quinta-feira, 14 de junho de 2012

O avarento que não era avarento

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Havia numa terra um homem de posses. Pessoa afável, que proferia palavras bonitas, mas que era tido pela população como pessoa avarenta. Ninguém notava que ele fizesse bem a outrem.
Nessa mesma terra existia um rapaz, filho de pais muito pobres, que foi singrando nos estudos até concluir o seu concurso universitário.
Também deste o povo falava e as pessoas perguntavam-se donde vinha o dinheiro para o jovem ir tão longe nos estudos, pois, diziam a universidade leva uma pipa de massa.  E, como em casos paralelos, o povo ia soltando os seus alvitres. Uns falavam de roubo, outros de droga e de outras situação ilícitas.
Concluído o curso, o rapaz ofereceu aos conterrâneos um lanche simples. No fim, o novo doutor proferiu umas palavras:
- Sabem que a minha família é pobre, jamais teria possibilidades de me pôr na faculdade. Nem sequer de oferecer este simples lanche. Quem me apoiou nos estudos e quis que oferecesse este lanche a todos vós foi o senhor...
Foi como se descesse um calhau sobre as consciências. Esse tal senhor era exactamente aquele que todos julgavam avarento.
Fiel ao Evangelho, nunca quis que "a direita soubesse o que faz a esquerda", porque o bem não faz barulho.
Pois. Jesus Cristo tem TODA a razão: "Não julgueis para não serdes julgados."

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