terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Recordar para viver: OS DEZ MANDAMENTOS


Assim como um bom pai não deixa de aconselhar, orientar, ajudar o filho para que percorra dignamente os caminhos da vida, também Deus, o melhor Pai, nos deixou os seus conselhos, fruto da sua infinita sabedoria e do amor intenso e sem medida que tem por cada um de nós.

São os dez mandamentos.

Primeiro: Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.

Segundo: Não invocar o santo nome de Deus em vão.

Terceiro: Santificar os Domingos e festas de guarda.

Quarto: Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).

Quinto: Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).

Sexto: Guardar castidade nas palavras e nas obras.

Sétimo: Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).

Oitavo: Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo)

Nono: Guardar castidade nos pensamentos e desejos.

Décimo: Não cobiçar as coisas alheias.

Estes dez mandamentos resumem-se em dois que são:
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.



«Mestre, que devo fazer de bom para alcançar a vida eterna(Mt 19,16)

Ao jovem que lhe faz esta pergunta, Jesus responde: «Se queres entrar na vida, observa os mandamentos», e acrescenta: «Vem e segue-me» (Mt 19,16-21).

Seguir Jesus implica observar os mandamentos. A Lei não é abolida, mas o homem é convidado a encontrá-la na pessoa do divino Mestre, que em si mesmo a cumpre perfeitamente, lhe revela o pleno significado e atesta a sua perenidade.

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