quinta-feira, 17 de setembro de 2026

20 de Setembro, 2026 - 25º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Leituras: aqui
Na Vinha do Senhor

A Palavra de Deus deste domingo fala-nos da vinha do Senhor.
E o Evangelho toca numa coisa muito humana: as contas que fazemos uns com os outros e até com Deus.
O dono da vinha chama trabalhadores ao longo de todo o dia. Uns começam de manhã; outros chegam mais tarde; outros quase no fim.
E a todos diz:
«Ide também vós para a minha vinha
No fim do dia, paga a todos o mesmo.
E os que trabalharam desde manhã reclamam:
«Estes últimos trabalharam apenas uma hora e deste-lhes a mesma paga que a nós!»

É aqui que começa o nosso problema.
Nós fazemos contas.
Eu estou aqui há muitos anos.
Eu trabalhei.
Eu dei muito.
Eu fiz sacrifícios.
Eu estive sempre disponível.
E, sem darmos por isso, começamos a pensar:
«Por isso, eu mereço mais.»
Mais consideração.
Mais atenção.
Mais poder de decisão.
Mais privilégios.
Mais regalias.
Mas o Senhor pergunta:
«Estás com inveja porque eu sou bom?»
E aqui está uma palavra muito séria para todos nós:
Na vinha do Senhor, ninguém trabalha para comprar privilégios.
Quem serve não fica dono da vinha.
Quem trabalha muitos anos na Igreja não se torna proprietário da Igreja.
Quem dá muito não adquire direitos sobre os outros.
O serviço não é uma moeda de troca.
Se eu sirvo para ser reconhecido, já não estou a servir apenas por amor.
Se ajudo para depois exigir, já comecei a fazer contas.
Se trabalho na Igreja esperando tratamento especial, então já não compreendi o Evangelho da vinha.
Jesus não nos chama para sermos importantes.
Chama-nos para sermos servidores.
E isto vale para todos: para quem chega agora e para quem está aqui há cinquenta anos.
Porque ninguém pode dizer:
«Esta Igreja é minha.»
Não é.
A vinha é do Senhor.

E há ainda outra palavra muito bonita neste Evangelho.
O Senhor continua a chamar trabalhadores até ao fim do dia.
Isto significa que ninguém chega tarde demais para Deus.
Há quem tenha passado muitos anos afastado. Há quem tenha errado. Há quem tenha perdido a fé. Há quem nunca tenha encontrado o seu lugar na comunidade.
E o Senhor continua a dizer:
«Ide também vós para a minha vinha.»
Ainda há lugar.
Mas esta palavra também nos interpela a nós.
Não basta dizer:
«Eu já fiz muito.»
A pergunta é:
«O que estou disposto a fazer hoje?»
E sem exigir nada em troca.
Quem precisa de ser escutado?
Quem está sozinho?
Quem precisa de ajuda?
Quem precisa de ser acolhido?
Quem está à porta e ninguém convidou?

Talvez haja pessoas fora da vinha não porque tenham recusado o convite, mas porque ninguém as chamou.
E talvez essa seja uma das nossas maiores responsabilidades.
Não guardar a vinha para nós.
Abrir a porta.
Não fazer contas.
Servir.
Não procurar privilégios.

Amar.
E quando Deus é bom para alguém que chegou depois de nós, não devemos sentir que perdemos alguma coisa.
Pelo contrário.
Se mais uma pessoa encontrou o caminho de Deus, todos ganhámos.
A vinha é grande. O trabalho é muito. E há lugar para todos.
Por isso, quando o Senhor hoje nos diz:
«Ide também vós para a minha vinha»,
não respondamos:
«E o que é que eu ganho com isso?»
Respondamos:
«Senhor, onde precisas de mim?»
E depois façamos o que Ele nos pede.
Sem contas.
Sem privilégios.
Sem regalias.
Por amor.
Ámen.

Valverde: Nossa Senhora das Dores 2026

Noite de 15 de Setembro. Valverde celebrou a Senhora das Dores.Após a procissão de velas, com o andor da Senhora das Dores, que se iniciou na capela, teve lugar a Eucaristia celebrada junto ao nicho de Nossa Senhora das Dores e animada coralmente por pessoas de Valverde, que também proclamaram a Palavra de Deus. Após a Missa, seguiu-se a procissão de regresso à capela.
As pessoas estiveram na procissão e na Missa em silêncio e postura de fé, numa noite serena e agradável.
Falou-se de Maria. Das suas muitas dores. Mas também das suas alegrias. Ninguém se alegrou tanto com a Ressurreição de Cristo como a Sua Mãe!
Cristo é o centro da vida, do coração e do ensinamento de Maria: "Fazei tudo o que Ele vos disser."
Que em cada momento de dor, sintamos a presença amorosa e acolhedora de Nossa Senhor. Que nunca esperança desapareça! Que s nossas dores e alegrias sejam vistas no seguimento de Cristo e à luz do Seu Mistério Pascal!
Parabéns à comissão, à responsável pela Capela e às pessoas que deram o seu donativo e colaboração.
Parabéns às pessoas que marcaram presença.

Quando uma festa religiosa dá contas à comunidade

 Há exemplos que merecem ser conhecidos, não por serem extraordinários, mas porque mostram como uma festa popular religiosa pode ser organizada com sentido de comunidade, responsabilidade e transparência.

Há dias, participei numa Eucaristia dominical numa paróquia onde, no final da celebração, o pároco apresentou à comunidade as contas da festa da terra. Louvou os mordomos pelo trabalho realizado, pelo rigor na gestão dos dinheiros recebidos e pelo esforço desenvolvido para que a componente religiosa da festa decorresse com toda a beleza e dignidade, tanto na celebração da Missa como na procissão.

Depois, deu conta de uma decisão tomada em diálogo com os mordomos: as sobras da festa seriam aplicadas no restauro de um imóvel da paróquia. Uma pequena parte seria destinada à solidariedade, neste caso às vítimas do tremor de terra na Venezuela.

É um exemplo que merece ser registado.

Uma festa popular religiosa não deve ser pensada apenas em função dos dias da celebração. O trabalho dos mordomos começa muito antes e deve ter também em vista a criação de recursos que possam beneficiar a comunidade e a caridade.

Isso exige trabalho determinado na angariação de fundos, mas também uma gestão cuidadosa das despesas e das receitas. O objetivo não deve ser simplesmente realizar a festa e gastar tudo o que foi angariado. Deve existir a preocupação de conseguir um acréscimo que permita, no final, deixar algo de útil à comunidade e apoiar quem mais precisa.

Neste caso, houve ainda a preocupação de organizar as atividades da festa sem interferir com a Missa dominical e com as restantes ações da paróquia. E houve rigor na gestão das ofertas recebidas.

Porque o dinheiro dado pelo povo deve ser tratado com responsabilidade e transparência.

Por isso, a apresentação pública das contas é tão importante. Quem contribuiu para a festa tem o direito de saber quanto foi recebido, quanto foi gasto e qual o destino dado às sobras. "Quem vive com contas vive com honras", diz o conhecido ditado.

Também o destino das sobras não deveria levantar dúvidas. Numa festa religiosa, o resultado positivo deve reverter em favor da comunidade cristã e da caridade, de acordo com as orientações da Igreja e em diálogo com o pároco.

Não são verbas destinadas a convívios ou jantaradas. Não são dinheiro para ficar simplesmente à disposição da comissão seguinte. E não devem ser aplicadas segundo a vontade pessoal de quem integra a comissão de festas.

São recursos que resultaram do contributo de toda uma comunidade e que, por isso, devem regressar à comunidade sob a forma de obras, necessidades pastorais ou ajuda a quem precisa.

É este conjunto de atitudes — trabalho, cuidado com a celebração religiosa, gestão rigorosa, pagamentos atempados – civis e religiosos -,preocupação em gerar excedentes, prestação de contas e aplicação transparente das sobras — que dá verdadeiro sentido ao serviço dos mordomos.

Ninguém é obrigado a assumir essa responsabilidade. Mas quem aceita ser mordomo de uma festa popular religiosa sabe que não está apenas a organizar um programa festivo. Está a assumir uma tarefa ao serviço da comunidade e da Igreja.

E, quando esse serviço é feito com rigor e transparência, a festa não termina com a última celebração. Deixa também um resultado concreto para a comunidade e para a caridade.

É um bom exemplo. E, sobretudo, é um exemplo que deveria ser seguido.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Paróquia de S. Pedro de Tarouca: Catequese Paroquial 2026/2027

 Catequese é «tomar alguém pela mão e acompanhá-lo» - Papa Francisco

Um novo ano de Catequese Paroquial está prestes a começar. E começa com um desafio que continua tão atual como exigente: acompanhar crianças e jovens no caminho da fé, num tempo em que tantas referências mudaram e em que a transmissão da fé já não acontece da mesma forma que no passado.

Durante o mês de setembro, os pais cujos filhos vão frequentar pela primeira vez a catequese devem proceder à sua matrícula na Igreja Paroquial, antes ou depois das Missas dos fins de semana.

No dia 4 de outubro, às 15h, em Santa Helena, terá lugar o encontro dos catequistas, destinado à preparação do novo ano catequético, ao convívio do grupo e à celebração da Eucaristia.

O início da catequese para todos os grupos, do 1.º ao 10.º ano, está marcado para o dia 10 de outubro, às 15h, na Igreja Paroquial. É muito importante a presença de todos os catequizandos e dos seus pais.

A catequese tem duas partes

Há uma imagem simples que ajuda a compreender o que é a catequese paroquial: é como um jogo de futebol — tem duas partes. A primeira acontece na sala de catequese; a segunda acontece na Igreja, na celebração da Eucaristia.

E, tal como não há jogo de futebol completo quando se joga apenas uma parte, também não há catequese semanal completa sem as suas duas partes: catequese e Missa.

Por isso, a participação na Missa que se segue à catequese não é opcional nem um complemento para quem tiver tempo. Faz parte do próprio caminho catequético. Quando os pais chegam à porta da sala para levar os filhos embora e a família não participa na Eucaristia, fica por cumprir uma parte essencial da caminhada que escolheram para eles.

Um compromisso que começa por um gesto simples

Aos pais pede-se, por isso, um compromisso muito concreto: acompanhar os filhos até ao fim da catequese — e esse fim é a Eucaristia. Inscrever uma criança na catequese é importante. Levá-la à sessão semanal também. Mas ajudá-la a compreender que a caminhada culmina na celebração comunitária da fé é igualmente indispensável.

Aos catequistas cabe preparar e acompanhar. Aos catequizandos, participar e crescer. À comunidade, acolher e dar testemunho. E aos pais, assumir a responsabilidade de não interromper a caminhada a meio.

Sala de catequese e Igreja. Palavra e Eucaristia. Aprender e celebrar. As duas partes são necessárias.

Que este novo ano seja, para todos, uma caminhada feita por inteiro.

domingo, 13 de setembro de 2026

Senhor do Monte: Festa/convívio 2026

A Capela do Senhor do Monte é pertença da Junta de Freguesia.
Mais uma vez este ano, por iniciativa da Junta  de Freguesia de Tarouca, realizou-se a festa, que teve lugar no dia 13 de Setembro.
Este encontro/convívio tem sempre lugar no domingo a seguir à Festa de Nossa Senhora dos Remédios.
Durante a manhã, juntamente com responsáveis da Junta, voluntários ali prestaram vários serviços, mormente no tocante à confeção do almoço ao qual acorreu bastante gente e que decorreu em clima de alegria, simplicidade e mútua ajuda.
Pelas 15h horas, teve início a Eucaristia, presidida pelo Pedre Paulo Alves e cantada pela Banda de Tarouca, seguindo-se a procissão à volta da capela.
Seguiu-se um tempo de convívio e de partilha, com a presença de música e a realização de jogos populares. Entretanto, a Junta ofereceu o lanche.
Assinale-se o facto de muita gente ter acorrido ao local, tanto da  Freguesia de Tarouca como de outras terras. Tudo o que contribua para juntar as pessoas de uma freguesia tão dispersa é sempre bem-vindo. As pessoas souberam conviver fraternalmente em são espírito de partilha.
Com a atual Junta de Freguesia, presidida por Tiago Eusébio, os melhoramentos continuam, como o espaço merece e as pessoas desejam. Este ano, tivemos água corrente, quartos de banho de campanha e um tolde que cobriu o espaço frente à capela,  oferecendo sombra tantos aos que ali almoçaram como aos que participaram na Eucarista. 
Parabéns à Junta de Freguesia e a todos os que colaboraram, de uma forma ou de outra.
Aliás, no fim da Eicaristia,  o Presidente da Junta quis felicitar e ter uma palavra de agradecimento para com todas as   pessoas que ofereceram vários tipos de participação ou ofeceram bens. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Está a chegar o Sopé da Montanha

13 de Setembro, 2026 - 24º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Leituras: aqui
 

Perdão sem limites

Há coisas que custam muito na vida.
Uma delas é perdoar.

Talvez porque, quando alguém nos magoa, não fica apenas uma recordação. Fica qualquer coisa dentro de nós. Uma ferida, uma tristeza, uma desilusão. Às vezes, até uma certa amargura.

E há mágoas que ficam anos.

Podemos continuar a nossa vida, fazer as nossas coisas, encontrar essa pessoa de vez em quando… mas aquela história continua lá, dentro de nós.

É por isso que o perdão é tão difícil.

A Palavra de Deus fala-nos hoje precisamente disso.

Pedro pergunta a Jesus:

«Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe?»

Pedro quer saber qual é o limite. Até onde temos de ir.

Jesus responde:

«Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.»

Não é uma questão de fazer contas.

Jesus está a dizer-nos: não transformes o perdão numa contabilidade.

Porque, quando começamos a contar, o coração fica preso ao passado:

«Eu já lhe perdoei uma vez...»

«Depois daquilo que me fez, ainda quer que lhe perdoe?»

«Eu perdoo, mas não esqueço.»

E talvez seja precisamente aqui que começa o nosso problema.

Porque, muitas vezes, dizemos que perdoámos, mas continuamos a viver presos àquilo que aconteceu.

A pessoa já seguiu a sua vida.
Nós é que continuamos a carregar aquela história.

E Jesus conta então uma parábola.

Um homem tem uma dívida enorme e o seu senhor perdoa-lhe tudo.

Mas, logo a seguir, esse homem encontra alguém que lhe deve muito menos e exige-lhe que pague.

É uma imagem muito forte.

Ele recebeu misericórdia, mas não foi capaz de dar misericórdia.

E talvez seja esta a pergunta que o Evangelho hoje nos deixa:

Não será também assim connosco?

Nós pedimos a Deus tantas vezes:

«Senhor, perdoa-me.»

E confiamos que Deus não fica a contabilizar as nossas faltas.

Mas, quando é o outro que nos magoa, já somos muito mais exigentes.

Deus conhece as nossas fraquezas e continua a dar-nos uma oportunidade.

Nós, às vezes, olhamos para o outro e pensamos:

«Comigo acabou.»

É aqui que o Evangelho nos provoca.

Não para nos dizer que aquilo que nos fizeram não foi importante.

Nem para dizer que devemos fingir que nada aconteceu.

Há coisas que doem. Há injustiças que deixam marcas. Há relações que ficam profundamente feridas.

Perdoar não é dizer que o mal foi bem feito.

Perdoar é não deixar que o mal continue a mandar em nós.

É talvez a diferença mais importante.

Porque o ressentimento prende-nos.

Ficamos dependentes daquilo que o outro fez. A nossa paz fica nas mãos daquela pessoa.

E o perdão, pouco a pouco, devolve-nos a liberdade.

Nem sempre significa voltar a ter a mesma relação. Nem sempre significa esquecer. Às vezes, até é necessário manter uma certa distância.

Mas significa deixar de alimentar dentro de nós aquilo que nos destrói.

E isto é muito concreto na nossa vida.

Acontece entre marido e mulher.

Acontece entre pais e filhos.

Acontece entre irmãos.

Acontece entre amigos.

Acontece também nas nossas comunidades.

Às vezes, começa por uma palavra. Uma decisão. Um mal-entendido. Uma coisa que alguém fez e que nos magoou.

Depois vem o silêncio.

Deixa-se de falar.

Cumprimenta-se apenas por educação.

E passa o tempo.

E, quando damos por isso, passaram-se anos.

Talvez nenhum dos dois já se lembre exatamente de como tudo começou.

Mas ninguém dá o primeiro passo.

Quanto sofrimento se prolonga simplesmente porque ninguém quer ser o primeiro a dizer: «Vamos conversar»?

É por isso que o perdão não é uma ideia bonita.

É uma necessidade da nossa vida.

Sem perdão, uma família pode ficar dividida durante anos.

Sem perdão, amizades acabam.

Sem perdão, uma comunidade perde pessoas.

Sem perdão, nós próprios vamos ficando mais duros por dentro.

E talvez por isso Jesus nos diga hoje que devemos perdoar «setenta vezes sete».

Não porque seja fácil.

Mas porque há coisas que só o perdão consegue libertar.

E nós sabemos isso também pela nossa própria experiência.

Que bem nos faz quando alguém, depois de uma mágoa, nos diz:

«Eu perdoo-te.»

Que alívio quando conseguimos finalmente dizer a alguém:

«Desculpa-me.»

Há momentos em que essas palavras mudam uma relação.

E há momentos em que mudam uma vida.

Por isso, talvez hoje não seja preciso pensar em grandes teorias sobre o perdão.

Basta pensar numa pessoa.

Há alguém que ainda não conseguimos perdoar?

Há alguém com quem precisamos de dar um primeiro passo?

Ou talvez sejamos nós que precisamos de pedir perdão.

Não é preciso resolver tudo hoje.

Talvez seja apenas preciso começar.

E, quando nem isso conseguimos, podemos ao menos levar essa pessoa à oração e dizer:

«Senhor, eu ainda não consigo perdoar. Mas não quero continuar a viver assim. Ajuda-me.»

Talvez seja aí que começa o perdão.

Porque o perdão não nasce apenas da nossa força.

Nasce também da experiência de sermos perdoados.

É isso que a primeira leitura nos recorda: Deus conhece a nossa fragilidade e é misericordioso connosco.

E talvez a grande conversão de que precisamos seja esta:

deixar que o perdão que recebemos de Deus transforme a maneira como olhamos para os outros.

No fundo, é isto que Jesus nos pede.

Não que sejamos perfeitos.

Mas que não deixemos morrer a possibilidade de recomeçar.

Que não fechemos definitivamente a porta.

Que não permitamos que uma ferida tenha a última palavra.

Porque onde há perdão, pode haver um recomeço.

E onde há um recomeço, há sempre um pouco mais de vida.

Amen.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Festa de Santa Tecla 2026 em Valverde


Correu bem a Festa em honra de Santa Tecla, em Valverde, como é próprio de gente de bem.Além dos foguetes, banda, fados, conjuntos, as pessoas mostram-se acolhedoras, alegres e pacíficas.

No aspeto religioso, houve Missa solene e procissão no domingo, dia 6 de setembro.
Num tempo de dificuldades, não é fácil organizar uma festa, por isso os mordomos são credores do reconhecimento das pessoas, mormente, como foi o caso, se preocupam em acolher as orientações da Igreja no que se refere às festas religiosas.
Refira-se que, ao longo do ano, várias foram as ações levadas a cabo pela comissão visando a aquisição de fundos para a festa. Entre elas, saliente-se a realização de almoços tradicionais que tiveram boa adesão da população.
Por tudo, Valverde está de parabéns.
Mordomos para a festa de 2027: João Santos Carvalho, Ana Maria Teixeira, Fernando Vitorino, Ilda Carvalho, Bruno Carvalho, Isabel Costa Santos, André Monteiro, Lucinda Santos, Marco Rodrigues, Filipa Lopes, Joaquim Vieira, Valentina, Rúben Mauríci, Isabel Dias Francisco.