sexta-feira, 23 de junho de 2017

Novos livros




Foi com o título acima referido que, o professor, aposentado, Artur Marado da Silva publicou uma excelente obra dedicada parti­cularmente ao último Abade da Ermida do Paiva, o Reverendíssimo padre e arcipreste, José Augusto de Freitas Marques.

Falecido a 12 de março de 1968, foi uma pessoa marcante na região, nas margens do rio Paiva e na serra do Montemuro onde se deslocava, frequentemente, a cavalo. O autor descreve-nos, minuciosamente, as vivências e as tradições das gentes da Ermida e dos povos confinantes. A congregação premonstratense, originária da França (Prémonstré) seguia a regra de Santo Agostinho. Os abades da Ermida (do Paiva) concelho de Castro Daire, Diocese de Lamego, usavam nas festividades, as insígnias episcopais ou seja o báculo e a mitra. A igreja do antigo Mosteiro da Ermida, a única em Portugal desta ordem, é também conhecida por Templo das Siglas, segundo o historiador, Aarão de Lacerda e está classificada como Monumento Nacional por Decreto 2303 de 29 de março de 1916. Está, pois, de parabéns o professor Artur Marado da Silva por vir a lume com estes dados biográficos da sua região que, muito contribuirão para a história local e não só.

Isaac Reis Proença
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A apresentação deste novo livro de Carlos Manuel Albuquerque  "Pinheiro - Ontem e Hoje" será feita na Igreja de S. João de Tarouca em 1 de julho de 2017.
Recordamos que Pinheiro é um povo que integra a Freguesia de S. João de Tarouca.
 
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Mais um livro de D. António Couto. Como é timbre do autor, a profundidade, a sabedoria e a arte conjugam-se para elevação e formação do leitor.

PARABÉNS AOS AUTORES!
Ao meu condiscípulo Artur Marado, que julgo ser este o 1º livro que escreve, desejo que seja apenas o primeiro de muitos mais.
Pessoa de ideias claras, com um discurso coerente e de fácil compreensão, tem muito para oferecer e muitos a quem beneficiar.
Ao amigo Carlos Manuel Albuquerque, que nos oferece mais um  filme vivo de gentes e espaços, o desejo de ser este mais uma escada na construção da nossa memória e vivência colectivas.
A D. António Couto a gratidão por mais este belo serviço ao homem de hoje.

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