quinta-feira, 11 de junho de 2026

Encerramento do Ano Catequético 2025/2026; Penafiel recebeu a alegria dos catequizandos de Armamar e Tarouca




O Arciprestado de Armamar–Tarouca organizou e levou a efeito um magnífico passeio com os seus catequizandos até Penafiel. O dia começou com a celebração da Eucaristia na Igreja do Sameiro, prosseguiu com um agradável almoço e culminou com horas de alegria e diversão no Parque MagikLand.

Foram dezenas e dezenas de crianças e adolescentes que participaram nesta iniciativa. E que dia espetacular foi! Tudo decorreu da melhor forma, num ambiente de amizade, partilha e felicidade. No regresso, os mais pequenos vinham radiantes, levando consigo memórias que certamente guardarão por muito tempo.

As crianças e os adolescentes merecem todo o carinho e atenção. Mesmo com a natural irreverência da idade, recompensam largamente as preocupações, a dedicação e a entrega daqueles que os acompanham. Por isso, é de inteira justiça reconhecer o trabalho admirável dos catequistas. A sua dedicação foi notável. E quem os viu acompanhar os mais pequenos ao longo de todo o dia só pode sentir gratidão pelo seu testemunho de serviço generoso.

Uma palavra muito especial para a Dr.ª Laida e a Dr.ª Susana, que se deslocaram a Penafiel apenas para animar musicalmente a celebração e ajudar as crianças a viver a Missa com maior intensidade. As suas vozes naquele templo fizeram recordar o coro dos anjos de que falava o Evangelho desse dia, enchendo a celebração de beleza e emoção.

Merece igualmente destaque a presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Tarouca e a sua dedicação à causa da felicidade dos mais novos. Aliás, os autarcas revelaram grande sensibilidade para com esta iniciativa. As Câmaras Municipais de Armamar e Tarouca cederam gratuitamente os autocarros, enquanto as Juntas de Freguesia ofereceram os bilhetes de entrada no MagikLand. As paróquias participantes agradecem profundamente estes gestos, em nome das crianças e das suas famílias.

Também os pais merecem uma palavra de reconhecimento. Não apenas pela confiança demonstrada ao autorizarem os seus filhos a participar nesta viagem, mas também porque alguns fizeram questão de acompanhar o grupo e colaborar ativamente durante a visita ao parque de diversões.

Não podemos deixar de sublinhar o carinho que as crianças merecem de todos. Os párocos presentes, os catequistas, os pais, os autarcas e tantos outros uniram esforços para proporcionar um dia verdadeiramente feliz aos mais novos. Quando as crianças são a festa, ninguém resiste a participar!

Parabéns, meninos e meninas! Sois fantásticos. Que esta jornada memorável permaneça no vosso coração e vos ajude a crescer na amizade, na alegria e na fé.

domingo, 7 de junho de 2026

sábado, 6 de junho de 2026

O maior perigo é pensar que já não precisamos de conversão

 Deus não procura pessoas perfeitas. Procura pessoas disponíveis.

Não procura uma vida sem falhas. Procura um coração que se deixe encontrar.

  

O maior perigo para a vida cristã não é reconhecer-se pecador. O maior perigo é pensar que já não precisamos de conversão.

 

FESTAS POPULARES E RELIGIOSAS


Neste tempo em que começam a realizar-se as muitas festas populares e religiosas que por cá temos, é muito importante ter em conta:

As festas cristãs têm valor quando nos ajudam a encontrar Deus, a fortalecer a fé, a unir as famílias e a construir a comunidade. A festa não é apenas animação, convívio ou tradição. A festa encontra o seu centro em Cristo.

Por isso, importa recordar que a Missa é o momento mais importante da festa. Tudo o resto ganha sentido a partir dela. É na Eucaristia que o Senhor reúne os seus filhos, fala ao seu povo e oferece a sua graça.

Que as nossas festas sejam vividas num ambiente de respeito, de acolhimento, de alegria serena, de paz entre todos, de atenção às orientações da Igreja e de verdadeiro espírito cristão. Que os momentos religiosos sejam vividos com dignidade e recolhimento, e que os momentos de convívio sejam marcados pela fraternidade e pela boa convivência.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Profissão de Fé de Fé 2026


No dia 4 de junho, Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, os 29 catequizandos do 6º ano fizeram a sua Profissão de Fé. Aliás, nesta comunidade paroquial, a profissão de Fé realiza-se todos os anos.

Eles cantaram, leram, responderam, participaram, aninaram com o canto a procissão. A festa foi deles e eles foram a festa.
Este grupo de catequizandos tem muitas potencialidades. Oxalá que nunca lhes faltem o exemplo e o testemunho de seus pais, o empenho dos catequistas e a vivência cristã da comunidade para continuarem o seu amadurecimento na Fé, rumo à incorporação total em Cristo.
Crescei, amiguitos, saboreando a presença amiga e libertadora de Cristo na vossa vida!
Apesar da saturação natural que o fim do ano sempre acarreta; apesar das actividades em que muitos deles estão/estiveram envolvidos, a maioria levou a preparação próxima muito a sério. Não admira, por isso, que tenham estado bem, mormente nos cânticos que sempre exigem bastante treino.
Parabéns, amiguitos! Que guardeis no coração pela vida fora aquilo que tantas vezes repetimos sobre Cristo "Creio em Ti, Senhor".
Saudamos os pais pela disponibilidade, agradecemos aos catequistas, aos ensaiadores, aos zeladores, pois foi entre nós a Festa do Sagrado Coração de Jesus,  e a todos os que colaboraram. Um abração enorme para vós, irmãos mais novos. Quanto esperamos todos de vós!
Que Cristo seja sempre o centro das vossas vidas.
Saudamos igualmente com alegria um grupo dos meninos que há dias fizeram a 1ªComunhão e que marcaram presença na Missa, procissão e oferta de uma flor a Nª Senhora.

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

7 de Junho, 2026 - 10º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Leituras: aqui

A Palavra de Deus deste domingo deixa-nos uma pergunta muito concreta: o que é que Deus procura verdadeiramente no coração do homem?

Na primeira leitura, através do profeta Oseias, o Senhor diz uma frase que atravessa toda a Escritura: «Quero o amor e não os sacrifícios; o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos.»

Deus não despreza o culto. Deus não despreza a oração. Deus não despreza os sacrifícios oferecidos por amor. O que Ele rejeita é uma religião vazia, feita apenas de aparências, de gestos exteriores, de tradições cumpridas sem conversão do coração.

No Evangelho, Jesus passa, vê Mateus sentado na banca dos impostos e diz-lhe simplesmente: «Segue-Me.» E Mateus levanta-se e segue-O. Depois, Jesus senta-Se à mesa com pecadores e publicanos, escandalizando aqueles que se julgavam justos. E responde-lhes: «Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.»

Aqui está o coração da mensagem de hoje.

Deus não procura pessoas perfeitas. Procura pessoas disponíveis.

Não procura uma vida sem falhas. Procura um coração que se deixe encontrar.

Mateus tinha pecados, limites e uma vida pouco recomendável aos olhos de muitos. Mas tinha uma coisa fundamental: quando Jesus o chamou, não endureceu o coração.

O maior perigo para a vida cristã não é reconhecer-se pecador. O maior perigo é pensar que já não precisamos de conversão.

Por isso, a Palavra de Deus convida-nos a olhar para dentro de nós mesmos. Talvez frequentemos a igreja, talvez rezemos, talvez participemos em muitas iniciativas. Tudo isso é importante. Mas a pergunta continua a ser: o nosso coração está verdadeiramente com Deus?

Conhecer Deus não é apenas saber coisas sobre Ele. É deixar que Ele transforme a nossa maneira de viver, de falar, de trabalhar, de tratar a família, de olhar para os mais frágeis, de perdoar e de servir.

O cristianismo não é uma máscara religiosa. É uma amizade viva com Cristo.

E esta amizade manifesta-se na misericórdia. Jesus aproxima-Se dos pecadores porque quer salvá-los. Não os confirma no erro; oferece-lhes um caminho novo. O encontro com Cristo nunca nos deixa iguais. Quem O encontra de verdade levanta-se, como Mateus, e começa uma vida nova.

Neste tempo em que muitas das nossas terras vivem as suas festas populares e religiosas, esta Palavra é também uma luz para todos nós.

As festas cristãs têm valor quando nos ajudam a encontrar Deus, a fortalecer a fé, a unir as famílias e a construir a comunidade. A festa não é apenas animação, convívio ou tradição. A festa encontra o seu centro em Cristo.

Por isso, importa recordar que a Missa é o momento mais importante da festa. Tudo o resto ganha sentido a partir dela. É na Eucaristia que o Senhor reúne os seus filhos, fala ao seu povo e oferece a sua graça.

Que as nossas festas sejam vividas num ambiente de respeito, de acolhimento, de alegria serena, de paz entre todos, de atenção às orientações da Igreja e de verdadeiro espírito cristão. Que os momentos religiosos sejam vividos com dignidade e recolhimento, e que os momentos de convívio sejam marcados pela fraternidade e pela boa convivência.

Peçamos hoje ao Senhor a graça de um coração sincero. Não apenas uma fé de palavras ou de costumes, mas uma fé viva. Que, ao ouvirmos como Mateus o convite de Jesus — «Segue-Me» — tenhamos a coragem de nos levantar e caminhar com Ele.

Ámen.

4 de Junho, 2026 - Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo - Ano A

 Leituras:aqui

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje celebramos o Corpo de Deus, a festa da Eucaristia. E a Palavra de Deus ajuda-nos a compreender algo muito simples e muito belo: Deus não quer caminhar longe de nós; quer ficar connosco.

Na primeira leitura, Moisés recorda ao povo o caminho pelo deserto. Houve dificuldades, cansaço e fome, mas Deus nunca os abandonou. Alimentou-os com o maná para lhes ensinar que o ser humano não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que vem de Deus.

Também nós fazemos a experiência de desertos: preocupações, dúvidas, doenças, desilusões. E é precisamente aí que Jesus se faz alimento. Na Eucaristia, não recebemos apenas uma ajuda ou uma lembrança; recebemos o próprio Senhor, que nos fortalece para continuar o caminho.

No Evangelho, Jesus diz palavras que continuam a surpreender: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna." Jesus oferece-Se totalmente. Faz-Se pão para que ninguém se sinta sozinho, esquecido ou sem esperança.

E hoje temos a alegria de celebrar a Profissão de Fé das nossas crianças. Queridas crianças, ao fazerdes hoje a vossa profissão de fé, estais a dizer diante da comunidade: "Eu quero acreditar em Jesus. Quero caminhar com Ele." A fé não é apenas aprender orações ou conhecer histórias da Bíblia. A fé é amizade com Jesus. E essa amizade alimenta-se especialmente na Eucaristia. Sempre que participais na Missa e recebeis Jesus com o coração preparado, essa amizade cresce.

Celebramos também o Sagrado Coração de Jesus. O coração é o símbolo do amor. Quando olhamos para o Coração de Jesus, vemos um amor que não se cansa, que perdoa, acolhe e se entrega. E é exatamente esse amor que encontramos na Eucaristia. O pão consagrado é o sinal mais concreto de um Deus que nos diz: "Amo-te tanto que fico contigo."

Por isso, a festa de hoje une estas três realidades: a Eucaristia, a fé das nossas crianças e o Coração de Jesus. Todas nos falam do mesmo mistério: Deus ama-nos e quer permanecer no meio de nós.

Peçamos ao Senhor que as nossas crianças nunca percam a alegria de acreditar. E peçamos para todos nós um coração parecido com o de Jesus: um coração capaz de amar, de perdoar, de partilhar e de reconhecer na Eucaristia a presença viva daquele que caminha connosco todos os dias.

Ámen.

domingo, 31 de maio de 2026

Foi assim o encerramento do Mês de Maria na Paróquia Tarouquense




Ao final da tarde de 31 de maio, a nossa paróquia encerrou o Mês de Maria com um momento de oração vivido em ambiente de grande recolhimento e participação comunitária. Estiveram presentes vários catequizandos, acompanhados pelas suas famílias, bem como outras pessoas da comunidade paroquial.

A preparação do espaço celebrativo e dos cânticos esteve a cargo dos jovens, com o apoio dos catequistas. Foram também os catequistas que prepararam as monições de cada mistério do Terço, posteriormente lidas pelos catequizandos.

Enquanto os familiares e restantes participantes se sentavam nas cadeiras dispostas em redor do espaço, os mais pequenos ocuparam o centro da celebração, sentados no chão e apoiados em almofadas. Com a ajuda do pároco, foram eles que orientaram a recitação do Terço.

Diante das crianças encontrava-se desenhado um terço, rodeado por 53 velas, simbolizando as 53 Avé-Marias. De dez em dez contas, uma vela vermelha assinalava o início de um novo mistério. Ao longo da oração, as velas foram sendo acesas, acompanhando o desenrolar do Terço, num gesto que foi sendo explicado aos catequizandos e que os ajudou a compreender melhor esta oração mariana.

Após a recitação da Salve-Rainha, rezada de mãos dadas como sinal de que todos somos filhos da Mãe de Misericórdia, viveu-se um momento particularmente intenso: um minuto de oração de joelhos, durante o qual toda a assembleia se consagrou a Nossa Senhora, encerrando desta forma o Mês de Maria com fé, devoção e espírito de comunhão.