Paróquia de S. Pedro de Tarouca
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Profissão de Fé de Fé 2026
No dia 4 de junho, Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, os 29 catequizandos do 6º ano fizeram a sua Profissão de Fé. Aliás, nesta comunidade paroquial, a profissão de Fé realiza-se todos os anos.Eles cantaram, leram, responderam, participaram, aninaram com o canto a procissão. A festa foi deles e eles foram a festa.
Este grupo de catequizandos tem muitas potencialidades. Oxalá que nunca lhes faltem o exemplo e o testemunho de seus pais, o empenho dos catequistas e a vivência cristã da comunidade para continuarem o seu amadurecimento na Fé, rumo à incorporação total em Cristo.
Crescei, amiguitos, saboreando a presença amiga e libertadora de Cristo na vossa vida!
Apesar da saturação natural que o fim do ano sempre acarreta; apesar das actividades em que muitos deles estão/estiveram envolvidos, a maioria levou a preparação próxima muito a sério. Não admira, por isso, que tenham estado bem, mormente nos cânticos que sempre exigem bastante treino.
Parabéns, amiguitos! Que guardeis no coração pela vida fora aquilo que tantas vezes repetimos sobre Cristo "Creio em Ti, Senhor".
Saudamos os pais pela disponibilidade, agradecemos aos catequistas, aos ensaiadores, aos zeladores, pois foi entre nós a Festa do Sagrado Coração de Jesus, e a todos os que colaboraram. Um abração enorme para vós, irmãos mais novos. Quanto esperamos todos de vós!
Que Cristo seja sempre o centro das vossas vidas.
Saudamos igualmente com alegria um grupo dos meninos que há dias fizeram a 1ªComunhão e que marcaram presença na Missa, procissão e oferta de uma flor a Nª Senhora.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
7 de Junho, 2026 - 10º Domingo do Tempo Comum – Ano A
A Palavra de Deus deste domingo deixa-nos uma pergunta muito concreta: o
que é que Deus procura verdadeiramente no coração do homem?
Na primeira leitura, através do profeta Oseias, o Senhor diz uma frase que
atravessa toda a Escritura: «Quero o amor e não os sacrifícios; o
conhecimento de Deus mais do que os holocaustos.»
Deus não despreza o culto. Deus não despreza a oração. Deus não despreza os
sacrifícios oferecidos por amor. O que Ele rejeita é uma religião vazia, feita
apenas de aparências, de gestos exteriores, de tradições cumpridas sem
conversão do coração.
No Evangelho, Jesus passa, vê Mateus sentado na banca dos impostos e diz-lhe
simplesmente: «Segue-Me.» E Mateus levanta-se e segue-O.
Depois, Jesus senta-Se à mesa com pecadores e publicanos, escandalizando
aqueles que se julgavam justos. E responde-lhes: «Eu não vim chamar os
justos, mas os pecadores.»
Aqui está o coração da mensagem de hoje.
Deus não procura pessoas perfeitas. Procura pessoas disponíveis.
Não procura uma vida sem falhas. Procura um coração que se deixe encontrar.
Mateus tinha pecados, limites e uma vida pouco recomendável aos olhos de
muitos. Mas tinha uma coisa fundamental: quando Jesus o chamou, não endureceu o
coração.
O maior perigo para a vida cristã não é reconhecer-se pecador. O maior
perigo é pensar que já não precisamos de conversão.
Por isso, a Palavra de Deus convida-nos a olhar para dentro de nós mesmos.
Talvez frequentemos a igreja, talvez rezemos, talvez participemos em muitas
iniciativas. Tudo isso é importante. Mas a pergunta continua a ser: o
nosso coração está verdadeiramente com Deus?
Conhecer Deus não é apenas saber coisas sobre Ele. É deixar que Ele
transforme a nossa maneira de viver, de falar, de trabalhar, de tratar a
família, de olhar para os mais frágeis, de perdoar e de servir.
O cristianismo não é uma máscara religiosa. É uma amizade viva com Cristo.
E esta amizade manifesta-se na misericórdia. Jesus aproxima-Se dos pecadores
porque quer salvá-los. Não os confirma no erro; oferece-lhes um caminho novo. O
encontro com Cristo nunca nos deixa iguais. Quem O encontra de verdade
levanta-se, como Mateus, e começa uma vida nova.
Neste tempo em que muitas das nossas terras vivem as suas festas populares e
religiosas, esta Palavra é também uma luz para todos nós.
As festas cristãs têm valor quando nos ajudam a encontrar Deus, a fortalecer
a fé, a unir as famílias e a construir a comunidade. A festa não é apenas
animação, convívio ou tradição. A festa encontra o seu centro em Cristo.
Por isso, importa recordar que a Missa é o momento mais importante
da festa. Tudo o resto ganha sentido a partir dela. É na Eucaristia
que o Senhor reúne os seus filhos, fala ao seu povo e oferece a sua graça.
Que as nossas festas sejam vividas num ambiente de respeito, de acolhimento,
de alegria serena, de paz entre todos, de atenção às orientações da Igreja e de
verdadeiro espírito cristão. Que os momentos religiosos sejam vividos com
dignidade e recolhimento, e que os momentos de convívio sejam marcados pela
fraternidade e pela boa convivência.
Peçamos hoje ao Senhor a graça de um coração sincero. Não apenas uma fé de
palavras ou de costumes, mas uma fé viva. Que, ao ouvirmos como Mateus o
convite de Jesus — «Segue-Me» — tenhamos a coragem de nos
levantar e caminhar com Ele.
Ámen.
4 de Junho, 2026 - Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo - Ano A
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje celebramos o Corpo de Deus, a festa da Eucaristia. E a Palavra de Deus ajuda-nos a compreender algo muito simples e muito belo: Deus não quer caminhar longe de nós; quer ficar connosco.
Na primeira leitura, Moisés recorda ao povo o caminho pelo deserto. Houve dificuldades, cansaço e fome, mas Deus nunca os abandonou. Alimentou-os com o maná para lhes ensinar que o ser humano não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que vem de Deus.
Também nós fazemos a experiência de desertos: preocupações, dúvidas, doenças, desilusões. E é precisamente aí que Jesus se faz alimento. Na Eucaristia, não recebemos apenas uma ajuda ou uma lembrança; recebemos o próprio Senhor, que nos fortalece para continuar o caminho.
No Evangelho, Jesus diz palavras que continuam a surpreender: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna." Jesus oferece-Se totalmente. Faz-Se pão para que ninguém se sinta sozinho, esquecido ou sem esperança.
E hoje temos a alegria de celebrar a Profissão de Fé das nossas crianças. Queridas crianças, ao fazerdes hoje a vossa profissão de fé, estais a dizer diante da comunidade: "Eu quero acreditar em Jesus. Quero caminhar com Ele." A fé não é apenas aprender orações ou conhecer histórias da Bíblia. A fé é amizade com Jesus. E essa amizade alimenta-se especialmente na Eucaristia. Sempre que participais na Missa e recebeis Jesus com o coração preparado, essa amizade cresce.
Celebramos também o Sagrado Coração de Jesus. O coração é o símbolo do amor. Quando olhamos para o Coração de Jesus, vemos um amor que não se cansa, que perdoa, acolhe e se entrega. E é exatamente esse amor que encontramos na Eucaristia. O pão consagrado é o sinal mais concreto de um Deus que nos diz: "Amo-te tanto que fico contigo."
Por isso, a festa de hoje une estas três realidades: a Eucaristia, a fé das nossas crianças e o Coração de Jesus. Todas nos falam do mesmo mistério: Deus ama-nos e quer permanecer no meio de nós.
Peçamos ao Senhor que as nossas crianças nunca percam a alegria de acreditar. E peçamos para todos nós um coração parecido com o de Jesus: um coração capaz de amar, de perdoar, de partilhar e de reconhecer na Eucaristia a presença viva daquele que caminha connosco todos os dias.
Ámen.
domingo, 31 de maio de 2026
Foi assim o encerramento do Mês de Maria na Paróquia Tarouquense
Ao final da tarde de 31 de maio, a nossa paróquia encerrou o Mês de Maria com um momento de oração vivido em ambiente de grande recolhimento e participação comunitária. Estiveram presentes vários catequizandos, acompanhados pelas suas famílias, bem como outras pessoas da comunidade paroquial.
A preparação do espaço celebrativo e dos cânticos esteve a cargo dos jovens, com o apoio dos catequistas. Foram também os catequistas que prepararam as monições de cada mistério do Terço, posteriormente lidas pelos catequizandos.
Enquanto os familiares e restantes participantes se sentavam nas cadeiras dispostas em redor do espaço, os mais pequenos ocuparam o centro da celebração, sentados no chão e apoiados em almofadas. Com a ajuda do pároco, foram eles que orientaram a recitação do Terço.
Diante das crianças encontrava-se desenhado um terço, rodeado por 53 velas, simbolizando as 53 Avé-Marias. De dez em dez contas, uma vela vermelha assinalava o início de um novo mistério. Ao longo da oração, as velas foram sendo acesas, acompanhando o desenrolar do Terço, num gesto que foi sendo explicado aos catequizandos e que os ajudou a compreender melhor esta oração mariana.
Após a recitação da Salve-Rainha, rezada de mãos dadas como sinal de que todos somos filhos da Mãe de Misericórdia, viveu-se um momento particularmente intenso: um minuto de oração de joelhos, durante o qual toda a assembleia se consagrou a Nossa Senhora, encerrando desta forma o Mês de Maria com fé, devoção e espírito de comunhão.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Solenidade da Santíssima Trindade - Ano A
Na primeira leitura, Deus apresenta-Se a Moisés como “misericordioso e compassivo, lento para a ira e rico em bondade”. O primeiro rosto de Deus não é o castigo; é a misericórdia.
No Evangelho, ouvimos uma das frases mais belas da Bíblia:
“Deus amou tanto o mundo que lhe entregou o seu Filho.”
Deus não veio para condenar, mas para salvar.
E São Paulo termina desejando:
“Vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco.”
É isto a Trindade:
o Pai que ama,
o Filho que salva,
o Espírito Santo que permanece connosco e nos transforma.
Mas esta festa não é apenas para compreender uma verdade da fé.
É para mudar a nossa maneira de viver.
Se acreditamos num Deus que é comunhão, então um cristão não pode viver fechado em si mesmo, alimentando divisões, indiferenças ou rancores.
A Trindade torna-se concreta quando:
em casa há mais escuta do que gritos;
quando sabemos perdoar;
quando alguém deixa de viver apenas para si;
quando criamos pontes em vez de muros.
Hoje o mundo tem muita comunicação, mas pouca comunhão.
Muitos contactos, mas pouca proximidade verdadeira.
A Trindade recorda-nos que só o amor constrói a vida.
E neste fim do mês de maio, olhamos para Maria.
Maria foi a mulher totalmente aberta ao amor de Deus.
Filha amada do Pai, Mãe do Filho, templo do Espírito Santo.
Na sua vida vemos como Deus habita numa pessoa que diz “sim”.
Maria não guardou Deus para si. Levou-O aos outros.
Também nós somos chamados a isso: levar esperança, paz, fé e reconciliação às pessoas que encontramos.
Talvez a melhor maneira de celebrar a Santíssima Trindade seja esta pergunta simples:
Quem encontra em mim mais amor, mais paz e mais misericórdia?
Porque o sinal da cruz que fazemos tantas vezes — “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” — só faz sentido se depois a nossa vida também falar de amor.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Magnifica Humanitas: a primeira encíclica de Leão XIV
domingo, 24 de maio de 2026
1ª Comunhão 2026
Os pequenos portaram-se lindamente. Já se haviam confessado pela primeira vez. E como estiveram bem! Que delicadeza de coração!
Na Eucaristia, tiveram uma postura irrepreensível. Cantaram bem, proclamaram as leituras com clarividência, participaram com dignidade no cortejo de oferendas, souberam estar na celebração e edificaram com a maneira como comungaram. Que elevação! Que magia naqueles corações pequeninos!
Parabéns aos pais destes meninos. Souberam acompanhá-los, marcar presença, sentir a alegria dos seus rebentos.
Um abraço do tamanho do mundo para os catequistas destas crianças e de todos os catequizandos. São fantásticos os nossos catequistas! Muito obrigado. Os responsáveis pelos ensaios fizeram um óptimo serviço. Como sempre. Obrigado.
Mas quem me marcou mais profundamente foram os queridos "saltariquentos." Que maravilha! Obrigado, irmãos mais pequeninos!
Pais, por favor! Não sejais só cristãos de Festas da Catequese. Não sejais do estilo "bate e foge"! Sede cristãos do domingo, do testemunho e vivência da fé em família. Cristãos de Cristo e com Cristo. Cristãos com os irmãos. Que o Espírito Santo vos ilumine e vos seduza para Cristo.
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Sem o Espírito, sobra religião. Falta Deus.
terça-feira, 19 de maio de 2026
24 de Maio, 2026 - Solenidade do Pentecostes - Ano A
Hoje
celebramos o Pentecostes: a festa do Espírito Santo. Não é apenas a recordação
de algo que aconteceu há muitos séculos. É a certeza de que Deus continua hoje
a soprar vida nova sobre a Igreja e sobre o mundo.
O Evangelho
mostra os discípulos fechados, com medo, inseguros, sem coragem. As portas
estavam fechadas… mas Jesus entrou. E a primeira palavra que lhes disse foi: “A
paz esteja convosco”. Depois soprou sobre eles o Espírito Santo.
É bonito
perceber isto: o Espírito Santo entra mesmo quando as portas estão fechadas. Há
portas fechadas dentro de nós: o medo, a tristeza, a falta de esperança, o
egoísmo, o cansaço, as divisões. E é precisamente aí que Deus quer entrar.
O Espírito
Santo não faz barulho exterior apenas; faz sobretudo transformação interior.
Pessoas medrosas tornam-se corajosas. Pessoas fechadas tornam-se capazes de
amar. Pessoas desanimadas reencontram esperança.
Pentecostes
lembra-nos que ser cristão não é viver uma religião triste ou pesada. Um
cristão sem alegria contradiz o Evangelho. O Espírito Santo é fogo: aquece o
coração, ilumina a vida e dá entusiasmo para seguir Jesus.
E hoje
precisamos muito deste Espírito:
– nas famílias, para haver mais diálogo e perdão;
– na Igreja, para haver unidade e alegria;
– no mundo, tão cheio de violência e indiferença;
– em cada um de nós, para não vivermos apenas para nós próprios.
O Espírito
Santo não transforma apenas os “santos”. Transforma pessoas normais, como nós. Basta
abrir o coração.
Talvez a
pergunta importante deste Pentecostes seja esta: que espaço damos nós ao
Espírito Santo? Há cristãos batizados, mas que vivem como se Deus estivesse
longe. Há corações fechados à novidade de Deus.
Hoje o
Senhor repete: “Recebei o Espírito Santo”.
Recebê-lo
significa deixar Deus conduzir a nossa vida. Significa falar com mais bondade,
julgar menos, perdoar mais depressa, servir com alegria, levar paz onde há
conflito.
No fundo,
Pentecostes acontece sempre que alguém deixa o amor de Deus vencer dentro de
si.
Peçamos
hoje:
“Vinde, Espírito Santo. Acendei em nós o fogo do vosso amor. Renovai a nossa
comunidade, as nossas famílias e o nosso coração.”
Amém.
quarta-feira, 13 de maio de 2026
17 de Maio, 2026 - Solenidade da Ascensão - Ano AA
Leituras: Aqui
Solenidade da Ascensão do Senhor | Ano A
Dia Mundial das Comunicações Sociais
Irmãos e irmãs,
há uma pergunta que atravessa este domingo:
onde está Jesus agora?
Os discípulos veem-n’O subir ao Céu e ficam a olhar, quase parados, como quem perdeu uma presença indispensável. Então os anjos dizem:
“Porque estais a olhar para o céu?”
É uma frase importante.
Porque a Ascensão não é a ausência de Jesus.
É uma mudança de presença.
Cristo volta para o Pai, mas não abandona a humanidade.
Continua connosco pelo Espírito Santo, o Espírito que o Pai envia e que sustenta a vida da Igreja.
Jesus deixa de estar visível aos olhos… para passar a estar presente no coração dos discípulos.
Por isso o Evangelho termina não com tristeza, mas com uma missão:
“Ide e fazei discípulos.”
Não diz: “Ficai fechados.”
Não diz: “Esperai sem fazer nada.”
Diz: Ide.
A Ascensão é a festa de uma Igreja em saída.
E reparem: Jesus envia discípulos frágeis. O Evangelho diz que “alguns ainda duvidavam”. Mesmo assim, Ele confia-lhes a missão.
Isto dá-nos esperança.
Deus não espera pessoas perfeitas para anunciar o Evangelho.
Conta connosco, tal como somos.
E aqui entra o Dia Mundial das Comunicações Sociais.
Vivemos rodeados de mensagens, comentários e opiniões. Comunicamos muito. Mas nem sempre nos encontramos verdadeiramente.
O Papa Leão XIV lembra que o grande risco do nosso tempo é perdermos o rosto humano da comunicação. Podemos ter muita tecnologia e pouca verdade; muita exposição e pouca escuta; muitas palavras e pouca humanidade.
E nós, cristãos, temos uma responsabilidade enorme.
As nossas palavras aproximam ou afastam?
As nossas redes sociais espalham esperança ou agressividade?
Falamos com caridade?
Sabemos escutar?
Evangelizar não é lançar frases religiosas.
É comunicar vida.
É fazer sentir ao outro:
“Tu és importante para Deus.”
A Igreja não precisa de especialistas em aparência religiosa.
Precisa de testemunhas.
Pessoas cuja maneira de viver fale de Cristo.
Num mundo de gritos, o cristão deve levar paz.
Num mundo de ódio, deve levar misericórdia.
Num mundo de tanta artificialidade, deve levar verdade.
Jesus sobe ao Céu, mas continua presente pelo Espírito Santo.
E agora quer chegar aos outros através da nossa voz, das nossas mãos e da nossa vida.
Que nesta Eucaristia peçamos ao Senhor a graça de não ficar apenas “a olhar para o céu”, mas de viver como testemunhas vivas de Cristo no meio do mundo.
Ámen.
Procissão de Velas 2026
Segue-se um momento sempre especial. Cada pessoa vai colocar a rosa junto do andor e ali, ao pé da imagem da Mãe, deixa-Lhe um segredo. Quantos desabafos, quantos pedidos, quantos agradecimentos, quantas confidências Maria Santíssima acolheu hoje no seu coração de Mãe!!!Entretanto, cânticos marianos ecoam no templo.
Parabéns aos povo do Castanheiro do Ouro que, este ano, organizou esta festa à Senhora de Fátima. Fizeram-no com esmero, dedicação, organização, atenção aos pormenores - saliente-se a preocupação com o som e a segurança na via pública - e generosidade. Parabéns a quem ofereceu a ornamentação, as flores para as pessoas.
As muitas pessoas que marcaram presença certamente deram por bem utilizada esta parte da noite.
Maria é sempre fonte de misericórdia, paz, aconchego, esperança.
Em 2027, caberá a Valverde a organização desta festa.
