Paróquia de S. Pedro de Tarouca
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Encerramento do Ano Catequético 2025/2026; Penafiel recebeu a alegria dos catequizandos de Armamar e Tarouca
segunda-feira, 8 de junho de 2026
domingo, 7 de junho de 2026
sábado, 6 de junho de 2026
O maior perigo é pensar que já não precisamos de conversão
Deus não procura pessoas perfeitas. Procura pessoas disponíveis.
Não procura uma vida sem falhas. Procura um coração que
se deixe encontrar.
O maior perigo para a vida cristã não é reconhecer-se
pecador. O maior perigo é pensar que já não precisamos de conversão.
FESTAS POPULARES E RELIGIOSAS
Neste tempo em que começam a realizar-se as muitas festas populares e religiosas que por cá temos, é muito importante ter em conta:
As
festas cristãs têm valor quando nos ajudam a encontrar Deus, a fortalecer a fé,
a unir as famílias e a construir a comunidade. A festa não é apenas animação,
convívio ou tradição. A festa encontra o seu centro em Cristo.
Por
isso, importa recordar que a Missa é o momento mais importante da festa. Tudo o
resto ganha sentido a partir dela. É na Eucaristia que o Senhor reúne os seus
filhos, fala ao seu povo e oferece a sua graça.
Que as
nossas festas sejam vividas num ambiente de respeito, de acolhimento, de
alegria serena, de paz entre todos, de atenção às orientações da Igreja e de
verdadeiro espírito cristão. Que os momentos religiosos sejam vividos com
dignidade e recolhimento, e que os momentos de convívio sejam marcados pela
fraternidade e pela boa convivência.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Profissão de Fé de Fé 2026
No dia 4 de junho, Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, os 29 catequizandos do 6º ano fizeram a sua Profissão de Fé. Aliás, nesta comunidade paroquial, a profissão de Fé realiza-se todos os anos.Eles cantaram, leram, responderam, participaram, aninaram com o canto a procissão. A festa foi deles e eles foram a festa.
Este grupo de catequizandos tem muitas potencialidades. Oxalá que nunca lhes faltem o exemplo e o testemunho de seus pais, o empenho dos catequistas e a vivência cristã da comunidade para continuarem o seu amadurecimento na Fé, rumo à incorporação total em Cristo.
Crescei, amiguitos, saboreando a presença amiga e libertadora de Cristo na vossa vida!
Apesar da saturação natural que o fim do ano sempre acarreta; apesar das actividades em que muitos deles estão/estiveram envolvidos, a maioria levou a preparação próxima muito a sério. Não admira, por isso, que tenham estado bem, mormente nos cânticos que sempre exigem bastante treino.
Parabéns, amiguitos! Que guardeis no coração pela vida fora aquilo que tantas vezes repetimos sobre Cristo "Creio em Ti, Senhor".
Saudamos os pais pela disponibilidade, agradecemos aos catequistas, aos ensaiadores, aos zeladores, pois foi entre nós a Festa do Sagrado Coração de Jesus, e a todos os que colaboraram. Um abração enorme para vós, irmãos mais novos. Quanto esperamos todos de vós!
Que Cristo seja sempre o centro das vossas vidas.
Saudamos igualmente com alegria um grupo dos meninos que há dias fizeram a 1ªComunhão e que marcaram presença na Missa, procissão e oferta de uma flor a Nª Senhora.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
7 de Junho, 2026 - 10º Domingo do Tempo Comum – Ano A
A Palavra de Deus deste domingo deixa-nos uma pergunta muito concreta: o
que é que Deus procura verdadeiramente no coração do homem?
Na primeira leitura, através do profeta Oseias, o Senhor diz uma frase que
atravessa toda a Escritura: «Quero o amor e não os sacrifícios; o
conhecimento de Deus mais do que os holocaustos.»
Deus não despreza o culto. Deus não despreza a oração. Deus não despreza os
sacrifícios oferecidos por amor. O que Ele rejeita é uma religião vazia, feita
apenas de aparências, de gestos exteriores, de tradições cumpridas sem
conversão do coração.
No Evangelho, Jesus passa, vê Mateus sentado na banca dos impostos e diz-lhe
simplesmente: «Segue-Me.» E Mateus levanta-se e segue-O.
Depois, Jesus senta-Se à mesa com pecadores e publicanos, escandalizando
aqueles que se julgavam justos. E responde-lhes: «Eu não vim chamar os
justos, mas os pecadores.»
Aqui está o coração da mensagem de hoje.
Deus não procura pessoas perfeitas. Procura pessoas disponíveis.
Não procura uma vida sem falhas. Procura um coração que se deixe encontrar.
Mateus tinha pecados, limites e uma vida pouco recomendável aos olhos de
muitos. Mas tinha uma coisa fundamental: quando Jesus o chamou, não endureceu o
coração.
O maior perigo para a vida cristã não é reconhecer-se pecador. O maior
perigo é pensar que já não precisamos de conversão.
Por isso, a Palavra de Deus convida-nos a olhar para dentro de nós mesmos.
Talvez frequentemos a igreja, talvez rezemos, talvez participemos em muitas
iniciativas. Tudo isso é importante. Mas a pergunta continua a ser: o
nosso coração está verdadeiramente com Deus?
Conhecer Deus não é apenas saber coisas sobre Ele. É deixar que Ele
transforme a nossa maneira de viver, de falar, de trabalhar, de tratar a
família, de olhar para os mais frágeis, de perdoar e de servir.
O cristianismo não é uma máscara religiosa. É uma amizade viva com Cristo.
E esta amizade manifesta-se na misericórdia. Jesus aproxima-Se dos pecadores
porque quer salvá-los. Não os confirma no erro; oferece-lhes um caminho novo. O
encontro com Cristo nunca nos deixa iguais. Quem O encontra de verdade
levanta-se, como Mateus, e começa uma vida nova.
Neste tempo em que muitas das nossas terras vivem as suas festas populares e
religiosas, esta Palavra é também uma luz para todos nós.
As festas cristãs têm valor quando nos ajudam a encontrar Deus, a fortalecer
a fé, a unir as famílias e a construir a comunidade. A festa não é apenas
animação, convívio ou tradição. A festa encontra o seu centro em Cristo.
Por isso, importa recordar que a Missa é o momento mais importante
da festa. Tudo o resto ganha sentido a partir dela. É na Eucaristia
que o Senhor reúne os seus filhos, fala ao seu povo e oferece a sua graça.
Que as nossas festas sejam vividas num ambiente de respeito, de acolhimento,
de alegria serena, de paz entre todos, de atenção às orientações da Igreja e de
verdadeiro espírito cristão. Que os momentos religiosos sejam vividos com
dignidade e recolhimento, e que os momentos de convívio sejam marcados pela
fraternidade e pela boa convivência.
Peçamos hoje ao Senhor a graça de um coração sincero. Não apenas uma fé de
palavras ou de costumes, mas uma fé viva. Que, ao ouvirmos como Mateus o
convite de Jesus — «Segue-Me» — tenhamos a coragem de nos
levantar e caminhar com Ele.
Ámen.
4 de Junho, 2026 - Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo - Ano A
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje celebramos o Corpo de Deus, a festa da Eucaristia. E a Palavra de Deus ajuda-nos a compreender algo muito simples e muito belo: Deus não quer caminhar longe de nós; quer ficar connosco.
Na primeira leitura, Moisés recorda ao povo o caminho pelo deserto. Houve dificuldades, cansaço e fome, mas Deus nunca os abandonou. Alimentou-os com o maná para lhes ensinar que o ser humano não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que vem de Deus.
Também nós fazemos a experiência de desertos: preocupações, dúvidas, doenças, desilusões. E é precisamente aí que Jesus se faz alimento. Na Eucaristia, não recebemos apenas uma ajuda ou uma lembrança; recebemos o próprio Senhor, que nos fortalece para continuar o caminho.
No Evangelho, Jesus diz palavras que continuam a surpreender: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna." Jesus oferece-Se totalmente. Faz-Se pão para que ninguém se sinta sozinho, esquecido ou sem esperança.
E hoje temos a alegria de celebrar a Profissão de Fé das nossas crianças. Queridas crianças, ao fazerdes hoje a vossa profissão de fé, estais a dizer diante da comunidade: "Eu quero acreditar em Jesus. Quero caminhar com Ele." A fé não é apenas aprender orações ou conhecer histórias da Bíblia. A fé é amizade com Jesus. E essa amizade alimenta-se especialmente na Eucaristia. Sempre que participais na Missa e recebeis Jesus com o coração preparado, essa amizade cresce.
Celebramos também o Sagrado Coração de Jesus. O coração é o símbolo do amor. Quando olhamos para o Coração de Jesus, vemos um amor que não se cansa, que perdoa, acolhe e se entrega. E é exatamente esse amor que encontramos na Eucaristia. O pão consagrado é o sinal mais concreto de um Deus que nos diz: "Amo-te tanto que fico contigo."
Por isso, a festa de hoje une estas três realidades: a Eucaristia, a fé das nossas crianças e o Coração de Jesus. Todas nos falam do mesmo mistério: Deus ama-nos e quer permanecer no meio de nós.
Peçamos ao Senhor que as nossas crianças nunca percam a alegria de acreditar. E peçamos para todos nós um coração parecido com o de Jesus: um coração capaz de amar, de perdoar, de partilhar e de reconhecer na Eucaristia a presença viva daquele que caminha connosco todos os dias.
Ámen.
domingo, 31 de maio de 2026
Foi assim o encerramento do Mês de Maria na Paróquia Tarouquense
Ao final da tarde de 31 de maio, a nossa paróquia encerrou o Mês de Maria com um momento de oração vivido em ambiente de grande recolhimento e participação comunitária. Estiveram presentes vários catequizandos, acompanhados pelas suas famílias, bem como outras pessoas da comunidade paroquial.
A preparação do espaço celebrativo e dos cânticos esteve a cargo dos jovens, com o apoio dos catequistas. Foram também os catequistas que prepararam as monições de cada mistério do Terço, posteriormente lidas pelos catequizandos.
Enquanto os familiares e restantes participantes se sentavam nas cadeiras dispostas em redor do espaço, os mais pequenos ocuparam o centro da celebração, sentados no chão e apoiados em almofadas. Com a ajuda do pároco, foram eles que orientaram a recitação do Terço.
Diante das crianças encontrava-se desenhado um terço, rodeado por 53 velas, simbolizando as 53 Avé-Marias. De dez em dez contas, uma vela vermelha assinalava o início de um novo mistério. Ao longo da oração, as velas foram sendo acesas, acompanhando o desenrolar do Terço, num gesto que foi sendo explicado aos catequizandos e que os ajudou a compreender melhor esta oração mariana.
Após a recitação da Salve-Rainha, rezada de mãos dadas como sinal de que todos somos filhos da Mãe de Misericórdia, viveu-se um momento particularmente intenso: um minuto de oração de joelhos, durante o qual toda a assembleia se consagrou a Nossa Senhora, encerrando desta forma o Mês de Maria com fé, devoção e espírito de comunhão.

