domingo, 3 de abril de 2011

Plano Pastoral em análise

 
Conselho Pastoral
Plano Pastoral em análise
Em 2 de Abril, reuniu o Conselho pastoral da Paróquia de São Pedro de Tarouca. Após a leitura e aprovação da acta, foi apresentado pelo Secretário do Conselho um acto de louvor ao falecido Diác. Amorim que foi aprovado unanimemente. As pessoas guardaram então um minuto de silêncio e fizeram uma oração de louvor a Deus por tanto bem que na família, na paróquia e na Igreja foi feito pelo estimado amigo que partiu para a casa do pai.

A Igreja fora das Igrejas
O mundo é o campo da Igreja. É ao mundo que, à maneira de luz, sal e fermento, os cristãos são enviados a anunciar Jesus Cristo.
Neste sentido, foram sublinhadas algumas iniciativas que a Paróquia tem levado a efeito para ir ao encontro do mundo:
- Quermesses, outras actividades do GASPTA, especialmente o contacto directo com os carenciados, procurando ajudar a resolver os seus problemas;
- Visitas regulares aos doentes por parte do GASPTA,  dos Ministros Extraordinários da Comunhão e do Pároco;
- Eucaristia com Famílias: a paróquia que sai ao encontro das famílias nos vários povos. Coral, casal que representa as famílias no Conselho pastoral e o Pároco, são sinal concreto da presença da Paróquia junto das famílias;
- A tarjeta que, no frontispício da Igreja Paroquial fala ao mundo;
-  As dezenas de pessoas que, pelo Natal, vão de casa em casa entregar o Boletim paroquial, com uma mensagem para as pessoas;
- A Visita Pascal e a palavra do Conselho Paroquial e da Paróquia;
- A catequese que, no Auditório, vem para o mundo trazendo uma mensagem de alegria, de festa e de esperança;
- O jornal Sopé da Montanha e o Blog da Paróquia que são voz e vez da comunidade e da Igreja;
- As procissões que nos dão a ideia de uma Igreja que caminha pelos caminhos dos homens;
- O trabalho indispensável e discreto de tantos cristãos que convidam, insistem, propõem, anunciam…

Partilhando ideias, experiências e anseios
Na intervenção dos conselheiros, uma ideia foi repetidamente repisada: a luz da Ressurreição é a nossa esperança. É preciso semear sempre, fazendo o nosso trabalho. Colher só a Deus pertence, por muito que custe não ver os frutos que esperávamos.
- Entre 350 a 400 pessoas participaram nas Eucaristias com Famílias. Nalguns lados a frequência foi menor, noutros subiu o número de participantes. O frio que se fez sentir, o futebol nalgumas ocasiões, problemas familiares que impediram a presença de algumas pessoas, o facto de já não ser novidade, estilo: “Eu já vi como aquilo é”, contribuíram para que nalguns povos estivesse menos gente. Mas as pessoas manifestaram gosto de nos receber nas suas terras, de participar e nós também nos enriquecemos. Sem atingir o encantamento do ano passado, esteve muito longe de ser uma desilusão e de dar razão ao pessimismo de quem previa que, não sendo já novidade, as pessoas não iriam aparecer.
- O belíssimo espectáculo do P.e Marcos Alvim não teve a enchente que merecia. E aqui as pessoas não têm motivos para terem falhado, pois, além da experiência de Santa Helena onde ele havia cantado e agradado, fez-se imensa campanha através dos meios disponíveis. Dá para perguntar: o que querem afinal as pessoas? Se não se faz, não se faz; se se faz, não aparecem… Nisto como em muitas outras coisas.
-  Os que estiveram em 16 de Janeiro no Encontro Arciprestal de Leigos em Dalvares, disseram que correu bem, que foi um encontro rico em opiniões, partilha, ideias e propostas;
- A campanha “Dez milhões de estrelas”, apesar da crise, teve este ano maior adesão do que no último ano;
- Quanto ao Lausperene, tirando algumas excepções, teve menos adesão este ano. Mas quem esteve fê-lo com imensa postura e exemplar empenho;
-  A Festa da Catequese foi extraordinária, houve coisas muito interessantes e engraçadas feitas pelos miúdos. O que foi possível fazer em tão pouco tempo disponível para os ensaios!!!
Só foi pena que os pais, mal acabou a actuação dos seus filhos, tenham pegado neles e saído, criando um clima de barulho que não deixou que se ouvissem devidamente as actuações dos últimos grupos. Há que tentar remediar este aspecto no futuro.
- O grupo coral está pobre e carenciado de gente. As pessoas são convidadas, dizem que vão ver mas depois não aparecem. Toda a comunidade e cada cristão têm que olhar a sério para o grupo coral. É dever de todos dar o seu contributo para que a liturgia tenha a dignidade que Deus merece. Há que dar tempo e aparecer nos ensaios.
- O Conselho Pastoral apela à melhor compreensão de todos em relação à Visita Pascal, pois parece que há muita gente que queria uma cruz só para sua casa e à hora em que lhe convém. Não pode ser! Não é dia para refilices nem para exigências.
- Estão a aparecer muitas dificuldades em como se conseguir arranjar as “vestes” para os figurantes da Via Sacra ao vivo. Caso não se consiga, nesta Sexta-feira Santa teremos a litúrgica Adoração da Cruz, na Igreja, pelas 15 horas. Para o próximo ano, querendo Deus, haverá as tradicionais e esperadas procissões.
- Na página 3  número de Março do Sopé da Montanha, poderá ler a programação da Semana Santa nesta Paróquia.
- Foi ainda escolhido o tema para a próxima catequese geral de Setembro: “MANDAMENTOS DE DEUS, MANDAMENTOS DA IGREJA – Diferença e complementaridade”

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