quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A melhor coisa que lhe aconteceu


Por vezes chegam-nos testemunhos ricos donde menos eram esperados.

Há dias, Paris Tassin, mãe solteira, compareceu a uma audição no Ídolos Americano ("American Idol"), no Estado de Louisiana nos Estados Unidos da América. E aí, ela contou, com lágrimas, a sua decisão de continuar com uma gravidez não planificada e de alto risco.

Tassin tinha 18 anos quando soube que estava grávida. O bebé sofria de hidrocefalia, uma doença caracterizada pela acumulação de fluido dentro do crânio.
"Os médicos disseram-me que eu não devia levar avante a gravidez, e que as coisas correriam mal se tivesse a criança", disse Tassin.

Apesar disso, ela recusou submeter-se a um aborto, e disse que a sua filha Keira é agora uma criança de quatro anos de idade e muito saudável. A única complicação médica que surgiu é a de que Keira ouve mal e por isso tem que usar próteses auditivas.
"Ela é a melhor coisa que me aconteceu na minha vida", disse Tassin. "Eu canto para ela."
Tassin impressionou os juízes com "A minha casa temporal" ("Temporary Home") de Carrie Underwood. A canção fala àcerca dos desafios de uma mãe solteira. Ela foi seleccionada para cantar no concurso, que irá decorrer em Hollywood, no Estado de Califórnia.

Tassin é pois um bom exemplo que merece ser conhecido e seguido.
Quantas mães vivem hoje angustiadas porque cometeram o erro de dar ouvidos a maus conselheiros que as levaram ao aborto!
In O Amigo do Povo

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