sábado, 31 de julho de 2010

De novo em férias


Agosto costuma ser mês de férias para muita gente. Férias significa descanso, passeio, maior convívio com familiares e amigos, mudança de ares para praia ou campo.
Infelizmente, nem todos podem ter férias. Mas elas deviam ser um direito de todos os que durante o ano andam numa correria, para darem conta das suas obrigações.
Tempo de repouso, as férias são uma excelente ocasião de mudar de actividade, de fazer aquilo que a pressão das ocupações habituais nos não deixa realizar, de suprir lacunas na nossa formação, no nosso enriquecimento cultural, no nosso amadurecimento espiritual.
Quando falamos em férias, falamos num tempo em que andamos mais livres de compromissos, mas não queremos dizer que elas devam ser passadas na ociosidade.
Aproveitemo-las para um maior contacto com a natureza. Os passeios por meio de campos e florestas tonificam os órgãos corporais e aliviam o espírito. O movimento faz bem à saúde.
Recriar formas de desenvolver a nossa profundidade espiritual, com uma boa leitura, com tempo mais longo e sossegado de oração, com a participação mais frequente na Eucaristia, com diálogo sereno sobre as questões novas que se nos vão colocando, com a contemplação da Natureza, inclusive com a participação em alguns dias de formação.
Há quem venha cansado das férias. Sinal de que não se respeitou o doseamento de actividades e de descanso. Uns vêm cansados de não fazer nada, outros moídos de tanto reboliço.
Umas boas férias são aquelas que nos deixam preparados para retomar com optimismo a nossa profissão. E é isto que desejamos a todos os nossos leitores.
In O Amigo do Povo

sexta-feira, 30 de julho de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Recomeçar

O segredo das vitórias está na perseverança audaz. A vida oferece-nos tantas vezes derrotas desanimadoras, mas, se olharmos a natureza, encontramos na vida dos pássaros um exemplo formidável de perseverança.
Observemos a lição das avesitas perante a adversidade. Gastam dias e dias a construir seu ninho. Com que entusiasmo buscam materiais tantas vezes em locais distantes. Partem cantado em busca de materiais apropriados: pedacitos de ramos secos, de palha, de penas. Sempre com entusiasmo indescritível.
Mas, quando o ninho se esboça quase pronto para acolher os ovos, um temporal imprevisto ou um animal ou uma criança ignorante desfazem aquela pequenina construção de amor.
Mas os pássaros não desistem. Recomeçam a faina de construção, sempre cantando num canto de entusiasmo e de esperança, num vai-vem incansável, para realizarem seu sonho. E o ninho surge e recebe os primeiros ovos.
Muitas vezes, porém, algo inesperado volta a destruir aquele sonho lindo...
Dói recomeçar do zero, mas mais uma vez aqueles pássaros não desistem. Recomeçam cantando. Pouco a pouco, pacientemente, vão construindo novo ninho para colocar seus ovos e acalentar seus filhotes.
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Na nossa vida deparamos algumas vezes com desaires que nos prostram e nos desanimam, que destróiem nossos sonhos e projectos. Quantos golpes atiram por terra o nosso emprego, a nossa saúde, os nossos empreendimentos, as nossas realizações. Quantas vezes teremos pensado e dito: Basta!
Mas a lição de perseverança das aves ensina-nos a recomeçar uma vez, duas vezes ou mais, até conseguirmos reconstruir os nossos sonhos – pessoais ou da nossa família.
Dói imenso ter de recomeçar, de renovar tantos sacrifícios, tanto trabalho, tantas lutas, tantas lágrimas.
Mas recomeçando com entusiasmo, com a ajuda dos homens e de Deus, alcançaremos a alegria da vitória e da felicidade.
Mário Salgueirinho

terça-feira, 27 de julho de 2010

Muçulmanos ajudam igreja

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Veja aqui.

'Um erro tremendo e um recuo histórico'

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'Acabar com o Serviço Nacional de Saúde seria um crime', afirmou ao Correio da Manhã D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social.

Aliás, o tema foi debatido na reunião de quinta-feira, em Lisboa, da Pastoral Social, e os diversos participantes concordaram que seria 'um erro tremendo e um recuo histórico' pôr fim ao Serviço Nacional de Saúde e acabar com a Educação gratuita para todos.

'Tudo o que cause mais dificuldades aos pobres não merece a nossa anuência', disse D. Carlos.

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dia Mundial doa Avós

Hoje é o Dia Mundial dos Avós, que se comemora a 26 de julho por ser o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

Reveste-se do maior significado a comemoração, neste 26 de Julho, do «Dia Mundial dos Avós», efeméride em que se presta a afectiva homenagem, aos que são ou foram pais dos nossos pais.
Em alguns de nós paira a saudade dos avós queridos que tivemos e que tanto carinho e amor nos legaram. Baila na lembrança a memória desses entes queridos para quem nós éramos, como sói dizer-se, «a luz dos seus próprios olhos».
Muitos, felizmente, podem rever-se na imagem desses seres que lhes dão, para além do mais, o que a vida de mais precioso oferece – o amor.
Neste «Dia Mundial dos Avós» quero saudar todos os avós, expressando-lhes o meu muito afecto, a minha acrisolada admiração e o meu forte sentido de gratidão, no testemunho que bem merecem e que, com toda a justiça e estima, lhes é devida.

Eu estarei convosco

Três notícias da semana passada confirmam o que já se sabia: a Igreja acaba sempre por sair vitoriosa. Jesus Cristo disse: «As portas do Inferno não levarão a melhor sobre ela», Mateus, 16,18.

A primeira notícia é a da publicação de um livro sobre Afonso Costa que foi primeiro-ministro logo no início da República e fez da perseguição á Igreja a sua bandeira. O livro é do historiador Filipe Ribeiro de Menezes e este afirma que o pior erro deste político foi ser radical contra a Igreja, que ele dizia que iria ser destruída em duas ou três gerações. Afinal quem acabou destruído foi Afonso Costa que morreu no exílio.

A segunda notícia vem da Rússia. Todos sabemos como os políticos deste país combateram Deus e os seus seguidores. Mas o comunismo foi vencido, depois de perseguir e matar milhões de pessoas e agora as agências noticiosas dizem que os dois organizadores de uma polémica exposição de arte realizada em 2007 na Rússia foram condenados hoje por incitamento ao ódio religioso, mas deixados sair em liberdade mediante o pagamento de multas num total de nove mil euros.
O caso refere-se à exposição "Arte Proibida", fortemente criticada pela Igreja ortodoxa russa por alguns dos quadros expostos, nomeadamente um em que se via Jesus Cristo numa publicidade à cadeia de «fast food» norte-americana McDonalds e outro com o Rato Mickey no centro de uma cena religiosa.

Em Cuba, é a Igreja católica que, depois de humilhada e vilipendiada durante dezenas de anos pelos governantes comunistas, serve agora de ponte de diálogo entre o poder e a oposição e acaba por conseguir a libertação dos presos políticos de 2003.
"Este é o passo mais sério que o Governo deu nos últimos 50 anos na procura da concórdia nacional e isso pode abrir uma nova etapa. Se o Governo começa a dar passos – e isso convém-lhe – será bom para todos. A primeira condição para fazer qualquer coisa, ou para uma negociação, era que não houvesse presos políticos", disse o coordenador da Unidade Liberal da República de Cuba, uma plataforma de organizações opositoras ao regime implantado em 1959.

Mais uma vez se comprova que não está ao alcance de ninguém destruir a Igreja, pois ela tem a promessa divina: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos séculos»
In O Amigo do Povo

domingo, 25 de julho de 2010

Dia 25 de Julho - Cristo Rei em festa

A Eucaristia será pelas 12 horas, seguindo-se a procissão.

"O Miradouro do Cristo Rei, fica a uma altitude de 919m, e deve o seu nome à monumental estátua que se encontra no alto da povoação.
O acesso faz-se pela EN-1173 vinda de Tarouca até ao povoado de Gondomar, depois segue-se uma estrada municipal até ao Miradouro. Ali chegados deparamo-nos com uma paisagem que combina os inúmeros povoados - com Tarouca num plano central - com grandes manchas verdes, sobretudo de pinhal.
Junto aos povoados, existem muitas propriedades em regime de minifúndio, com plantações muito diversificada, o que cria uma curiosa teia de cultivos, com um impacto visual positivo. A zona adjacente é marcada pela giesta e pelo mato. A paisagem engloba muitos pinhais (é a vegetação dominante), castanheiros, olivais, algumas vinhas e muitas hortas.
O Miradouro do Cristo Rei é um lugar paradisíaco e de crescente devoção popular e foi recentemente objecto de diversos melhoramentos com vista a dotar o espaço de melhores condições para a liturgia e convívio."
(In Miradouros Durienses)


Veja aqui fotos do Cristo Rei e da paisagem de daí se vislumbra.




sábado, 24 de julho de 2010

Igreja pede parte dos vencimentos aos políticos católicos

D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa, desafiou os políticos portugueses a abdicarem de 20 por cento dos seus salários, verba que será encaminhada para um fundo social. A proposta surgiu no seguimento da reunião extraordinária do Conselho Consultivo da Pastoral Social que pediu "mais responsabilidade social e política perante a crise" e "soluções corajosas" para a ultrapassar.
A Igreja Católica, pela voz do presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, fez ontem um forte apelo aos vários sectores da vida portuguesa para a realização no nosso país de um pacto social que possa de forma realista combater a pobreza e as desigualdades.
Para o Bispo Auxiliar de Lisboa a crise existente em Portugal neste momento é de tal forma profunda que lhe permite propor aos políticos católicos que abdiquem de 20 por cento dos seus salários para a criação de um fundo social.
Em declarações à RTPN, D. Carlos Azevedo apelou ao contributo dos políticos para que a crise e as suas vítimas não continuem a aumentar.
"Os políticos cristãos que têm como orientação na sua vida os princípios do evangelho poderiam dar este testemunho de modo voluntário renunciando a uma parte do seu salário para um fundo que vai ser criado junto da Caritas para atender às situações mais criticas e que serão veiculadas através das paróquias que conhecem as pessoas e sabemos que esta proximidade é fundamental para que a ajuda chegue a quem realmente precisa e não as pessoas que são mais expeditas a conseguir aqui e acolá", referiu D. Carlos Azevedo.

Estas declarações surgiram um dia depois do presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social ter referido que "a crise é tão grave" que Governo e oposição, patrões e sindicatos devem superar os conflitos "uns com os outros" porque estes "só provocam mais vítimas".
No final da reunião extraordinária do Conselho Consultivo da Pastoral Social, D. Carlos Azevedo, pediu a todos "mais responsabilidade social e política perante a crise" e "soluções corajosas" para a ultrapassar.
O bispo auxiliar de Lisboa não deixou de apelar a um "pacto social justo" e apontou a existência de "desigualdades gritantes" e "realidades dramáticas" que afectam os mais desfavorecidos ao mesmo tempo que lembrou o facto de o rendimento de inserção social ser uma "ajuda fundamental" para muitos ultrapassarem a sua pobreza profunda.
Fonte: aqui
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Igreja Católica portuguesa defende "pacto social justo" em tempo de crise
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social alertou, ontem, que "a crise é tão grave" que Governo e oposição, patrões e sindicatos devem superar os conflitos "uns com os outros", porque isso "só provoca mais vítimas". Em conferência de imprensa no final da reunião extraordinária do Conselho Consultivo da Pastoral Social, que se realizou em Lisboa, Carlos Azevedo, que é também bispo auxiliar de Lisboa, pediu a todos "mais responsabilidade social e política perante a crise" e "soluções corajosas" para a ultrapassar.
"Todos têm um contributo a dar", enfatizou Carlos Azevedo, considerando que numa época de crise os empresários têm a "obrigação moral em investir". Sublinhou, contudo, que esse investimento desse ser feito em "bens verdadeiramente úteis" e não em "realidades virtuais" que estiveram na base da crise financeira mundial.
Nessa linha, observou que é preciso "ultrapassar o capitalismo neoliberal", pois a crise é também uma "crise de valores".
O bispo auxiliar de Lisboa, que apelou a um "pacto social justo", apontou "desigualdades gritantes" e "realidades dramáticas" que afetam os mais desfavorecidos e lembrou que o rendimento de inserção social é uma "ajuda fundamental" para muitos ultrapassarem a sua pobreza profunda.
Um trabalho "de educação das consciências e das mentalidades para algo novo", uma "alteração dos hábitos de consumo cada vez mais enraizados" e uma maior "partilha de bens" e solidariedade com os mais pobres foram outros caminhos traçados.
Carlos Azevedo afastou a ideia que este encontro tenha sido uma resposta ao ante-projecto de revisão constitucional do PSD, alegando que a reunião já estava marcada há muito tempo.
Excesso de consumismo
Por outro lado, comentou a abertura prolongada das grandes superfícies comerciais ao domingo, decidida hoje pelo Conselho de Ministros, dizendo que é algo "em linha com um estilo de vida baseado no consumo".
Criticou também o apelo ao consumo feito por alguns bancos que, em seu entender, "é obsceno".
A Comissão lembrou também que situações extremas de pobreza e fome podem conduzir à revolta e à violência, numa sociedade de desigualdades, em que gestores ganham "ordenados fabulosos" e pessoas que cometem atos lesivos de "milhões de euros" ficam sem castigo.
Fonte: aqui

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C

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A oração sem força e a força da oração
O tema fundamental que a liturgia nos convida a reflectir, neste domingo, é o tema da oração. Ao colocar diante dos nossos olhos os exemplos de Abraão e de Jesus, a Palavra de Deus mostra-nos a importância da oração e ensina-nos a atitude que os crentes devem assumir no seu diálogo com Deus. Eis, então uma breve reflexão sobre o tema da oração.
A oração tem um poder espiritual muito forte em todos aqueles que acreditam ou alimentam a sua fé e a sua esperança nesse alimento eficaz de transformação das misérias humanas em caminhos de sentido. A oração transforma e liberta da opressão interior do sofrimento e pode dar valor ao sem valor. O sem sentido da existência encontra, por vezes, razões para o coração que as mentes, alimentadas apenas e exclusivamente pela frieza do pensamento, não vêm nem podem ver essa luz forte que brilha da força da oração.
Não existem orações estereotipadas, porque essa expressão emana do coração de cada um. A oração não se verga a esta ou àquela maneira de rezar, a este ou aquele conteúdo de oração. Cada crente expressa esse sentir como sabe e pode ou sente e deseja. A ninguém é lícito definir as formas de rezar e os conteúdos da oração.
Em primeiro lugar a oração serve para despojar e elevar para outros domínios (a realidade transcendente/divina) quem acredita nessa forma de se expressar. A seguir, a oração serve para alimentar o coração de quem a faz. Se a oração cair em formas mágicas de invocação do divino levam irremediavelmente ao seu descrédito e à revolta interior do orante. É o desencanto.
Sabemos que os caminhos de Deus são insondáveis para o homem e os seus desígnios são quase sempre contrários aos dos homens. Por conseguinte, se a oração não estiver esclarecida, a frustração pode ser inevitável. A força da oração reforça os crentes e segura-os na esperança e no sentido da dor e do sofrimento, embora, sabendo que as rupturas da vida sejam inevitáveis.
Por vezes, saem tortas as pretensões daqueles que rezaram muito para que qualquer coisa não suceda, porém, aconteceu não como se esperava. A sensação de desencanto e o descrédito em relação à oração surge como consequência óbvia. Quando tal acontece a oração está desvirtuada e o esclarecimento sobre ela não está feito. Será, então, preciso entender que a força da oração é antes para quem a faz e não para o fim que pretendemos: para Deus ou para os desejos que queremos que se realizem a partir de Deus.
Quero dizer, que não existe lugar para a magia e para a bruxaria na oração. Ela é sempre um caminho que eleva as almas para o domínio de Deus. Daí, que fazer da oração um acordo ou um negócio de permutas não faz sentido e perverte sempre o caminho do orante e o conteúdo da própria oração.
Pensar que Deus concede isto ou aquilo porque se reza ou não reza, é um pensar errado sobre Deus e sobre a sua acção. Deus age mesmo antes de lhe pedirmos e concede a sua graça sempre que a invocarmos ou não. A sua misericórdia é muito maior que o nosso pensar e as nossas palavras.
Não será perverso dizer que Deus não deseja o sofrimento dos seus filhos, fica bem pensarmos que toda a realidade limitada do homem encontra redenção e salvação no coração imenso de Deus. Neste sentido, aquela realidade limite que aos nossos olhos está incontornavelmente perdida - muito antes do fim e do nada segundo o nosso modo de ver - já entrou no mais íntimo de Deus e aí encontrou a alegria da libertação.
Às vezes admira e surpreende que aqueles que acreditam verdadeiramente na acção de Deus, perante o sofrimento e a morte revelam uma serenidade, uma paz e uma alegria interior tão intensas que nem o desespero e as lágrimas dos outros os vergam ao fundo da existência (o choro e a tristeza). Sabem e confiam que Deus já revelou o seu rosto de luz sobre aquele caminho menos bom da nossa condição.
Como falamos de oração lembro-me daquela intensa oração de Pedro Paixão que nos dá neste essencial livrinho que leio neste momento “muito meu amor” das edições Livros Cotovia. Fica esta oração como exemplo de como alguém reza e fica também como chamada de atenção para aqueles que entendem que oração não tem força ou ainda para aqueles que consideram a oração um rol de chavões estereotipados.
O autor referido escreve assim: “Viver todos os dias cansa” - é o título da oração. Depois, continua a sua invocação: “Meu deus, livra-me de mim. Pai, continua a ser o nosso pai. Faz com que a nossa vida seja o sinal de outra vida. Ajuda-nos a aceitar, na incerteza destes dias que parecendo ser tudo-nada são, o que chega e o que vai. Não nos deixes desesperar mais do que o necessário para continuarmos despertos e para que depois possamos descansar na tua paz. Continua a mostrar-te sem nunca te vermos porque não somos dignos da tua presença e enorme é a nossa aflição. Fizeste-nos à tua imagem e sem ti enlouquecemos. Quiseste que só te encontrássemos com a alma e perdemo-nos com os olhos da distracção. Acompanha o meu filho e os filhos de todos os outros, por mais que se percam que te possam de novo encontrar. Perdoa-nos as palavras injustas, a insensatez dos nossos actos, a grande ignorância que se esconde na nossa vaidade. Ajuda-nos a ser fiéis ao que prometemos, assusta-nos quando levianamente trocamos o que importa pelo que não tem importância, castiga-nos quando julgamos que sozinhos conseguimos fazer o que quer que seja. Somos feitos de ossos, pele e carne. E de uma parte divina que quer voltar a ti, nosso pai.” - Assim termina o seu magnífico livrinho.
Faço minhas as palavras orantes do autor e rezo com ele por todos os que certeiramente continuam a procurar na força da oração alimento para os passos tortos da vida. Tudo se torna diferente na vida se bebermos o vinho novo dos cachos belos da vinha de Deus.
José Luís Rodrigues, http://jlrodrigues.blogspot.com/

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Igreja discorda da abertura dos "hipers" aos domingos

A Conferência Episcopal Portuguesa disse, quinta-feira, hoje, discordar do alargamento do horário das grandes superfícies ao domingo, afirmando que o lucro não deverá sobrepor-se aos valores familiares.

O conselho de ministros aprovou hoje o alargamento do horário das grandes superfícies (mais de dois mil metros quadrados) ao domingo, passando estes estabelecimentos a poder funcionar todos os dias das 6 horas às 24.

"A lógica do lucro não pode governar a sociedade", sublinhou o porta-voz da CEP, padre Manuel Morujão, defendendo que os domingos deverão ser "dias de encontro de familiares".

O porta-voz da Conferência Episcopal disse ainda que os domingos devem ser dias de "celebração do credo", devendo ser aproveitados para "estreitar as relações fraternas e familiares".

Manuel Morujão admitiu ainda que os bispos portugueses possam reagir à abertura dos hipermercados até às 24:00 aos domingos, embora numa lógica de defesa do dia de descanso.

O decreto-lei que modifica o regime dos horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais mantém a possibilidade das câmaras municipais, "em casos devidamente justificados alargarem ou restringirem os limites dos horários fixados", segundo o comunicado do conselho de ministros.

Entre essas razões destacam-se "questões de segurança, protecção da qualidade de vida dos cidadãos ou defesa de certas actividades profissionais".

Em conferência de imprensa após o conselho de ministros, o ministro da Economia, Vieira da Silva disse que "já não faz sentido manter os hipermercado num regime legal de excepção" quanto aos horários.

Fonte: aqui

quinta-feira, 22 de julho de 2010

João Pedro Neves traz «UT» ao Festival Jota 2010

João Pedro Neves faz a sua estreia nos grandes palcos na edição 2010 do Festival Jota, que decorre em Paredes de Coura (Viana do Castelo) de 23 a 25 de Julho.


La Voz del Desierto” é um grupo de rock espanhol, de inspiração cristã, que também vai marcar presença no Festival Jota 2010. O grupo conta com sete elementos, 4 padres e 3 seminaristas.



Banda evangélica “Coração Profético” também no Festival Jota

SINAIS DE DEUS

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Padres portugueses acima da média no uso da Internet para evangelizar


Pode ler:
aqui

E ainda:
aqui

E também:
aqui

Livro da Verdade 6: a Sagrada Escritura


Actos dos Apóstolos
Os Actos dos Apóstolos são a 2ª parte do Evangelho de São Lucas. Ambos formam o caminho da salvação: O Evangelho apresenta o caminho de Jesus; o livro dos actos apresenta o caminho da Igreja.
O relato que une as duas obras é a Ascensão, que coroa a vida de Jesus (Lc 24, 51) e funda a missão universal da Igreja (Act 1, 8). A evangelização é vista como uma caminhada e a vida cristã recebe o nome de caminho (9,2;19,9.23;24,22).

Cartas ou Epístolas
As cartas ou Epístolas são escritos dirigidos às 1ªs comunidades cristãs. Elas dão-nos, não só uma ideia dos problemas dessas comunidades, mas também nos ajudam a ver e a orientar nos problemas das nossas comunidades actuais.

Epístolas Paulinas
Paulo é uma das figuras mais importantes do Novo Testamento. Começou a perseguir os cristãos (Fl 3,6) até que se encontrou com o Senhor na estrada de Damasco (Act 9,1-19) e mudou completamente a sua vida.
Paulo tem consciência de ter sido destinado a levar a Palavra de Deus aos pagãos. A esse projecto Paulo dá o nome de mistério.
Pelo facto de não ter vivido com Jesus como os demais Apóstolos, enfrentou sérias dificuldades. Alguns afirmavam: “ Ele não é Apóstolo, pois não viu o Senhor”.
Paulo defendia-se contando a sua experiência com Cristo (Gl1,12;2 cor 12,1-4). Outros diziam “só quem andou com Jesus é que pode fundar comunidades”. Paulo responde, por exemplo, em (1 cor 9,2-3).
Paulo escreveu em grego, mas o seu modo de pensar é, na maioria das vezes, o de um mestre judeu.

Epístolas paulinas: Romanos; 1 e 2coríntios; Gálatas; Efésios; Filipenses; Colossenses; 1 e 2 Tessalonicenses; 1 e 2 Timóteo; Tito; Filémon.Hebreus - anónima, tradicionalmente atribuída a Paulo.

Outras epístolas: Tiago; 1 e 2 Pedro; 1,2 e 3 João; Judas.

Fonte: Caritas in Veritate

terça-feira, 20 de julho de 2010

A doutrina social católica

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A doutrina social católica assenta nos seguintes princípios que se baseiam e seguem o Evangelho:
- o bem comum,
- a solidariedade,
- a opção pelos pobres,
- a subsidiariedade,
- o destino comum dos bens,
- a integridade da criação,
- o centramento nas pessoas.
Veja aqui cada um destes princípios, devidamente explicados.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Uma palavra do P.e José Fernando para nós


Depois deste período de descanso, ou pelo menos não tão intenso, quero deixar algumas impressões e sensações, em jeito de partilha, dos bons momentos que por essa terra vivi, aquando da Festa de St. Helena.

A beleza da montanha, a mística do espaço, a pureza do ar, a simplicidade das gentes e peregrinos, o aroma bucólico, a riqueza da espiritualidade, a fé desses cristãos e o seu à vontade desconcertaram-me... O padre só poderá ser pastor se conhecer as suas ovelhas e perceber cada uma das suas vidas. Aí foi-me dado a conhecer o intimo dos seus corações, os seus anseios, fragilidades, ânsias, sonhos, dúvidas e esperanças, que no fundo não estão longe dos meus próprios pecados, sonhos e esperanças. Só olhando para as nossas fraquezas e reconhecendo nelas caminho de conversão, seremos portadores da Misericórdia e do Amor de Deus.
Na St. Helena senti-me mais padre, comprometi-me a ser mais padre, pelo mais e melhor conhecimento de Cristo, pelo anuncio da Sua Palavra e pela vivência dos Sacramentos.
Por isso, quero deixar uma palavra de agradecimento ao Pe. Carlos pelo modo como me acolheu....

Esta palavra de gratidão é extensiva a todas as pessoas que, de uma ou outra forma, foram cruzando comigo ao longo dos dias da novena: "Mariasinha" e marido, sacristão, família Félix, comissão, peregrinos, anónimos, gente que me foi deixando uma palavra simpática de amizade e carinho, a todos que rezaram e contribuíram pelos bons frutos da novena.
Reconheço que não disse nada de novo, apenas deixei que Deus se servisse dos meus gestos e palavras para deixar uma mensagem de esperança, alegria e paz aos devotos de St. Helena e Nossa Senhora das Dores.

Um abraço amigo, rezo por vós e de modo particular pela construção do Centro Paroquial.
Pe. Zé Fernando

sábado, 17 de julho de 2010

Vandalismos

As queixas aparecem frequentemente. Com muita revolta à mistura.
Gente que destrói pelo prazer de destruir e, algumas vezes, ainda goza com a cara das pessoas.

Um grupo conversava animadamente. Cheguei, cumprimentei e ia a seguir para o meu trabalho, quando alguém me disse:
- Já sabe o que andam para aí uns vandalozitos a fazer?
...?
E todo o grupo participou na denúncia. Como as cerejas, um caso puxa sempre outro caso. E as queixam escorriam misturadas com revolta.
Um deles afirma pausadamente:
- Sempre fui um homem honrado e nunca usei de violência. Mas se apanho esses "estupores", disparo. Vou para a cadeia, mas livro a sociedade desse lixo...
Tentei dialogar com o homem, fazendo-lhe ver que não é assim que se resolvem os problemas, que não nos compete a nós fazer justiça, que isso é com os tribunais, que há é que expor as situações à autoridade policial...
Uma senhora presente dispara:
- À autoridade? Bem, bem! Se for para multar quem não traz cinto ou quem no momento não teve oportunidade de pôr o filho na cadeira ou quem trabalhou todo o dia e, por causa do calor, bebeu um golo a mais, ai, eles aparecem... Agora os desordeiros... Tá quieto! Eles bem sabem quem anda para aí a estragar pelo prazer de destruir, a não deixar dormir quem precisa de descansar, mas alguém os vê presos?
Procurei fazer entender às pessoas que a autoridade policial tem leis a cumprir e, muitas vezes, as leis é que estão mal, pois protegem mais os agressores do que as vítimas, mas neste caso a culpa é dos políticos que temos...
Um senhor, até àquele momento mais ouvidor, mexe no chapéu e declara:
- Vocês pensam que os destruidores são os tais do ordenado mínimo que andam por aí na "passa". Mas olhem que não são só esses! Há filhos de gente "bem" que se embebedam para depois alinharem na bandalheira...
O homem que havia anteriormente falado em disparar, dispara agora de outra maneira:
- Sabem o mal disto? Os pais de hoje sofrem demasiado de reumatismo nos braços! Então se eu tivesse um magarefe de um filho que andasse no vandalismo, vocês acham que não o punha de cama oito dias? Isso vos garanto!
- Pois - acrescenta uma mulher - o pior é que os pais julgam sempre que os seus filhos são os melhores; maus são os filhos dos outros.... E por cima, se a gente os alerta, ainda ficam de mal connosco!
Um senhor já entradote em anos, pergunta:
- Mas que interesse terão esses malucos em arrombar o cofre da "santa" Carolina lá cima em Santa Helena, o do Cristo Rei e o da Senhora de Fátima em Vilarinho? É que dinheiro não há lá, pois as comissões estão atentas... Já nem falando em mais umas tantas barbaridades de que tenho ouvido falar...
- Temos alguns jovens que metem nojo! - sentenciou uma senhora de meia idade.
- Estás enganada, mulher! - respondeu o senhor do chapéu. - Quem mete nojo são os pais desses magarefes que nem pais sabem ser...

sexta-feira, 16 de julho de 2010

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C

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As leituras deste domingo convidam-nos a reflectir o tema da hospitalidade e do acolhimento. Sugerem, sobretudo, que a existência cristã é o acolhimento de Deus e das suas propostas; e que a acção (ainda que em favor dos irmãos) tem de partir de um verdadeiro encontro com Jesus e da escuta da Palavra de Jesus. É isso que permite encontrar o sentido da nossa acção e da nossa missão.´

A primeira leitura propõe-nos a figura patriarcal de Abraão. Nessa figura apresenta-se o modelo do homem que está atento a quem passa, que partilha tudo o que tem com o irmão que se atravessa no seu caminho e que encontra no hóspede que entra na sua tenda a figura do próprio Deus. Sugere-se, em consequência, que Deus não pode deixar de recompensar quem assim procede.

No Evangelho, apresenta-se um outro quadro de hospitalidade e de acolhimento de Deus. Mas sugere-se que, para o cristão, acolher Deus na sua casa não é tanto embarcar num activismo desenfreado, mas sentar-se aos pés de Jesus, escutar as propostas que, n’Ele, o Pai nos faz e acolher a sua Palavra.

A segunda leitura apresenta-nos a figura de um apóstolo (Paulo), para quem Cristo, as suas palavras e as suas propostas são a referência fundamental, o universo à volta do qual se constrói toda a vida. Para Paulo, o que é necessário é “acolher Cristo” e construir toda a vida à volta dos seus valores. É isso que é preponderante na experiência cristã.

• Esta época do ano – tempo de férias, de evasão, de descanso – é um tempo privilegiado para invertermos a marcha alienante que nos massacra. Que este tempo não seja mais uma corrida desenfreada para lugar nenhum, mas um tempo de reencontro connosco, com a nossa família, com os nossos amigos, com Deus e com as nossas prioridades. A oração e a escuta da Palavra podem ajudar-nos a recentrar a nossa vida e a redescobrir o sentido da nossa existência.
Qual é a nossa perspectiva da hospitalidade e do acolhimento? Esta leitura sugere que o verdadeiro acolhimento não se limita a abrir a porta, a sentar a pessoa no sofá, a ligar a televisão para que ela se entretenha sozinha, e a correr para a cozinha para lhe preparar um banquete opíparo; mas o verdadeiro acolhimento passa por dar atenção àquele que veio ao nosso encontro, escutá-lo, partilhar com ele, a fazê-lo sentir o quanto nos preocupamos com aquilo que ele sente…
• A atitude de Jesus – que, contra os costumes da época, aceita Maria como discípula – faz-nos, mais uma vez, pensar nas discriminações que, na Igreja e fora dela, existem, nomeadamente em relação às mulheres. Fará algum sentido qualquer tipo de discriminação, à luz das atitudes que Jesus sempre tomou?

Tarouca - Nótula histórica, paisagem e turismo

Veja aqui.

Vaticano endurece normas sobre casos de abusos sexuais

Veja aqui.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O Ateismo

O ateísmo é uma atitude adoptada por alguma gente, quer por ignorância, quer por falta de investigação séria. É que o ateísmo torna a vida mais fácil, sem contas a prestar pelo bem ou pelo mal, sobretudo para estes.
Faz falta a todo o crente conhecer a fé de grandes cientistas que, depois de aturadas investigações, chegaram à fé na existência de um Deus Criador que explique a existência de todo o Universo.
Hoje vou falar aos meus leitores de um grande cientista que deixou o ateísmo para passar a crer em Deus. É o biólogo americano Francis Collins, - um dos cientista de mais renome na actualidade. Nomeado Director do Projecto Genoma, é um dos responsáveis pelo feito extraordinário da leitura do genoma humano em 2001. Foi o cientista que em todo o mundo mais estudou genomas com vista à cura de doenças. Não obstante a crítica de seus colegas ateus, Collins pertence a um grupo de cientistas que aceita que a investigação do mundo natural não entra em conflito com a fé religiosa: a ciência e a fé não são incompatíveis, mas complementares.
Como médico, Collins surpreendia-se com “a segurança e a paz” que a fé transmitia a alguns dos seus doentes. Entretanto, visitou um pastor metodista que lhe emprestou um livro de Lewis intitulado “Mero Cristianismo”. À medida que o lia, Collins sentia que as razões do autor eram as mesmas dele. Tinha sido ateu e convertera-se. O que muito o impressionou foi a presença da obrigação moral em toda a gente de qualquer raça, de crianças a adultos. Esta lei moral que está em todos os homens donde vem?
Durante uma década a estudar células com o grupo em sua colaboração, descobriu o “rascunho inicial do genoma”. O Presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton, anunciou, feliz, ao mundo este feito de Collins, com estas palavras: “Este é o mapa mais importante e maravilhoso nunca antes produzido pela humanidade. Hoje estamos a aprender a linguagem com que Deus criou a vida”.
Collins escreveu então o seu livro “Linguagem de Deus” que tem por finalidade reflectir sobre a harmonia entre a ciência e a crença em Deus. “O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma. Podemos adorá-Lo na catedral ou no laboratório...” Diz Collins que “quase todos os físicos e cosmólogos aceitam que o Universo nasceu há catorze milhões de anos, no momento chamado Big Bang. Essa explosão implica uma pergunta: O quê ou quem a provocou?
“O Big Bang exige uma explicação sobrenatural, obriga a concluir que o Universo teve um início definido. Só uma força divina, fora do espaço e do tempo. A ciência tem o seu campo de acção na explicação da natureza, mas é incapaz de nos dizer a razão por que existe o Universo, que sentido tem a nossa vida ou o que podemos esperar depois da morte.” - (Collins).
Mario Salgueirinho

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A ROMARIA DA BEIRA




Depois da novena preparatória, realizou-se em 11 de Julho a Festa de Santa Helena da Cruz
Bastante gente na novena, especialmente na da tarde. Boa participação, espírito de fé. O pregador foi do agrado geral como provam os constantes pedidas que volte para o próximo ano. A simpatia, acolhimento e bondade do P.e José Fernando criaram um clima propício ao acolhimento da palavra vibrante que transmitia.
O tempo esteve bom e, no dia da festa, fez-se sentir um Sol agradável a que a brisa emprestou alguma suavidade. Muita gente demandou a Serra, onde actualmente o espaço religioso está claramente demarcado do lugar da feira, graças ao empenho das sucessivas comissões. A Montanha encheu-se então de cor, movimento e agitação. A calma pacífica e serena foi aliada deste onze de Julho.
Muitos peregrinos rezaram e cumpriram promessas à volta da capela, uns a pé, alguns de joelhos. Dentro do templo, sempre bastante gente. Quantos segredos, desabafos de alma, hinos de gratidão, súplicas de ajuda não chegaram ao Pai do Céu pela intercessão de Santa Helena e da Senhora das Dores!
Durante toda a manhã, funcionou um serviço de confissões, graças à ajuda generosa dos sacerdotes. Houve muitas pessoas que de Santa Helena levaram o coração em paz e se reencontram com Deus graças ao Sacramento da Reconciliação.
Depois, ao sair da capela, quase todos traziam uma estampa das imagens aí veneradas. Na casa ao lado, enquanto as zeladoras acolheram os irmãos da Irmandade de Santa Helena que quiseram tratar de assuntos relacionados com a irmandade, noutro local, a comissão atendeu os visitantes que quiseram levar um recordação.
Após a Eucaristia campal das 9.30 horas com que se encerrou a novena, chegaram os jovem seminaristas e o coral para o último ensaio. Às 11.30 horas, organizou-se a procissão da capela para o altar campal onde teve lugar a solene Eucaristia presidida pelo senhor Bispo, durante a qual se deu paricular ênfase ao encerramento das Jornadas de Promoção Vocacional que durante este ano pastoral decorreram nas várias paróquias do arciprestado tarouquense..
Depois realizou-se a procissão em que os olhares se centravam nos andores de Santa Helena e da Senhora das Dores.
Pelas 17 horas, teve lugar a Bênção do Santíssimo Sacramento, seguida da procissão do adeus, momento sempre tocante e que cala fundo no coração dos crentes.
Também pelo lugar da feira passou gente e gente em busca de compras mais acessíveis – a vida não está para brincadeiras – e para saciar o estômago. Neste tipo de festas, a feira é sempre motivo de apreensões. As disputas de locais, a febre de vender, e alguns excessos de bebida podem sempre ocasionar momentos de fricção. Felizmente tudo correu bem, graças à conjugação de esforços entre a comissão e GNR e à colaboração de feirantes e visitantes.
Muita gente, ao longo do ano, visita a nossa Serra, individualmente ou em excursões. Todos são bem-vindos e a todos queremos acolher com satisfação.

A gratidão é a memória do coração
Agradecemos ao Senhor Bispo a sua presença, a palavra de Pastor, a amizade demonstrada. Aos senhores padres que estiveram presentes, dizemos obrigado pela comunhão sacerdotal demonstrada. Um bem-haja muito sentido ao Senhor P.e José Fernando, pregador da novena, pela maneira sábia como nos comunicou a Palavra de Deus, pela forma multo humana e cativante como soube estar entre nós e, sobretudo, pela fé vivida e sentida. Dizemos obrigado ao coral da novena e da festa, aos leitores, aos que recolheram as esmolas e atenderam os peregrinos, ao senhor Amândio que conduziu a carrinha no transporte de novenistas, aos dadores de flores, de comestíveis para a casa, a quem ofereceu trabalho, sempre precioso, a quem teve uma palavra de apoio e de incentivo. Um bem-haja às zeladoras da Irmandade de Santa Helena pela maneira disponível como atenderam e acolheram os irmãos; ao sacristão pela competência revelada; ; à cozinheira e seu marido pela maneira alegre e disponível como preparou as refeição, bem como ao grupo de senhoras que ajudaram nas refeições da festa; às pessoas que estacionaram na Serra, pois foram fantásticas, amigas, alegres e colaborantes; a todas as pessoas que participaram nas novenas, pela sua fé vivida, partilhada, edificante; a todos os peregrinos e romeiros que demandaram Santa Helena pela ocasião da Festa.
Aos senhores Presidentes da Câmara e da Junta dizemos também obrigado pela disponibilidade em apoiar sempre.Um obrigado sentido e profundo a todos os elementos do Conselho Económico, suas esposas e filhos. O Conselho Económico é fantástico, não só pelo empenho que demonstra por este lugar, como pelo trabalho, dedicação e competência que oferece a Santa Helena, ao longo do ano, pois na maior parte dos domingos a capela e o bar estão abertos e vários outros trabalhos são realizados. Na Festa, então, dão o litro para que tudo corra bem. Muito obrigado!

IRMANDADE DE SANTA HELENA
Nova Direcção
D. Fina Martins esteve décadas à frente da Irmandade de Santa Helena. O respeito pela sua idade e por alguma debilidade física, levou-nos a atender o pedido de substituição.
Muito obrigado, D. Fina, pelo trabalho discreto, eficaz e persistente que exerceu em prol da Irmandade durante tanto tempo.
Ficam a partir de agora à frente da Irmandade de Santa Helena D. Paula Amorim e D. Carla a quem desejamos todo êxito na condução da Irmandade e a quem agradecemos aceitarem o pedido dirigido nesse sentido.

Informações
Neste mês de Julho, não haverá a Missa da Irmandade no 3º domingo, pois a mesma foi celebrada na Festa.Em Agosto, a Missa em Santa Helena será no 2º domingo pelas 17 horas.
Durante os outros meses do ano, em cada 3º domingo, a Missa será às 17 horas durante a hora de Verão e às 16 horas durante a hora de Inverno.
De Novembro a Março, o Bar só abrirá nos terceiros domingos. Nos restantes meses, em cada domingo.
Qualquer assunto sobre Santa Helena, comunicar com o senhor Jaime Vitorino pelo telemóvel 936459730.
Vamos tentar que, no próximo ano, haja uma estrutura que assegure aos peregrinos bem-estar durante as Missas campais.
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Encerramento das Jornadas de Promoção Vocacional
Na homilia o senhor Bispo convidou-nos a todos a sentir os Seminários como nossos, a importarmo-nos com eles e a rezarmos pelas vocações, a visitá-los.
Ao fim da Comunhão, o Reitor do Seminário Maior, em nome dos Seminários, agradeceu o acolhimento dispensado pelas várias paróquias do arciprestado e estimulou as paróquias a serem fomentadoras de vocações sacerdotais e religiosas.
Por cauda do Encerramento das Jornadas de Promoção Vocacional, estiveram entre nós seminaristas dos dois seminários, formadores dos dois seminários e representantes da ASEL (Associação de Antigos Seminaristas dos Seminários da Diocese de Lamego) que assim testemunharam todo o apreço pela instituição e pelos valores que ali beberam.
Alguns dos seminaristas presentes acolitaram à Missa e outros integraram o coral. Gostámos de os ter cá e pedimos a Deus que lhes dê generosidade para seguirem a vocação.
Ainda na homilia, o senhor Bispo frisou que ele aprende com a fé dos peregrinos que, embora algumas vezes precise de ser purificada, é profunda e convicta.
Fez ainda um apelo à operatividade da fé, convidando-nos a fazer como o samaritano da parábola que, ao ver o homem prostrado na valeta, foi ao seu encontro e socorreu-o.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Domingo XV - Tempo Comum, Ano C

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Veja aqui o comentário à Missa do Próximo Domingo.

Canções de Mensagem pelo Pe. Marcos Alvim, num ambiente informal


Foi na noite de hoje em Santa Helena.
O jovem sacerdote, P.e Marcos Alvim veio até nós e deixou satisfeitas as muitas pessoas que assistiram ao espectáculo.
Dias quentes e noites serenas e agradáveis têm acompanhado estes dias de novena. Mas hoje o senhor vento lembrou-se de aparecer lá pela Serra. Assim o espectáculo, que estava previsto para ser realizado cá fora, teve que acontecer na Capela.
Foram momentos agradabilíssimos. O artista, P.e Marcos, fez questão de ajudar as pessoas na participação nas canções e elas aderiram muito bem. Depois o bom e saudável humor do cantor
ajudou imenso a criar um salutar ambiente humano.
Não deixa de ser elucidativo o apelo final da assistência: "Cremos mais coisas deste género. Queremos mais vezes o P.e Marcos entre nós." Depois, um pai, ainda jovem, dizia: "A Igreja tem que apostar cada vez mais nesta forma de transmitir a sua mensagem. Desta forma, mais gente adere."
Obrigado, P.e Marcos, pelo teu contributo!
Parabéns às pessoas pela sua presença e participação entusiasta.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

CENTRO PAROQUIAL SANTA HELENA DA CRUZ

Vai ficar assim
Começaram as obras

Vamos em frente, minha gente!

Quarta-feira, 7 de Junho de 2010. Começaram a obras na Casa da Fonte, futuro Centro Paroquial.
O sonho começou a tomar forma.
E sobre a necessidade do Centro Paroquial, basta isto. Só isto. Temos 350 catequizandos e não temos instalações.
E já nem falo nas restantes actividades pastorais...
Dadas as dificuldades económicas por que o país passa, não foi possível a comparticipação estatal. Mas Tarouca não vai permitir que a sua obra deixe de ser feita.
E todos filhos desta Paróquia de São Pedro de Tarouca, residente ou emigrantes, vão marcar presença e dizer "sim" nesta hora.
Contamos com todos os amigos, mesmo que não sendo de Tarouca. Todos somos poucos, mas todos juntos faremos muito.

5º DIA DE NOVENA

O tema do dia de hoje foi a MISSÃO DOS LEIGOS NA IGREJA.
A este propósito, leia aqui.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Fórum das Vocações

O Pré-Seminarista Fernando Luís

O Neo-Sacerdote P.e André

As irmãs

O Casal Rosvita e Luís Barros com a filha

P.e José Fernando, orientador da novena e deste encontro

Aspecto da Assistência
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Na noite desta terça-feira, em Santa Helena, decorreu uma Tertúlia sobre as vocações.
O recém-ordenado P.e André, uma Irmã, uma Noviça, um jovem casal, e um universitário em pré-seminário apresentaram às pessoas o seu testemunho vocacional. Tivemos assim o testemunho de vários vocacionados: à vida sacerdotal, à vida religiosa e à vida matrimonial.
As intervenções decorreram com grande simplicidade e naturalidade e, por isso, cativaram.
Uma realidade marcou cada uma das intervenções: a família foi fundamental. Pais, irmãos, avós, namorado(a) descobriram o chamamento ou dele tiveram consciência em família, pela família, com a família.
Orientou os trabalhos, com a simpatia que lhe é apanágio, o P.e José Fernando, pregador da novena.
Depois a assembleia também pode dar o seu testemunho ou dirigir-se às pessoas que tinham apresentado o seu. Também no fim, e já cá fora, várias pessoas se dirigiram aos intervenientes, mantendo com eles diálogos.
Antes de partirmos, houve tempo para um espaço de oração.
Parabéns aos que apresentaram o seu testemunho pela disponibilidade e pela forma como se comunicaram.
Parabéns ao belo grupo de pessoas presentes pela forma atenta e apelativa como marcaram presença.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

3º dia de novena



Das 17 às 18 horas, exposição e adoração ao Santíssimo Sacramento. Pelas vocações - todas a s vocações.
Apoiadas pelo guião e após um breve ensaio, as pessoas puderam participar e fizeram-no muito bem.
Tempo de serenidade, de paz interior, de silêncio, de reflexão, de oração colectiva.

Nesta terceiro dia de novena, o pregador propôs-nos como tema de reflexão os dez mandamentos. Os três primeiros referem-se ao amor de Deus e os outros sete a nós mesmos e ao próximo. Podemos resumi-los como Cristo o fez: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Os dez mandamentos são prova do amor carinhoso e solícito do Pai que aponta um caminho seguro de felicidade a todos nós, seus filhos.

domingo, 4 de julho de 2010

3 momentos importantes

Na Novena a Santa Helena/2010, destaco 3 momentos importantes:

1. Segunfa-Feira, dia 5 de Julho, às 17 horas, Solena Hora de Adoração pelas Vocações - todas as vocações (sacerdotais, religiosas e laicais).

2. Terça-Feira, dia 6 de Julho, pelas 21.30 horas, Forum Vocacional, com a presença e o testemunho de um um sacerdote recém-ordenado, duas freiras, um universitário em pré-seminário e um casal. Um espaço de testemunho e de diálogo com os participantes.

3. Quinta-Feira, dia 8 de Julho, pelas 21.30 horas. Intervenção do músico, P.e Marcos Alvim. Boa disposição, ritmos novos e menos novos, mensagem... O P.e Marcos é um dos cantores que está na moda. Vale a pena...

Apareça e leve um amigo também. Em cada uma destas actividades, esperamos por si.

Claro, a novena conta sempre com os dois pontos tradicionais: 8 horas e 18.30 horas.

ILUMINA. ILUMINA!

sábado, 3 de julho de 2010

14º Domingo do Tempo Comum - Ano C

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O envio
O tema deste domingo é «o envio». Jesus envia os seus discípulos para o meio do mundo. Todos nós cristãos fomos chamados e somos enviados para anunciar a Boa Nova de Jesus entre todos os povos, este ensinamento pode ser feito através da palavra e principalmente através da vida, do testemunho. É na alegria de viver o nosso ser cristão que mostraremos o sentido que tem Cristo para as nossas vidas.
O cristão é chamado a viver uma relação de amor que qualifica a sua vida, pois, «na verdade, é Deus que produz em nós tanto o querer como o fazer, conforme a Sua vontade» (Fl 2,13). A vida divina age incessantemente na nossa pessoa. Exige dela um modo de vida coerente com os ensinamentos de Jesus Cristo pois, estes tornam-se vida interior: «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim (...) «ninguém me importune, porque eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus» (Gl 2,20; Gl 6, 17).
Mas, o grande desafio é ser enviado para o meio de lobos. Jesus envia para o meio do mundo, onde haverá gente muito boa, mas também gente muito má. Ambos precisam do amor de Jesus. Muitos homens maus e mulheres más são bons e amigáveis com as pessoas de quem gostam.
O nosso verdadeiro carácter revela-se quando temos que nos doar aos agressivos, aos traidores e arrogantes, quando somos colocados à prova e temos que amar as pessoas de quem não gostamos tanto ou têm atitudes más. Assim, o ser discípulo de Jesus está ligado ao carácter, à paciência, à bondade, à humildade, à abnegação, ao respeito, à generosidade, à honestidade e ao compromisso... Muito precisa o mundo disto.

http://jlrodrigues.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de julho de 2010



Orienta a Novena o P.e José Fernando, Vice-Reitor do Seminário de Lamego.
Observação: Para melhor leitura, clic em cada uma das três gravuras. Lerá convenientemente o programa da Novena.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sábado próximo, às 18.30 horas

NOVENA - SANTA HELENA
Sábado, dia 3 de Julho, começa a Novena, às 18.30h.
Nos restantes dias, novena às 8 e 18.30h.
Domingo, 4 de Julho, às 18.30h, Festa de Nossa Senhora das Dores.

Novena é um retiro aberto para todos.

Suba à Serra e participe! Além das horas normais de Novena, há outras actividades interessantes.