segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Um Domingo sem Missa é uma semana sem Deus!

Foto de Joaquim Correia Duarte.
DEUS ESTÁ MUITO OFENDIDO COM TANTOS CRISTÃOS CATÓLICOS AGORA AFASTADOS DA IGREJA.
JESUS ESTA MUITO TRISTE COM O DESINTERESSE E O DESLEIXO DE TANTOS CATÓLICOS E COM A SUA AUSÊNCIA NA SANTA MISSA DE CADA DOMINGO, SEM OUTRA RAZÃO SENÃO O SEU DESINTERESSE, DESLEIXO, FALTA DE SERIEDADE E COMPROMISSO NA VIDA CRISTÃ.

Da Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II, sobre a Sagrada Lit
urgia
(sec. XX)

Cristo está sempre presente na sua Igreja
Cristo está sempre presente na sua Igreja, especialmente nas acções litúrgicas. Está presente no sacrifício da Missa, tanto na pessoa do ministro – «Ele que Se oferece agora pelo ministério sacerdotal é o mesmo que Se ofereceu cruz» – como e sobretudo sob as espécies eucarísticas. Está presente pela sua virtude nos sacramentos, de modo que quando alguém baptiza é o próprio Cristo que baptiza. Está presente na sua palavra, pois é Ele que fala quando se lê na Igreja a Sagrada Escritura. Está presente, enfim, quando a Igreja reza e canta, Ele que prometeu: Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles.

Por tradição apostólica, que tem a sua origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que justamente se chama dia do Senhor ou domingo. Neste dia devem os fiéis reunir-se para ouvir a palavra de Deus e participar na Eucaristia, e assim recordar a paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus e dar graças a Deus, que os fez renascer para uma esperança viva pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos. Por isso o domingo é o principal dia de festa que se deve propor e inculcar à piedade dos fiéis, de modo que seja também o dia da alegria e do repouso. Não se lhe devem sobrepor outras celebrações que não sejam de máxima importância, porque o domingo é o fundamento e o núcleo de todo o ano litúrgico.
Joaquim Correia Duarte

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