quarta-feira, 31 de março de 2010

Papa explica sentido das celebrações dos próximos dias, as mais importantes do calendário litúrgico católico

Bento XVI convidou os fiéis de todo o mundo a rezarem pelos padres, pedindo que os mesmos sejam “mensageiros de esperança, reconciliação e paz”.
O Papa falava hoje, Quarta-feira, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano para a audiência geral, dedicada às celebrações dos próximos dias, o Tríduo Pascal, momento mais importante do calendário litúrgico católico.

Ao pedir orações pelos sacerdotes que “na Quinta-feira Santa renovarão as suas promessas sacerdotais junto dos seus Bispos”, Bento XVI deixou votos de que os mesmos cresçam “cada dia mais em fidelidade e amor a Cristo”.
Segundo o Papa, essa renovação das promessas assume “um relevo muito especial, porque colocado no âmbito do Ano Sacerdotal”, que ele próprio convocou para assinalar o 150.º aniversário da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney (1786-1859).

Bento XVI destacou que “amanhã (Quinta-feira, ndr) terá início o Tríduo Pascal, centro de todo o ano litúrgico, no qual somos convidados, através do silêncio e da oração, a contemplar o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor”.

O Papa passou em revista os momentos mais significativos desses dias que têm como “preludio” a celebração da Missa Crismal, na manhã da Quinta-feira Santa, “na qual são consagrados os santos óleos e os sacerdotes renovam as promessas da sua ordenação”.
Ao entardecer do mesmo dia, comemoramos a instituição da Eucaristia e o gesto do lava-pés visto como uma representação da vida entrega de Jesus com o seu amor levado ao extremo; um amor infinito capaz de habilitar o homem para a comunhão com Deus e torná-lo livre”, prosseguiu o Papa.

Na Sexta-feira Santa, fazemos memória do seu sacrifício na Cruz para a nossa redenção”, disse ainda.

Em conclusão, Bento XVI referiu que “após o silêncio do Sábado Santo”, se celebra a Vigília Pascal na qual, “com o canto do Aleluia”, se proclama “a Ressurreição de Cristo: a vitória da luz sobre as trevas, da vida sobre a morte”.
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