sexta-feira, 1 de abril de 2016

Dia da Divina Misericórdia

O saudoso Papa João Paulo II instituiu o Dia da Divina Misericórdia, celebrado ano a ano, no domingo seguinte à Solenidade da Páscoa do Senhor Ressuscitado.
Neste Domingo, S. João relata-nos a emoção sentida pelos Apóstolos no encontro com Cristo depois da sua Ressurreição. A nossa atenção detém-se no gesto do Mestre, que transmite aos discípulos receosos e admirados a missão de serem ministros da Misericórdia divina. Ele mostra as mãos e o lado com os sinais da paixão e comunica-lhes:
"Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós" (Jo 20, 21). Imediatamente a seguir, "soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23). Deste modo, o Mestre confia-lhes o dom de "perdoar os pecados", dom que brota das feridas das suas mãos, dos seus pés e, sobretudo, do seu lado trespassado.
Muitas são as passagens do evangelho que falam da misericórdia. Podemos começar pelo cântico de Nossa Senhora lembrando que a Sua misericórdia se estende de geração em geração (Lc 1,50); o Sermão da Montanha: "Bem aventurados os Misericordiosos porque alcançarão misericórdia" (Mt 5,7); parábolas como a do Filho Pródigo (Lc 15,11-32), do Bom Samaritano (Lc 10,23-35), do servo sem compaixão (Mt 18, 23-35), do Pastor que vai atrás da ovelha desgarrada (Lc 15,3-7).

Jesus deixou-nos muitos exemplos de infinita bondade para todos os que encontrava em Seu caminho. Todos os seus milagres aconteceram por causa da miséria humana. Nesse aspecto, não entendeu nada da vida e ensinamento de Jesus o que pensa que o perdão e a misericórdia tornam as pessoas fracas e mergulhadas nos mesmos erros. O cristão é chamado a ser sinal da misericórdia e perdão, sem ser conivente com o pecado e o erro. Perdoar é amar. E o amor engrandece as pessoas, não as diminui.
Fonte: aqui

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