sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Os nossos antepassados eram muito " pra frentex"

Pedimos que reparem:
1. Numa Igreja Paroquial que data do finais do séc. II, princípios do séc. XIII, existe a representação da Ressurreição de Cristo, quer na porta do sacrário quer na pintura presente no túmulo manuelino. Num tempo em que era omnipresente a representação do sofrimento e morte de Cristo, os nossos antepassados enxergaram bem mais além e deixaram-nos o testemunho da sua fé na Ressurreição. mistério central da fé cristã.
2. No altar-mor estão  as estátuas  de S. Pedro, o Padroeiro, e de São Miguel. O primeiro celebrado a 29 de junho e o segundo a 29 de setembro.
Nestes dias a Igreja não celebra apenas a memória de um santo, mas de mais. Assim, em 29 de junho,  temos a festa de São Pedro e S. Paulo. Em 29 de setembro, temos a festa dos Arcanjos São Miguel e São Rafael e S. Gabriel.
Há claramente a proclamação da dimensão comunitária fa fé.
A fé é uma adesão pessoal a Cristo. Mas esta adesão pessoal celebra-se e vive-se na Igreja, com a Igreja, pela Igreja.  A nossa fé é a fé da Igreja.
Somos imagem e semelhança de Deus que é uma intensa e infinita comunhão de amor entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É tão forte e infinito o amor que une as três Pessoas Divinas que são um SÓ Deus! Deus é comunidade.
Num tempo como o nosso, tão marcado por individualismos e egoísmos, por vezes ferozes, que se manifestam até na visão que temos da fé, explícita em frases como "eu cá tenho a minha fé", ou "não preciso da Igreja para nada, basta-me a minha fé", os nossos antepassados estavam muito mais à frente, como o atesta os documentos vivos presentes na Igreja Matriz de Tarouca.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

29 de Setembro - DIA DOS ARCANJOS MIGUEL - RAFAEL - GABRIEL

“Houve uma grande batalha:
Miguel e seus anjos lutaram contra o Dragão.
O Dragão também lutou, junto com seus anjos,
mas foram derrotados,
e não houve mais lugar para eles no céu." (Apocalipse, 12, 7-8)

Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (mi-"quem", ka-"como", El-"deus"), o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica: "Quem como Deus?" (em latim: Quis ut Deus?), para a qual se espera uma resposta negativa, e que implica que "ninguém" é como Deus. Assim, Miguel é reinterpretado como um símbolo de humildade perante Deus.

Na Bíblia Hebraica, Miguel é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". A ideia de Miguel como um advogado de defesa dos judeus tornou-se tão prevalente que Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica.
Em Apocalipse 12:7-9, Miguel lidera os exércitos de Deus contra as forças de Satanás e seus anjos e os derrota durante a guerra no céu.
Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo".
Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Já no século VI, a devoção a São Miguel se  havia  espalhado tanto no oriente quanto no ocidente.
Fonte: aqui


A São Miguel Arcanjo atribuem-se três funções:- A de guiar e conduzir as almas ao céu, depois de tê-las pesado na balança da justiça divina;
- De defender a Igreja e o povo cristão;
- De presidir no céu o culto de adoração à Santíssima Trindade e oferecer a Deus as orações dos Santos e dos fiéis.


Oração a S. Miguel
Príncipe Guardião e Guerreiro defendei-me e protegei-me com Vossa Espada.
Não permita que nenhum mal me atinja.
Protegei-me contra assaltos, roubos, acidentes e contra quaisquer atos de violência.
Livrai-me de pessoas negativas e espalhai vosso manto e vosso escudo de proteção no meu lar, meus filhos e familiares. Guardai meu trabalho, meus negócios e meus bens.
Trazei a paz e a harmonia.
São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate, cobri-nos com o vosso escudo contra os embustes e ciladas do demónio.
Instante e humildemente vos pedimos, que Deus sobre ele impere e vós, Príncipe da milícia celeste, com esse poder divino, precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perdição das almas.
Amém.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Novo Ano Pastoral 2017/2018: Vai, e faz tu também do mesmo modo.

Este é o lema proposto por D. António Couto como lema para o novo ano pastoral que agora começa. A abertura, ao nível diocesano, a 30 de setembro, no Seminário Maior de Lamego, com apresentação do Plano Pastoral Diocesano e da Carta Pastoral de D. António Couto a todos convidando para a vinha do Senhor, aprofundando a dinâmica que contextualiza, justifica e dá corpo ao Plano Pastoral: Vai, e faz do mesmo modo. O proceder de Jesus há de ser o proceder de cada cristão, cada discípulo.
A acentuação estará na dimensão caritativa, ainda que esteja sempre presente. A fundamentação bíblica parte da Parábola do Bom Samaritano, narrada por Jesus, e que O identifica no Seu agir, no modo de acolher e perceber a vontade de Deus.
 
FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA – Lucas 10, 25-37
 
Levantou-se, então, um doutor da Lei e perguntou-lhe, para o experimentar: «Mestre, que hei de fazer para possuir a vida eterna?» Disse-lhe Jesus: «Que está escrito na Lei? Como lês?»
O outro respondeu: «Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.» Disse-lhe Jesus: «Respondeste bem; faz isso e viverás.» Mas ele, querendo justificar a pergunta feita, disse a Jesus: «E quem é o meu próximo?» Tomando a palavra, Jesus respondeu:
«Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que, depois de o despojarem e encherem de pancadas, o abandonaram, deixando-o meio morto. Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo. Do mesmo modo, também um levita passou por aquele lugar e, ao vê-lo, passou adiante.
Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho, colocou-o sobre a sua própria montada, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte, tirando dois denários, deu-os ao estalajadeiro, dizendo: 'Trata bem dele e, o que gastares a mais, pagar-to-ei quando voltar.' Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele homem que caiu nas mãos dos salteadores?»
Respondeu: «O que usou de misericórdia para com ele.» Jesus retorquiu: «Vai e faz tu também o mesmo».
 
DESAFIO:
O desafio é-nos lançado por D. António Couto, alargado a toda a comunidade, mais novos e mais velhos, homens e mulheres, crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos, comprometidos em grupos eclesiais ou além dos grupos. A pertença a Cristo compromete-nos com o MODO de pensar, falar e agir de Jesus. O Bom Samaritano espelha bem o AGIR de Jesus: Aquele que Se aproxima dos mais frágeis e tudo faz para os curar, reabilitar, devolver à vida.
Esta será a missão da nossa paróquia: amar servindo, servir amando. Conselho Pastoral, Conselho Económico, Catequistas, Grupo de Jovens, Escuteiros,  Grupos Corais, Grupo de Acólitos, Leitores, Zeladoras da Igreja, Apostolado de Oração, GASPTA, Ministros Extraordinários da Comunhão, Grupo de Oração e Amizade, Irmandades de Santa Helena e das Almas, Comunicação social da Paróquia, TODA a comunidade e a. A comunidade como um todo. Respirar Jesus, viver Jesus, testemunhar Jesus e procurar agir do seu modo.
Fonte: aqui

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

D. Manuel Martins, “profeta e apóstolo”


D. Manuel Martins, bispo de Setúbal entre 1975 e 1998, morreu este domingo, aos 90 anos. Conhecido como o "bispo vermelho", pela sua acção de denúncia das situações de fome e de injustiça social, morreu às 14h05, em casa de familiares, na Maia, onde se encontrava.
Foi enquanto bispo de Setúbal, cargo em que se manteve ao longo de 23 anos (até que, em 1998, o Papa João Paulo II aceitou o seu pedido de resignação), que D. Manuel Martins se notabilizou, pela sua atenção aos problemas do desemprego, da habitação social e do trabalho infantil. "Chamavam-me 'bispo vermelho' porque ocupava espaços de onde a Igreja nunca devia ter saído", sustentara o próprio, numa entrevista à TSF, em Março de 2016.


D. Manuel Martins passou um dia pela casa paroquial de Tarouca para conversar com um sacerdote que então aqui trabalhava em equipa comigo.
Recordo-me da conversa que mantivemos durante a refeição. Senti-me bem como discípulo que escuta o mestre. A sua familiaridade, a sua vivência, a acutilância da sua palavra, a beleza do seu testemunho, a clareza dos horizontes, o vibrar da sua fé... Tudo me marcou como pegadas de um "profeta e apóstolo" (no dizer do bispo de Angra).
Quando se lhe preparava o café, no fim da refeição, ele desafiou. "Não, vamos ao café para estarmos com as pessoas." D. Manuel já cheirava a ovelhas, antes da expressão e do desafio serem lançados pelo Papa Francisco.
Era assinante do Sopé da Montanha. Várias vezes escreveu para ofertar o seu contributo para causas sociais em que o jornal se meteu ou para apoiar e incentivar, especialmente quando o mensário enveredava por questões que tinham a ver com o compromisso do cristão com o mundo e a vida.


Sempre admirei este grande bispo que nunca meteu a profecia na gaveta e que sempre pugnou por uma Igreja centrada em Cristo e descentrada no mundo.
Que junto do Senhor a Quem louvamos pelo dom que ele foi para a Igreja, interceda pela Igreja e pelo mundo que tanto amou e tão belamente serviu.
Senhor, neste tempo que tem muito de deserto, envia-nos, por bondade, profetas e apóstolos.
Que D. Manuel descanse na mão de Deus para sempre!

A Igreja fora das igrejas

GASPTA
(Grupo sócio-caritativo da Paróquia de Tarouca)
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.


Mais um ano e o GASPTA marca presença na festa de S.Miguel 2017.
No fim da noite do 1º dia, um grupo de fadistas de Lisboa e Cascais, ao saberem do trabalho do GASPTA, presentearam os elementos do grupo com belos fados acompanhados dos nossos Licores caseiros.
Durante os vários dias das festas, lá está a barraquinha do GASPTA. Os seus elementos acolhem na simplicidade e alegria quem ali vai para comer um crepe, beber um licor, dar dois dedos de conversa...
Também em 29 de setembro, junto ao "Pelourinho", o GASPTA realiza a sua "feirinha" de produtos agrícolas.
É a Igreja que sai das igrejas e vem para o palco do mundo, vivendo e recordando a todos que a solidariedade é a expressão máxima da cidadania.
Para o cristão o amor não é um apêndice, mas a essência da fé.
Parabéns ao GASPTA pelo trabalho, alegria e acolhimento. Parabéns pelo total voluntariado.
Obrigado a todos os que contribuíram  par a barraquinha e vão contribuir para a feirinha.

ESCUTISMO
1006 de Tarouca 
 
O 1006 portou-se lindamente no Desfile "Associações com Vida". O seu carro ia bem ornamentado e as mensagens transmitidas tinham enorme sentido.
Tem tem o 1006 a sua barraquinha no Centro Cívico durante as festividades. 
Acompanhados por chefes, os jovens lá vão estando e acolhendo  com a alegria e a serenidade próprias de um escuta.
Também através do escutismo católico a Igreja jovem sai para o palco do mundo, testemunhando a beleza de uma vida com ideais, segundo o método de Baden-Powell e o formidável modelo que é Jesus Cristo.
Parabéns aos jovens, seus chefes, pais e benfeitores.


domingo, 24 de setembro de 2017

Faleceu D. Manuel Marins, bispo emérito de Setúbal

D. Manuel Martins
D. Manuel Martins, bispo de Setúbal entre 1975 e 1998, morreu este domingo, aos 90 anos. Conhecido como o "bispo vermelho", pela sua acção de denúncia das situações de fome e de injustiça social, morreu às 14h05, em casa de familiares, na Maia, onde se encontrava.
O primeiro-ministro, António Costa, reagiu no Twitter à notícia da sua morte: "É com grande tristeza que recebo a notícia do falecimento de D. Manuel Martins, grande referência da consciência social", escreveu, concluíndo que a "melhor homenagem à sua memória é a acção pela erradicação da pobreza". Também no Twitter, o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, despediu-se dizendo que os pobres e os trabalhadores ganharam "um intercessor no céu". Alguém que, segundo o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve sempre atento "à luta pela liberdade" e que foi uma espécie de "projecção da linhagem de D. António Ferreira Gomes no mundo do trabalho".
Nascido a 20 de Janeiro de 1927, em Leça do Balio, Matosinhos, e ordenado sacerdote em 1951, Manuel da Silva Martins foi pároco na freguesia de Cedofeita nos anos 60, no centro do Porto, já depois de ter frequentado o curso de direito canónico na Universidade Gregoriana em Roma.
Mas foi enquanto bispo de Setúbal, cargo em que se manteve ao longo de 23 anos (até que, em 1998, o Papa João Paulo II aceitou o seu pedido de resignação), que D. Manuel Martins se notabilizou, pela sua atenção aos problemas do desemprego, da habitação social e do trabalho infantil. "Chamavam-me 'bispo vermelho' porque ocupava espaços de onde a Igreja nunca devia ter saído", sustentara o próprio, numa entrevista à TSF, em Março de 2016.
Durante esses anos, ficaram para a história as polémicas de D. Manuel Martins com Mário Soares e Cavaco Silva, numa Setúbal muito marcada pelo encerramento de fábricas e pelo desemprego. Soares chegou, enquanto primeiro-ministro, a negar publicamente que houvesse fome em Setúbal, depois de o bispo a ter denunciado. "Era evidente que Mário Soares e Cavaco Silva não gostavam das minhas intervenções. Eu falava do que sabia, da fome que o povo passava...", explicitou então.
A sua postura incómoda não se esgotou aí. Ainda em 2014, numa entrevista à SIC, sustentava que nem partidos políticos nem sindicatos estavam a defender como deviam os cidadãos. Em relação aos primeiros, acusou-os mesmo de só pensarem em si próprios e de agirem como grupos de futebol.
"Um homem de coragem e de causas", recorda ainda o arcebispo de Braga, ouvido pela Renascença. "Alguém que tinha voz e queria dar voz a quem não tinha força para a ter." "Foi uma consciência crítica da Igreja em relação à justiça social, o que mais se interessou pelos trabalhadores", sintetiza ao PÚBLICO o teólogo Anselmo Borges, sobre alguém que diz também ter sido muito marcado pela figura de D. António Ferreira Gomes, o bispo do Porto que esteve exilado durante dez anos por ter contestado abertamente a acção de Oliveira Salazar. "Um bispo próximo à realidade do povo da sua diocese que na altura se debatia com uma situação de precariedade e de pobreza", segundo o bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Mendes.
No início do ano, num almoço de homenagem pelos 90 anos de D. Manuel Martins, o antigo presidente da República, Ramalho Eanes, elogiava-lhe, ainda sem precisar de recorrer ao pretérito perfeito, o seu "carácter de eleição que impressiona, arrasta e seduz". "Chamaram a D. Manuel Martins o bispo vermelho. Como exemplo da sua acção: a praga do desemprego, a ofensa dos salários em atraso, o flagelo das barracas, a vergonha do trabalho infantil...", enumerava então Ramalho Eanes.
Fonte: aqui

DIA DO SENHOR


sábado, 23 de setembro de 2017

Parabéns, senhor Bispo!

Foto de João António Pinheiro Teixeira.
Parabéns, senhor Bispo, por este décimo aniversário de ordenação episcopal. A nossa oração, amassada em  gratidão!

«Humanizar a educação»


“É necessário, portanto, humanizar a educação, ou seja, torná-la um processo em que cada pessoa possa desenvolver as próprias atitudes profundas, a própria vocação e assim contribuir para a vocação da própria comunidade”, refere o texto, intitulado ‘Educar para o humanismo solidário’.
(Congregação para a Educação Católica)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Papa aceita resignação de bispo de Viseu por motivos de saúde

D. Ilídio Leandro disse ao Papa que gostaria de continuar a servir a diocese, na qualidade de pároco, enquanto puder.
D. Ilídio Leandro tem 66 anos e foi ordenado Bispo a 23 de Julho de 2006, dia em que tomou posse da Diocese de Viseu. A idade normal para resignação de um bispo é 75 anos, mas abrem-se excepções por motivos de saúde ou outros.
 
Veja aqui

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Missa de 7º Dia por D. António Francisco dos Santos

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Nesta segunda-feira, pelas 18.30h, teve lugar na Sé de Lamego a Missa de 7º Dia por D. António Francisco dos Santos.
Além do Bispo de Lamego, do Bispo Emérito de Lamego e do Bispo de Vila Real, estiveram presentes dezenas de sacerdotes. O templo estava cheio. Alguns cristãos da Paróquia de Tarouca marcaram a sua presença....
D. António Francisvo. A bondade, o acolhimento e o empenho pelos outros, com sabor a Evangelho, marcaram a vida de muita gente.
Antes de ser Bispo, D. António Francisco foi padre desta diocese e aqui desenvolveu um multifacetado serviço à Igreja e à comunidade.
Hoje, de forma especial, a comunidade diocesana agradeceu a Deus a vida e o serviço de D. António, rezou pelo seu eterno descanso, confiando-se à sua intercessão junto do Eterno.

domingo, 17 de setembro de 2017

Grupo de Catequistas prepara o ano catequético 2017/18

Catequistas preparando o novo ano catequético no Senhor dos Caminhos
Catequistas no Senhor dos Caminhos
Catequistas em pausa para o lanche no Senhor do Calvário (VC da Beira)

Em 16 de setembro, o Grupo dos Catequistas desta Paróquia realizou um passeio ao Senhor dos Caminhos. Foi um tempo de oração, convívio, descoberta de novos espaços, reflexão e preparação do novo ano catequético 2017/18.
Saudámos com alegria todos os catequistas que enriquecem o grupo e reforçam  o empenho catequético. Saudação especial a quem entra de novo no Grupo. Bem-vindos!
Abordou-se o serviço eclesial do catequista em prol do crescimento humano e cristão dos seus catequizandos: " Percebeis como sois importantes num mundo onde todos estão algo angustiados, até mesmo as crianças. Deveis ser um sinal de salvação, que é uma coisa acolhedora. Salvação não é um código de leis, mas um ato de amor de Deus, que abraça as pessoas. E o catequista deve ter essa cara de salvação.
O mundo precisa disso e o catequista é uma pessoa fantástica, já que faz essa coisa rara no mundo de hoje: ele é "gratuito".Não é gratuito só porque não recebe pelo seu trabalho, mas porque GOSTA de se dar.
Deve ser feliz por ser o que é, e ajudar a própria Igreja a perceber o quanto ela também tem que ser assim.
Catequistas, obrigado, porque também vos  deixastes "SEDUZIR" pelo Senhor...
O Autor sagrado garante-vos: "Felizes os pés que andam para anunciar boas novas".
Salientaram-se os 4 pilares da catequese:

A Catequese é dada em torno de quatro pilares
O Credo – que é tudo o que cremos.
Os Sacramentos – que é a celebração do que cremos.
A Moral baseada nos Dez Mandamentos – que é como o cristão deve viver.
A Oração do cristão – com base especialmente no Pai-Nosso
Falou-se um bocadinho sobre pedagogia nos Encontro de Catequese
(Mais do que lição ou aula, falemos de encontro de catequese ou sessão de catequese)
1- Acolhimento: com alegria serena, acolher os catequizandos de modo que se sintam queridos e bem-vindos
2- Motivação: a partir de um caso da vida real, motivar para o tema
3- Desenvolvimento do tema: exposição e diálogo
4- Concretização do tema: desenho, canção, dramatização, texto, etc
5- Compromisso semanal: de acordo com o tema, ajudar a fazer os catequizandos a fazer um compromisso semanal
6- Oração: fórmula, oração espontânea, em silêncio, etc
Falou-se do próximo encontro com os pais e da Missa do início da catequese que se preparou. Mensagem a transmitir, orientações da catequese e calendarização das atividades catequéticas.
Dialogou-se sobre situações decorrentes da vida catequética e trocaram-se experiências. 
Foi um encontro marcado pelo desejo e empenho de todos em dar tudo em prol de um ano catequético que contribua para o crescimento humano e cristão dos catequizandos.
Bom ano catequético para todos

Paróquia de S. Pedro de Tarouca
Grupos da Catequese  e Catequistas
Coordenadora da Catequese: D. Alda
1º ano: D. Palmira e D. Alda
2º ano: D. Soraia e D. Belinha
3º ano: D. São, Susana e Beatriz
4º ano: Luis e D. Cláudia
5º ano: D. Isabel e D. Marina
6º ano: D. Delfina e D. Judite
7º ano: D. Anabela e D. Laida
8º ano: D. Lurdes
9º ano: D. Cândida e D. Carla
10º ano: Prof. César e Bruna

Calendário da Catequese
- 7/10- Inicio da Catequese. Missa de abertura da catequese, compromisso de catequizandos, catequistas e pais e envio, seguindo-se a reunião de pais.
- Novembro – Magusto da Catequese
- 2511 – Festa da Catequese: 1º aniversário da INAUGURAÇÃO do CENTRO PAROQUIAL 
É a melhor forma de comemorar a inaugurar duma estrutura que, sendo da comunidade, tem os olhos sobretudo nos mais novos.
- 23 e 30 de Dezembro: pausa do Natal
- Último sábado de janeiro: reunião formativa para os pais. Missa às 14.30h no Centro Paroquial, seguindo-se a catequese normal, enquanto os pais participam num encontro de formação. 
- 10 de Fevereiro: Pausa do Carnaval
- 19 de março: Dia do Pai
- 24 de março: Comunhão Pascal
-31 de março  e 7 de abril: Pausa da Páscoa
-5 de Maio: Dia da Mãe e Festa do Pai Nosso
- 13 de Maio: Reunião dos pais dos meninos que vão fazer a 1ª Comunhão, Profissão de Fé e Crisma
- 20 de maio: 1ª Comunhão
- 27 de maio: Crisma?
- 31 de maio: Corpo de Deus e Prof. de Fé
- 2 de junho: encerramento da Catequese
- 9 e 10 de junho: 6º ano na Peregrinação das Crianças a Fátima

IMPORTANTE:
- A data do Crisma está dependente da disponibilidade do sr. Bispo.
- Os catequistas presentes decidiram que era mais conveniente separar a festa da celebração do Crisma da Festa da Prof. de Fé. 
DINÂMICAS
- Os catequistas do 7º ao 10º anos podem combinar com os alunos o dia e hora da catequese
- Do 7º ao 10º anos, os meninos usam o Youcat; nos restantes anos, catecismo normal. (Prontidão na aquisição do material))
- Os jovens do Crisma têm que participar numa atividade da paróquia (coral, grupo de jovens, Gaspta, outro…)
- Ao sábado a catequese começa às 15 e termina às 16 h, sempre atentos aos toques da campainha. Pede-se pontualidade. Rigor na marcação de faltas.
- Ao sábado, a Missa com crianças é às 16.15h. É necessária a participação na Missa. Nunca desistir de teimar.
- Os catequizandos que têm catequese fora do sábado devem assumir o compromisso de ir à Missa, seja ao sábado, seja ao domingo.
- Todos os catequistas são catequistas de todos os catequizandos. Não há “capelinhas”.
- Solicita-se toda a atenção a esta situação: quem vai fazer o Crisma tem que aparecer logo desde o início. 
- O importante não são as festas da catequese. O importante é a preparação ao longo do ano!!!
- Missas no Lar e Animação das Missas da Quaresma:
7º ano
Lar num  sábado  de dezembro
1º Domingo da Quaresma
8º ano
Lar no último sábado de janeiro
2º Domingo da Quaresma
9º ano
Lar num  sábado de fevereiro
3º Domingo da Quaresma
6º ano
Lar num  sábado de março
4º Domingo da Quaresma
5º ano
Lar num sábado de maio
5º Domingo da Quaresma
10º ano
(quando entender)
Domingo de Ramos
(Dia da Juventude)

Aos P A I S !
Um ditado popular diz: «É fácil levar a égua até ao meio do ribeiro. O difícil é convencer a égua a beber a água.» De facto: se ela não estiver com sede, não beberá água por mais que o seu dono a force.
Bem diferente é se a égua está com sede e o dono a leva ao ribeiro. Depois de provar da água, a partir de então, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até ao ribeiro.
Aplicado à educação, seja na escola, seja na catequese, este ditado seria: «É fácil obrigar os filhos a ir à escola/catequese. O difícil é convencê-los a aprender aquilo que não querem aprender. Bem diferente é servir-lhes o que vai alimentar a sua curiosidade, de modo que eles próprios, por sua livre e espontânea vontade, queiram aprender.»
Não basta aos pais “matricular” os filhos 
A catequese é uma experiência que contribui para o crescimento das crianças, dos adolescentes e dos jovens em sabedoria e em virtudes humanas e religiosas. A catequese é importante para alimentar a vida espiritual, que, por sua vez, dá forma às outras dimensões da vida.
Por isso, os filhos com idade para andar na catequese podem pedir aos pais – que os inscrevem ou que, pensando nisso, não os inscrevem – que tenham consciência da importância deste momento na vida deles.
Não basta aos pais “matricular” os filhos na catequese e esperar que os catequistas façam o milagre da conversão deles, ou, menos ainda, que os ocupem um par de horas.
Sem a participação e envolvimento dos pais, a catequese será para os filhos mais uma ocupação, uma atividade tradicional. Dos pais até poderão ouvir: «Vais frequentar a catequese porque nós também o fizemos, e toda a gente vai à catequese.»
Bem diferente é se os pais lhes explicam a verdadeira importância da catequese e lhes dão motivos convincentes para participar.
A falta de uma explicação, de um estímulo, gera descontentamento nos filhos. E ninguém gosta de fazer algo forçado, muito menos crianças e jovens adolescentes.
O que se pede à família
À família, pede-se que acompanhe a catequese dos seus membros. Alguns pais inscrevem os filhos e só procuram saber novidades no dia na celebração final ou por ocasião de algum evento. Todavia, os filhos precisam do devido acompanhamento, de perceber na família algum interesse pelos assuntos abordados. 
Nesse sentido:
- Os pais hão de manter contacto com o(a) catequista, conversar, apoiar.
- Os pais hão de participar na vida religiosa dos filhos, e a participação missa é um forte momento de encontro comunitário.
- Os pais estimularão os filho a ser assíduos e pontuais, e não aprovarão faltas por qualquer motivo fútil.
- Os pais animarão os filhos a ser presença de qualidade e, quando algo correr mal, evitarão culpar sem apontar alternativas. Há pais que culpam o padre, a Igreja, a catequese, o catequista... E isso desanima e afasta. Bem diferente é refletir com o filho sobre o que fazer, pela positiva, para mudar a situação.
- Os pais alimentarão a sua curiosidade, falando dos temas com os filhos. A Bíblia tem muito de cultura, de sabedoria, de pessoas e histórias com valores. É impossível não aprender cada dia algo novo.
- Pais e filhos rezarão juntos.
- Pais e filhos participarão nas atividades programadas pela catequese. E não arrastarão os filhos para outros eventos que os impedem de participar.
- Pais e filhos entenderão que na catequese, como em casa, na escola, num trabalho, numa ocupação de tempos livres, numa coletividade ou clube, há regras que precisam ser cumpridas para que ela tenha êxito.
- E todos lembrar-se-ão que os catequistas não são milagreiros. Sem a ajuda dos pais, a catequese não tem efeito.
NOTAS FINAIS
- Pede-se aos pais toda a colaboração e total delicadeza para com os catequistas que, gratuitamente, dão o melhor de si em prol da formação cristã dos catequizandos.
- Todos, catequistas, catequizandos e pais, devem ter em conta:
* Total pontualidade na entrada e na saída dos encontros de catequese;
* Que uma sessão de catequese é para falar de catequese;
- Que a sala de catequese terá as cadeiras dispostas conforme o catequista achar mais conveniente. Mas  cada sala deve ficar sempre limpa e o material respeitado;
- Haverá um novo projector portátil para apoio aos encontros de catequese. A Utilização dos projectores deve ser antecipadamente combinada com a Coordenadora.
A Coordenadora da Catequese, D. Alda, dada a sua função, deve ser acolhida por catequistas, catequizandos e pais, pois é com ela que todos devem dialogar sobre o dia-a-dia da catequese.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Valverde celebrou Nossa Senhora das Dores

Noite de sexta-feira, 15 de Setembro. Dia de Nossa Senhora das Dores.
 Valverde celebra a  Senhora das Dores.
Após a procissão de velas, com o andor da Senhora das Dores,  que se iniciou na capela, teve lugar a Eucaristia celebrada junto ao nicho de Nossa Senhora das Dores e animada coralmente por pessoas de Valverde, que também proclamaram a Palavra de Deus. Após a Missa, seguiu-se a procissão de regresso à capela.
Bastante gente na procissão e na Missa. Silêncio e postura de fé, numa noite serena de quase Outono.
Falou-se de Maria. Das suas dores. Das dores de seu Filho. Das Dores dos seus filhos, que somos nós.
Que a graça e o amor de Cristo que Maria nos deu e para o Qual nos chama, inundem de paz o nosso coração como o tempo fresco e sereno inundou a nossa presença..Que pelas suas dores , Ela nos ajude a aceitar o plano de Deus e nos alivie as nossas dores e as do mundo.
Parabéns à comissão, às pessoas que deram o seu donativo e colaboração.
Parabéns às pessoas que marcaram presença.

15 de Setembro - NOSSA SENHORA DAS DORES

Senhora das nossas dores
que não conhece o mundo, amargas,...
 
Senhora das sete espadas
cobrindo a eira toda
 
que vês os fogos varrer os montes
e estremecer as bouças
 
sê nosso transporte
para a fala livre, emancipada
a água que regue os vossos semeados,
 
Senhora das muitas dores
do Cristo sofrente,
dos amores magoados,
 
que o Pai nos socorra
e console o Espírito
nesta hora e sempre.
JAM

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Faleceu D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto

O bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, faleceu esta segunda-feira pelas 09h30, aos 69 anos, vítima de enfarte agudo do miocárdio, na Casa Episcopal do Porto, onde residia.
"Cumpre-nos o dever de comunicar, com enorme pesar, a toda a Diocese do Porto que faleceu hoje, dia 11 de Setembro na Casa Episcopal, o Senhor D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto", refere a nota.
O corpo bispo do Porto vai estar em câmara ardente a partir das 17h00 de hoje e as exéquias solenes celebram-se no dia 13 de setembro, às 15h00, na Catedral do Porto.
A Sé vai estar aberta a partir das 09h00 e fecha portas às 24h00. ((Agência Ecclesia)

D. António Couto sobre a morte de D. António Francisco dos Santos
O bispo de Lamego, diocese de onde D. António Francisco dos Santos era originário, confessa-se “muito dorido” com a notícia da morte do bispo do Porto.
"São estas coisas intensas que nos dizem que, se calhar, este momento que agora estamos a viver é importante, não apenas porque D. António Francisco nos deixou, mas é importante também para nós percebermos que agora estamos aqui e, daqui a um bocado, podemos não estar. Este momento é decisivo. É absolutamente decisivo”, diz D. António do Couto à Renascença..
“Sinto muito o falecimento do meu irmão no episcopado D. António Francisco. Sei também das dificuldades que ele sentia no exercício do seu ministério. Sempre estive ao lado dele e estou. E é com dor que eu olho para esta situação”, completa.
 
D. António Francisco, um amigo de Tarouca
D. António Francisco dos Santos, enquanto padre e formador no Seminário de Lamego,  foi assistente espiritual das Equipas de Nossa Senhora  desta paróquia, durante anos, deixando nos casais que as integraram uma marca forte, tanto no aspeto humano como cristão.
D. António Francisco presidiu algumas vezes à Festa de Santa Helena em nome do sr. Bispo, D. Américo do Couto Oliveira.
Mostrou sempre interesse por esta comunidade, apoiando, incentivando, orientando.
Recordamos um episódio. D. António era assinante do Sopé da Montanha. Quando foi transferido da diocese de Aveiro para a do Porto, por lapso nosso, deixou de receber o jornal. Certo dia, encontrando-se no Porto com gente de Tarouca, manda um recado: "Mandem-me o jornal que eu pago". Claro que de imediato se resolveu a situação e o mensário começou a bater-lhe à porta.
Era assim D. António. Um amigo desta terra.
Missa de 7º Dia
Na próxima 2ªfeira (de hoje a oito dias), D. António Couto, nosso Bispo, presidirá na Sé de Lamego, pelas 18.30h à Missa de 7º Dia por D. António Francisco.
 
Descanse em paz, bom Amigo!
Junto do Eterno, interceda por nós.