sábado, 31 de março de 2012

As pessoas confessam-se para...

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Se se perguntar às pessoas com que fim se confessam, podemos obter estas respostas:

1. Confesso-me para cumprir o preceito que diz: "Confessar um cristão pela Páscoa da Ressurreição".
2. Confesso-me para poder comungar.
3. Confesso-me porque é um hábito que tenho de o fazer nesta altura do ano.
4. Confesso-me porque sinto necessidade de fazer a experiência do amor de Deus que  perdoa, acolhe,  refaz,  transforma,  enche da sua graça, concede o dom do arrependimento e infunde a paz.

Claro que esta última é a posição do crente convicto, esclarecido, disponível  para acolher o dom de Deus que nunca nega o seu perdão a um coração humilde e arrependido.

 Só quem está em graça deve comungar. Mas temos cristãos que depois de comungar uma ou duas vezes, deixam de o fazer sem razão ou pecado grave aparente. Como quem compra um bilhete de comboio para uma só viagem.... Onde fica Cristo nas outras viagens da vida???

Parabéns aos que vieram!

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Esta foi a última comunidade paroquial do arciprestado a celebrar a Sua Comunhão Pascal.
De manhã, foi a vez de Almofala.
À tarde foi aqui. Tudo correu bem. Houve um número interessante de pessoas que vieram fazer a experiência do perdão de Deus. Podiam estar mais? Podiam e deviam. Muitos mais.
Precisamos de rezar mais, evangelizar mais e melhor. As pessoas precisam de estar mais disponíveis para acolher a misericórdia e bondade de Deus, sempre à nossa espera. Mas parabéns aos que vieram!
O jubileu correu bem, com boa participação das pessoas.

SEMANA SANTA, SEMANA GRANDE, SEMANA AUTÊNTICA

Por D. António Couto

AQUI

sexta-feira, 30 de março de 2012

Procissões da Semana Santa


- 5/4 – Procissão do Encontro (18 horas)
                  - 6/4 – Procissão do Enterro do Senhor (21 horas)
Contamos com a sua presença e colaboração amigas.
Participe!

DOMINGO DE RAMOS - Ano B

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Paróquia de Tarouca: COMUNHÃO PASCAL

Sábado, 31 de Março
15 - 17.30 horas: Confissões
17.30 horas - Jubileu da Irmandade das Almas

Sacramento da Reconciliação (Confissão) é o banquete do perdão de Deus.

CONFESSAR-ME, EU???
- Não tenho pecados…
- Os padres ainda são mais pecadores…
- Não tenho tempo…
- Que diriam os meus amigos se me vissem ir confessar!?
- Confesso-me directamente a Deus…
- Tenho vergonha de me ir confessar…
- Há tanto tempo que não me confesso que já nem me sei confessar...
- Os meus pecados são sempre os mesmos...
- etc, etc
ACHA QUE ESTAS RAZÕES O CONVENCEM? OU SÃO DESCULPAS…?
Um pouco de humildade ajuda-nos a encontrar a verdade.

UM CASO NA VIDA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Um dia S. Francisco disse para os que o acompanhavam: "dizei-me qual é o padre mais escandaloso que conheceis, é esse que eu vou escolher para me confessar. Assim sei que não é ele que perdoa os meus pecados, mas Jesus Cristo".

A confissão é acima de tudo o sacramento do perdão. Para perdoar. Para se sentir o perdão de Deus.
A confissão, além de permitir o perdão dos pecados, deve ser um encontro com o outro, com o próprio Deus numa pessoa concreta. Na pessoa do sacerdote.
O Sacramento da confissão é a celebração da misericórdia, do carinho e do amor de Deus para QUEM perdoar é Festa.
Deus nunca nega o seu perdão a "um coração humilde e arrependido". Por isso, podemos ir "confiantes ao trono da graça para obtermos de Deus a graça de um auxílio oportuno."
No íntimo de cada um de nós, onde nenhum médico consegue sarar as nossas feridas, só chega a mão de Deus. Deixemos que o amor misericordioso de Deus nos toque, nos sare e nos recomponha.


SÓ DEUS PODE DAR AMOR, MAS TU PODES ENSINAR A AMAR... SÓ DEUS É O CAMINHO, MAS TU PODES INDICÁ-LO AOS OUTROS... SÓ DEUS É A LUZ, MAS TU PODES FAZÊ-LA BRILHAR... SÓ DEUS SE BASTA A SI MESMO, MAS QUER PRECISAR DE TI E CONTAR CONTIGO…
Então, sê apóstolo do Sacramento da Confissão!!!

quarta-feira, 28 de março de 2012

O dinheiro não compra tudo

Resposta do arquiteto Souto Moura numa entrevista da "Visão" de 1 de março deste ano.
Fonte: aqui


Fogos florestais na zona

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Depois do fogo entre Várzea e Cristo Rei, eis que hoje as labaredas lavram entre São João e Tarouca, naquele que é o verdadeiro pulmão verde que nos resta.
O fogo, vindo dos lados de São João, pode pôr em perigo o monte, esse mesmo monte onde se encontra a capela do Senhor do Monte.
No dizer de São Francisco de Assis, a "irmã natureza" está a ser destruída, pese embora o esforço e profissionalismo dos bombeiros.
Como não acreditaremos em "contos da Carochinha", estes fogos não terão  causas naturais. Mão criminosa e assassina estará certamente por trás destas calamidades.

Até quando os pirómanos abusarão da paciência da democracia?

terça-feira, 27 de março de 2012

Ciência converte ateu

O ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu activismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o "Papa dos ateus" e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da actualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.

Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.

Em 2007, escreveu o livro "Há um Deus", onde afirmava a sua admiração pelo cristianismo, classificando como a religião que "mais claramente merece ser honrada e respeitada", ressaltando também a influência do apóstolo Paulo na formação das bases conhecidas do cristianismo hoje, a quem classificava como "intelectual".

No livro "Deus Existe", Flew relata em parceria com Roy Abraham Yarghese que sua conversão se deu da forma mais convincente para um ateu: através da ciência. Um grande exemplo costumeiramente usado por filósofos ateus para refutar a teoria da criação, é a teoria do big-bang. Porém, para Flew, após anos de estudo e reflexão, a própria teoria do big bang era a prova do que o livro de Génesis relata.
Fonte: aqui

Procissão de Lázaro - Reportagem em vídeo



Fonte: aqui

MORRER NÃO É O FIM

Bento XVI no México e em Cuba



Acompanhe  AQUI a visita do Papa ao México e a Cuba que está a decorrer.

segunda-feira, 26 de março de 2012

PROCISSÃO DE LÁZARO EM TAROUCA




A palavra PROCISSÃO vem do Latim procedere, “seguir em frente, marchar”,
de pro-, ”à frente”, mais cedere, “ir”.

- Procissão: lembra-nos que somos UM POVO QUE CAMINHA para a CASA DO PAI. Deus chamou-nos amorosamente à vida para que deixemos o mundo um bocadinho melhor do que o encontrámos. A vida é o maior dom. Mas diz-nos o Senhor : "Vós não sois do mundo como Eu não sou do mundo". No mundo somos peregrinos, caminhantes para a Casa do Pai.
- Procissão: diz-nos que caminhamos uns com os outros e precisamos de ajuda mútua durante a caminhada para que ninguém fique definitivamente para trás, para que ninguém caminhe tão rapidamente que se perca dos restantes.
Procissão: caminhamos com Cristo rumo ao Pai. "Eu estarei sempre convosco até à consumação dos séculos", diz  Jesus. Mesmo as procissões marianas ou em honra dos santos, é Cristo que é apontado, sugerido, vincado. Como sinaleiros na estrada da vida, os santos apontam iresistivelmente para Cristo. Ele é tudo para os santos e indicam-nos Cristo como o tudo para nós.
Procissão: caminhamos na esperança. "Tende coragem, eu venci o mundo", diz Jesus. Logo, como afirma S. Paulo, "se Deus está por nós, quem nos poderá vencer?". Na caminhada da vida, há sombras e cruzes que só à luz de Cristo têm significado e d'Ele recebem sentido.

As procissões tem fundamentação Bíblica?
Sim. Mas, primeiramente, gostaria de explicar o significado da palavra procissão. Esta palavra é derivada do verbo latino procedere, e do substantivo processionis, que quer dizer: marchar, caminhar, ir adiante, saída solene, cortejo religioso, etc.
As procissões tem origem na Sagrada Escritura. A caminhada é um elemento muito importante na história da Salvação. No Livro do Êxodo, encontramos o povo que caminha rumo á terra prometida. Eis, em detalhes, a descrição da Arca da Aliança, dada pelo próprio Deus: “Farão (os filhos de Israel) uma arca de madeira de acácia” (Ex 25,10) e (tu Moisés) “cobri-la-ás de ouro puro, por dentro e por fora” (Ex 25,11); “Também farás uma tampa de ouro puro” (Ex 25,17) (e) “dois querubins de ouro” (Ex 25,18); “Farás um querubim na extremidade duma parte e outro querubim na extremidade da outra parte” (Ex 25,19) ... o texto continua ...
O povo hebreu cumpriu, religiosamente, a ordem dada pelo Senhor e, uma vez tudo concluído, conduziu a Arca em procissão, numa caminhada de esperança, de louvor e de libertação, na presença de Deus. Também o Livro dos Números nos mostra as normas estabelecidas por Deus ao povo que caminhava, vejamos o texto: “Quando se levantava a nuvem sobre a tenda, os Israelitas punham-se em marcha; no lugar onde a nuvem parava, aí acampavam. A ordem do Senhor levantavam o acampamento, e à sua ordem o assentavam de novo” (Cf Nm 9,17-18). Será isso idolatria ordenada pelo próprio Deus?
Vamos dar um salto no tempo e na história, e partirmos para o Novo Testamento. Aqui, gostaria de ressaltar a entrada solene de Jesus, em Jerusalém. Assim, está escrito: “E toda aquela multidão, que o precedia e que o seguia, clamava: Hosana ao Filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!Hosana no mais alto dos céus! (Cf Mt 21,9). Nós recordamos esta cena a poucos dias, por ocasião da Semana Santa, precisamente no Domingo de Ramos.
A nível de esclarecimento, informamos que as primeiras procissões, de nós católicos, apareceram por volta do início do século IV, logo após a declaração de liberdade religiosa concedida pelo imperador Constantino. Hoje as procissões são realizadas em vários momentos e ocasiões. As mais comuns são: Via-Sacra, Semana Santa, Corpus Christi, procissões em honra dos santos padroeiros e de Nossa Senhora.
Vemos claramente, com a Bíblia nas mãos, que a Arca da Aliança, com seus querubins (anjos de ouro), não foi somente colocada num lugar de honra e destaque, onde se celebrava o culto, mas também levada pelos sacerdotes, solenemente, em procissão, dando voltas pela cidade, tocando trombetas. Foram, realmente, diversas procissões.
(Fonte: aqui)

domingo, 25 de março de 2012

A FAMÍLIA E A EUCARISTIA

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Continuando a nossa Caminhada da Quaresma temos hoje como ponto de referência a família na relação com a Eucaristia. Como sabemos a Eucaristia é o centro da vida cristã. É o banquete de amor que Deus nos oferece. Nela vivemos de modo original e único a comunhão com Deus e a comunhão de uns com os outros. Agradecendo a Deus pela Eucaristia dom de amor por todos nós, queremos que ela seja cada vez mais o centro da nossa vida e das nossas famílias...

A Quaresma, já vai adiantada. Por isso, pergunte-se...
A Quaresma já vai adiantada. Então é altura de cada um de nós perguntar a si mesmo: Cristo está a ser a nossa luz e a nossa bússola? Como está o cântaro da nossa oração? E o cobertor da nossa caridade? Temos feito renúncias a favor de quem mais precisa? É preciso que a caixa da renúncia seja o altar da nossa caridade…

Lembremos que sábado próximo é a nossa Comunhão Pascal. Precisamos de acolher e celebrar o amor de Deus que na Confissão nos dá o seu perdão.

A Sagrada Escritura apresenta-nos a história do amor de Deus pelo seu Povo, comparando-o a uma “aliança” conjugal

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Na verdade, o amor entre os esposos sobressai, na Sagrada Escritura, “como arquétipo de amor por excelência, de tal modo q...ue, comparados com ele, à primeira vista todos os demais tipos de amor se ofuscam” (cf. Bento XVI, DCE 2). Os casais, unidos pelo sacramento do matrimónio vivem o seu casamento como uma “aliança”, e não apenas como um contrato e muito menos ainda um contrato a prazo! Deste modo, na sua comunhão de vida e amor, os casais cristãos são a manifestação visível, sensível e tangível do amor de Deus, que Se entregou por nós, até ao extremo da Cruz! Entretanto lembra-nos Profeta Jeremias, que não basta a “aliança no dedo”. Se esta «aliança» não evocar no coração, uma presença, uma Palavra, um compromisso, um Amor a que se quer ser fiel, também não servirá para nada!

E, por isso, os casais, na medida do seu amor fiel e fecundo, tornam-se para os seus filhos, aqueles que primeiro os guiam e levam até Jesus: não tanto, porque lhes falem d’Ele com especial sabedoria, mas sobretudo porque lh’O mostram e fazem ver, através do testemunho do seu amor fiel e fecundo! O amor conjugal deve sinalizar e evidenciar o amor de Deus, como o elo mais forte da aliança, que une casais e pais cristãos!

Também na tarefa educativa, os pais são chamados a refletir este amor apaixonado de Deus, que semeia, na esperança de que todo o sacrifício, por amor, dará fruto a seu tempo! Na verdade, «a educação é algo do coração e só Deus é o seu dono» (S. João Bosco). Pais, mostrai e explicai aos filhos o significado da aliança, que trazeis no dedo anelar. Em família, escrevei no rolinho desta semana, três qualidades de cada um, lá em casa, na certeza de que «o homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o que é bom» (Lc.6,45)!

 

"SABES QUEM SOU EU?»

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sexta-feira, 23 de março de 2012

Número de católicos

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O Vaticano acaba de anunciar que o número de católicos aumentou 15 milhões em todo o mundo em 2010 face a 2009, para se cifrar em 1,196 mil milhões, graças a aumentos registados em África e na Ásia.
Segundo o anuário pontifício 2012, no plano geográfico, a presença dos católicos diminuiu na América Latina (de 28,54 por cento em 2009 na região para 28,34 por cento em 2010), mas o fenómeno foi ainda mais forte na Europa (de 24,05 por cento em 2009 para 23,83 por cento em 2010). Inversamente, os católicos ganharam terreno em África, onde a presença destes passou de 15,15 por cento em 2009 para 15,55 por cento em 2010, e no sudeste asiático, onde passou de uma presença de 10,41 por cento em 2009 para 10,87 por cento em 2010.
Nestes dois últimos anos, a proporção de católicos baptizados manteve-se estável à escala mundial em 17,5 por cento, segundo o anuário pontifício apresentado ao papa Bento XVI pelo número dois do Vaticano, monsenhor Tarcisio Bertone e o adjunto deste na Secretaria de Estado, monsenhor Angelo Becciu.
O número de padres e religiosos aumentou de 410.593 em 2009 para 412.236 em 2010: O número de padres registou um forte acréscimo em 2010 face a 2009 na Ásia (mais 1.695 padres) e em África (mais 761 padres) enquanto diminuiu nitidamente na Europa (menos 905 padres).
Nos últimos cinco anos (2005-2010), o número de estudantes em filosofia ou teologia nos seminários diocesanos ou religiosos aumentou 4 por cento, ao passar de 114.439 pessoas em 2005 para 118.990 em 2010, indica também o anuário pontifício.
Outro dado concreto referente às vocações é de que os seminaristas (futuros padres ou religiosos) estão a diminuir na Europa (menos 10,4 por cento num ano) e nas Américas (menos 1,1 por cento) e a aumentar em África (mais 14,2 por cento), na Ásia (mais 13 por cento) e na Oceânia (mais 12,3 por cento).
Fonte: aqui

V DOMINGO DA QUARESMA - Ano B

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Leituras: aqui


A família na relação com a Eucaristia
1. - Dias virão, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma aliança nova. Não será como a aliança que firmei com os seus pais (...). Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
2. - Mais uma vez nesta Quaresma nos aparece o tema da Aliança!
3. - Sim a Aliança é algo muito querido da parte de Deus em relação ao Homem.
1. - Agora a Palavra de Deus fala-nos numa nova aliança...
2. - E a aliança que o Senhor quer connosco é na liberdade e no amor.
3. - Já não terão de se instruir uns aos outros, nem de dizer cada um a seu irmão: «Aprendei a conhecer o Senhor». Todos eles Me conhecerão, desde o maior ao mais pequeno, diz o Senhor.
1. - É uma aliança oferecida por Deus, mas acolhida, vivida, experienciada no mais íntimo de cada um, a partir do perdão de Deus...
2. - Porque vou perdoar os seus pecados e não mais recordarei as suas faltas.
3. - Nós sabemos que a Nova Aliança veio-nos por Jesus Cristo. A Sua Paixão Morte e Ressurreição constituíram-nos na Nova Aliança de Deus.
1. - Essa aliança tem a garantia do amor de Deus por nós....
2. - Mas a Nova Aliança está cheia de dor, de sofrimento, de generosidade...
3. - Sim! Cristo deu a vida por nós... Não foi fácil... Foi doloroso...
1. - A segunda leitura expressa bem a dimensão dolorosa da entrega de Jesus por nós:
Nos dias da sua vida mortal, Cristo dirigiu preces e súplicas, com grandes clamores e lágrimas, Àquele que O podia livrar da morte...
2. - Na verdade, apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento.
3. - E foi no sofrimento que se tornou para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.
1. - Às vezes só pensamos em nós... Esquecemos que Jesus também sofreu e sofreu muito por nós...
2. - Ele próprio o diz no Evangelho de hoje: Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome.
1. - A Aliança de Deus connosco celebra-se e realiza-se de modo especial na Eucaristia...
  Tomai e comei... Tomai e bebei... Este é sangue da nova e eterna aliança...
2. - Na Eucaristia Jesus dá continuamente a vida por nós.... Morre e ressuscita por nós... Entrega-se ao Pai por nós... E põe-nos também no caminho do amor e da entrega generosa ao Pai...
3. - Neste momento tenhamos presente o seguinte: o mistério central da vida cristã, a Eucaristia, muito concretamente a Eucaristia do domingo, não está a ter o apreço devido por muitos batizados... A missa é vista por muitos como desnecessária e sem sentido...
1. - Outros vêem-na como algo pesado , que custa...
2. - Não terá chegado o momento de claramente afirmarmos a Eucaristia como verdadeiramente o centro da vida cristã?
3. - Não será o momento de dizer claramente que cristão sem Missa de Domingo não pode ser um cristão verdadeiramente feliz e realizado?
Todos: A eucaristia é o banquete do amor, é a aliança do Senhor...
1. - Não será o momento de repor a eucaristia no centro da vida das nossas famílias?
2. - Pais, ajudai os vossos filhos a ter apreço pela Missa de domingo!
3. - Filhos, ajudai os vossos pais a recuperar o gosto pela eucaristia...
Todos: - A eucaristia é a ceia do Senhor, o banquete do amor. É dom da comunhão com Cristo e de uns com os outros.