quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Jornal Sopé da Montanha Novembro/Dezembro

22º aniversário
No Natal de 1994, vim ao mundo. Portanto, cada Natal é também o meu natal.
Quero, por isso, que a minha primeira palavra seja para vos desejar um Santo Natal e um Feliz Ano Novo. Um desejo sentido, amigo, presente.
O meu nome tem tudo a ver com Tarouca da qual muito me orgulho de ser filho. ‘Sopé’ diz que procuro ser fiel à realidade desta terra e destas gentes que vivem na base da Serra de Santa Helena. ‘Montanha’, é uma homenagem a Santa Helena e a Cristo Rei que, lá do alto, nos guardam, protegem e desafiam a voar mais alto.
A vida evolui e, ao contrário do tempo em que nasci, hoje confronto-me, como os meus irmãos jornais, com a forte, imediata e penetrante concorrência das novas tecnologias, mormente a internet. Mas continuo a acreditar que há lugar para todos, que a escrita tem sempre o seu lugar único.
Nesta data aniversária, quero mostrar a minha gratidão e reconhecimento a quem me lê, dirige, distribui. A cada pessoa que se interessa por mim e me difunde o meu obrigado sentido. A todos digo que fico feliz quando me dão o prazer de acolher os seus escritos. Escrevam que eu agradeço.
Sei que os tempos estão difíceis, que a crise e a incerteza magoam mesmo a vida de muita gente. Mas também sei que o amor é mais forte do que a crise. Não deixem de me ler, de me divulgar, de me arranjar uma nova assinatura. Aos 22 anos, o sonho comanda a vida. Não me cortem a capacidade de sonhar. Ajudem-me a crescer, por favor! Há tantas casas desta Paróquia de São Pedro de Tarouca onde ainda não me deixam entrar!...
Emigrante amigo, nem imagina a alegria com que cruzo fronteiras para o ir visitar. Quero ser, à minha maneira, uma presença do torrão natal na sua vida. Só peço que me acolha.
Desta vez, associei-me ao meu irmão de novembro e vamos chegar juntos. Não faria grande sentido chegarmos ao pé de si apenas com 15 dias de intervalo. Porque somos dois, o ‘embrulho’ é maior.
Pertenço, com alegria, à família cristã paroquial. Esta é a minha origem que não renego. Muitos me quereriam diferente. Aceito, mas cada um é para o que nasce. A minha origem eclesial abre-me ao mundo, mas exige-me que navegue acima de ‘tricas e licas’. Nasci para unir, informar, formar. Esta é a minha vocação e sei que as pessoas de boa vontade me querem desta maneira.
Um abraço amigo,
O seu Sopé da Montanha

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