses envolvidas ( Lamego, Guarda, Viseu,  e Bragança-Miranda)   tiveram necessidade de arranjar uma alternativa para a formação dos seus seminaristas.
3. Neste contexto, acaba de nascer o seminário interdiocesano que vai funcionar em Braga, depois de obtida  a autorização do arcebispo daquela arquidiocese.
4. Naturalmente os seminaristas da diocese de Lamego regressam ao Seminário de Lamego aos fins-de-semana. Assim mantêm os laços com a diocese de onde emergem e a que se destinam. Aqui continuam a sua formação e se inserem pastoralmente.
5. A diminuição de seminaristas nas várias dioceses obriga também a procurar novas soluções. Penso que o número de seminaristas desta diocese no ano 2012/2013 seria de 12!!! E  Guarda, Viseu,  e Bragança-Miranda  teriam ainda menos....