segunda-feira, 22 de maio de 2017

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: «“Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5).
Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo»
[28 de maio de 2017]
Gostaria, pois, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da «boa notícia».

Veja aqui a Mensagem do Papa.

Papa alerta para pecado da divisão nas comunidades católicas

 Foto: Lusa
Papa alertou para os “mexericos, maledicências, competições” no interior das comunidades católicas...
 
Francisco considerou que as atitudes de inveja, ambição ou ciúme “dividem” as paróquias e afugentam as pessoas.
“Digo-vos com toda a clareza que este é o pecado mais comum das nossas comunidades cristãs”, advertiu.
 
Veja aqui

domingo, 21 de maio de 2017

Jovens da Paróquia de S. Pedro de Tarouca na Jornada Diocesana da Juventude (JDJ)

Este ano a JDJ realizou-se em Nespereira, concelho de Cinfães.
18 jovens desta comunidade marcaram presença.
O mesmo empenho, a mesma alegria, a mesma participação de sempre....
Vinham contentes.
Saudamo-los por isso.

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

21 Maio 2017 – 6º Domingo da Páscoa – Ano A

Leituras: aqui

1. A Samaria não era “flor que se cheire”. Mas o diácono Filipe leva a Palavra de Deus precisamente àquele que era considerado um «estúpido povo que habita em Siquém» (Sir 50,26). E, por estranho que pareça, houve por lá também “grande alegria” (At 8,5-8), aquela “alegria do Evangelho, que enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus(EG 1). Não tenhamos, portanto, medo dos ambientes difíceis, das zonas perigosas, das pessoas suspeitas ou estranhas! E anunciemos-lhes, com desassombro, a Palavra de Deus, partilhando esta alegria do Evangelho, que brota da nossa experiência pessoal do encontro com Cristo! E acreditai: quando lá chegarmos, às portas da cidade ou às do coração do irmão, havemos de verificar, com espanto, que o Senhor já lá estava há muito tempo, e já tinha derrubado portas e muralhas! O Senhor chega sempre primeiro e prepara-nos tudo! A Sua presença só precisa de ser descoberta, desvelada!

2. Anunciemos o Evangelho, por isso, com alegria, sem medo de padecer por fazer o bem, sem preconceitos, de boa consciência, porque o Espírito Santo nos é dado para o testemunho e não para a timidez! O Senhor, que nos precede, dá-nos sempre o “outro Consolador(Jo 14,15): o Espírito Santo serve-nos de Paráclito, de Defensor, de Consolador e de Intérprete, pois Ele mesmo nos defende nos perigos, nos consola nas angústias e nos ensina a traduzir a Palavra de Deus, nas palavras da nossa vida. Ele fala por nós! Evangelizadores com espírito não têm medo, nem vergonha! Têm simplesmente a alegria do Evangelho a arder nos corações! E essa alegria é o “gás” e a força motriz do nosso testemunho.

3. Portanto, estai sempre prontos, atentos, preparados, pelo Espírito, para O acolher, para O apresentar a quem vos pedir o pão e a razão da esperança (cf. 1 Pe 3,15-18). A razão não é aqui uma ideia, um pensamento, mas uma pessoa: Jesus Cristo. Estai prontos a dar a razão, isto é, a dar a mão, a compreensão, o amor e a confiança, como construtores de um mundo novo.

4. Irmãos e irmãs: todos nós – em qualquer idade, em qualquer condição, em qualquer lugar – “somos chamados a dar aos outros o testemunho claro do amor do Senhor por nós, que dá sentido à nossa vida(EG 121). Mas como passar este testemunho aos outros? Não serão precisos nenhuma técnica nem meio de comunicação especiais: “O teu coração sabe que a vida não é a mesma coisa sem Ele; pois bem, aquilo que descobriste, o que te ajuda a viver e te dá esperança, isso é o que deves comunicar aos outros. A nossa imperfeição não deve ser desculpa; pelo contrário, a missão é um estímulo constante para não nos acomodarmos na mediocridade, mas continuarmos a crescer” (EG 121)

5. São bem conhecidos os testemunhos corajosos dos Pastorinhos que, mesmo sob ameaça, se mostraram firmes e verdadeiros, sem recuarem, nem se deixarem intimidar. “A sua santidade não é uma consequência das aparições, mas da fidelidade e ardor com os quais responderam ao privilégio de verem a Virgem Maria” (Papa Francisco, Regina Caeli, 14.05.2017). A grande mensagem, que recebem de Maria, é levada à humanidade por três grandes comunicadores, que tinham menos de treze anos. Só isto nos devia fazer pensar e sacudir tantos medos e desculpas, que nos inibem de levar aos outros o testemunho feliz do Evangelho! 

Esta semana, procuremos, dar o nosso testemunho, oferecendo aos outros a razão da nossa esperança. Podemos fazê-lo por escrito, nas redes sociais, por sms, ou, ainda melhor, de viva voz, por contágio, mas sempre de modo pessoal, com humildade e simplicidade, “com mansidão e respeito, de consciência limpa(1 Pe 3,16). Façamo-lo precisamente ali, onde for mais árduo, mais difícil, mais desafiante.
Amaro Gonçalo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Papa foi a Fátima e não à sua caricatura

Francisco teve de salvar Fátima dos lugares-comuns e das caricaturas que existem sobre ela, sempre apontando para Cristo que é misericórdia e que é amor.

Para muita gente o fenómeno de Fátima parece mostrar que os católicos tratam Maria como se fosse superior a Jesus. Chama-se a isto Mariolatria e é uma velha acusação dos protestantes mais empedernidos. Alguns devotos insistem em dar-lhe força, infelizmente.
Outra imagem que chega de Fátima é de sofrimento. As visões do inferno; a conversa sobre os castigos; a própria iconografia dos sagrados corações, cravados de espinhos ou trespassados por espadas junta-se aos peregrinos de joelhos esfolados e em agonia a cumprir promessas, dando a ideia de que Deus é um comerciante que exige sofrimento a troco de favores.
Tudo isto são caricaturas, como é evidente. Cada religião as tem. Na devoção popular há muita verdade que às vezes foge às mentes que se julgam mais esclarecidas, mas também pode haver alguma confusão. Qualquer católico deve saber que a devoção mariana só faz sentido se pusermos em primeiro lugar aquilo que Maria disse nas bodas de Caná, apontando para o seu filho Jesus: “Façam tudo o que Ele vos disser”.
Francisco esteve em Fátima nos últimos dois dias e fez questão de trazer o remédio para a caricatura. Logo na primeira noite, na bênção das velas, não deixou dúvida sobre o erro que é ver Maria como “melhor do que Cristo”.
“Peregrinos com Maria… Qual Maria? Uma ‘Mestra de vida espiritual’, a primeira que seguiu Cristo pelo caminho ‘estreito’ da cruz dando-nos o exemplo, ou então uma Senhora ‘inatingível’ e, consequentemente, inimitável? A ‘Bendita por ter acreditado’ sempre e em todas as circunstâncias nas palavras divinas, ou então uma ‘Santinha’ a quem se recorre para obter favores a baixo preço? A Virgem Maria do Evangelho venerada pela Igreja orante, ou uma esboçada por sensibilidades subjectivas que a vêem segurando o braço justiceiro de Deus pronto a castigar: uma Maria melhor do que Cristo, visto como Juiz impiedoso; mais misericordiosa que o Cordeiro imolado por nós?”
Este sábado, Francisco voltou a insistir que Nossa Senhora não apareceu em Fátima para se tornar o centro das atenções. No centro está sempre Cristo. “A Virgem Mãe não veio aqui, para que a víssemos; para isso teremos a eternidade inteira, naturalmente se formos para o Céu. Mas Ela, antevendo e advertindo-nos para o risco do inferno onde leva a vida – tantas vezes proposta e imposta – sem-Deus e profanando Deus nas suas criaturas.”
Francisco não menospreza os avisos sobre o inferno nem a gravidade do pecado, insiste é que não se pode pautar a relação com Deus com base nessa visão. “Grande injustiça fazemos a Deus e à sua graça, quando se afirma em primeiro lugar que os pecados são punidos pelo seu julgamento, sem antepor – como mostra o Evangelho – que são perdoados pela sua misericórdia! Devemos antepor a misericórdia ao julgamento e, em todo o caso, o julgamento de Deus será sempre feito à luz da sua misericórdia”, disse ainda, na noite de sexta-feira.
E tudo isto dá sentido ao que o Papa disse aos doentes, num dos seus discursos mais fortes e bonitos, apesar de curto. Francisco não quer uma Igreja que faz o culto do sofrimento, uma Igreja dos coitadinhos. Há sofrimento? Há. Mas é “tesouro” e “um recurso espiritual” e não um castigo.
“A vossa presença silenciosa mas mais eloquente do que muitas palavras, a vossa oração, a oferta diária dos vossos sofrimentos em união com os de Jesus crucificado pela salvação do mundo, a aceitação paciente e até feliz da vossa condição são um recurso espiritual, um património para cada comunidade cristã. Não tenhais vergonha de ser um tesouro precioso da Igreja.”
O que é que o Papa veio fazer a Fátima? Veio mostrar que a mensagem ainda é actual. Fê-lo ao identificar-se como “bispo vestido de branco” na primeira oração na Capelinha das Aparições, mostrando que aquilo que Nossa Senhora disse não se esgotou em São João Paulo II.
E por isso mesmo, por ser actual e ainda necessária para o mundo, o Papa teve de salvar Fátima dos lugares-comuns e das caricaturas que existem sobre ela, sempre apontando para Cristo que é misericórdia e que é amor.
Filipe d'Avillez. aqui

O Papa Francisvo visto por um jornalista que se afirma não-crente

Papa Francisco na Base Aérea de Monte Real. Foto: @franciscus
O jornalista Daniel Oliveira disse que o Papa Francisco é hoje uma voz ouvida por todos porque representa “muito mais a Igreja do perdão do que do castigo, da solidariedade do que do pecado”.
Em entrevista à Agência ECCLESIA, o comentador e político salienta que este centrar do foco da Igreja Católica nas “questões sociais”, no seguimento do qual o Papa argentino tem colocado muitas vezes “o dedo nas injustiças do mundo”, representa um motivo de “enorme esperança” para todos, inclusive “para os não crentes”.
“Tornou o cristianismo muito mais interessante”, admite Daniel Oliveira, que se assume como não-crente.
Na sua análise, o cronista destaca o facto de o Papa argentino, em vez de apontar “diferenças”, procurar descobrir caminhos em conjunto, de “solidariedade”.
Uma figura que ao longo do seu pontificado, nos últimos quatro anos, tem procurado trazer “mudança” à Igreja Católica e que além disso não se fica pelas palavras mas coloca-as em prática.
“Não acho que este Papa seja populista, ele percebeu o lugar que ocupa e a mensagem que tem que passar. E em todas as mensagens o exemplo é sempre das coisas mais poderosas que existem”, refere Daniel Oliveira.
Daí que, nos dias 12 e 13 de maio, Francisco tenha estado em Fátima como “peregrino” ou que, em termos globais, ao longo do seu pontificado, ele tenha revelado sempre uma “enorme exigência” na aplicação da mensagem cristã, sem medo de encontrar “resistência”, analisa.
O jornalista recorda a forma como Francisco tem procurado lembrar constantemente “os padres, e não só”, que a “mensagem cristã” muitas vezes tem de primar pela “revolta” e ser mesmo “revolucionária”, na defesa dos mais necessitados.
Ou quando, dirigindo-se à sociedade, mais uma vez pelo exemplo, “sem ter de o dizer”, o Papa argentino consegue “expor de forma evidente, a contradição de líderes políticos que são crentes e trabalham a favor da ganância”, e os “que não se preocupam nem trabalham para os mais pobres e para aqueles que os elegeram”.
Segundo Daniel Oliveira, a todo o momento este Papa lembra que estas pessoas, enquanto católicas, “têm exigências sociais”, porque fazem parte de uma Igreja Católica que tem a capacidade e a missão de chegar aos “que estão no fim da linha social”.
 “Sempre que Francisco tem que fazer a escolha entre os pobres e o poder, a sua escolha é muito clara”, sustenta.
Fonte: aqui

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dia Internacional da Família

Foi no ano de 1994 que a assembleia geral da ONU proclamou o Dia Internacional da Família, passando este dia a ser celebrado todos os anos a 15 de maio. A ONU, então sob o comando do egípcio Boutros Boutrus-Gali, declarou a família como “a pequena democracia no coração da sociedade”.





Nesta Semana da Vida, lembremos que a Família é uma comunidade de vida e de amor.


Cultivemos na vida familiar as "palavras mágicas" indicadas pelo Papa:
- Por favor
- Com licença
- Obrigado

RECEITAS E DESPESAS CONSOLIDADAS COM A CONSTRUÇÃO DO CENTRO PAROQUIAL

Em outubro de 2003, após decisão do Conselho Económico, foi decidido adquirir a velhinha Casa da Fonte e respetivo terreno adjacente, imóvel que se encontra junto da Igreja Matriz, e como tal potenciador de um conjunto de vantagens ao nível das atividades da paróquia, e onde se veio a edificar este Centro Paroquial.

Em termos de financiamento, a Paróquia candidatou-se a apoio do governo central, o qual nunca se veio a concretizar, pese embora as reiteradas promessas de membros do governo central, constituindo este facto a razão principal para o atraso do início das obras, face às exigências técnicas e burocráticas inerentes ao referido apoio. Em 2009, o governo central comunicou que a candidatura ao referido apoio tinha sido indeferida por falta de verbas, apesar de terem sido cumpridas escrupulosamente com todas as exigências que foram feitas.
Assim, e não obstante a paróquia nessa altura não possuir recursos financeiros próprios suficientes para construção da totalidade deste imóvel, o Conselho Económico decidiu iniciar e avançar com obras, em duas fases:

-Numa 1ª fase procedeu-se à reconstrução da Casa da Fonte e construção da sala de apoio a grandes grupos e de um espaço para o jornal Sopé da Montanha, cuja construção teve início no final de 2010 e foi concluída no 1º trimestre de 2012, colmatando assim uma necessidade urgente de um espaço para a catequese e que permitiu às nossas crianças usufruírem de um espaço de excelência.

- A 2ª fase da obra teve início em meados de 2014 e conclusão em 2016, com a construção de um espaço multiusos e espaços físicos no piso inferior destinados aos Escuteiros, ao GASPTA, garagem e arrumos. 

Em termos financeiros, foi possível através de uma rigorosa gestão dos dinheiros da paróquia e do apoio fundamental de diversas pessoas e entidades, obter um conjunto de poupanças que permitiram que o investimento efetuado, tivesse sido realizado com fundos próprios sem necessidade de recurso a financiamento externo.

O total das despesas com a aquisição e construção do Centro Paroquial ascendeu a 817.789,46€, desde outubro de 2003 até 2017, sendo 102.693,73€ com a aquisição do imóvel, 412.857,90€ com a 1ª fase, 283.896,40€ com a 2ª fase e 18.341,43€ com a aquisição e instalação da imagem de Santa Helena, conforme a seguir se discrimina: 


DESPESAS
VALOR
AQUISIÇÃO DO IMÓVEL
102.693,73
SUBTOTAL - AQUISIÇÃO IMÓVEL
102.693,73
1ª FASE - PROJETO E LICENÇAS
9.613,94
1ª FASE - OBRAS
359.192,26
1ª FASE - ENCARGOS DIVERSOS
11.418,63
1ª FASE - MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS
32.633,07
SUBTOTAL - 1ª FASE
412.857,90
2ª FASE - PROJETO E LICENÇAS
11.549,70
2ª FASE - OBRAS
255.474,91
2ª FASE - MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS
16.871,79
SUBTOTAL - 2ª FASE
283.896,40
IMAGEM DE SANTA HELENA
18.341,43
SUBTOTAL - IMAGEM STA HELENA
18.341,43
TOTAL DA DESPESA
817.789,46
 


Ao nível das receitas afetas ao Centro Paroquial, apuramos o valor 
de 291.307,72€, desde 2004 até 2017, conforme a seguir se resume:
 

RECEITAS
VALOR
SUBSIDIOS/OFERTAS ENT. PUBLICAS
(nomeadamente da Junta de Freguesia ao longo dos anos)
58.880,00
OUTRAS OFERTAS
93.351,86
RESTITUIÇÃO DE IVA
108.101,18
RIFAS
5.901,55
FOLAR
11.066,13
LIGA DOS AMIGOS SANTA HELENA
14.007,00
TOTAL DA RECEITA
291.307,72
 
A diferença entre as despesas e receitas no valor de 526.481,74€ foi financiada por fundos próprios (poupanças da Paróquia obtidas ao longo dos anos quer na Igreja Paroquial quer na Santa Helena). 

IMPORTANTE:
Logicamente NÃO estão contabilizados:
- o contributo da Câmara Municipal para as obras da 1ª Fase: água, saneamento, eletrificação do edifício, WCs, etc;
- a despesa com a mão de obra no que diz respeito aos muros, pois foi oferta da Câmara Municipal;
- a mão-de-obra da 2ª Fase - construção civil. E ainda materiais e construção do palco, serviço e materiais de águas e saneamento.  Eletrificação do edifício. Gradeamento existente e calcetamento, etc.  Tudo oferta da Câmara Municipal;
- ofertas de empresas, pessoas individuais e entidades públicas referentes a mobiliário e logística (cedência gratuita da grua, computadores, outro tipo de móveis, materiais perecíveis, logística de apoio à construção, meios móveis, etc);
- apoio técnico continuado dos técnicos da Câmara.
Como estes apoios estão fora da alçada do controlo económico do Conselho Económico, não temos valores exatos para apresentar. Mas não é difícil concluir que o custo das obras foi mesmo muito para além de um milhão de euros, tendo em conta o que gastou a Igreja e os apoios recebidos.
 
O Conselho Económico expressa a mais profunda gratidão a todas as entidades públicas, empresas e pessoas individuais que o ajudaram a levar a efeito esta grande obra para o serviço da comunidade.