
Defendeu a origem cristã do Carnaval, “que foi criado pela tradição cristã para separar o tempo da alegria simples do período da penitência e conversão”. E neste sentido, “é possível um Carnaval com Cristo, como fazem as crianças, os jovens cristãos e os idosos”, afirmou o bispo.
Quanto aos corsos carnavalescos, diz que “geralmente predominam cenas chocantes que humilham, despem e apresentam a mulher como símbolo de prazer e erotismo”. Para o bispo do Funchal, as consequências estão à vista na sociedade moderna: “Depois lamenta-se o número crescente de mães solteiras, de menores com filhos nos braços, o aumento da sida e as violações até das pessoas idosas, ...”.
In ecclesia
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