quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

1º Torneio de Jogos de Mesa

 
Na antiga escola primária, junto ao centro cívico, o Grupo de Jovens da Paróquia de S. Pedro de Tarouca, Arautos da Alegria, organiza, no próximo dia 2 de fevereiro, a partir das 17 horas,  um torneio dedicado às modalidades de Sueca, Dominó, Damas e Xadrez.
 
Com esta atividade, o Grupo de Jovens pretende promover:
- a abertura à comunidade
- o convívio são entre as pessoas
- o espírito de grupo e a interação
- o valor do lúdico e da saudável competitividade
 
Venha participar!|
Venha observar!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Pe. Artur Mergulhão, novo Arcipreste do Arciprestado de Armamar-Tarouca

 
Veja aqui

Apostolado dos Leigos inicia missão e inaugura site

Site: http://www.cnal.pt/

Nova estrutura quer planear «ações coordenadas e conjuntas» e responder com critérios cristãos «aos sinais que a sociedade suscita»


 
A Conferência Nacional das Associações de Apostolado dos Leigos (CNAL), que reúne 42 organismos da Igreja Católica, deu início público às suas atividades e inaugurou na sexta-feira a sua página na internet.
Uma das principais finalidades da nova estrutura é planear “ações coordenadas e comuns das associações de fiéis, independentemente da sua finalidade e experiência”, explicou hoje à Agência ECCLESIA a presidente do Conselho Nacional da CNAL, Alexandra Viana Lopes.
Os membros da plataforma pretendem igualmente “estar atentos aos sinais que a sociedade suscita nas suas expressões culturais e sociais”, para que a Igreja consiga dar uma “resposta cristã mais segura a essas realidades”, acrescentou.
A responsável gostaria que aumentasse o número de organismos inscritos na CNAL, que atualmente correspondem a “aproximadamente metade” do total de associações aprovadas pelo episcopado português: “O interesse é que todos venham a sintonizar-se com este processo de comunhão dentro da Igreja”.
Alexandra Viana Lopes frisou igualmente que o site da CNAL , ao “tornar visível o bom que existe” e facilitar “o acesso centralizado a informações, atividades, formações e projetos”, é um “serviço a todos os leigos, quer sejam ou não organizados”.
“Chamamos ao site ‘Conferência Nacional de Apostolado dos Leigos’, sem incluir a designação ‘Associações’, porque pretendemos oferecer a todos os leigos, sobretudo na secção ‘Enfoques’, a possibilidade de sintonizarem com o caminho de comunhão, conhecimento, testemunho e partilha de projetos”, referiu.
Para D. Antonino Dias, bispo de Portalegre-Castelo Branco e presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, a página é “um espaço de crescimento na estima, na cooperação e no respeito pela diversidade dos carismas, alicerçando a unidade na diversidade e procurando o discernimento colegial dos sinais dos tempos e das respostas a dar, hoje, às grandes questões da Igreja e do mundo”.
“Pela partilha de iniciativas, pela informação útil e constante, pela formação variada e permanente, este sítio constituirá, por certo, um ponto de referência na comunhão efetiva das associações de apostolado», salienta o prelado na saudação publicada na página.
Os antecedentes da CNAL remontam a 1979, quando um grupo de 29 associações de fiéis iniciou um percurso de conhecimento recíproco que levou à fundação, dois anos depois, do Conselho Nacional de Movimentos e Obras, extinto em 2011.
“Já se tinha feito um caminho de comunhão no sentido da estima recíproca, do conhecimento e da colaboração entre organismos”, observou Alexandra Viana Lopes, que com o novo organismo deseja o aprofundamento do relacionamento entre as instituições.
In agência ecclesia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ideia central do Concílio: a ideia de comunhão .

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(...)por vezes, dá a sensação de que se não pene­trou devidamente na ideia central do Concílio: a ideia de comunhão.

Todo o afrouxamento na oração (nomeadamente na Eucaristia) bem como os obstáculos ao exercício efetivo da participação e da corresponsabilidade são sintomas, clarividentes e perturbadores, de uma deficiente perceção da comunhão eclesial.

Na verdade, quando a participação na Eucaristia diminui (em quantidade, mas sobretudo em qualidade) e quando a vida da Igreja não desperta minimamente o interesse dos cristãos, poder-se-á concluir, com pesar mas também com legitimidade, que o dinamismo da comunhão ainda não envolveu plenamente o povo de Deus.

É necessário, porém, que não nos deixemos abater pela desmobilização, pelo pessimismo e por outras dificulda­des. Para que a primavera da Igreja, inaugurada pelo Con­cílio não degenere em outono de indiferença, passividade ou resistência.
In Continuará o Concílio atual?

Pomba da paz de Bento XVI atacada por gaivota

...
A habitual pomba branca, símbolo da paz, sofreu um ataque de uma gaivota, no passado domingo, logo depois do Papa a lançar do alto da sua janela, no Vaticano.

O momento foi captado pelas câmaras de televisão, que estavam a seguir a sessão de Bento XVI, depois de rezar o ‘Angelus’, no Dia da Memória, dedicado a todas as vítimas do Holocausto.

Depois de pedir que todos “os horrores do passado” não se repitam, Bento XVI lançou uma pomba que, desde logo, não se quis afastar da varanda. Momentos depois, uma gaivota é avistada e chega a atacar a ave simbólica.

Só a muito custo a pomba consegue escapar...
Fonte: aqui

domingo, 27 de janeiro de 2013

Reunião de catequistas


Realizou-se na tarde de hoje uma reunião geral dos catequistas desta comunidade paroquial.
Após a oração inicial, os catequistas reflectiram sobre a sua missão, analisaram o calendário de actividades, debruçaram-se sobre a Festa da Catequese (2-3-2013) e comungaram preocupação, dúvidas, experiências e esperanças.
Mais um belo momento de trabalho conjunto, virado e recentrado nos outros, sobretudo crianças.
O encontro terminou com a recitação do Credo.
Quer o jornal paroquial quer o boletim próximos darão conta das actividades da catequese.
Esteja atento!

sábado, 26 de janeiro de 2013

A fé nunca pode ser questão de «opinião pessoal»

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O cardeal-patriarca convidou os católicos a uma adesão completa “à fé da Igreja”, que devem sobrepor à qualquer posição pessoal, numa nova reflexão sobre os textos do Concílio Vaticano II (1962-1965)
“A fé católica não é uma questão de opinião pessoal”, refere D. José Policarpo, numa intervenção apresentada no canal do patriarcado no YouTube, a décima do programa 'Acreditar com o Concílio’.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa sublinha que “a Igreja não se engana na fé”.
“Se eu sigo a fé da Igreja, tenho a certeza de que não me engano, de que estou na verdadeira fé”, defende.
O comentário do cardeal-patriarca parte de uma passagem da constituição conciliar ‘Lumen gentium’ (Luz dos povos), sobre a Igreja.
“Neste texto, o Concílio fala-nos da Igreja como mistério e, portanto, objeto de fé”, assinala, na reflexão escrita que acompanha o vídeo.
D. José Policarpo observa, por isso, que “a Igreja não é uma qualquer instituição humana que muda de verdade ao sabor dos tempos e das culturas; a sua palavra é eterna, é a atualidade da Palavra de Cristo”.
“A história mostrou-nos que pessoas individuais, que depois agregaram grupos, podem afastar-se dessa verdade de fé recebida dos apóstolos. Isto mostra que, quando alguém tem interrogações ou dúvidas acerca da fé, não pode ter em conta só a sua sensibilidade ou opinião; tem de escutar o Povo de Deus no seu conjunto e a sua maneira de conceber a fé da Igreja, ao longo dos séculos”, conclui.
In agência ecclesia

O Doutor João António na Escola da Fé


Na noite desta sexta-feira, no Centro Paroquial, teve lugar o 3º encontro da Escola da Fé, orientado pelo Doutor João António, Reitor do Santuário de Nª Senhora dos Remédios, ilustre teólogo e escritor.
Falou sobre a transmissão da fé e foi escutado com viva atenção pelos presentes.  Houve depois um período de perguntas e respostas no qual as pessoas expuseram as suas dúvidas, levantaram questões e pediram esclarecimentos. A todos o orientador respondeu com propriedade.
Felicitamos os presentes pela forma como souberam estar, pela atenção e agrado na participação.
Agradecemos ao Doutor João pela simplicidade, competência, acolhimento e serenidade com que orientou o encontro.
 
A próxima sessão da Escola da Fé será em 22 de Fevereiro (sexta-feira), plas 20.45 horas, no Centro Paroquial.
Não falte! Coloque já bna agenda do seu coração.
Traga um amigo também.
Vale a pena.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

III DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C

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Leituras: aqui
"Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir”!
(Lc 4,21)
[Fecham-se os livros e abre-se a vida! Dito e feito! Assim é a Palavra de Deus! Hoje, somos assembleia reunida, para celebrar «o dia consagrado ao Senhor». Hoje, a Palavra de Deus foi proclamada, diante de todos! Hoje, Jesus fala-nos, por meio das Escrituras. Hoje, escutamo-lO, e pomos nEle os nossos olhos, porque a Palavra de Deus faz-se Carne, faz-se ouvir e sentir, faz-se ver e pode-se tocar. Hoje, estou aqui, como outrora os sacerdotes e levitas, ou como há dois mil anos, Jesus na sinagoga de Nazaré, a explicar-vos a Palavra, para que a compreendais, para que Ela fale à nossa vida e se cumpra hoje mesmo]!
2. Hoje, também eu gostaria de ser breve, tal como Jesus, no seu comentário à Palavra de Deus. Por isso, destaco apenas a palavra final da citação de Isaías: «O Senhor enviou-me a proclamar o ano da graça do Senhor» (Lc 4,19; Is 61,2a). Fico então a pensar convosco: “2013, um ano da graça do Senhor”?! Parece estranho! Afinal, todos falam tão mal deste ano, como uma espécie de «ano de vingança» (Is 61,2b), mas Jesus vem dizer-nos, precisamente hoje, que este ano de 2013, é mais um ano da graça, um tempo favorável da parte do Senhor, um tempo especial, “um tempo de graça” (PF 15), que o Santo Padre nos propôs, como um «Ano da Fé»!
Então, eu interrogo-me, perante este dom: Como aproveitar, como viver pessoalmente, na minha vida, este ano do Ano da Fé, para que ele seja verdadeiramente um “ano da graça do Senhor”?
3. As leituras que escutámos dão-nos sugestões muito simples e concretas. E uma breve passagem pelas leituras indica-nos algumas atitudes, para que possamos aproveitar esta graça para crescer na fé:
1. Valorizar «o dia consagrado ao Senhor»! Para os judeus, era o sábado, o sétimo dia. Também Jesus, como judeu, fiel e piedoso, “segundo o seu costume, ia à sinagoga” (Lc 4,16), neste dia, para rezar com o seu povo. Para os cristãos, o dia consagrado ao Senhor, será o domingo, o primeiro dia da semana, o dia da Ressurreição de Jesus. Neste Ano da Fé, não deixemos de valorizar o Domingo, a partir da Eucaristia. A Eucaristia é o coração do domingo. Sem a Eucaristia, o Domingo é apenas uma interrupção, na sequência dos dias úteis. Deixa de ser um dia de festa e de repouso, um dia do Senhor, para o louvor de Deus. Neste Ano da fé devemosintensificar a celebração da fé, particularmente na Eucaristia, que é a meta e a fonte de toda a vida cristã (PF 9). A Liturgia é a nossa primeira escola da fé!
1.1. Façamos então da Eucaristia, um compromisso irrenunciável, “o mistério admirável” e não o sacramento descartável da nossa fé, como se fosse algo de acessório, de secundário, de dispensável.
1.2. Demos ainda mais tempo, mais espaço, para Deus, na celebração da Eucaristia, sem atrasos na entrada, sem pressas na saída;
1.3. Não vivamos a Eucaristia como um costume, a que somos obrigados. Vivamos a Eucaristia, na alegria da grande família reunida, em comunhão;
2. Valorizar a Palavra de Deus. Há que dar mais tempo, mais importância, mais atenção à leitura e à escuta da Palavra de Deus. “Que a Palavra de Deus avance e seja glorificada” (II Tes 3,1; cf. PF 15), especialmente neste Ano da Fé. Façamo-lo:
2.1. Pessoalmente e em família, com a leitura diária, de cinco a dez linhas, das páginas evangélicas. Saibamos abrir o livro das Escrituras, para colher a mensagem que Deus tem para nós, hoje, neste dia, em cada dia;
2.2. Em grupo de reflexão ou de oração, para compreender melhor a Palavra e a poder levar à vida (participemos mais na lectio divina, na catequese);
2.3. Em assembleia litúrgica: este é, sem dúvida, o âmbito privilegiado onde Deus nos fala, no momento presente da nossa vida (cf. Verbum Domini, 52). Não basta chegar ao Credo. É preciso que escutemos toda a Palavra, que a Igreja nos propõe em cada celebração.
3. Valorizar a minha pertença e a minha participação na vida da Comunidade. Na verdade, eu só sou, porque os outros são. Sozinho, não sou nem vivo, como cristão! Todos nós – dizia-nos São Paulo – formamos um só Corpo. Cada um de nós é membro de um mesmo Corpo, o Corpo de Cristo, que é a Igreja. Cada qual, na sua parte, com o que tem de seu e de próprio. Neste Ano da Fé, cada um procure dar algo, de si ou de seu, à vida desta comunidade, com um empenho mais concreto, seja num simples contributo material, seja num humilde serviço pastoral. Na verdade, “os crentes fortificam-se acreditando” (Santo Agostinho; PF 7). Vivamos a fé “na grande comunhão da Igreja” (Notas para o Ano da Fé, 10).
Três coisas apenas. Mas isto bastaria, para transformar a malfadada desgraça do ano 2013, na graça que para todos é, este tão belo e tão rico e tão desafiador Ano da Fé.
Fonte: aqui

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Os cristãos, se querem ser fiéis, não devem ter medo de seguir em contracorrente


Bento XVI alertou hoje no Vaticano para a necessidade de os cristãos seguirem em “contracorrente” e ignorarem o que classificou como “ídolos” propostos pela sociedade.
“Muitos são hoje os ídolos falsos que se levantam. Os cristãos, se querem ser fiéis, não devem ter medo de seguir em contracorrente”, escreveu o Papa na rede social Twitter, aos seus mais de 2,5 milhões de seguidores em nove línguas, incluindo o português.
A mensagem sintetizou a catequese que Bento XVI apresentou durante a audiência geral desta manhã, na sala Paulo VI, durante a qual afirmou que acreditar em Deus implica apresentar “valores que muitas vezes não coincidem com a moda e as opiniões do momento”, “adotar critérios e assumir comportamentos que não pertencem ao modo comum de pensar”.
Segundo o Papa, os cristãos não devem “uniformizar-se” perante sociedades nas quais Deus é “o ‘grande ausente’ e no seu lugar existem muitos ídolos, a começar pelo ‘eu’ autónomo”.
“Mesmo os notáveis progressos da ciência e da técnica induziram no homem uma ilusão de omnipotência e de autossuficiência, bem como um crescente egocentrismo criaram vários desequilíbrios no interior das relações interpessoais e dos comportamentos sociais”,prosseguiu.
Em português, Bento XVI explicou aos presentes o início de um novo ciclo de reflexão sobre o Credo, a “profissão de fé” dos católicos: “«Creio em Deus»; um Deus, que se revela e fala aos homens, convidando-os a entrar em comunhão com Ele”.
O Papa aludiu à figura de Abraão, chamado “o pai de todos os crentes”, a quem a fé levou por “um caminho paradoxal, pois será abençoado, mas sem os sinais visíveis da bênção”.
“Abraão, na fé, sabe discernir a bênção divina para além das aparências, confiando na presença do Senhor mesmo quando os seus caminhos são misteriosos”, precisou, antes de frisar que “os olhos da fé são capazes de ver o invisível”.
No final da intervenção, Bento XVI saudou uma delegação de várias entidades eclesiais e civis empenhadas na Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro, que vai decorrer de 23 a 28 de julho.
O Papa recordou ainda a Semana pela Unidade dos Cristãos, que decorre até sexta-feira, deixando votos de que “a oração ecuménica de fiéis de várias Igrejas e comunidades cristãs dê frutos no Ano da Fé com o aprofundamento do diálogo, da busca da verdade, do reconhecimento das tradições e gestos de reconciliação”.
In agência ecclesia

FOI DEUS

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Neva na Serra de Santa Helena

Foto

Cai neve na Serra de Santa Helena.

Ao olhar a imponência branca da Serra, sabe bem ouvir a "Balada da Neve", de Augusto Gil. Ouçam!


Jovens da comunidade paroquial tarouquense na Oração Taizé

22 jovens da Paróquia de São Pedro de Tarouca, acompanhados pelo Diácono Adriano, participaram na Oração de Taizé, que aconteceu na igreja de Almacave, no sábado passado, dia 19, às 21h30. Foi para eles uma experiência nova de estar em oração.
Interessante. Num sábado à noite estes jovens demandaram Lamego
- não para assistir a um certo musical
- não para estar na night
- não para ver um filme
- não para participar num baile
- não para passear
- não para gozar a vida

FORAM PARA REZAR!

Parabéns, jovens! Escolhestes "a melhor parte que não vos será tirada".
Com Cristo no coração, a vida tem outro encanto, outra verdade, outra liberdade, outro sabor, outra alegria, outra esperança.
A paróquia reve-se nos seus jovens quando eles lhe apontam novos horizontes, novas perspectivas, novos desafios.
Que o vosso exemplo puxe sempre pela comunidade.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Perdoa, Senhor, a minha ingratidão!

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Antes de dormir rezei, pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece, e continuar aqui me lamentando.
Tati Bernardi

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Quando alguém cometer alguma ingratidão com você, reze por este alguém, o espírito dele é fraco e está precisando de luz.
Izzo Rocha

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"Quem se pode  afastar de Deus? Há somente quem pode ser ingrato com ele"
Joyce Carolino

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Deus criou o homem. O homem criou seus "deuses"'. Quanta ingratidão, homem!
Arthur Belarmino

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Receita para uma vida infeliz:
Seja ateu, egoísta , ingrato, arrogante, falso com você e com o próximo, procure sempre guardar mágoas , pense que o mundo gira ao seu redor e não do sol, não zele e nem preserve o meio ambiente que você vive.
Andrea Taiyoo






ÀS VEZES SOMOS INGRATOS

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A misericórdia de Deus será sempre maior que a tua ingratidão. - São  Pio de Pietrelcina
 
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BOM É PENSAR QUE DEUS É TÃO MISERICORDIOSO E MARAVILHOSO QUE ELE IGNORA SUA INGRATIDÃO EM RELAÇÃO AO SEU AMOR ..." - Neo West - RDG

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Eu sei que querendo ou não, às vezes, somos ingratos com Deus. - Jefferson Almeida
 
 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Criança na missa

 
Uma das exigências da formação cristã é a prática das virtudes (Exortação Apostólica Catechesi Tradendae – Papa João Paulo II – 1979), e uma delas é a oração. Podemos ler isso na carta de São Paulo aos Romanos (12,12), na qual ele convida para que sejamos alegres na esperança e perseverantes na oração. Assim também devem ser as crianças, desde bem pequeninas!
Elas precisam crescer num ambiente onde a oração faz parte dos hábitos da família, e aprender que elas têm um compromisso com Deus, todos os finais de semana, na Missa.
Segundo o Catecismo, a educação da consciência é uma tarefa de toda a vida, e as crianças, desde os seus primeiros anos precisam ser alertadas para uma educação prudente que ensina as virtudes... (Cf. CIC 1784).
Quando seus pais as levam na Missa, eles estão cumprindo com a responsabilidade de cristãos que são, e as crianças vão formando, no inconsciente, os conceitos de perseverança na oração, de louvor a Deus, e de respeito aos Mandamentos, em especial ao 3º que é 'guardar os domingos e dias de festas para dar graças a Deus'.
A Igreja é o lugar onde se realiza a educação da fé das crianças pela catequese, portanto, precisa estar preparada para recebê-las e acolhê-las, também nas Missas, desde bem pequeninas, para que sejam inseridas na vida cristã a partir dos hábitos cristãos, inicialmente acompanhando seus pais, onde aprendem a rezar 'em comunidade' e ouvir os ensinamentos de Jesus.
Conforme a Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi (44), a catequese deve ser adaptada à idade, à cultura e à capacidade do catequizando, procurando sempre fazer com que ele grave na memória, na inteligência e no coração, as verdades essenciais que deverão permanecer durante toda a sua vida. E os catequistas devem ser bem preparados e demonstrar-se cuidadosos, procurando conhecer cada vez mais esta arte superior, indispensável e exigente da catequese.
Esta proposta de uma catequese-litúrgica para os pequeninos, que se dá no momento da Missa, requer também uma linguagem e um espaço adequados para que eles: vivenciem a comum união com os amiguinhos, 'onde a Palavra de Deus seja meditada na oração pessoal, atualizada na oração litúrgica e interiorizada em todo o tempo' (Cf. CIC 2688); partilhem o que aprendem e o que descobrem durante a semana; cresçam na fé ouvindo as histórias da vida de Jesus; e conheçam o Amor sentindo-se filhas de um Deus que também é Pai. E tudo isso de modo lúdico, apropriado e na linguagem delas, ou seja, brincando, caminhando passo a passo com Jesus, pelos evangelhos dominicais, enquanto são acolhidas nas missas.
A formação cristã das crianças menores está, primeiramente, nas mãos dos pais que devem perseverar com elas na oração, nos hábitos e nas virtudes cristãs; mas também sob os cuidados da Igreja que precisa apontar o Caminho que elas devem seguir, acolhendo-as assim como Jesus acolheu os pequeninos, os seus preferidos.
Escrito por Rachel Abdalla. Publicado em Catequese

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

II DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C

Leituras: aqui
 
BODAS DE CANÁ
 
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A fé é poderosa


Um vício é sempre uma coisa má. Cria dependência e pode ter efeitos muito nocivos para a saúde e bem-estar duma pessoa. Há muita gente que tentou deixar, por exemplo, deixar o álcool, o tabaco, etc. e não conseguiu. Às vezes a força de vontade não chega.
A jornalista Eileen Fairweather publicou no jornal "The Telegraph" o seu testemunho sobre como conseguiu abandonar o vício em cigarros, e revelou que nenhuma das modernas técnicas foi eficiente, até que ela apelou para a oração. "Houve um tempo em que eu fumava até 40 cigarros por dia. Eu odiava o meu vício, mas repetidamente falhei em parar. Eu tentei acupuntura, peru frio, hipnose, cigarros de ervas, adesivos de nicotina, goma de nicotina e outras drogas. Em cada uma dessas vezes, eu sofri contracções musculares, medo de abstinência etc.", diz Eileen.
Ela revela, no seu artigo, que sabe que o seu testemunho pode parecer loucura no actual mundo secular, mas que antes de tentar a ajuda divina, sabia que precisava de ajuda: "Eu percebi que não poderia fazer tudo sozinha".
Eillen diz que apesar de a dependência ser tratada como uma doença, o vício "é sobretudo espiritual" e representa "um desequilíbrio na alma".
"No início de 2002, preparei-me para abandonar os cigarros. Eu estava, como de costume, assustada. Uma noite acordei de madrugada, sóbria, e ouvi uma voz dizendo que seria fácil. Tudo o que eu tinha que fazer para ficar livre da escravidão da nicotina era me abandonar a Deus e admitir que eu era impotente sem a Sua ajuda", testemunha a jornalista.
A jornalista escreve ainda: "Estou ciente de que um tipo, científico, céptico, poderia dizer que o que eu vejo como ‘milagre’, foi resultado de meu desejo de mudança, ou força de vontade, ou até mesmo de mudanças químicas no meu cérebro [...] Mas a facilidade com que eu desisti, em comparação com as agonias de todas as outras vezes que eu tentei, ainda me parece notável. Se a fé é um placebo, é poderosa".
Fonte: aqui

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mais de metade dos homicídios foram cometidos no seio familiar




O ano findo terá deixado poucas saudades. No aspecto económico como no de comportamentos. E já há muito que isto se adivinhava. Duma liberdade sem peias não era de esperar outra coisa.

Hoje vou escrever só sobre a crise da família. E as estatísticas referem que em 2012, mais de metade dos homicídios foram cometidos no seio familiar.

Um selvagem agride a mulher ou marido até à morte, outro mata o filho ou filhos do cônjuge só para lhe causar sofrimento, outro viola, durante anos, uma criança, outro esfaqueia por dá cá aquela palha.

Rui Rangel, presidente da Associação de Juízes para a Cidadania diz que o crime vai aumentar. "Estamos a potenciar uma sociedade cada vez mais violenta, com estas ideias materialistas e neoliberais em que só conta o lucro e não as pessoas. Isto potencia o crime e, por isso, admito que vai aumentar este tipo de crime dentro das famílias. E quanto maior for a crise, maior será a violência".

Falhas enormes na formação moral e cívica das novas gerações, com as famílias a abandonar dia a dia a sua função educativa, códigos penal e do processo penal débeis e inadequados às violências do nosso tempo, demasiada benevolência e fraquezas da Justiça, postura cada vez mais pusilânime da sociedade, têm levado a este trágico e extremamente perigoso estado das coisas entre nós.

Estamos a precisar não apenas duma reforma económica, mas também duma ampla reforma moral e, sobretudo, de gente nos centros de decisão que decida corajosamente em defesa das vítimas, pacifique a sociedade, seja modelo claro das virtudes cívicas e não tenha medo de meter ombros à tarefa de promover uma verdadeira prevenção geral e de combater frontalmente a violência, particularmente quando são seus alvos os mais fracos e indefesos.

Fonte: aqui

A FÉ NÃO É SÓ ACREDITAR QUE DEUS EXISTE

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1. A fé está no agir e, nessa medida, está no ser. O agir segue o ser. O agir revela o ser. O ser desvela-se no agir.
A fé que inspira o agir está alojada no ser. Mais: a fé é o ser. Ou, melhor, a fé é mais que o ser. A fé é muito mais que o meu ser. A fé é outro modo de ser. A fé é o ser de Deus no ser de cada um.
2. Por isso, a fé é ser outro, é ser outramente. Neste sentido, não somos crentes, vamo-nos tornando crentes. Os discípulos de Jesus tinham esta percepção muito viva quando Lhe pediam que lhes aumentasse a fé (cf. Lc 17, 5).
Existe, por conseguinte, uma alemdidade na fé que consiste no facto de, em mim, eu procurar ir além de mim. Na fé, sou eu deixando de ser eu. A fé é a consciência de que Alguém me habita, de que Outro vive em mim (cf. Gál 2, 20-22).
3. É neste sentido que a fé não se define: ela não tem fim. A fé não se limita: ela pertence ao ilimitado. A fé também não se diz: ela faz parte do indizível.
Só que como o indizível, apesar de tudo, tem de ser dito, então tacteamos na procura e tartamudeamos no esforço, arriscando um discurso e propondo uma linguagem.
4. Acontece que a linguagem da fé ocorre mais na vida do que nas palavras. Ou, então, a fé mostra-se mais convincente com a palavra da vida do que com a palavra dos lábios.
A fé inscreve-se mais no plano pessoal do que no plano conceptual. A fé é mais relação com uma pessoa do que adesão a conceitos. Os conceitos são acolhidos por causa da pessoa. A credibilidade da pessoa torna credível a sua mensagem.
5. Existem, basicamente, três aproximações à fé. Podemos falar de uma aproximação antropológica, de uma aproximação religiosa e, dentro desta, de uma aproximação cristã.
Antropologicamente, ter fé é acreditar em Deus. Do ponto de vista religioso, ter fé é aderir ao que uma determinada religião transmite sobre Deus. Numa perspectiva cristã, ter fé implica acolher a revelação de Deus em Jesus Cristo presente na Sua Igreja.
6. Tal acolhimento resulta, ao mesmo tempo, de um dom e de um acto de vontade. A fé é sempre o encontro de duas liberdades: a liberdade de Deus e a liberdade do homem.
Uma vez que a fé assenta no plano pessoal, ela postula o aprofundamento da relação. Isso sucede pela oração, pela formação e pela missão.
7. Os cristãos habituaram-se a professar publicamente a sua fé. Trata-se da fé em Deus. Trata-se da fé de Jesus e da fé em Jesus. Trata-se, no fundo, da fé da Igreja e da fé na Igreja.
A essa profissão chamamos símbolo (Símbolo da Fé) porque, como decorre da etimologia, é aquilo que une, é aquilo que une os cristãos desde o princípio.
8. Tal símbolo é composto por artigos que não podem ser fracturados nem suprimidos. A raiz da palavra artigo (articulus) já diz tudo: artigo é o que articula, é o que está unido ao que está antes e ao que vem depois.
A boca proclama e o coração acredita (cf. Rom 10, 10) para que a vida possa tornar presente. Assim é o percurso da fé na nossa existência.
9. Acreditamos como pessoas. Acreditamos como comunidade. Na fé, usamos as palavras de todos e damos-lhe a feição de cada um.
Na fé, acreditamos em Deus. E em tudo o que vem de Deus por Seu Filho, Jesus Cristo, presente no mundo através do Seu novo Corpo que é a Igreja, que somos nós!
Fonte: aqui

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

De 18 a 25 de Janeiro
decorre a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos
 

 Tema: "Que nos pede o Senhor?” (cf. Mi 6,6-8)
 
Meditando no apelo do profeta Miqueias , “ caminhar humildemente com Deus” é caminhar na solidariedade com todos os que lutam pela justiça e pela paz. É também andar para lá das barreiras que dividem os filhos de Deus e os magoam. Este Deus o que nos pede, hoje, é que caminhemos nas veredas da justiça, da misericórdia e da humildade. Seguirmos este caminho dos discípulos é percorrer a via estreita do Reino de Deus e não apanhar a auto-estrada dos impérios actuais. É preciso perceber bem que a paz e a unidade só são completas quando fundamentadas na justiça.

“Deus de compaixão, envia sobre nós o teu espírito para que ele nos dê o seu sopro de vida e a cura de tudo que em nós está quebrado, para que possamos juntos dar testemunho da justiça e do amor de Cristo. Caminha ao nosso lado até ao dia em que possamos partilhar um só pão e um só vinho à mesma mesa”.

Igreja sonhada

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Uma Igreja sonhada, uma Igreja possível, uma Igreja da oportunidade e da Graça”
Quando falamos da Igreja temos no nosso subconsciente distintas concepções, distintos modelos e esquemas de como ser Igreja; incluindo quando dizemos “a Igreja não tem jovens ou está vazia” a que nos referimos?
Uma Igreja sonhadaA sociedade atual, da qual fazemos parte – não se trata de descrever uma situação da qual estamos separados, mas que muito do que se vive atualmente está no nosso coração, fazemos parte – é uma sociedade na qual já não se nasce cristão, não se tem que sê-lo obrigatoriamente e pode-se não sê-lo sem impedimento ser uma boa pessoa.
É uma sociedade onde o cristianismo sociológico acabou (a família, a sociedade já não nascem cristãos e não transmitem os valores do cristianismo), agora dá-se a possibilidade do Cristianismo da opção, da liberdade e da Graça; pode-se ser cristão livremente por opção; esta foi a experiência das primeiras comunidades cristãs, onde ninguém nascia cristão, mas escolhia sê-lo.
Esta nova situação social da oportunidade leva-nos a perguntar o que é a Igreja? Como será a Igreja do futuro? A Palavra Igreja significa assembleia, comunidade de crentes, Sacramento de Cristo.
A Igreja do futuro terá novos cenários que ultrapassarão os limites dos muros do templo paroquial, já que que a Igreja não é um lugar físico, mas a presença de Jesus no coração de cada crente, cada cristão – cada pessoa – é Igreja, é Sacramento de Jesus, quer dizer mostra aos outros a presença de Jesus no seu interior.
Se acreditamos firmemente na Palavra do Senhor que nos diz “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles” a Igreja começa a perder fronteiras físicas e começa a surgir novos espaços de Igreja: será a Igreja da praça, da esquina, do departamento, de uma casa, de um escritório, do coletivo, do metro, da escola.
Será uma Igreja que celebre os Sacramentos, como alimentos para o caminho da fé, no templo; onde a grande comunidade de pequenas comunidades se congrega junto com os ministros ordenados – sacerdotes – a celebrar a vida de Jesus através da Liturgia, desenvolvendo a sua vida de Igreja no meio da sociedade, já não cristã, no entanto com possibilidade de sê-lo, se os cristãos se animarem a anunciar o kerigma – a entrega do amor de Jesus na Cruz por cada um dos homens e a sua Ressurreição – e a vivê-lo.
Será importante não absolutizar as posturas e não querer erradicar o que já está construído desde há mais de 2000 anos, com obstáculos e erros, mas também com passos firmes e com Graça de Deus. As duas dimensões da Igreja – hierárquica e carismática – deverão ser cuidadas, já que ambas são coessenciais, quer dizer, uma não pode viver sem a outra, ambas são necessárias; não se trata de destruir o modelo anterior da Igreja mas de dar-lhe nova vida através da conformação de um espaço que congregue as pequenas comunidades para celebrar juntas a vida.
Por: Juan Manuel Romero | Tradução: José Luís Silva, aqui

domingo, 13 de janeiro de 2013

Tempo Comum


Celebramos hoje o 1º Domingo do Tempo Comum, Festa do Baptismo do Senhor.

O Tempo Comum é o período mais extenso do ano litúrgico: 33 - 34 semanas distribuídas entre a festa do Batismo de Jesus até o começo da Quaresma e as outras semanas entre a segunda-feira depois de Pentecostes e o início do Advento.

"Passado o Advento e as Festas Natalícias, estamos agora no umbral do chamado «Tempo Comum» do Ano Litúrgico que, ao contrário do que se possa pensar, não é um «Tempo secundário», mas fundamental na vida celebrativa da Igreja Una e Santa. Na verdade, ao longo deste «Tempo Comum», Domingo após Domingo, a Igreja Una e Santa, Baptizada e Confirmada, Esposa Amada de Cristo, é chamada a contemplar de perto, episódio após episódio, toda a vida histórica do seu Senhor, desde o Baptismo no Jordão até à Cruz e à Glória da Ressurreição." ( Mesa de Palavras)

QUESTÕES SOBRE O BAPTISMO

VEJA  aqui

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O nosso baptismo

 
No próximo domingo, celebramos a festa do Baptismo de Jesus e todos sabemos que Jesus mandou aos seus apóstolos que fossem pelo mundo pregar a Sua Boa Nova e depois baptizassem todos os que a aceitassem.
Este é um dos sacramentos que todas as diversas denominações cristãs celebram. A Igreja Católica e as tradições Luteranas, Anglicanas, Reformadas e Metodistas insistem mesmo no baptismo das crianças porque "tendo nascido com o pecado original, elas têm necessidade de ser libertadas do poder do Maligno e de ser transferidas para o reino da liberdade dos filhos de Deus"(Catecismo da Igreja Católica, n.º 258).
Neste ano da Fé é bom reflectirmos no que o baptismo operou em nós e nas consequências que daí resultam:
1. Passamos a ser filhos de Deus e a ser templos da SS. Trindade, participando assim da natureza divina
(2 Ped 1,4);
2. Tornamo-nos membros de Cristo, "incorporados" em Cristo, na sua morte e ressurreição, "revestidos" e "enxertados" n'Ele;
Passamos a fazer parte do Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja, fazendo parte do Povo de Deus; ornamo-nos novas criaturas e por isso devemos "caminhar numa vida nova" (Rom 6, 4), "mortos para o pecado e vivos para Deus em Jesus Cristo" (Rom 6, 11). Assim, devemos fazer a vontade do Pai, pois a salvação não é automática e o baptismo não nos salva, se não fizermos a vontade de Deus;
3. Devemos ser Luz do mundo, procurando levar aos outros, pelo exemplo e pela palavra, a Boa Boa que Jesus veio trazer ao mundo e que vivida nos conduzirá à salvação, já a começar neste mundo.
Fonte: aqui

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Domingo, 13 de Janeiro: BAPTISMO DO SENHOR

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Leituras: aqui
 
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300 idosos abandonados


Não é um problema só de hoje, mas são cada vez mais os idosos que chegam aos hospitais com problemas de saúde e ali são abandonados a ocupar camas e a sofrer com este abandono que, em alguns casos, só acaba com a morte.
Chegam quase todos acompanhados por familiares – que depois nunca mais os vêm ver e muito menos buscar –, outros pelos serviços de emergência médica e, como vivem sozinhos, não têm condições para regressar a casa.
Cerca de 300 idosos foram abandonados este ano pelos familiares nos hospitais. Rejeitados, são encaminhados pelos serviços sociais, após alta clínica, para lares e instituições de acolhimento, também eles lotados.
A situação mais dramática verifica-se no Centro Hospitalar de Setúbal, que, apesar de ter identificado menos 60 casos do que em 2011, continua a ter a taxa mais alta de abandonos da população idosa de todo o País: 102 casos de prolongamento de internamento de adultos por motivos sociais, registados até ao dia 13 deste mês.
No Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHLP), o fenómeno repete-se. O número de altas proteladas foi, em 2011, de 28 e, em 2012, de 50.
"Geralmente, após uma doença incapacitante, o idoso fica dependente de terceiros para a realização das actividades da vida diária, o que implica necessariamente a disponibilidade de familiares e/ou cuidadores. Ora, por razões diversas, nem sempre por incapacidade justificada, as famílias não se responsabilizam pelos seus familiares e têm de ser accionados os mecanismos legais necessários", esclareceu o hospital.
Isto acontece em praticamente todos os hospitais, o que complica não só os serviços mas a própria recuperação dos doentes, que na maior parte dos casos se dão conta deste abandono. Os familiares muitas vezes só aparecem para lhes herdar os bens. A lei devia prever estes casos e deserdar os familiares que sem motivo grave abandonam os idosos.
Fonte: aqui

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

REUNIÃO DO GASPTA



Foi na noite de ontem. Os elementos do GASPTA reuniram, com a presença do Pároco e do Diác. Adriano. Dirigiu o encontro a Presidente do GASPTA, D. Ana Maria Guerra.
Analisou-se a dinâmica do grupo em termos de trabalho, preocupações, procura de soluções, situação económica.
O GASPTA não procura dar nas vistas. "Não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita", disse Jesus. Apoiar sem pôr em cheque a pessoa apoiada, que merece toda a discrição.
Foi bom notar a preocupação pelas situações, a disposição para intervir, a prudência na análise, a alegria no serviço.
Mais do que dar coisas - o certo é que não temos muito para dar - o empenho vira-se para o encaminhamento correcto das situações junto de quem de direito, a procura de portas que acolham, a presença amiga, discreta e motivadora junto de quem precisa.
Também a solidariedade e amizade entre os membros do GASPTA esteve presente. Lembrámos com carinho a D. Gabriela e a D. Águeda, que se encontram doentes. Sentimos a falta dos que não puderam estar connosco.
Força, GASPTA! Sempre disponível, sempre atento, sempre prudente, sempre interveniente, sempre discreto!
Que a Caridade divina encha de amor os vossos corações e os leve para o serviço aos irmãos.
Parabéns pelo que sois e pelo que quereis ser.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O último folheto

Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o velho padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam  folhetos sacros.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também  chovia muito. O menino  agasalhou-se e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto.
E o padre perguntou:
-Pronto para quê?
-Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.
O padre respondeu:
 - Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.
O menino olhou surpreso e perguntou:
- Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
O padre respondeu:
 -Filho, eu não vou sair com esse frio.
Triste, o menino perguntou:
-Tio, eu posso ir? Por favor!
O padre hesitou por um momento e depois disse:
 - Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.

-Obrigado, tio!
 Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos  caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos  sacros a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por  alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente  desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou à campainha. Tocou novamente a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas  ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas  algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta com força. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali  na varanda. Ele  tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
 De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela  perguntou gentilmente:
-O que eu posso fazer por você, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
- Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de  dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
 Ela o chamou e disse:
- Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:
- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
 Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem  antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum  tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado,  sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança  ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão  da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na  cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
 De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto  de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu  pensei:
 - Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa  que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
- Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou  vem me visitar.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava mais alto.                                          


Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na  minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em  minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
 As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que  estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou  com voz de querubim:
- Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e  atenciosamente li cada palavra deste folheto.
 Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu  não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA  FELIZ DE DEUS!!!                  

Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui  pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de  Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
 o Velho Padre desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o  seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e  chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

ANO DA FÉ - O Papa na Carta Apostólica Porta Fidei convida-nos a:

  • Renovar a fé num encontro pessoal com Jesus Cristo. Diz-nos que o fundamento da fé cristã é o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo.
  • Aprofundar o conhecimento dos conteúdos da fé para dar testemunho dos mesmos. Existe uma unidade profunda entre o ato com que se acredita e os conteúdos aos quais prestamos o nosso consentimento. A fé é decidir-se a estar com o Senhor para viver com Ele, e estar com Ele leva-nos a compreender as razões pelas quais se acredita.
  • Professar e comunicar a nossa fé. A fé vivida na Igreja liberta-nos do isolamento do eu e coloca-nos em comunhão com Deus e os nossos irmãos. A fé exige a responsabilidade social do que se crê. “A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de facto, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou.” (PF 6)

domingo, 6 de janeiro de 2013

Falar de Deus aos pequeninos desde a concepção

É muito importante caminhar lado a lado com Jesus para o crescimento da fé, desde pequenino. É no dia a dia que as crianças aprendem os valores cristãos e desenvolvem a sua fé na pessoa de Jesus Cristo, através dos exemplos que observam de seus pais e orientadores.
Os sete primeiros anos de vida tratam de uma fase fundamental da existência humana e é considerado o momento mais importante da formação do caráter, da personalidade, da afetividade e dos valores; momento em que a formação psicológica da criança é desenvolvida e todas as suas experiências vividas até então serão assimiladas e servirão de base para suas condutas durante o resto da vida.
Mas, como fazer essa caminhada cristã enquanto a criança está sendo gerada?
Tudo começa desde a concepção! O bebê está sendo formado nas entranhas de sua mãe, ou seja, no mais íntimo do seu ser, onde reside o Sopro Divino do amor, que está gerando esta nova vida. Neste tempo de formação, a mãe é responsável pelo desenvolvimento não só físico do seu bebê, alimentando-se adequadamente para que ele seja nutrido; mas, é responsável, também, pela nutrição emocional e espiritual que inicia-se neste tempo. A fé é algo que transcende o entendimento, mas que pode ser sentida e vivenciada desde a concepção do ser humano, pois a criatura é fruto do Criador e, portanto, fala e compreende a mesma linguagem. Por isso, rezar todos os dias para que o bebê ouça a voz de sua mãe e o seu louvor a Deus, faz com que ele também louve o Senhor por seu intermédio.
A mamãe deve conversar com o seu bebê, contar a ele tudo o que vê, com os olhos e com o coração, sobre as maravilhas feitas pelo Criador! Tentar explicar as cores do céu, como é a natureza, o arco-íris; falar sobre os passarinhos que voam, a variedade de peixinhos nos mares e a beleza dos animais. Falar também, da sensação de frio e de calor; da chuva que cai do céu e das nuvens que lá se formam... e principalmente, falar do amor que sente pelo seu bebê e o quanto ele é esperado. O bebê vai conhecer o mundo, primeiramente, por tudo o que a mãe conta, principalmente através da emoção que ela passa ao descrevê-lo. Esta percepção vai existir sempre e isso fará com que ele, durante a sua vida, acredite naquilo que não pode ver, mas que de fato existe, porque ele aprendeu a ter fé, a esperar para ver o que ainda não é visível aos olhos, mas que já pode ser sentido no coração. Esse exercício deve acontecer também após o nascimento. Desta forma o vínculo entre mãe, filho e Deus com certeza será fortalecido.
Escrito por Rachel Abdalla. Publicado em Catequese

sábado, 5 de janeiro de 2013

E A DOUTRINA SOCIAL?

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A doutrina pretende ser um serviço à fé.
A doutrina procura oferecer uma sistematização da fé, apresentando-a de forma organizada, articulada.
Fala-se nos artigos do Símbolo da Fé, do Credo. Ora, artigo é o que articula, isto é, o que liga.
A doutrina visa, portanto, proporcionar a totalidade da fé.
Como é que se pode, a esta luz, esquecer ou subestimar a Doutrina Social? Pertence ao depósito da fé que o outro faz parte de mim.
O amor ao próximo é indissociável do amor a Deus.
Nesta altura,a Doutrina Social impõe dois preceitos: o apoio nas situações de emergência e a denúncia da injustiça.
O silêncio é uma virtude. Mas, em certas circunstâncias, pode ser um pecado.
Diante da indigência, diante da injustiça, todos os braços não chegam, todas as vozes não bastam!
Fonte: aqui

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

EPIFANIA DO SENHOR

Leituras: aqui
 
 1. E eis-nos, no fim, e por fim, a celebrar o tal «Natal cinco Estrelas». Aqui chegámos, sim, guiados pelas estrelas: começámos pelos Santos, que pouco a pouco, se tornaram constelações de Deus, que nos indicam o caminho. Seguimos o testemunho e a palavra dos profetas, “à qual prestámos atenção, como a uma lâmpada que brilha num lugar escuro, até despontar o dia e a estrela da manhã nascer nos nossos corações” (cf. II Pe.1,19). Aprendemos, com os pobres, a ser humildes, a estar vigilantes, tal como os pastores, na noite de natal, para acolher o dom e as surpresas de Deus. Maria brilhou e rebrilha, sempre, como Estrela-do-mar, que ajuda a barca da Igreja, a fazer a sua grande travessia, no mar da história. Certamente brilharam, para nós, também estrelas menores, que nos ajudaram a não errar no caminho, como os nossos pais e avós, os nossos filhos e netos,  o nosso pároco, os nossos catequistas e amigos, os nossos grupos. Em todas estas pessoas, o contacto com a Palavra de Deus provocou, por assim dizer, uma explosão de luz, através da qual o esplendor de Deus ilumina este nosso mundo e nos indica o caminho. Por isso, são estrelas que nos guiam no caminho da fé! Numa palavra: ninguém chegou sozinho ao Presépio de Belém; como ninguém chega só, e pelo próprio pé, à fé no Filho de Deus.
2. Isso mesmo nos é testemunhado, nesta história tão bela dos Magos, em busca do “rei dos judeus, acabado de nascer(Mt 2,2). São Mateus fala-nos de uns homens, vindos «dos orientes», vindos do mundo dos pagãos, e que se deixaram tocar e guiar, interior e exteriormente, por uma Estrela, para assim chegar ao conhecimento do Deus vivo, para assim chegar ao encontro com o Salvador do mundo! Trata-se de pessoas, que, com inteligência e fé, com a ciência e a sabedoria, andam em busca do verdadeiro rosto de Deus.  Por isso, e por mim, atribuía-lhes, este ano, e de bom grado, o Prémio Nobel da Fé! Porquê? Por dez razões simples, que  podíamos resumir em cinco:
a.       porque, eram homens do saber; e sabendo muito, não tiveram vergonha de perguntar a outros e de se deixarem guiar pela palavra das Escrituras;
b.       porque Se deixaram maravilhar e surpreender por um Deus, que era bem diferente das suas expetativas e estava completamente fora das suas medidas;
c.       porque, diante daquela imensa Luz, que se lhes descobria no coração, se encheram de grandíssima alegria; o encontro com Jesus é sempre fonte de alegria;
d.       porque se dobraram e desdobraram diante do Deus, feito assim pequenino e lhe ofereceram o melhor que tinham;
e.       porque, no regresso, foram por outro caminho, pois encontraram em Cristo, um novo horizonte e um rumo decisivo (cf. DCE 1). Quem encontra Cristo, segue um novo caminho.

3. Queridos irmãos e irmãs: deixemo-nos, conduzir, pela estrela da fé. E tornemo-nos estrelas para os outros, reflexos daquela luz, que Cristo fez resplandecer sobre nós! Sejamos estrelas de Deus, para os homens, que andam longe, de Deus e da sua Igreja! Brilhe em nós a estrela da santidade, do testemunho, da simplicidade e da esperança, que guie a outros, pelo caminho, que leva a Cristo! É Ele a Estrela Polar, a verdadeira Luz dos Povos, que “vindo a este mundo, ilumina todo o Homem” (Jo 1,9)!
Com base nisto

O fim do casamento... sem comentários!


Através d' aqui

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ela deu a vida pelas crianças


As desgraças dão-nos a conhecer muitas vezes verdadeiros heróis. Foi o caso da recente chacina de Connecticut – Estados Unidos. Victoria Soto era professora no colégio Sandy Hook em que conseguiu salvar a vida de 17 crianças no dia do massacre perpetrado por Adam Lanza , que deixou como trágico saldo a morte de 27 pessoas, entre eles 20 pequenos e o próprio assassino, que cometeu suicídio depois da matança.
Victoria Soto, de 27 anos, reagiu rapidamente quando escutou os disparos na sala de aula vizinha que Lanza havia invadido. Ela disse às 17 crianças que os ruídos eram parte de uma brincadeira e que para ganhar deviam esconder-se nos armários da sala e permanecer em silêncio. Os pequenos obedeceram. Ela podia fugir, ou então esconder-se, mas achou melhor ficar a vigiar as crianças.

 
Segundo diversos meios locais, quando Lanza ingressou na sala de aula, Victoria disse que as crianças estavam numa aula de ginástica mas a explicação irritou o assassino. Ele abriu fogo contra os armários e ela se colocou entre as balas e as crianças para protegê-las, o que lhe custou a vida. Mas as crianças puderam ser salvas pois permaneceram em silêncio, pensando que era um jogo.
Jesus disse que o verdadeiro pastor não foge ao ver o lobo, mas dá a vida pelas suas ovelhas. Esta professora preferiu morrer a abandonar as suas crianças. Os meios de comunicação disseram que ela era uma cristã de origem porto-riquenha que vivia com seus pais e irmãs e frequentava a Igreja em Stratford. Nem só os cristãos são capazes de actos destes, mas ficamos contentes por saber que a sua fé a ajudou a cumprir a sua missão de modo heróico.
Fonte: aqui