domingo, 18 de março de 2012

Se houver verdadeiro e profundo perdão mútuo, tudo é possível.

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- Na nossa eucaristia hoje tivemos em conta o perdão como atitude a cultivar na vida, em todas as circunstâncias, mas com um significado especial na vida em família. Ao olhar as famílias hoje damo-nos conta que:


- há lares a desmoronar-se, porque o amor, lentamente, está a morrer no coração dos esposos.

E está a morrer

- porque houve discussões não perdoadas

- porque houve intrigas não perdoadas.

- porque há tirania, ciúmes, desconfianças, infidelidades...


Está a morrer, porque a capacidade de perdoar também já morreu.

- Desaparece a alegria de viver. Nasce a solidão.

- Desaparece o diálogo. Nascem agressões e exigências.

- Desaparece o espírito de doação. Nasce o egoísmo.

- E os esposos sofrem, destroem a sua vida, o seu lar.

- E os filhos crescem, com o espírito envenenado pelo desamor dos pais.

- Como é urgente que os casais em conflito, magoados e ressentidos um com o outro, renasçam decididamente para o amor!

- Muitos já nem crêem que isso seja possível. No entanto, se houver verdadeiro e profundo perdão mútuo, tudo é possível.

- Esquecer tudo, para recomeçar tudo. Com o poder de Deus, sim! Apenas com as forças humanas, não!

   - Agradeçamos a Deus o perdão e o espaço que temos dado ao perdão nos nossos corações e nas nossas vidas. Agradeçamos as famílias que têm feito do perdão caminho de amor e de reconstrução da vida na esperança e na fé em Deus.

- Lembremos ao Senhor as famílias que porventura estejam a passar por situações delicadas de distâncias entre pessoas, de dificuldades de relação. Peçamos-lhe que nos ajude a todos a crescer na capacidade de perdoar e de aceitar ser perdoados.

sábado, 17 de março de 2012

Resultado do sorteio das RIFAS para Centro Paroquial de Tarouca (17 de Março de 2012)


No fim da festa da catequese, realizada hoje no Auditório Municipal, teve lugar o sorteio das rifas vendidas em prol do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz.
O primeiro e último prémios foram anunciados pela criança e pelo adulto que mais rifas venderam, claro, tendo em conta a faixa etária.
O sorteio realizou-se na presença das pessoas. Um grupo de criança, uma de cada vez, meteu a mão no saco e anunciou ao micro o nº premiado.
Fora do edifício estava um carro com os prémios e alguns dos felizes contemplados puderam ali mesmo receber os respectivos prémios.
Todos os outros premiados têm agora um mês para levantar o seu prémio. Basta dirigirem-se à D. Ilda (Tarouca) e apresentarem a rifa.

Um agradecimento especial à D. Ilda que promoveu gratuitamente esta iniciativa a favor do Centro Paroquial.
Agradecemos a todos os patrocinadores, a quem trabalhou no grafismo e a todos os que venderam as rifas, bem como a quem as adquiriu.

FESTA DA CATEQUESE: "Jeus sofreu, morreu e ressuscitou para nossa salvação"








Para uma freguesia do interior - embora seja a sede do concelho - o número de crianças é interessante. Temos cerca de 353 catequizandos do 1º ao 10º ano (incluindo Teixelo, claro). Quando se sente a natalidade- inverno em tantas e tantas freguesias deste interior, tão pouco zelado pelo poder central, não posso deixar de me sentir contente com as crianças que ainda vamos tendo. Graças a Deus!
Gostei da festa. Pela presença de muitos pais e amigos das crianças. Sobretudo, pelo trabalho realizado pelas crianças e jovens. Um aplauso para eles do tamanho da Serra de Santa Helena! É justa uma palavra de enorme apreço pelo trabalho, dedicação, persistência dos catequistas. Muitos parabéns! São fantásticos! Senti-os a viver profundamente o momento, dentro das várias tarefas que desempenharam.
A catequese teve um gesto, pobre materialmente, mas rico de sentido, quando ofereceu no fim da actuação, um prendinha a cada catequizando. Sinal do carinho e da importância que as crianças e jovens têm para a comunidade.
Acrescento que os apresentadores estiveram à altura das circunstâncias. Felicito-os por isso.
Um bem-haja à Câmara Municipal pelo espaço gratuitamente cedido e aos seus funcionários pela forma como colaboraram.
Ficou-me no coração a vivência das representações teatrais em que se salientava o AMOR imenso de Jesus por nós. Ele continua a sofrer nas cruzes das pessoas do nosso tempo. Excelente mensagem!
Através de poemas,  representações, cânticoss, textos, citações bíblicas,gravações, power point,  os catequizandos ofereceram ao público a beleza e o encanto so amor de Jesus, salientando sempre a suma importância de o reconhecermos e acolhermos hoje na cruz dos irmãos.
Gostei de ver o público concentrado durante as peças teatrais. É mesmo bom ver as pessoas contentes! E olhem que há gente nova com muito jeito mesmo para a representação! 5 estrelas.
Numa intervenção, os catequizandos levaram-nos a descobrior Jesus morto e ressuscitado na sua vida, no rasto que semeia na natureza e nos corações.
Porque na próxima segunda-feira é o DIA DO PAI, rezámos na Eucaristia com que iniciou a festa da catequese por todos os pais.

NÃO FALTAM «CIRENEUS» AO CONTRÁRIO

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Simão de Cirene, um camponês,
ajudou Jesus a levar a cruz.

«A nossa maior glória, exorta Confúcio, não é nunca cairmos, mas levantarmo-nos sempre que caímos».
Séneca também anota que «um homem grande, quando cai, não deixa de ser grande».
O problema é que há sempre quem apareça a empurrar mesmo quando alguém se prepara para se levantar.
O arco de uma vida é muito acanhado para prever todas as quedas e levantamentos. Há muitos «cireneus» ao contrário.
Há quem goste de fazer cair.
Precisamos de «erguedores», de «levantadores» na esperança e na solidariedade!
Fonte: aqui

sexta-feira, 16 de março de 2012

Nigéria: Grupo cristão teme aumento da onda de violência

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Um grupo cristão de defesa dos direitos humanos da Nigéria considera que a onda de violência étnica e religiosa que tomou conta da zona norte do país pode vir a tomar maiores proporções nos próximos dias.
Em declarações publicadas no site da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Jonathan Racho, um dos membros daquele movimento solidário, dá conta das ameaças proferidas pelo grupo muçulmano Boko Haram, que tem estado envolvido num confronto que já causou pelo menos 10 mil mortos na região.
De acordo com o representante cristão, aquela força armada “prometeu erradicar o cristianismo de certas áreas da Nigéria”.
O atentado suicida do passado domingo, que destruiu uma igreja católica em Jos e causou 11 mortos, é visto como parte integrante de “uma estratégia regional de terror”.
Segundo a AIS, as ameaças do Boko Haram, que em português significa “Educação não Islâmica é pecado” foram veiculadas pelo site nigeriano Bikya Masr.
In ecclesia

quinta-feira, 15 de março de 2012

4º Domingo da Quaresma - Ano B

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O PERDÃO É CAMINHO DE SALVAÇÃO...
Leituras: aqui

1. - Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna.

2. - “ Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele”.

3. - Nos ensinamentos que Jesus transmite a Nicodemos encontramos todo o sentir de Deus em relação à humanidade, toda a sua misericórdia...

1. - Na verdade Deus sempre conduziu a humanidade num espírito de amor e de perdão...

2. - Parece até que quando o povo lhe era infiel Ele sofria muito, ao aperceber-se dos abismo de desgraça e sofrimento em que o povo ia cair...

3. - Como ouvimos na primeira leitura os príncipes dos sacerdotes e o povo multiplicaram as suas infidelidades, imitando os costumes abomináveis das nações pagãs, e profanaram o templo”.

1. - Mas “O Senhor, Deus de seus pais, desde o princípio e sem cessar, enviou-lhes mensageiros, pois queria poupar o povo e a sua própria morada”.

2. - Na verdade o perdão esteve sempre no coração e nas mãos de Deus...E se as pessoas caíram em desgraça, não foi porque Deus as castigou, mas sim porque não souberam acolher as indicações e propostas de Deus para o bem e para a verdade...

3. - Como ouvimos na segunda leitura: Deus, rico em misericórdia, ... restituiu-nos à vida com Cristo. Salvou-nos e salva-nos...

1. - Nós discípulos de Jesus Cristo estamos chamados a acolher nas nossas vidas o perdão de Deus...

2. - Estamos chamados a ter uns para com os outros as atitudes de misericórdia e perdão que Deus tem para connosco...

Todos: Estamos chamados a viver o perdão!

3. - Pensemos nas nossas famílias. A família é aquela pequena comunidade onde as pessoas sentem o amor de uma forma especial...

1. - E onde também têm constantemente  a oportunidade de acolher o perdão dos outros e de perdoar...

Todos: Estamos chamados a viver o perdão!

2. - O perdão faz-nos felizes! Ajuda-nos a recuperar o gosto de viver...

Todos: Precisamos do perdão nas famílias!...

3. - As pequenas ou grandes incompreensões, os pequenos ou grandes erros; as pequenas ou grandes deslealdades....

1. - Se encontram corações dóceis, humildes e misericordiosos, capazes de perdoar e de acolher o perdão, recuperam o sentido e o gosto da vida em família...

2. - Ajudam as pessoas a recuperar os caminhos do bem que a todos fazem felizes...

3. - Às vezes é difícil perdoar... Às vezes também custa aceitar o perdão...

1. - Mas o perdão é caminho de salvação. Faz as pessoas felizes.

Todos: - Famílias, cultivai o perdão. Sede testemunhas da misericórdia e do perdão que a todos Deus constantemente oferece. O perdão é caminho de salvação.

"Estrangeiro maluco" ajuda carenciados

Escrevo este "Testemunho" no dia de S. João de Deus – 8 de Março – , um santo português nascido em Montemor-o-Novo, em 1495, que foi considerado louco pelas suas obras de penitência extravagantes a que se votou após ouvir um Sermão de S. João de Ávila, e acabou internado num hospício. Os maus tratos que aí recebeu, levaram-no a dedicar o resto da sua vida ao tratamento humanizado dos doentes. Com ajudas diversas fundou um amplo e bem organizado hospital em Granada, onde se lhe juntaram diversas pessoas que deram início à Ordem dos Irmãos Hospitaleiros.

Um pouco a exemplo deste nosso santo, leio nos jornais de hoje que um americano, de nome Hunter Halder, começou há um ano a distribuir por famílias carenciadas de uma freguesia lisboeta as sobras de alimentos que recolhia em restaurantes.

A viver há 20 anos em Portugal, o norte-americano Hunter Halder viu-se sem emprego e começou a ajudar os carenciados. Montado numa bicicleta, Hunter Halder ia aos restaurantes, pedia os restos da comida, enchia a bicicleta de
embrulhos e levava-os a quem sabia que precisava. Hoje, o projecto do "estrangeiro maluco" conta com mais de cem voluntários.

"Foram sete acções. O Re-Food foi a última a ser concebida e a primeira a ser lançada", contou Hunter Halder à Lusa no centro operacional do projecto, situado num anexo da igreja de Nossa Senhora de Fátima.

Mas recuemos a 09 de março de 2011. "Naquela altura era só um estrangeiro maluco e as pessoas a olharem para mim e a pensarem: 'o que é isto?'", lembrou.

Quem o via passar começou a abordá-lo e a perguntar o que fazia montado numa bicicleta munida de cestos à frente e atrás, carregados de embalagens. Ao fim de 30 dias, tinham aderido ao Re-Food 30 restaurantes e 30 voluntários, como atesta a fotografia pregada num placard do centro de operações.

Hoje está tudo mais organizado com a ajuda da Igreja e dos voluntários. Um número cada vez maior de pessoas beneficia de refeições a meio do dia e à noite. E a iniciativa vai atingir depois da páscoa a paróquia inteira. E esta obra irá decerto estender-se a outras zonas de Lisboa – e quem sabe? – do país.
In O Amigo do Povo

quarta-feira, 14 de março de 2012

A confissão noutras Igrejas

A confissão ao sacerdote ou pastor também existe nas Igrejas Protestantes e Ortodoxas, como se deduz destes textos tirados da internet.

IGREJA ORTODOXA:
«Na Igreja Ortodoxa é possível confessar-se sempre. Deus confiou à Igreja o poder de perdoar os pecados de seus fiéis na pessoa de seus ministros ordenados, ou seja, padres e bispos. No altar da confissão está o Evangelho e uma cruz de bênção. Enquanto confessamos, colocamos nossas mãos sobre o Evangelho.
O sacerdote, coloca sobre a cabeça do penitente sua estola sacerdotal e ouve nossa confissão. Depois, pronunciando a oração do perdão, faz sobre o penitente o sinal da cruz e, depois, traça-o sobre si próprio. No final da confissão o sacerdote dá uma penitência ao fiel, como por exemplo, participar dos ofícios litúrgicos, jejuns, peregrinações, visita ao cemitério, aos hospitais ou aos lugares sagrados, para que fiel e piedosamente, a cumpra.»
IGREJA LUTERANA:
«Outro local da Confissão é junto ao Pastor. Não temos o confessionário, mas é extremamente saudável para a pessoa e para a fé podermos confessar a culpa para alguém e receber uma palavra de absolvição. Além disso, temos que dizer que o lugar central da confissão da culpa é o próprio coração da pessoa e que nossa fé luterana nos ensina a ter em Deus nosso principal confessor, que já conhece nossos actos e palavras, antes mesmo que eles sejam realidade.»
IGREJA ANGLICANA
«Na prática pastoral da Igreja, a confissão auricular (literalmente, ao ouvido) sempre foi realizada diante de um ministro da Igreja, geralmente um presbítero. O carácter sacramental é marcado pelo processo de arrependimento, confissão e absolvição. A declaração de absolvição pelo ministro é o gesto sacramental da reconciliação da pessoa penitente. Este rito sacramental da Igreja não é um julgamento nem mera punição, mas acolhimento, perdão e restauração.
Na fórmula anglicana deste rito o(a) presbítero(a), ao final num sinal de fraternidade solidária, despede o penitente em paz e pede que este ore por ele, presbítero, também um pecador.
Não há um local específico ou especial, embora realizar este rito sacramental junto ao altar de Deus seja bastante significativo, mas o mais importante é que o sacerdote se lembre de que ele é, acima de tudo, um sinal do amor reconciliador de Deus para com a pessoa penitente.»
In O Amigo do Povo

A Quaresma pode ser um tempo para “jejuar” alegremente de certas coisas e também para “fazer festa” de outras

terça-feira, 13 de março de 2012

Sabem quem disse isto? Foi um Papa, o (bom) Papa João XXIII.

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ELE PREFERE A TEMPESTADE À SEGURANÇA
«Eu saltei da barca e caminho sobre as ondas ao encontro de Cristo que me chama. A Igreja deve renunciar às suas certezas. Deve abandonar a segurança da barca e caminhar sobre as ondas. Chegará a noite, a tempestade, o medo. Mas não há que retroceder. A Igreja é chamada a ir ao encontro do mundo».
 Sabem quem disse isto? Foi um Papa, o (bom) Papa João XXIII.
Fonte: aqui

Curiosidades sobre a Bíblia


A Bíblia é o livro mais lido do mundo. São milhões e milhões de exemplares nas mais variadas línguas em todo o globo.
Livro sagrado para cristãos, quando se fala em toda a Bíblia, e para os judeus, quando se trata do Antigo Testamento, que chamam de Torá, a Bíblia encerra, também, uma série de fatos que, no final, acabam por ser curiosos.

Livro dos livros, como alguns a chamam, ela serve ainda como base de citações para crentes e não crentes. E alguns dos seus livros, como os Salmos e o Cântico dos Cânticos têm alguns dos mais belos poemas já escritos.

Mas tudo isso você já deve saber. O que talvez não saiba é o que vem abaixo. Confira:
  • Amêndoas e pistaches são as únicas nozes mencionadas na Bíblia
  • O sal é mencionado mais de 30 vezes nos livros bíblicos
  • A Bíblia registra o suicídio de sete diferentes pessoas
  • Ao longo de todos os seus livros, a Bíblia dedica 500 versículos à oração, outros 500 às preces e mais de dois mil ao dinheiro e bens materiais.
  • O menor versículo da Bíblia tem apenas duas palavras: Jesus chorou e está no Evangelho de São João.
  • Ao todo, são mencionados na Bíblia 49 diferentes alimentos.
  • Especialistas acreditam que a Bíblia tem 40 diferentes autores e que foi escrita num período de cerca de 1600 anos.

UMA REDE DE CARIDADE

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Homilia do Sr. D. António Couto, no Dia da Cáritas

Acompanhe aqui

domingo, 11 de março de 2012

‎17 de Março: FESTA DA CATEQUESE

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‎17 de Março
FESTA DA CATEQUESE
Início: 14.30 horas

Auditório Municipal
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 Durante a festa, lerá lugar o sorteio das Rifas vendidas em favor do Centro Paroquial.


Oração dos filhos

Nós filhos, queremos dizer aos nossos pais que lhes estamos muito agradecidos pela vida que em nome de Deus nos transmitiram. Agradecemos todos os esforços, canseiras e preocupações que têm connosco. Pedimos desculpa por nem sempre sermos os melhores filhos e pelas vezes em lhes tornamos mais pesada a sua missão de pais.
Agradecemos hoje particularmente a vida familiar dos casais em Bodas de Prata e de Ouro em 2012, tudo o que de bom e belo conseguiram com a graça de Deus.

PAIS RESPONSÁVEIS
Os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos. Dão testemunho desta responsabilidade em primeiro lugar pela criação de um lar no qual a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são a regra. O lar é um lugar apropriado para a educação das virtudes. Esta requer a aprendizagem da abnegação, de um reto juízo, do domínio de si, condições de toda liberdade verdadeira. Os pais ensinarão os filhos a subordinar "as dimensões físicas e instintivas às dimensões interiores e espirituais." Dar bom exemplo aos filhos é uma grave responsabilidade para os pais. Sabendo reconhecer diante deles seus próprios defeitos, ser-lhes-á mais fácil guiá-los e corrigi-los”
(Catecismo da Igreja Católica)

sábado, 10 de março de 2012

Centro Paroquial: A gratidão é a memória do coração

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Centro Paroquial abre as portas à catequese
Veja aqui

 

Natureza e funções do Conselho de Pastoral Paroquial e do Conselho Económico

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CONSELHO DE PASTORAL PAROQUIAL (CPP)

– O CPP é um organismo consultivo (Cf. Cân. 536, § 2), que sob a presidência do pároco, planeja, organiza, lidera, coordena e avalia a Pastoral Orgânica da Paróquia, exprimindo a unidade e corresponsabilidade, na comunhão eclesial, de clérigos, religiosos e leigos, sob a jurisdição do Bispo.
-  O CPP é o principal organismo coordenador da participação dos leigos com os clérigos e religiosos, na vida e nas ações pastorais da Igreja local.

– O CPP consiste numa instância de organização da prática pastoral da Igreja, tendo como objetivo principal ser sinal da comunhão que deve reinar entre todas as comunidades, pastorais e movimentos da Paróquia, bem como testemunhar que todos são irmãos e chamados a trabalhar juntos para o amadurecimento da vida comunitária, formando, assim, o único Corpo de Cristo.
 – O CPP tem como objetivos promover a unidade e a corresponsabilidade das forças vivas da Paróquia, examinando, planejando, avaliando, liderando, e dinamizando as ações pastorais da Paróquia e propondo prática sobre elas.

- O CPP visa ser também um elemento de integração das pastorais, associações, movimentos, respeitando a índole própria e a autonomia de cada um deles, sendo um sinal de consciência, de coparticipação, de corresponsabilidade e de Comunhão.

 – Para a consecução de seu objetivo, o CPP procurará promover e coordenar a ação pastoral e evangelizadora da comunidade paroquial, para melhor realizar a missão da Igreja, competindo-lhe:
a) Coordenar, articular e animar as pastorais, movimentos e as comunidades da Paróquia;
b) Investir e ajudar na formação, despertando novas lideranças;
c) Identificar problemas, buscar as causas e juntos buscar soluções;
d) Planejar o trabalho pastoral, avaliar e celebrar a caminhada;
e) Organizar um cronograma das atividades pastorais da Paróquia;
f) Encaminhar e acompanhar o planejamento de cada pastoral, movimento e comunidades, a partir das decisões e planeamento paroquial e diocesano;
g) Promover a integração e a unidade pastoral na comunidade paroquial;
h) Aprofundar (estudar) temas importantes para a caminhada pastoral, Documentos da Igreja e outros
 i) Manter uma contínua reflexão sobre a realidade da paróquia;
j) Estar ao serviço do crescimento das pastorais e da comunidade como um todo. Para isto, é preciso estar atento a tudo o que acontece na comunidade paroquial e fora dela;
k) Incentivar a participação de todos. Distribuir trabalhos para que mais pessoas assumam os serviços da Igreja;
l) Zelar pela unidade (não uniformidade) no caminho pastoral.

Conselho Economico Paroquial – O que é?
 O Conselho Económico Paroquial é um órgão previsto no actual Código de Direito Canónico, seguindo a linha traçada pelo Concílio Vaticano II, cuja função é administrar correctamente os bens da paróquia, de forma a proporcionar à comunidade paroquial os meios materiais necessários à realização integral da sua missão.
De facto, para que a paróquia (uma instituição importante na vida da Igreja!) possa realizar a sua missão evangelizadora, através do anúncio da Palavra, da celebração dos sacramentos e da prática da caridade, precisa naturalmente de alguns meios materiais, cabendo ao Conselho Económico administrá-los ao serviço do plano pastoral.


Constituição e Funcionamento
Naturalmente, o pároco, como presidente da comunidade paroquial, é também o presidente do Conselho Económico Paroquial. Além do pároco, este Conselho, que tem voto consultivo, é constituído ainda por um secretário, um tesoureiro e vogais.
São competências deste Conselho no que diz respeito à administração dos bens da paróquia:
a) garantir a remuneração do pároco e demais servidores da paróquia;
b) pagar as despesas habituais com o culto;
c) pagar salários justos ao pessoal contratado;
d) custear as despesas com a promoção das obras apostólicas a nível paroquial e contribuir também para as acções arciprestais e regionais;
e) apoiar as obras sócio-caritativas da paróquia;
f) promover a construção, conservação e restauro da igreja paroquial e das capelas necessárias à vida pastoral da comunidade cristã;
g) promover a construção e conservação de imóveis necessários à vida pastoral, como sejam o centro paroquial, a residência paroquial e outros centros de formação cristã nas povoações da paróquia;h
h) velar para que os bens e valores da paróquia não se percam ou desvalorizem;i
i) procurar que se acautele, com segurança, a propriedade dos bens da paróquia, observando as formalidades das leis civis aconselháveis para cada caso;
j) adquirir ou alienar bens, segundo a legislação vigente;
l) colocar, por forma segura e rendosa, e para fins da paróquia, o dinheiro que sobrar das despesas;
m) ter na devida ordem os livros da administração, nomeadamente os do inventário, da receita e da despesa, bem como outros livros e documentos comprovativos dos direitos da paróquia sobre os seus bens.

quinta-feira, 8 de março de 2012

III Domingo da Quaresma - AnoB

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Leituras: aqui

Não foi com os nossos antepassados que o Senhor concluiu esta aliança, mas connosco que, estamos aqui todos vivos hoje (Dt.5,3)

Contam-se pelos dedos das mãos, as dez palavras, cheias de amor, reveladas por Deus a Moisés! São a lei e o compromisso de amor, o código da aliança! Deus escreve nas Tábuas da Lei o que os homens já não liam em seus corações!
1. Um pormenor nos chama imediatamente a atenção: a enunciação dos dez mandamentos é introduzida por uma significativa referência à libertação do povo de Israel! De facto, o texto começa por dizer: "Eu sou o Senhor teu Deus, que te fiz sair da terra do Egipto, da casa da servidão" (Ex 20, 2). Por conseguinte, o Decálogo (as Dez palavras) é uma confirmação da liberdade conquistada, o instrumento que o Senhor nos concede, para defender a nossa liberdade, tanto dos condicionamentos interiores das nossas paixões, como dos abusos exteriores dos mal-intencionados!
2. Há um segundo pormenor do Decálogo, que deve ser também ressaltado: mediante a Lei, o Senhor deseja estabelecer um pacto de aliança com Israel! Portanto, mais do que uma imposição, a Lei é uma dádiva! Mais do que determinar o que o homem deve fazer, ela quer manifestar a todos a escolha decisiva de Deus: Ele está do lado do seu povo eleito; libertou-o da escravidão e circunda-o com a sua bondade misericordiosa. O Decálogo é assim, da parte de Deus, o testemunho de um amor de predileção. Note-se, aliás, que o Decálogo nunca é transmitido, sem primeiro se evocar a Aliança: «o Senhor nosso Deus firmou connosco uma Aliança no Horeb» (Dt 5, 2). Neste sentido, o espírito da aliança é bem claro nos dez mandamentos, sobretudo quando pensamos que eles são dirigidos, por um Deus, que fala na primeira pessoa, “Eu, o Senhor” e se dirige a cada um de nós, com um «tu», que interpela e compromete! É no âmbito desta Aliança que os mandamentos recebem o seu pleno significado. Diríamos, que os mandamentos traduzem as implicações concretas da nossa pertença a Deus, instituída pela Aliança! Concretizam, na prática, o amor humano que assim responde e corresponde ao amor divino!
4. Queridos irmãos e irmãs: “Não foi com os nossos antepassados que o Senhor concluiu esta aliança, mas connosco que, estamos aqui todos vivos hoje” (Dt.5,3) Os Dez mandamentos mantêm a sua atualidade num tempo como o nosso, em que se diz, por aí, já não haver nada de seguro e definitivo, que nos possa guiar! Parece que o homem contemporâneo perdeu o sentido do bem e do mal, como se uma coisa e o seu contrário valessem o mesmo ou o que valem para cada um. Ora, dentro de um horizonte relativista como este, não é possível uma verdadeira educação: sem a luz da verdade; mais cedo ou mais tarde cada pessoa está, de facto, condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem” (Bento XVI, Discurso 5.06.2005). É por isso muito necessário voltar a propor os mandamentos, acolhê-los e aprendê-los de cor, para os viver, como caminho de sabedoria e de felicidade.
5. Diz, e bem, o salmista que «os preceitos do Senhor valem mais do que ouro mais fino”! São, na verdade, um tesouro, que a família deve guardar, como tábua de salvação, para se proteger de uma vida à deriva, sem rumo, num mundo sem lei! É preciso também que as famílias eduquem e se deixem guiar pelos mandamentos, como verdadeira bússola do agir moral, porque eles, de facto, ensinam-nos a caminhar, na liberdade do amor. Aqui e hoje vale mesmo dizer: A Lei do amor é “um verdadeiro tesouro que vale mais do que o ouro”, porque “os mandamentos do Senhor são retos, claros, firmes, dão sabedoria aos simples, iluminam os olhos e alegram o coração” (Sal.18/19)! E não estão longe. Nem são muitos. Contam-se bem pelos dedos da mão! A Lei do Amor está inscrita no nosso coração!
Fonte: aqui

quarta-feira, 7 de março de 2012

Pré-Projecto

Centro Paroquial
Bloco C





O 3º Corpo terá duas vertentes: na cave, haverá espaços para arrumos (andores, alfaias da Igreja, etc), para o GASPTA acomodar as ofertas para os mais carenciados, para reinstalar os escuteiros, sala para os jovens e lugar para a carrinha. No 1º piso, um espaço amplo polivante para celebrações (nas grandes enchentes), actos culturais (por exemplo, festa da catequese, ensaios e outros), grandes reuniões (reuniões de pais, de toda a catequese, etc).

Não vai ser fácil, mas não vamos desistir. Estamos com o Centro Paroquial até ao fim. Todos!

E é mais do que urgente que a generosidade aumente. Muito!

CENTRO PAROQUIAL ABRE AS PORTAS À CATEQUSE

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Veja AQUI



terça-feira, 6 de março de 2012

«QUE OS BONS NÃO SEJAM CHATOS»

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Pertinente (e bem-humorada) a prece de Murilo Mendes: «Senhor, a minha oração/Eu faço em termos exactos:/Fazei que os maus sejam bons/E que os bons não sejam chatos»!

A bondade não tem de ser entediante.

Há uma leveza refrescante no coração magnânimo. Pelo contrário, uma «bondade» presumida e constantemente propagandeada torna-se pouco menos que insuportável.

Querem um critério? Olhem para as reacções dos mais pequenos. Eles não correm para quem é mau. E fogem de quem é «chato»!
Fonte: aqui

segunda-feira, 5 de março de 2012

VEM DAÍ TAMBÉM!

Visita aos doentes

5 de Março, 14.30h:
- Gondomar, Quintela e Arguedeira


7 de Março, 14h:
Cravaz, Valverde e Esporões


9 de Março, 14h:
Tarouca e Castanheiro do Ouro

Foram visitados estes doentes: Leontino, Lourenço, Amália, Manuel, Dinis, Beatriz, Adelaide, Manuel Teixeira e Sabina, Túlia, Alzira, Maria do Carmo, Mila, Hermínia, Joaquina, Alice, Maria da Piedade, Duarte, Fernanda, Odete, Maria Pinto, Fernando, Maria, Lizarda, Alzira, Deolinda, Fernanda, Daniel, Antóniio Ferraz, Filomena, Daniel Teixeira e doentes da Unidade de Saúde.
O Pároco e elementos do  GASPTA passaram pelas casas das pessoas, escutando, levando uma palvra de conforto e um sorriso amigo. Foi deixada a cada um deles um simples miminho que traduz o carinho da comunidade paroquial pelos seus doentes. Todos quiseram celebrar o Sacramento da Reconciliação.
Um desabafo voltou a ser constante. As pessoas sentem-se muito sozinhas. E isso magoa-as mais do que a própria doença ou limitação física.
Em muitos casos vimos pessoas que tudo fazem pelos seus familiares doentes, partilhando o altar da dor até à exaustão. Parabéns a estes gigantes de humanismo. Oxalá todos tivessem destes cireneus que ajudam a levar a cruz! Nem todos os têm, infelizmente.

domingo, 4 de março de 2012

"Edificar o Bem Comum, tarefa de todos e de casa um"

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Domingo, 4 de Março de 2012
Cáritas Diocesana de Lamego: mensagem do Responsável


O calendário litúrgico aproxima-nos a passos largos de mais um Dia Cáritas (III Domingo da Quaresma - 11 de março).
"Edificar o Bem Comum, tarefa de todos e de casa um", é o tema deste ano. Cada cristão, em verdadeiros espírito de partilha, é chamado a cooperar na construção dum mundo mais justo e fraterno, começando, antes de mais, pela atenção aos irmãos que fazem parte da comunidade paroquial.
"Se a caridade não está presente no anúncio do Evangelho, qual o Evangelho que se anuncia? Se a caridade não transparece do que se celebrar, que vida cristã é a que se celebra? Que Ressurreição?". Estas questões basilares expressam na perfeição a necessidade de viver a comunhão, promovendo a articulação/cooperação entre todas as Instituições, Movimentos, Grupos que, nas paróquias, atuam na dimensão do Serviço, sem desprezar a participação dos outros setores da Pastoral, em torno da opção preferencial de Cristo pelos mais pobres. É neste sentido que o Sr. Bispo exorta à prioritária e urgente organização do setor da caridade ao nível comunitário/paroquial.
A Cáritas, na qualidade de Serviço do Bispo para a dimensão sócio caritativa, congrega, em si mesma, as referidas "entidades" da Igreja que atuam no espaço diocesano, promovendo a sua animação e sensibilizando para um trabalho que é tão mais urgente, quanto a exigência dos tempos que estamos a atravessar.
Que cada paróquia possa partilhar um pouco do que tem.
Que o amor de Deus, derramado sobre nós, a todos se manifeste na partilha solidária.

Lamego, 27 de fevereiro de 2012
O Presidente da Direção,
Pe. Adriano Monteiro Cardoso.

sábado, 3 de março de 2012

Eleições na Santa Casa da Misericórdia de Tarouca

Dia 25 de Março
9 - 12.30 horas
Salão principal da Creche Nova Esperança

Informações:

1. Votam os Irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Tarouca, admitidos até 31 de Dezembro de 2011.

2. Nos Serviços Administrativos da Misericórdia está afixado o caderno eleitoral dos Irmãos com direito a voto.

3.   Para participar e votar, os Irmãos têm de estar no gozo pleno dos seus direitos associativos, mormente as quotas do ano 2011 pagas até à data das eleições.

4. No ato da votação, os Irmãos devem ser portadores do Bilhete de Identidade.

5. As listas de candidatura ao ato eleitoral têm de ser dirigidas ao Presidente da Mesa em exercício da Assembleia Geral e dar entrada nos Serviços Administrativos em conformidade com o disposto nos artigos 58º e 59º do Compromisso.

(Fonte: Santa Casa da Misericórdia)

TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS

sexta-feira, 2 de março de 2012

II Domingo da Quaresma - AnoB

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Leituras: aqui

1. Bem longo é o arco de tempo, que vai de Noé a Abraão! Mas agora a aliança de Deus, com a Humanidade inteira, vai passar pela escolha de um Povo, a quem Deus quer entregar uma Terra! Para isso, Deus chama e escolhe Abrão. Com Ele e através dele, Deus quer construir uma história de amor, uma vida em aliança com o seu Povo! A aliança, que Deus conclui com Abrão, é ainda e sobretudo uma Promessa: a promessa de um descendente, Isaac, «o sorriso de Deus» e, a partir dele, a promessa de uma grande descendência! Abraão não será apenas pai biológico de um filho chamado Isaac. Mas, pela sua fé, Abrão estará na origem de uma enorme descendência! E por isso tornar-se-á “pai de uma grande multidão” de crentes, como o sugere o seu novo nome: Abraão!
2. No coração desta aliança, está Isaac, o filho único de Abraão! Isaac era, para o velho pai, o sinal da promessa e da recompensa de Deus, era o penhor e a garantia da infinita descendência, que lhe fora prometida! Por isso, a prova a que é sujeita Abraão, no drama do sacrifício de Isaac, seu Filho único, «o filho a quem tanto ama», torna-se muito dura; parece pôr em causa a própria aliança, com Deus! Mas o drama terrível desta história e o seu desfecho maravilhoso põem em evidência que Deus dá a vida e não no-la tira nunca.
3. Neste Ano da família, em que queremos caminhar “juntos na arca da aliança” permitam-me tirar hoje dessa arca alguns tesouros de sabedoria:
Com Abraão, aprendemos a ver os filhos, como um «sorriso de Deus», a ver cada filho, como um filho único, um dom inestimável, uma bênção divina e um tesouro para a família! “No dom de um filho realiza-se sempre o bem comum da família” (João Paulo II, Carta às Famílias, 1994,n.11). Os filhos são o melhor património do vosso matrimónio! A partir daqui, cada pai, cada mãe pode e deve dizer: «meus filhos, meus tesouros»! Amai-os como Deus, antecipando-vos sempre no amor!
A paternidade espiritual de Abraão, «pai dos crentes», ajuda-nos a perceber que a vida só é dada totalmente a um filho, quando, com o nascimento, são dados também o amor e o sentido, que tornam possível dizer «sim» a essa vida recebida (cf. Bento XVI, Discurso, 5.06.2005).Chamar à vida um filho implica também oferecer-lhe o sentido que essa vida tem, no horizonte da sua relação com Deus. Por isso, a fecundidade dos pais, não se esgota na transmissão biológica da vida numa família humana, mas prolonga-se na educação e na transmissão viva da fé, no âmbito de uma vasta família divina, que é a Igreja!
Há uma voz que vem do alto e diz a Abraão: “não levantes a mão contra o teu Filho, o teu filho único”. A mesma voz, vinda do céu, diz aos discípulos: “Este é o Meu Filho muito amado. Escutai-O”. Numa palavra: o Pai diz que é preciso escutar o Filho. Sim: é preciso escutar Jesus, a Palavra eterna que se fez Carne, sem a qual nada percebemos da vida. Mas Deus pode dizer mais alguma coisa: “escuta o Teu filho, o teu filho único”, e mesmo quando são vários filhos, cada um é “único no mundo”! Ouve atentamente as suas perguntas! O Papa sugere-nos que, nesta quaresma, estejamos mais atentos uns aos outros.
4. Eu diria que Abraão nos ensina a escutar um filho, com as suas respostas diretas e incómodas, que preferíamos calar. Mais ainda: Abraão desafia-nos a dar respostas, que vão ao essencial: «Deus providenciará». Na verdade, «todas as respostas que não chegam a Deus, são sempre demasiado curtas» (Bento XVI). É mesmo preciso ouvir os filhos, para não os virmos a perder para sempre! É a voz do Pai que continua a dizer bem lá alto que é preciso escutar o Filho!
5. Queridos irmãos e irmãs: permitam-me ainda fixar-me neste ponto: É mesmo preciso ouvir os filhos, para não os virmos a perder para sempre! Escutemos, sobretudo, as crianças.
“Temos que aprender a escutar as crianças. Escutá-las não quer dizer obedecer-lhes, nem tão pouco responder afirmativamente a todos os seus desejos. Devemos aprender a escutá-las, para que elas aprendam também a escutar os adultos. Só se as escutarmos, poderemos saber aquilo que se passa com elas. Ao falar, ensinamos a falar. E ao escutar, ensinamos a escutar.Nós, adultos, só poderemos captar os seus medos, os seus complexos, as suas inseguranças e os seus receios se as escutarmos atentamente. Uma lição sem escuta prévia acabará por cair em saco roto.É preciso escutar as crianças, porque nelas subsiste uma dose imaculada de inocência. Dizem o que pensam, expressam de forma espontânea o que têm dentro, fazem afIorar as contradições em que os adultos caem. Por vezes, são incómodas, fazem-nos corar, quebram tabus, e nós, bem lá no fundo, pensamos que seria melhor se elas se calassem! Mas, precisamente por isso, há que escutá-las: são apóstolos da inocência. Esta transparência dói-nos, porque nos faz ver que o mundo que construímos poderia afinal ser outro” (Francesc Torralba, A arte de saber escutar, Ed. Guerra e Paz, Lisboa 2010, 121-125).
E pode mesmo, se ainda houver quem escute as crianças; e se porventura ainda houver daqui a algum tempo crianças para escutar! “Este é o Meu Filho único, escutai-O”! Escutai-O.
Fonte:  aqui

quinta-feira, 1 de março de 2012

As várias fases da construção do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz em fotos

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Veja AQUI
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 Ida a Moimenta da Beira por causa do 3º corpo que ainda falta construir
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Na tarde deste dia, desloquei-me a Moimenta da Beira. Acompanhou-me o sr. Eng. Paulo a quem agradeço mais esta delicadeza para com esta comunidade.
Fomos ao encontro do sr. Arquitecto Carlos para tomarmos conhecimento do pré-projecto do 3º Corpo do Centro Paroquial, darmos a nossa opinião  e acertarmos o ritmo do processo.
Ficamos impressionados com o que vimos. Belíssimo! Bem enquadrado no conjunto, respondendo perfeitamente ao que se pretendia, funcional.
Aguarda-se que o sr Arquitecto envie o pré-projecto para análise e deliberação do Conselho Económico.
O 3º Corpo terá duas vertentes: na cave, haverá espaços para arrumos (andores, alfaias da Igreja, etc), para o GASPTA acomodar as ofertas para os mais carenciados, para reinstalar os escuteiros, sala para os jovens e lugar para a carrinha. No 1º piso, um espaço amplo polivante para celebrações (nas grandes enchentes), actos culturais (por exemplo, festa da catequese, ensaios e outros), grandes reuniões (reuniões de pais, de toda a catequese, etc).

Não vai ser fácil, mas não vamos desistir. Estamos com o Centro Paroquial até ao fim. Todos!
E é mais do que urgente que a generosidade aumente. Muito!

Entra na tua QUARESMA INTERIOR…e sobe até à MONTANHA DA PÁSCOA