quinta-feira, 31 de maio de 2012

Domingo da SANTÍSSIMA TRINDADE

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Leituras: aqui


Oração de um Jovem Triste

Sobre São Pedro, o Padroeiro desta Comunidade

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São Pedro, um líder


S. Pedro - Chefe dos Apóstolos . Kefã em aramaico (rocha) - Nome que foi imposto por Jesus a Simão filho de Jonas. Era irmão de André e exercia com ele a profissão de pescador. Nasceu em Betsaida e morou em Cafarnaum. Era um galileu dedicado e fiel, líder, precipitado por vezes e medroso. Sempre de palavra e acção prontas.

Foi dos primeiros a ser chamado pelo Mestre a quem acompanha em toda a parte e do qual é testemunha dos milagres da filha de Jairo, da transfiguração e da agonia no horto. Em Cesareia de Filipe saúda Jesus como Messias. Jesus promete construir sobre ele a Sua Igreja. Durante a Paixão nega a Cristo, apesar de tentar impedir a Sua prisão.

Jesus ressuscitado aparece-lhe. E depois da Ascensão surge como líder incontestado. Exerceu a sua actividade em Jerusalém e na Palestina. Aparece em Roma, não se sabendo quando e como chegou. Foi martirizado na perseguição de Nero entre 64 e 67. Foi enterrado na colina do Vaticano, onde foi construída a primeira basílica de S. Pedro, convictos de aí estarem os restos mortais do primeiro Bispo de Roma e Papa da cristandade nascente.

S. Pedro, o nosso Padroeiro


A Igreja de S. Pedro de Tarouca é um robusto templo românico-gótico, no coração da Cidade que o foi aconchegando à medida da sua evolução. Ele deu, pois, forma ao centro nevrálgico da sede do Município, a ponto de, a pequena distância, gravitar toda a vida social e administrativa do Concelho.

E evidente não ser este o primitivo. Buscaríamos a sua origem dentro do românico, em pleno século XII.

No lado esquerdo do  altar-mor, com uma bela talha dourada do período barroco, encontra- -se a Imagem do Padroeiro – São Pedro. Uma Imagem talvez mais tardia do que o altar e com algumas particularidades, pois apresenta um Papa com configuração de rei. Saliente-se que o altar-mor remata com a tiara e as chaves, os símbolos de São Pedro, Papa.

Segundo os historiadores, a primitiva ermida dedicada a S. Pedro teria sido edificada no local onde hoje fica o Bairro de São Pedro. Sobre as modestas e aconchegadas ruínas aí existentes, foi há poucos anos erguida uma capela em honra de São Pedro.

Esta paróquia de Tarouca, cujo Padroeiro é São Pedro, surge com esta invocação, pela importância e difusão do culto do Santo Apóstolo, primeiro Papa da Igreja, que a afirma como uma das primeiras do território de Riba Douro, já nos alvores da Nacionalidade.

 São Pedro recebeu de Cristo o serviço de confirmar os irmãos na fé. Por isso, na diversidade dos seus povos e das suas gentes, a Paróquia de São Pedro de Tarouca, é chamada constantemente a construir a unidade. Para merecer ser a comunidade cristã de São Pedro de Tarouca…

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O Reino de Deus é uma Pessoa que tem o nome e o rosto de Jesus de Nazaré, imagem do Deus invisível

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-Hoje vou destacar as palavras que o Santo Padre dirigiu aos Bispos italianos, num encontro do passado dia 24 de Maio.

A racionalidade científica tende a um singular e crescente questionamento sobre a espiritualidade e o sobrenatural, o que, segundo o Papa, é sinal de uma inquietude que habita no coração do homem que não se abre ao horizonte crescente de Deus.
Esta situação de secularismo caracteriza, sobretudo, as sociedades de antiga tradição cristã e corrói aquele tecido cultural capaz de abraçar toda a existência humana.


Enquanto muitos olham com dúvida as verdades ensinadas pela Igreja, outros reduzem o Reino de Deus a alguns grandes valores, que têm certamente a ver com o Evangelho, mas, como reforça o Papa, ainda não são o núcleo da fé cristã.
"O Reino de Deus é dom que nos transcende. Como afirmava o beato João Paulo II, ‘o Reino de Deus não é um conceito, uma doutrina, um programa sujeito à livre elaboração, mas é, acima de tudo, uma Pessoa que tem o nome e o rosto de Jesus de Nazaré, imagem do Deus invisível’", disse o Papa.
Infelizmente, o Santo Padre reconhece que o próprio Deus foi excluído do horizonte de muitas pessoas e o discurso sobre Deus ainda está relegado ao âmbito subjectivo, reduzido a um facto íntimo e privado, marginalizado pela consciência pública.
"Num tempo no qual Deus se tornou para muitos o grande Desconhecido e Jesus simplesmente um grande personagem do passado, não haverá um relançamento da acção missionária sem o renovamento da qualidade da nossa fé e da nossa oração; não seremos capazes de oferecer respostas adequadas sem um novo acolhimento do dom da Graça; não saberemos conquistar os homens pelo Evangelho sem nos tornarmos nós os primeiros a aprofundar a experiência com Deus", enfatizou.
Bento XVI salienta que a missão da Igreja foi e sempre será a de levar os homens e as mulheres a uma relação com Deus, ajudá-los a compreender que cumprir a vontade de Deus não é um limite à liberdade, mas torna-os realmente livres. (Bento XVI)

In O Anigo do Povo

terça-feira, 29 de maio de 2012

Luz da rua apagada

No café, ouvi um casal deste terra preocupadíssimo.
Às 3 horas e trinta minutos, a senhora levantou-se. Olhou pela vidraça da janela e estava tudo, tudo apagado. Ficou tão assustada que acordou o marido, pois não queria acreditar e pensava estar a ter um pesadelo.
Os dois confirmaram tudo. 3 horas e trinta minutos e a luz da rua estava já desligada.
A revolta deste pacífico casal era evidente. Como é possível estar a luz pública apagada a uma hora tão perigosa da noite? -  perguntavam os dois.
Eles já sabiam que a luz pública apagava mais cedo. Só não imaginavam que fosse a horas tão perigosas. Se é preciso poupar - diziam -  então que liguem a luz mais tarde, lá para as 22 ou 22 e trinta. Agora a horas tão perigosas e num tempo tão inseguro, tudo apagado!!!

domingo, 27 de maio de 2012

Com estes jovens "não há gato", pois soltam as asas...



O senhor Vigário Geral da Diocese de Lamego, Mons. Dr. Joaquim Rebelo, deslocou-se a Tarouca neste domingo para crismar 23 jovens.
Pelo que senti, pelo que ouvi e pelo que referiu o senhor Vigário Geral, tudo correu bem, felizmente.
Os jovens portaram-se à maneira. Estiveram muito bem. Serenos, participativos, felizes.
Na homilia, Mons. Joaquim Rebelo falou-lhes, a partir das leituras do Domingo de Pentecostes, do Espírito Santo, Dom de Deus, que sustenta o nosso "permanecer" em Cristo, do compromisso dos crismados na vida da comunidade eclesial. Indicou-lhes o caminho da fidelidade em relação aos compromissos assumidos.
Os jovens animaram com os cânticos a assembleia, com o apoio de um grupo instrumental;  proclamam as leituras; participaram no cortejo de oferandas.

No fim da Eucaristia, o pároco, no seguimento das palavras do senhor Vigário Geral deixou-lhes um desafio: participem! No coral, no grupo de jovens, no acolitado, no grupo sócio-caritativo, no anúncio sem meda da fé através da internet, etc. Sois demasiado importantes para serdes pombas com asas de chumbo e não tendes vocação de morcego.
Terminada a celebração, os crismados ofereceram ao senhor Vigário Geral uma pequena oferta como sinal de gratidão pela sua presença. Igualmente agradeceram aos seus catequistas César e Jerusa, à Laida e a outros educadores.
Seguiu-se a entrega do diploma.

Um obrigado sincero aos seus catequitas - todos os que com eles trabalharam ao longo dos anos. Parabéns aos pais, pois muito pouco a catequese pode fazer sem o empenho continuado da família.
Obrigado à Laida, organista e outros instrumentistas, pelo contributo indispensável à preparação e realização desta festa jovem.
A todos os que de uma forma ou de outra deram a sua ajuda, os nossos parabéns.
Muito obrigado, senhor Vigário Geral. Pela presença tão humana e edificante, pela palavra clara que dirigiu, pelo incentivo, por nos fazer sentir Igreja. Bem-haja pela amizade, pela partilha, pela compreensão.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

DOMINGO DE PENTECOSTES

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Leituras: aqui

Vem Espírito Santo

Sem o Espírito…

Sem o Espírito Santo, Deus fica longe;
Cristo permanece no passado;
O Evangelho é letra morta;
A Igreja é uma simples organização;
A autoridade é um poder;
A missão é propaganda;
O culto, uma velharia;
E o agir moral, um agir de escravos.

Mas, no Espírito,

O cosmos é enobrecido pela geração do Reino;
Cristo ressuscitado torna-se presente;
O Evangelho faz-se poder e vida;
A Igreja realiza a comunhão trinitária;
A autoridade transforma-se em serviço;
A liturgia é memorial e antecipação;
O agir humano é divinizado.
(Atenágoras)

Quem é o Espírito Santo?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica, o Espírito Santo é a "Terceira Pessoa da Santíssima Trindade". Quer dizer, havendo um só Deus, existem n'Ele três pessoas diferentes: Pai, Filho e Espírito Santo. Esta verdade foi revelada por Jesus no   seu Evangelho.

O Espírito Santo coopera com o Pai e o Filho desde o começo da história até sua consumação, quando o Espírito se revela e nos é dado, quando é reconhecido e acolhido como pessoa. O Senhor Jesus no-lo apresenta e se refere a Ele não como uma potência impessoal, mas como uma Pessoa diferente, com seu próprio atuar e um caráter pessoal.

O Espírito Santo, o Dom de Deus
"Deus é Amor" (Jo 4,8-16) e o Amor que é o primeiro Dom, contém todos os demais. Este amor "Deus o derramou em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5,5).

Posto que morremos, ou ao menos, fomos feridos pelo pecado, o primeiro efeito do Dom do Amor é a remissão de nossos pecados. A Comunhão com o Espírito Santo, "A graça do Senhor Jesus Cristo, e a caridade de Deus, e a comunicação do Espírito Santo estejam com todos vós" (2Cor 13,13;) é a que, na Igreja, volta a dar ao batizados a semelhança divina perdida com o pecado.

Pelo Espírito Santo nós podemos dizer que "Jesus é o Senhor", quer dizer que, para entrar em contato com Cristo, é necessário   ter sido atraído pelo Espírito Santo.

Mediante o Batismo é-nos  dada a graça do novo nascimento em Deus Pai por meio de seu Filho no Espírito Santo. Porque os que são portadores do Espírito de Deus são conduzidos ao Filho; mas o Filho os apresenta ao Pai, e o Pai lhes concede a incorruptibilidade. Portanto, sem o Espírito não é possível ver ao Filho de Deus, e sem o Filho, ninguém pode aproximar-se do Pai, porque o conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho de Deus alcança-se  pelo Espírito Santo.

Vida e Fé. O Espírito Santo com sua graça é o "primeiro" que nos desperta para a  fé e nos inicia na vida nova. Ele é quem nos precede e desperta em nós a fé. Entretanto, é o "último" na revelação das pessoas da Santíssima Trindade.

O Espírito Santo coopera com o Pai e o Filho desde o começo do Desígnio de nossa salvação e até sua consumação. Somente nos "últimos tempos", inaugurados com a Encarnação redentora do Filho, é quando o Espírito se revela e nos é dado, e é reconhecido e acolhido como Pessoa.

O Paráclito. Palavra do grego "parakletos", o mediador, o defensor, o consolador. Jesus  apresenta-nos ao Espírito Santo dizendo: "O Pai vos dará outro Paráclito" (Jo 14,16). O advogado defensor é aquele que, pondo-se de parte dos que são culpáveis devido a seus pecados os defende do castigo merecido, os salva do perigo de perder a vida e a salvação eterna. Isto é o que Cristo realizou, e o Espírito Santo é chamado "outro paráclito" porque continua fazendo operante a redenção com a qual Cristo nos livrou do pecado e da morte eterna.

Espírito da Verdade: Jesus afirma de si mesmo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (Jo 14,6). E ao prometer o Espírito Santo naquele "discurso de despedida" aos seus apóstolos na Última Ceia, diz que será o Espírito Santo  quem depois de sua partida, manterá entre os discípulos a mesma verdade que Ele anunciou e revelou.

O Paráclito, é a verdade, como o é Cristo. Os campos de ação em que atua o Espírito Santo são o espírito humano e a história do mundo. A distinção entre a verdade e o erro é o primeiro momento de tal atuação.

Permanecer e atuar na verdade é o problema essencial para os Apóstolos e para os discípulos de Cristo, desde os primeiros anos da Igreja até o final dos tempos, e é o Espírito Santo quem torna possível que a verdade sobre Deus, o homem e seu destino, chegue até nossos dias sem alterações.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Sacramento da Confirmação (Crisma) - O que é? Para que se recebe?

Crisma é o sacramento que, conferindo os dons do Espírito Santo em plenitude, inaugurado no batismo, põe o fiel no caminho da perfeição cristã e assim o faz passar da infância para a idade adulta, pois é o Sacramento da maturidade Cristã.
Podemos então dizer que a Crisma é o Sacramento da Confirmação do Batismo, é o Sacramento da Juventude, é o Sacramento por excelência do Espírito Santo.
Crisma é uma palavra grega que significa: óleo de ungir. A palavra Confirmação tem aqui o significado de fortalecimento, pois deve tornar o cristão “forte e robusto” no espírito.
Ungir é esfregar o óleo do Crisma na fronte do crismando em forma de cruz. Esse óleo usado na cerimônia de Crisma é consagrado na Missa da Quinta-Feira Santa.
Três coisas são necessárias na administração da Crisma:
  • A imposição das mãos sobre a cabeça do crismando;
  • A unção com o óleo do Crisma na fronte do crismando;
  • As palavras que o Ministro diz: Recebe por este sinal os Dons do Espírito Santo, ao que o crismando responde: Amém.
Normalmente é o Bispo que ministra o sacramento da Crisma, porém ele pode delegar esse poder a um sacerdote em sua ausência.
Na celebração o Ministro faz a Oração pedindo os Dons do Espírito Santo:
“ Deus Todo Poderoso que, pela água e pelo Espírito Santo, fizeste renascer estes vossos servos, libertando-os do pecado, enviando-lhes o Espírito Santo: dai-lhes, Senhor, o Espírito de Sabedoria e Inteligência, o Espírito de Conselho e Fortaleza, o Espírito de Ciência e Piedade, e enchei-os do Espírito do vosso Temor.”
O Sacramento da Crisma deve provocar no crismando aquilo que o Espírito Santo provocou naqueles que estavam no cenáculo no dia de Pentecostes - Atos dos Apóstolos 2, 1-47.
Para que recebemos o Sacramento da Crisma?
Comumente dizemos que a Crisma nos faz soldados de Cristo, que confirma o Batismo, Sacramento do adulto, da responsabilidade. Uma só coisa a Igreja nos garante sobre este sacramento: “Crisma nos concede o Espírito Santo”.
Olhando para a Bíblia, descobrimos que o Espírito Santo tem duas funções:
1º) o de dar a vida através do Batismo.
2º) e o de levar a vida até sua perfeição (santidade) = Crisma.

A confirmação nos dá, pois, o Espírito Santo para levarmos até a perfeição o que recebemos no Batismo. Chegar à perfeição segundo a vontade do Pai.
Talvez possamos dizer que o Batismo constitui mais o aspecto estático ao passo que a Crisma expressa mais o aspecto dinâmico, evolutivo da vida cristã. Uma coisa é ser cristão simplesmente, outra é chegar a plenitude de santidade. Evoluir, é tomar novo impulso, crescer constantemente na vida iniciada no Batismo.
Não podemos permanecer semente; é preciso que a semente germine, cresça e dê frutos em abundância. (At 8, 14 - 19 – At 2, 1-47)

Missão do crismando
  • Ser bom fermento que leveda a massa.
  • Fomentar a caridade fraterna.
  • Comunicar aos outros o amor de Cristo que está nele.
  • Mostrar, com palavras e com atos, sua maturidade cristã e o desejo de sempre crescer até atingir a plenitude de Cristo.
Crisma não é um sacramento a mais, é o sacramento que faz o autêntico cristão.
Ser cristão é comprometer-se com o Evangelho e ser coerente com os compromissos assumidos em relação a ele.

Os sete Dons do Espírito Santo:
  • Sabedoria: Não a sabedoria do mundo, mas aquela que nos faz reconhecer e buscar a verdade, que é o próprio Deus: fonte da sabedoria. Verdade que encontramos na Bíblia
  • Entendimento: é o dom que nos faz aceitar as verdades reveladas por Deus.
  • Conselho: é a luz que nos dá o Espírito Santo, para distinguirmos o certo do errado, o verdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa vida, e a de quem pede um conselho.
  • Ciência: Não é a ciência do mundo, mas a ciência de Deus. A verdade que é vida. Por esse dom o Espírito Santo nos indica o caminho a seguir na realização da nossa vocação.
  • Fortaleza: é o dom da coragem para viver fielmente a fé no dia-a-dia, e até mesmo o martírio, se for preciso.
  • Piedade: é o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. Nesse dom nos é dado o sabor das coisas de Deus.
  • Temor de Deus:Temor aqui não significa "ter medo de Deus", mas um amor tão grande, que queima o coração de Respeito por Deus. Não é um pavor pela justiça divina, mas o receio de ofender ou desagradar a Deus.
Fonte: aqui

terça-feira, 22 de maio de 2012

Sacramentos de Iniciação Cristã

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Os Sacramentos da Igreja Católica são sete. Mas destes há 3 que integram a  INICIAÇÃO CRISTÃ. Quais são? Porquê?

BAPTISMO



EUCARISTIA



CONFIRMAÇÃO
(Crisma)







Sacramentos da Iniciação Cristã
Através dos sacramentos de iniciação cristã - Baptismo, Confirmação e Eucaristia - são lançados os alicerces de toda a vida cristã. Nascidos para uma vida nova pelo Baptismo, os fiéis são efectivamente fortalecidos pelos sacramento da Confirmação e recebem na Eucaristia o Pão da vida eterna (CIC 1212)
"Através dos sacramentos da iniciação cristã – Baptismo, Confirmação e Eucaristia são lançados os alicerces de toda a vida cristã. «A participação na natureza divina, dada aos homens pela graça de Cristo, comporta uma certa analogia com a origem, crescimento e sustento da vida natural. Nascidos para uma vida nova pelo Baptismo, os fiéis são efectivamente fortalecidos pelo sacramento da Confirmação e recebem na Eucaristia o Pão da vida eterna. Assim, por estes sacramentos da iniciação cristã, eles recebem cada vez mais riquezas da vida divina e avançam para a perfeição da caridade» - Catecismo da Igreja Católica

Os 7 Sacramentos Católicos

Sacramento da Confirmação (Crisma)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

TODOS SOMOS IGREJA!

Os que acreditam em Jesus Cristo e n’Ele foram baptizados são Igreja.
A Igreja é o povo, a família dos baptizados.

Temos então na Igreja, conforme a vocação de cada um:

-Fiéis ou cristãos leigos








-Fiéis ou cristãos ordenados, porque receberam o sacramento da Ordem (diáconos, presbíteros e bispos)








-Fiéis ou cristãos religiosos (frades e freiras, chamadas vocações de consagração)

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A FAMÍLIA É A IGREJA DOMÉSTICA, aquela pequena comunidade, pai, mãe, filhos, que acredita em Jesus Cristo e n'Ele foi baptizada, é a Igreja doméstica, Igreja do lar.

Banco Alimentar - Recolha de alimentos 26 e 27 de Maio

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Reunião do Conselho de Arciprestes

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Pela primeira vez sob a presidência de D. António Couto, reuniu hoje na Casa de São José, em Lamego, o Conselho de Arciprestes.
D. António apresentou com clareza o que pretende para a diocese e como pretende que funcione este Conselho do qual afirmou "“Considero-o mesmo fundamental”..
Após a sua intervenção, o Prelado escutou serenamente o que cada um dos presentes houve por bem dizer.
Foi clara a disposição dos participantes para acolher a mudança e por ela se deixar tocar e envolver dentro da dinâmica proposta: "renovar na continuidade".
D. António propôs o tema para o próximo ano pastoral: “Vamos juntos construir a casa da Fé e do Evangelho”, solicitando a sua análise e estudo para acolher possíveis enriquecimentos.
O senhor Bispo deixou esta sua convicção: “Não está na minha mente extinguir qualquer paróquia, mesmo que sejam extintas as freguesias”. E lançou este desafio: “O que conta não é a estatística, contam os nomes, os rostos e as pessoas”, apelando a uma pastoral de proximidade, do "ir e acolher".
Após o encontro, teve lugar a refeição fraterna, seguida por um instante de belo e agradável momentito de convívio.

Solenidade da Ascensão do Senhor

Leituras: aqui

1. A ascensão é o cumprimento pleno daquela Hora, anunciada, em primeira mão, por Jesus a Maria, em Caná da Galileia. É a hora de Jesus, partir deste mundo para o Pai, levando-nos consigo e elevando-nos a todos com Ele. Mas é também a hora de nós partirmos “a pregar por toda a parte a Boa Nova” (Mc.16,20). Dito, de modo simples, nesta hora Jesus parte, para ficar no meio de nós e por meio de nós. E nós ficamos para partir e pregar a sua Boa Nova, com Ele e por meio d’Ele. É a hora do parto da própria Igreja, que tem de dar um grito e fazer-se à vida, como uma criança acabada de nascer. Jesus, porém não é um ausente; ele permanece presente e, como dizia o evangelho (Mc.16,20) “cooperava” com os discípulos e “confirmava” a força da Palavra, com sinais maravilhosos! A Palavra de Deus transforma sempre a nossa Vida!
2. Mas, neste domingo, em que se assinala também o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS), o Santo Padre vem lembrar-nos que o caminho da evangelização não passa apenas pelo anúncio da Palavra, mas que o acolhimento desta requer sempre o difícil exercício do silêncio. Pois o silêncio é o berço da Palavra. E perguntamo-nos: fará sentido este elogio do silêncio, numa Mensagem para o Dia das Comunicações Sociais? Sim, faz. Porque a nossa, é uma época, na qual não se favorece o recolhimento; aliás, às vezes tem-se a impressão de que as pessoas têm medo de se separar, nem que seja por um instante, do rio de palavras e de imagens que marcam e enchem os dias. Ora, a vertigem com que hoje a informação nos chega ao ecrã do telemóvel, da net, da TV, exige, da nossa parte, uma maior ponderação, uma seleção, uma séria capacidade crítica, para “discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório”. E esta «digestão» da informação não é possível se não for ruminada no silêncio. Mais ainda, o silêncio é fundamental para podermos “descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si; o silêncio é um bem necessário, para avaliar e analisar as mensagens” recebidas. No meio de tanta informação, impõe-se-nos “criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons” (Bento XVI, Mensagem para o 46º DMCS 2012).
3. Assim, se, por um lado, devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual, não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, por outro lado, também devemos buscar e encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus! Daí a necessidade de voltar a “aprender a escutar, a contemplar, para além do falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja, para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo” (Bento XVI, Mensagem para o 46º DMCS 2012).
4. Neste sentido, já tinha dito muito antes o Papa: “redescobrir a centralidade da Palavra de Deus, na vida da Igreja, significa também redescobrir o sentido do recolhimento e da tranquilidade interior. Só no silêncio é que a Palavra pode encontrar morada em nós, como aconteceu em Maria, mulher inseparável da Palavra e do silêncio» (Bento XVI, Verbum Domini, n. 66).
5. Sim, meus queridos irmãos e irmãs: esta necessária harmonia entre o silêncio e a Palavra, não podia encontrar melhor expressão, do que em Maria! Maria é para nós, como foi para os discípulos, a verdadeira imagem de uma Casa, da morada enamorada de Deus, habitada pelo silêncio. Desde o princípio dos evangelhos, vemos que Maria foi aquela que verdadeiramente abriu e escancarou a porta do seu coração à Palavra de Deus! Ela mesmo respondeu e correspondeu à Palavra de Deus dizendo: «Faça-se em Mim, segundo a Tua Palavra” (Lc.2,38). Maria era um coração todo puro, recetividade plena, silêncio absoluto, onde a Palavra de Deus estava como que "em sua casa". Por isso, também Maria, nos dias da vida de Jesus, «ponderava todas as palavras e todas as coisas em seu coração», (cf. Lc.2,19.51), ela meditava em tudo o que ouvia e em tudo o que via. Ela como que recolhia e ligava todas as palavras e todas as imagens da sua vida, procurando, no silêncio do coração, decifrar aí os apelos de Deus.
6. Mas Maria está ligada, sobretudo pelo silêncio, à grande hora de Jesus, a todas as suas horas, mas, de modo especial, à hora da sua cruz e da sua glorificação, “em que o Verbo emudece, torna-se silêncio de morte, porque se “disse” até calar, nada retendo do que nos devia comunicar» (Bento XVI, Verbum Domini, 12). Também nas primeiras horas da vida da Igreja, os discípulos contaram sempre com a presença silenciosa da Mãe de Jesus, com o seu exemplo e proteção. Naquela mesma sala de cima, onde Jesus celebrou a Ceia e se manifestou vivo aos discípulos «e estava à mesa a conversar com eles», também aí se encontrava Maria, entre outras mulheres (cf. At.1,14), em oração.
7. Nesta hora, de parto e de partida, para a Igreja, Maria, fala-nos e convida-nos ao silêncio, a olhar para o céu, a ver a vida, a partir do alto, a acolher a Palavra, a escutá-la, até chegarmos, como ela, a pensar com a Palavra de Deus, a falar com a Palavra de Deus, a viver a Palavra de Deus.
A Maria, Nossa Senhora, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra», confiemos pois toda a obra de evangelização desta Paróquia, que é sua e se tornará tanto mais sua, quanto for verdadeira Casa do Silêncio e Casa da Palavra!
Fonte: aqui

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Próximo Domingo: Dia Mundial das Comunicações Sociais


 Arcebispo de Braga deixa desafios a jornalistas
e alerta para «sensacionalismo»

O arcebispo de Braga reuniu-se com jornalistas da região para antecipar o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que a Igreja Católica celebra este domingo, convidando-os a utilizar o silêncio para evitar sensacionalismos.
“Hoje a Comunicação Social vive muito dominada pela questão das audiências, pelos números, pelo sensacionalismo, porventura por aquilo que vende, mas o jornalista deve ser coerente com ele próprio e ao ouvir uma determinada mensagem deve ele mesmo procurar compreendê-la em profundidade para que a possa transmitir em verdade”, disse D. Jorge Ortiga na iniciativa que decorreu esta quarta-feira.
O prelado apresentou a mensagem de Bento XVI para a celebração de 2012, dedicada ao tema ‘Silêncio e palavra: caminho de evangelização’ e disse que “sem o silêncio que proporciona o discernimento “, corre-se o risco de assumir como “verdades fundamentais as meras opiniões céticas e pessoais”.
Nesse sentido, o arcebispo de Braga apelou a uma “purificação linguística” para que haja uma “comunicação sadia”.
“Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil”, sustentou D. Jorge Ortiga, citado pela edição de hoje do ‘Diário do Minho’, jornal da arquidiocese.
Segundo este responsável, os homens da Igreja também têm de prestar atenção ao silêncio para poderem ouvir a Palavra.
“Precisamos de evangelizar estes meios criando, para tal, não só espaços de silêncio, mas também ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus”, acrescentou.
A mensagem de Bento XVI para o 46.º Dia Mundial das Comunicações Sociais sublinha que a Igreja Católica deve “olhar com interesse” para o mundo da internet e promover “uma espécie de ‘ecossistema’” mediático capaz de equilibrar “silêncio, palavra, imagens e sons”.
“Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório”, escreve o Papa.
O documento convida os responsáveis católicos a analisarem “as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual” a encontrar “espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus”.
A celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única do género a ser instituída pelo Concílio Vaticano II (Decreto ‘Inter Mirifica’, 1963).
In agência ecclesia

Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus se cala?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Uma forma diferente de comemorar os anos

Isabel II, rainha de Inglaterra, nasceu a 21 de abril de 1926, mas o seu aniversário será celebrado oficialmente em junho, quando o clima é mais ameno. Este ano a celebração será a 16 de junho com o tradicional desfile militar. A Rainha celebra também este ano o Jubileu de Diamante de 60 anos como monarca e, segundo li, para comemorar a data vai colaborar na distribuição de Bíblias através de escolas e igrejas, ajudando o ministério "Bíblica".

Aquele ministério "Bíblica" consciencializou igrejas e escolas da oportunidade de distribuir Bíblias em honra da Rainha, mas a ideia tomou grandes proporções. "O objectivo inicial era de 250.000 unidades, o que todos pensavam que era uma meta muito elevada para o Reino Unido, mas as denominações e igrejas estão muito animadas com isso. O número agora é de 450.000 unidades".

Doug Lockhart, director daquele serviço, diz que o resultado está a ser muito positivo num momento em que a frequência à igreja anglicana está em baixa no Reino Unido. Mas os jovens, segundo Doug, têm mostrado interesse no Evangelho.

"As Bíblias estão a ser entregues pessoalmente pelas igrejas e escolas. Portanto, não é apenas colocar uma Bíblia na mão de alguém, é uma experiência de pessoa a pessoa em que alguém está realmente a entregar uma Bíblia a outrém. E a esperança é que a interacção se traduza numa vida transformada".

As Bíblias serão entregues no final de maio e início de junho, e a expectativa é de distribuir até 450.000 cópias do Novo Testamento.

Achei interessante esta iniciativa num país como a Inglaterra e de mais a mais com a colaboração da figura mais emblemática daquele país.
Fonte: aqui

terça-feira, 15 de maio de 2012

ASSOCIAÇÃO APOSTOLADO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ESPIRITUALIDADE DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
O Apostolado da Oração é um serviço à Igreja e à Humanidade, procurando que todos rezem por todos, fazendo, assim, uma grande «Família de Orantes». Milhões de pessoas, no mundo, espalhadas por quase todos os países, oferecem suas vidas, cada dia, para colaborar na salvação e na obra da redenção. São quatro os pilares principais da espiritualidade desta Obra.

O Apostolado da Oração é uma organização composta por leigos católicos cuja finalidade é a santificação pessoal e a evangelização. Nasceu num colégio da Companhia de Jesus (de padres Jesuítas) na França e espalhou-se pelo mundo. Trabalha com afinco pela evangelização das famílias e têm uma devoção especial ao Sagrado Coração de Jesus.
ASSOCIAÇÃO APOSTOLADO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
O Apostolado da Oração tem raízes evangélicas, bíblicas, eclesiais, fundamentação teológica, oração e apostolado. Suas linhas mestras:
- Oferecimento diário;
- Vivência da eucarística;
- Culto especial ao Coração de Jesus
- Devoção a Maria Santíssima, a co-Redentora;
- Sintonia com o Papa, o espírito eclesial
- Devoção ao Divino Espírito Santo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A escolha

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Não fostes vós que me escolhestes; fui Eu que vos escolhi a vós e vos destinei a ir e a dar fruto, e fruto que permaneça
Jo 15,16
Hoje, dia de S. Matias, a liturgia confronta-nos com o método de Deus: a escolha.
…Portanto, de entre os homens que nos acompanharam durante todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu no meio de nós,
a partir do baptismo de João até ao dia em que nos foi arrebatado para o Alto, é indispensável que um deles se torne, connosco, testemunha da sua ressurreição.»
Designaram dois: José, de apelido Barsabas, chamado Justo, e Matias.
Fizeram, então, a seguinte oração: «Senhor, Tu que conheces o coração de todos, indica-nos qual destes dois escolheste
para ocupar, no ministério apostólico, o lugar abandonado por Judas, que foi para o lugar que merecia.»
Depois, tiraram à sorte, e a sorte caiu em Matias, que foi incluído entre os onze Apóstolos.
Actos, 1,21-26

Não fomos nós que escolhemos. Fomos escolhidos! Não obstante, isso não diminui a nossa responsabilidade de irmos, darmos fruto e fruto que permaneça.

Boa semana
Pedro Aguiar Pinto
Fonte: aqui

Nota: S. Matias (que significa «dom de Deus») foi escolhido para substituir Judas no Colégio Apostólico. Terá pregado na Etiópia e aí foi martirizado.
Ao longo dos tempos, tem sido invocado para a cura das doenças da bexiga. É também padroeiro dos carpinteiros, dos alfaiates e dos alcoólicos arrependidos.

Fátima e a expressão religiosa em Portugal

In agência ecclesia

domingo, 13 de maio de 2012

Festa da Senhora de Fátima nesta Paróquia

Participação de pessoas na Eucaristia,
junto ao Monumento ao Emigrante

Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima

Crianças na Procissão

À chegada à Igreja Paroquial

Saudação individual a Nossa Senhora
e entrega de flores

Expansão Oeste, junto ao Monumento ao Emigrante.. Vinte horas e trinta minutos. Inicia-se a Eucaristia. Estava lá uma parte do coral. muita gente. Houve silêncio e participação. O andor da Senhora de Fátima estava muito bem ornado. O tema da homilia foram as palavras do cântico que diz: "A exemplo de Maria, comprometidos com a Vida"".
Inicia-se a procissão. Um mar de velas segue atrás da imagem. Cada pessoa traz também na mão um flor que lhe foi entregue pelos organizadores da festa. Reza-se o terço e canta-se. Já perto da Igreja, iniciámos a oração pelos povos, por cada povo da paróquia e pela família paroquial.
Na Igreja Paroquial, completamente cheia, inicia-se a Bênção das criancinhas (até aos 3 anos). Alguns pais jovens com os filhitos pela mão e ao colo. Uma mãe lê um textozinho do Evangelho, um casal, em nome dos pais presentes, proclama a Oração dos Fiéis, o sacerdote precede à benção das crianças, depois todos os presentes rezam a Nossa Senhora pelas crianças.
Segue-se um momento sempre especial. Cada pessoa vai colocar a rosa junto do andor e ali, ao pé da imagem da Mãe, deixa-Lhe um segredo. Quantos desabafos, quantos pedidos, quantos agradecimentos, quantas confidências Maria Santíssima não acolheu  no seu coração de Mãe!!!Entretanto, canta-se a Maria.
Parabéns às pessoas da Expansão Oeste que, este ano, organizaram a festinha à Senhora de Fátima. Fizeram-no com esmero, dedicação e generosidade. Para o próximo ano, é a vez do povo dos Esporões.
As muitas pessoas que marcaram presença certamente deram por bem utilizada esta parte da noite. Maria é sempre fonte de paz, aconchego, esperança.

Pode ver aqui um vídeo sobre esta procissão.

sábado, 12 de maio de 2012

Eis um amigo, que urge descobrires!

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Tu conhece-lO?
Este amigo «bate à porta e chama», quer «entrar e cear» contigo (Ap.3,20). Serás tu seu amigo? Terás tu, ainda tempo para Ele, tempo para O conheceres, para O escutares, no silêncio do teu quarto lá de casa, ou aqui, à mesa da Eucaristia? «Quem encontrou um amigo, descobriu um tesouro» (Sir. 6,14).Por isso, trata desta amizade com Cristo, na oração! Aí a tua vontade, crescendo, une-se à d’Ele: a sua vontade torna-se a tua! Leva esta amizade, a peito, na Eucaristia, e não te tornes um amigo de ocasião, sem uma hora, para Ele, num dia que é todo dEle. E vive também a amizade com Cristo, na amizade com os outros. Através dos amigos, procura o rosto do verdadeiro Amigo, como se dissesses ao teu melhor amigo: «Quando olho para o teu rosto, para ti que me és tão querido, elevo o meu olhar Àquele que desejo atingir, unido a ti» (São Pedro Damião).

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Miraculosa Rainha Dos Ceus

Comprometidos com a Vida

Com este mote da Semana da Vida queremos dar espaço à reflexão e à partilha de ideias e saberes, gerando em cada um e em cada família a cultura da vida e do compromisso.

O tempo litúrgico da Páscoa é de veras impulsionador e propulsivo da alegria da fé e do Evangelho. A força da Páscoa não nos deixa presos dentro de casa, acumulando medos e receios, mas atira-nos para o mundo com audácia e esperança.

O Evangelho da vida ao serviço do homem e da mulher, da família e da sociedade, chama-nos e interpela-nos para que sejamos verdadeiras anunciadores da vida em todos os lugares da nossa existência. O nosso compromisso nasce do evangelho de Jesus Cristo ressuscitado. A Igreja recebeu o Evangelho como anúncio e fonte de alegria e salvação. Recebeu-o como dom de Jesus, que foi enviado pelo Pai “Para anunciar a boa nova aos pobres” (Lc 4,19). Recebeu-o através dos Apóstolos, que o Mestre enviou pelo mundo inteiro (Mt 28,19-20). Por isso a Igreja ouve permanentemente aquela palavra de incitamento apostólico “Ai de mim se não evangelizar” (I Cor 9,16). A Evangelização constitui a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar.

Eis-nos aqui, com esta disposição de dar continuidade ao anúncio da vida.

O Concílio Vaticano II escreve: “Cada família comunicará generosamente com as outras as suas próprias riquezas espirituais. Nascida de um matrimónio que é imagem e participação da aliança de amor entre Cristo e a Igreja, manifestará a todos a presença viva do Salvador no mundo e a autêntica natureza da Igreja, quer por meio do amor dos esposos, quer pela sua generosa fecundidade, unidade e fidelidade, quer pela amável cooperação entre todos os seus membros” (GS 48).

Estamos todos empenhados e comprometidos com o dom da vida, gerado na família, e desejamos que este dom vá circulando entre todos?
Veja AQUI toda a Mensagem para a Semana da Vida.

VI DOMINGO DE PÁSCOA

Leituras: aqui



 


quinta-feira, 10 de maio de 2012

MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO


Na Igreja, pela fé e pelo Baptismo, tornamo-nos cristãos ou fiéis (a Cristo).

Temos então, conforme a vocação de cada um:

-Fiéis ou cristãos leigos

-Fiéis ou cristãos ordenados, porque receberam o sacramento da Ordem (diáconos, presbíteros e bispos)

-Fiéis ou cristãos religiosos (frades e freiras, chamadas vocações de consagração)

-O Ministro extraordinário da Comunhão é um leigo.
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O que é o ministro extraordinário da comunhão?
É, na Igreja Católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer ( trabalho, muito gente a atender, conveniência pastoral, etc).
Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, e porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o
sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão, e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, e a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.
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Origem
Os ministros extraordinários da comunhão surgiram na Igreja Católica após o Concílio Vaticano II, como resposta à escassez de ministros ordenados, e à necessidade de pessoas que pudessem auxiliar os ministros ordenados na distribuição da comunhão em diversas circunstâncias, tarefa que para muitos se tornava demasiado extenuante devido ao tempo e esforço despendido. A introdução de ministros leigos que pudessem auxiliar na ausência de outros ministros ordenados teve como finalidade trazer mais eficácia e dignidade à distribuição da Eucaristia.
 
Bem acolhida na generalidade, esta novidade, contudo, não foi bem aceite por muitos católicos tradicionalistas, que sublinharam a anterior disciplina de não permitir aos leigos, em absoluto, tocar no pão ou no vinho consagrado nem nos vasos sagrados que os contêm.
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---Preparação e designação dos ministros extraordinários da comunhão
Os ministros extraordinários da comunhão devem ser escolhidos entre a comunidade cristã respectiva e devem ser pessoas idóneas e com boa prática cristã. Na maior parte das dioceses, os candidatos, antes de assumirem as suas funções, recebem uma formação litúrgica e doutrinal que lhes permita exercer a sua função com a máxima dignidade e decoro.
No fim de tal formação, são admitidos pelo bispo às funções para que foram escolhidos, o que nalguns casos é feito numa celebração litúrgica. Normalmente, a função é atribuída por um determinado prazo, que geralmente pode ser renovado.
No entanto, para o caso duma celebração em que são necessários os serviços dum ministro extraordinário da comunhão e não se encontra nenhum na assembleia, pode ser designada nesse momento uma pessoa idónea que auxilie o presidente da celebração. O missal romano apresenta, para esse efeito, uma fórmula de designação eventual de ministro extraordinário da comunhão. Neste caso, porém, a designação desse ministro cessa ao terminar a celebração.
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Funções
São estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:
- distribuição da comunhão na missa.
- distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.
- administração do viático.
-exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo).
-realizar a celebração da palavra na ausência do presbítero, mas orientando sempre para a Eucaristia. Celebração da Palavra NÃO é Eucaristia.
Todas estas funções devem ser realizadas em caso de necessidade, ou seja, quando não houver ministros ordenados disponíveis ou em número suficiente. Face a alguns abusos neste sentido, a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de acordo com o Papa João Paulo II, declarou, na instrução Redemptionis sacramentum que "se habitualmente estiver disponível um número de ministros sagrados suficiente para a distribuição da Sagrada Comunhão, não se podem designar para esta função ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, aqueles que estejam designados para tal ministério não o exerçam. É reprovável a prática daqueles Sacerdotes que, embora estejam presentes na celebração, se abstêm de distribuir a Comunhão, encarregando os fiéis dessa função."
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CRISTO!
-A Igreja existe por causa de Cristo

- Cumpre à Igreja anunciar Cristo aos homens
- A Igreja existe por causa dos homens
- “Assim como o Pai me enviou, Eu vos envio a vós”   
- “Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho. Quem acreditar e for baptizado será salvo”
Em qualquer serviço de Igreja, não actuamos em nosso nome, actuamos em nome de Cristo e da sua Igreja.
--A Eucaristia, é “o centro da vida da Igreja” como disse João Paulo II
COMO?
-Pelas nossas mãos e pelo nosso coração de crentes que amam Cristo Eucarístico. “Levamos um tesouro em vasos de barro…”
- Pela delicadeza com que tratamos o Santíssimo Sacramento
- Pela maneira como O adoramos e lhe rezamos
-Pela maneira como ajudamos os doentes (e famílias) a louvar, acolher e venerar Jesus Sacramentado
-Pela alegria serena que pomos no nosso serviço
-Pela maneira como escutamos o doente, lhe transmitimos uma palavra ou um gesto de carinho, de amizade, de presença
- Pelo amor que pomos na procura de soluções para as pessoas que não encontram saída para situações próprias
-Procurando sempre seguir o ritual com convicção.