quinta-feira, 3 de maio de 2012

Casar-se ou juntar-se?


Um dia uma jovem de uns 18 anos desabafou comigo que não concordava nada com o que a igreja ensinava sobre as relações sexuais antes do casamento. Disse-lhe que isso era o que prescrevia a Bíblia e mostrei-lhe alguns textos do novo Testamento: 1 Coríntios, 6, 18; Hebreus 11,25; Colossenses 3,5. E disse-lhe que esse era o ensinamento não só da igreja católica, mas também das outras igrejas cristãs.
Vendo que isso não a convencia, expliquei-lhe que o sexo pode viciar e que uma pessoa que tem relações com uma e outra pessoa pode vir um dia a ter dificuldade em ser fiel ao seu esposo ou companheiro. E dificilmente alguém aceitará infidelidades dessas.
Não sei se ficou convencida, mas o certo é que mais tarde casou e poucos anos depois estava separada. E apressou-se a desculpar-se, dizendo-me que o marido lhe era infiel.

Constituir família é tarefa muito importante para os seus membros e para a própria sociedade e, por isso, há que ter cuidado. Deus não quer o mal de ninguém e se achou por bem desaconselhar certas práticas é por que isso impede a felicidade das pessoas.
As relações sexuais devem ajudar na união dum casal e essa união deve estar ao serviço do amor dos dois e dos filhos, se os houver.

O ser humano só é feliz quando ama e se sente amado. E o verdadeiro amor é contribuir para a felicidade do outro. Amar-se a si mesmo é egoísmo. Desconfio, e não sou só eu, que muitos jovens se juntam porque não amam verdadeiramente. Estão de pé atrás sobre o seu parceiro. E prontos a abandonar o barco à primeira dificuldade. Nada mais perigoso para a estabilidade da família. Coitados dos filhos, se os houver!... Esses serão vítimas inocentes!
Por que será que a Bíblia – e até a tradição dos mais diferentes povos – propõe o casamento na constituição duma família e não o simples viver juntos?
Fonte: aqui

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