sábado, 11 de dezembro de 2010

Partiu para o Pai o Diácono Amorim


Comunicaram-mo há minutos. O sr. Diácono Manuel Assunção Alves Amorim partiu para o Pai.

Nasceu em 22 de Outubro de 1934. Natural do Castanheiro do Ouro, Freguesia de Tarouca, frequentou o Seminário que deixou porque não era essa a sua vocação. Irmão do sr P.e Amorim, Reitor do Santuário de Nª Srª da Lapa, tem ainda duas irmãs que seguiram a vida religiosa.

Casou-se com D. Maria Augusta, também natural desta Freguesia, povoação de Cravaz onde o cal sempre viveu após o Matrimónio. É pai do Rui Amorim, Paula Amorim, Célia Amorim, Anabela Amorim, Henrique Amorim. Houve ainda outra criança que Deus chamou a Si. Prezou a família como um valor inquestionável. E como marido e pai, sempre foi factor de união e de encantamento.

Exerceu ao longo da sua vida as mais diversas funções ligadas à vida civil e cristã. Foi Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, esteve sempre ligado à Santa Casa da Misericórdia de Tarouca de que era actualmente Presidente da Assembleia Geral, dirigiu o coral da Igreja Paroquial, foi catequista, orientou o grupo de oração e amizade, foi secretário de vários Conselhos Económicos da Paróquia, fez parte das equipas de CPM (Curso de Preparação para o Matrimónio), foi Ministro Extraordinário da Comunhão, integrou várias campanhas diocesanas contra o aborto e a favor da vida e da família, etc.

Durante muitos anos, trabalhou na Tipografia de Tarouca de onde se reformou.

Após a reforma, frequentou o Curso de Ciências Religiosas e foi ordenado Diácono Permanente em 20 de Janeiro de 2005 pelo actual da diocese, Bispo D. Jacinto.

Uma vida cheia. Uma vida ao serviço dos outros. Nunca enriqueceu com as tarefas que desempenhou, porque viveu para servir.

Afável, discreto, moderado, cumpriu com grande entrega e generosidade as várias tarefas.

Grande amigo! Sempre pronto a colaborar, sempre pacificador, sempre compreensivo. Quanto lhe agradeço! Quanto a comunidade lhe deve!

Edificante na doença. Manteve a Esperança para lá da esperança. Sem queixumes, sem revoltas. Com uma fé profunda, sentida, viva, que o levava a dizer: "Deus sabe que estou aqui! Ele é que sabe."

Descansa em paz, amigo! Sê feliz para sempre nos braços de Deus.

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