sábado, 12 de maio de 2018

Conselho Económico aprova contas da Paróquia referentes a 2017

Em 11 de maio, reuniu o Conselho Económico da Paróquia de S. Pedro de Tarouca.
O tesoureiro apresentou as contas da Igreja referentes ao ano de 2017.
Dadas todas as explicações, analisadas as variadas vertentes, o Conselho aprovou por unanimidade as contas que serão agora apresentadas à comunidade.
Falou-se das obras em cursos em Santa Helena - restauro do altar e de imagens -, de melhoramentos no Centro Paroquial (som, grades,  limpezas, etc), aquisição de opas e restauro do antigo órgão da Igreja.
Abordou-se a festa de Santa Helena, planearam-se contactos e intervenções, marcou-se uma reunião de trabalho em Santa Helena para o dia 3 de junho.
Gente participativa, que gosta de dar e fazer o seu melhor em prol da comunidade. Algumas ideias foram lançadas para análise e pesquisa, seguindo-se no devido tempo tomada de posição.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Sopé da Montanha está de volta

Leia, assine e divulgue o Sopé da Montanha!
Obrigado.


quinta-feira, 10 de maio de 2018

13 Maio 2018 - Solenidade da Ascensão – Ano B

Leituras: aqui


Entre os dias 13 e 20 de maio
 Semana da Vida
 “Eutanásia… o que está em jogo?”
 
Entre os dias 13 e 20, ligando as solenidades da Ascensão e do Pentecostes, viveremos a Semana da Vida. O tema escolhido, “Eutanásia… o que está em jogo?”, não é alheio ao debate já iniciado por quem anseia aprovar legislação favorável.
Eutanásia poderá traduzir-se por “boa morte” e ser compreendida como um acto médico que provoca intencionalmente a morte de um paciente com a finalidade de lhe aliviar o sofrimento, seja agindo com esse fim (eutanásia activa), seja abstendo-se de agir (eutanásia passiva).
Os seus defensores dirão sempre que a possibilidade legal não obriga a quem pensa de maneira contrária e não deixarão de sublinhar a liberdade individual.
Os que pensam de maneira contrária rejeitarão tais medidas legislativas e condenarão tais práticas, referindo-se-lhe como um homicídio e propondo a existência de cuidados paliativos acessíveis a todos.
Trata-se de evitar o “dever de matar” quando alguém propõe o “direito de morrer”, valorizando todas as vidas, também as que estão marcadas pela doença, pela deficiência ou pela idade. Porque a dignidade do ser humano se assegura com a vida e não com a morte. Por isso, enveredar por esta via pode apenas significar que a sociedade se demite de tratar os seus.
E se o médico se enganar no diagnóstico? A eutanásia poderá ou não fragilizar o doente e abalar a sua confiança nos hospitais? Um doente, um idoso ou limitado físico tenderá a ver-se como um fardo para alguém? Haverá tentações economicistas? Irão os cuidados paliativos ser incrementados ou deixarão de ser a primeira opção? Que consequências para a sociedade?
Há uns anos, “morrer com dignidade” seria ter acesso aos cuidados paliativos; hoje será um pedido de morte. Ao mesmo tempo que se cultiva a beleza, a festa, o corpo ou a eterna juventude, temos dificuldade em aceitar a fraqueza e a fragilidade.
Fonte: aqui

quarta-feira, 9 de maio de 2018

13 de maio de 2018: MENSAGEM DO PAPA FRANCISCOPARA O LII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: «"A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). Fake news e jornalismo de paz»
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Que há de falso nas «notícias falsas»?
A expressão fake news é objeto de discussão e debate. Geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais. Assim, a referida expressão alude a informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros económicos.
A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis. Falsas mas verosímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio dum certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração. A sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos.
 
Leia aqui a Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações sociais

terça-feira, 8 de maio de 2018

Iniciativa, criatividade e comunhão

Foto de Ana Patricia Teixeira.
"Imaginação ao poder", gritava-se no Maio/68.
Imaginação e criatividade  pastoral, pede-se hoje.
Na Igreja, comunidade de batizados, ninguém é dono da imaginação e da criatividade. Em comunhão, todos são chamados a dar o seu contributo.
Os leigos têm, também neste aspecto, um papel fundamental.
Há muito que os cristãos de Gondomar valorizam a celebração do Dia da Mãe. Este ano fizeram-no de uma forma original e mais envolvente.
Quem tomou a iniciativa falou atempadamente com o Pároco, expôs as suas ideias e tudo se harmonizou. Este é o espírito de comunhão que nunca pode faltar em ações eclesiais.
Depois convidou pessoas e estas convidaram mais pessoas. Foi pedido o apoio a um casal com prática e experiência de dinamização coral. Formou-se um belo grupo com adultos, jovens e crianças. Os ensaios sucederam-se. No Dia da Mãe, lá estava o belo grupo, fardado a rigor, cantando muito bem.
Outros aspectos não foram esquecidos. Leituras, simbologia, entrega de uma flor a cada mãe...
Tudo feito com uma serenidade e postura irrepreensíveis. Saliente-se ainda a sensibilidade cristã, manifestada no saber estar e no saber dirigir do casal responsável pelo coral.
Foto de Ana Patricia Teixeira.
Foto de Ana Patricia Teixeira.
Foto de Ana Patricia Teixeira.


Quando os leigos querem e caminham, a Igreja tem outro encanto, outro dinamismo, outra sedução.
Precisamos de sair do nosso local de conforto, do ram-ram e ousar, criar, inovar. Em espírito de comunhão.
Caros leigos, em Igreja não há "motor e carroçaria". Em Igreja todos somos motores. Não há atores e assistência. Todos somos atores.


O que aí vem: Procssão de Velas, Reunião de Pais, etc


domingo, 6 de maio de 2018

Festa da Senhora da Ajuda em Teixelo





Dia 6 de maio. Neste VI Domingo da Páscoa, celebramos também o belo Dia da Mãe.
Pois foi neste domingo, 1º do Mês de Maria,  que Teixelo celebrou a sua Padroeira, Nossa Senhora da Ajuda.
Após a Eucaristia na capela, seguiu-se a procissão com o andor da bela Imagem de Nossa Senhora da Ajuda pelas ruas da povoação. De regresso ao templo, fez-se a consagração da povoação a Nossa Senhora.
Teixelo é um dos povos mais pequeninos e despovoados desta comunidade paroquial, mas as pessoas são simples, participativas e acolhedoras. E foi na simplicidade que quiseram louvar, bendizer e proclamar a Virgem Maria.
 Parabéns à comissão, a todos os que colaboraram, ao povo.

Em cada ano, no dia 12 de maio, a procissão de velas parte de uma povoação para a Igreja Paroquial. Em 2018, cabe a Teixelo organizar e preparar tão concorrida celebração. Assim, pelas 20.30h terá lugar a Eucaristia na capela daquela povoação, seguindo a procissão de velas para a Igreja onde terá lugar a bênção das criancinhas com menos de 3 anos e a consagração da Paróquia a Nossa Senhora.

Missa Brevis de Jacob Hann na Igreja de Tarouca


Uma vez mais a Associação Filarmónica de Tarouca deixou bem patente toda a sua graciosidade e beleza, com a realização da Missa Brevis de Jacob de Haan, que decorreu no dia 8 de abril no Mosteiro Cisterciense de S. João de Tarouca e, posteriormente, na Igreja do Mosteiro de Salzedas. Em 5 de maio, foi a vez da Igreja  S. Pedro de Tarouca. Todos monumentos emblemáticos do Concelho de Tarouca, cuja carga religiosa e cultural conferem a estes eventos a nobreza e solenidade devidas. ​

Sob a batuta do maestro Rui Lima, a Associação Filarmónica de Tarouca e o Coro Benedictus MMXVIII, proporcionaram belíssimos espetáculos, pautados pela excelência dos músicos e coro que se prepararam a rigor, garantindo assim a todos os presentes momentos culturais de excelência.

Visivelmente orgulhoso, o Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, Valdemar Pereira, congratulou todos os responsáveis pela organização do brilhante espetáculo, reafirmando que "a maior riqueza deste concelho são as suas gentes", frisando o intento da autarquia em continuar a apoiar a cultura musical, grande motor de promoção concelhia.
Apesar do jogo entre o Sporting e o Benfica, havia muita gente na Igreja de Tarouca neste sábado. O espetáculo merecia e o público gostou como o demonstraram as palmas calorosas com que foram pontuando a atuação.
É aquilo que repetidas vezes refere o Pároco de Tarouca: "Quando Tarouca quer, é invencível!"
Que mais acontecimentos culturais aconteçam, pois talento não falta à nossa gente.
Parabéns aos artistas, fantásticos!
Parabéns ao público, maravilhoso!|

sábado, 5 de maio de 2018

Dia da Mãe

Queridas mães, obrigado por aquilo que nos dais, pelo que sois na família e por aquilo que dais à Igreja e à sociedade!

A beleza do amor de mãe

É bom, belo e justo celebrar o Dia da Mãe: agradecer a todas as mães que dia e noite, todos os dias e todos anos, ao longo da sua vida, se dedicam ao acolhimento amoroso, à educação e ao crescimento integral dos filhos.
Ser mãe não significa somente colocar no mundo um filho, mas é também uma escolha: a de dar a vida. Nada há mais nobre e mais santo!
Na sua terceira exortação apostólica, “Alegrai-vos e exultai”, o Papa Francisco recorda que a santidade é construída na vida de cada dia, com os “pequenos detalhes do amor” (n. 145). Todos sabemos, por experiência própria, que a sacralidade de tantos pequenos gestos das nossas mães deixou um sabor indizível e inesquecível no nosso coração de filhos.
As mães são verdadeiras beneméritas da sociedade, pois sabem cultivar e transmitir, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedicação e a força moral. São também as mães que transmitem o sentido mais profundo da vivência religiosa: nas primeiras orações, nos primeiros gestos de devoção que uma criança aprende, inscrevendo assim, indelevelmente, o valor da fé na vida de um ser humano.
Queridas mães, obrigado por aquilo que nos dais, pelo que sois na família e por aquilo que dais à Igreja e à sociedade. Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes à dos decisores políticos e económicos, dos agentes culturais e da comunicação social e todos nos empenhemos a apoiar e a proteger o dom da maternidade que começa na fecundação e nunca deixa de se manifestar.
As mães de todos os tempos têm como modelo Maria, Mãe de Jesus. Que Nossa Senhora abençoe todas as mães! As acolha e proteja sob o seu santo manto.
Como “pequena lembrança” para este dia, aqui deixamos uma singela parábola: Um anjo fugiu do paraíso para dar um passeio pela terra. No findar do dia, decidiu levar algumas lembranças daquela visita. Num jardim, viu algumas rosas: apanhou as mais bonitas e fez um belo ramo para levar para o paraíso.
Mais à frente, viu uma criança sorrir para a mãe. Encantado com a ternura daquela criança, apanhou também o seu sorriso. Estava para partir, quando viu uma mãe olhar com amor para o seu pequenino no carrinho.
O amor jorrava como uma nascente a transbordar. O anjo pensou: «O amor daquela mãe é o que de mais bonito existe na terra, portanto pegarei também nele». Voou para o céu, mas antes de passar pelos portões azuis, decidiu examinar as recordações para ver como se tinham conservado durante a viagem.
As flores estavam murchas, o sorriso da criança tinha-se esmorecido, mas o amor da mãe ainda tinha todo o seu esplendor e beleza. Pôs de lado as flores murchas e o sorriso apagado, chamou à sua volta todos os hóspedes do céu e disse: “Eis a única coisa que encontrei na terra e que manteve toda a sua beleza durante a viagem para o paraíso: o amor de mãe!”.
Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família

Festinha do Pai Nosso 2018

As crianças do 1º ano de catequese fizeram em 5 de maio a sua Festinha do Pai Nosso.
Estavam felizes os petizes! Como participaram bem na celebração!
Bom trabalho dos catequistas. Tudo muito preparado e organizado.

Belo testemunho dos pais ao integrarem o coral e participarem nas leituras.
Porque se estava na véspera do  Dia da Mãe, também foi sinalizada a data.

Parabéns as pequenos, seus pais e catequistas.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

A santidade, à imagem de Maria Santíssima, vale a pena!

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Diz o Papa: “
Maria viveu como ninguém as bem-aventuranças de Jesus.
É Aquela que estremecia de júbilo na presença de Deus,
Aquela que conservava tudo no seu coração e Se deixou atravessar pela espada.
É a mais abençoada dos santos entre os santos,
Aquela que nos mostra o caminho da santidade e nos acompanha.
E, quando caímos, não aceita deixar-nos por terra e, às vezes, leva-nos nos seus braços sem nos julgar.
Conversar com Ela consola-nos, liberta-nos, santifica-nos.
A Mãe não necessita de muitas palavras, não precisa que nos esforcemos demasiado para Lhe explicar o que se passa connosco.
É suficiente sussurrar uma vez e outra: «Ave Maria...
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA GAUDETE ET EXSULTATE DO SANTO PADRE FRANCISCO

terça-feira, 1 de maio de 2018

A Igreja e o Dia Mundial do Trabalhador

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* A precariedade laboral faz “adiar a vida e a independência dos jovens” – Presidente da JOC. AQUI

* Dignidade humana está «vinculada» ao trabalho – Papa Francisco.  AQUI


* A «nova geografia das profissões» na análise de um economista, um dirigente associativo e um gestor. AQUI


* Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos alerta para «concentração de riqueza» que marginaliza os mais necessitados. AQUI


* Coordenador nacional da LOC/MTC contesta visões que limitam possibilidades de emprego e promovem a precariedade. AQUI

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Maio, cheio de Maria, traz flores, lembra o coração, cheira a amor de mãe, exalta o trabalho, aponta S. José


MÊS DE MAIO

Maio vai no começo,
florido, ameno, perfumado,
enfeitado de rosas e jasmim,
é noivo enamorado
e alegre vai até ao fim…

Anda louca no ar
a passarada…
Cobrem-se os campos de giestas
brancas
e os malmequeres sorriem
na seara dourada.
maio vai no começo,
alegre, até ao fim…

Vem, meu Amor,
neste mês, nesta hora, neste dia,
lá vem Nossa Senhora,
Mãe Maria,
a sorrir no andor,
abençoada,
entre risos e hinos de alegria,
na nossa velha estrada.
Maria Helena Amaro,aqui

domingo, 29 de abril de 2018

Curso para a Formação de Acólitos

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Organização: Paróquia de S. Pedro de Tarouca
Inscrições: Sacristia da Igreja Paroquial
Prazo de inscrição: Nestas duas próximas semanas
Quem pode inscrever-se?  - Toda a gente, desde que tenha feito ou esteja para fazer a Profissão de Fé até aos 100 anos
Formadores: D. Jerusa e sr. Luís
Ser Acólito (a): Um belo serviço a Cristo, à Liturgia e ao Povo de Deus. Vale a pena!
                           Pensa-se já numa série de atividades para o Grupo de Acólitos.
Inscreva-se! Traga um (a) amigo(a) também!!!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Ser santo com hábitos diários

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O Papa Francisco publicou nos últimos dias uma Exortação Apostólica dedicada à santidade. E como ele próprio afirma
“Todos somos chamados a ser santos, vivendo com amor e oferecendo o próprio testemunho nas ocupações de cada dia, onde cada um se encontra.” (14)
A santidade está sempre associada ao modo como conformamos a nossa vida à Vontade de Deus. E essa manifesta-se mais claramente no quotidiano. Ou seja, em fazer bem aquilo que temos para fazer agora. Em fazer tudo por amor a Deus e não por um simples amor ao que fazemos.
Se dou aulas, faço-o por amor a Deus. Se digo bom dia ao meu vizinho ou vizinha, faço-o por amor a Deus nele ou nela. Se conduzo dando espaço aos outros e com serenidade, faço-o por amor a Deus. A Vontade de Deus manifesta-se em cada momento da nossa vida por mais simples que seja. Pois, cada momento do quotidiano é uma oportunidade de amar a Deus.
O que tenho vindo a descobrir é que os hábitos diários são a melhor forma de assegurar vivermos bem o tempo, evitando andar atrás dele. Sou sincero, eu tive sempre muita dificuldade em rezar de manhã e à noite, meditar algum texto de Espiritualidade, ou seja, dificuldade em dedicar tempo para Deus. Como podia aprofundar a minha união com Ele para poder discernir a sua Vontade em cada momento presente?
Foram os hábitos diários que mudaram a minha vida. Escrevi-os em papel (sim, papel e caneta é o ideal, não uma app), e cruzava no calendário cada dia em que rezava à noite ou meditava. Ao fim de 100 dias vejo como aquele momento com Deus faz agora parte da minha rotina e não consigo hoje imaginar a minha vida sem ele.
Se a santidade se joga no quotidiano e informa profundamente a nossa experiência de vida com Deus, então, importa trabalhar conscientemente os hábitos diários para que o relacionamento com Deus seja uma parte integrante e fundamental. Assim se criam as condições para perceber melhor qual a Sua Vontade. Penso que trabalhar os hábitos diários seja uma forma de responder Exortação Apostólica do Papa: com o quotidiano da nossa vida.
Questão: já decidiste qual o novo hábito a criar para chegares a uma maior união com Deus?
Fonte: aqui

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Hino da Hora Intermédia

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Este é o dia que o Senhor nos fez,
Radiante de luz e de verdade:
O Sangue do Calvário transformou-se
Em aurora feliz de um mundo novo.

O Pródigo voltou ao lar paterno,
O Cego, deslumbrado, abriu os olhos,
O Bom Ladrão confia no Senhor,
Pois tem o Paraíso prometido.

Oh mistério da humana redenção,
Oh vitória do amor e da justiça!
Jesus Cristo, morrendo no madeiro,
venceu a morte para todo o sempre!

Este é o dia que o Senhor nos fez:
Dêmos glória ao Senhor ressuscitado,
Cantemos a Deus Pai e ao seu Espírito,
Agora e pelos séculos sem fim.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Parabéns, senhor Bispo!

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O  Pároco e a Comunidade Paroquial de S. Pedro de Tarouca saúdam o seu Bispo pelo seu aniversário natalício, desejam-lhe um feliz aniversário e, na comunhão da Igreja que somos, oram ao Senhor da Messe para que o novo ano de vida traga ao seu Pastor tudo o que de bom e de belo mais deseja.
Muitas felicidades, D. António!

A Serra cheira a Primavera

Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Foto de Carlos Lopes.
Por causa das obras de conservação e restauro que atualmente decorrem no interior da Capela de Santa Helena, desloquei-me à Serra.
O Sol enchia de luz suave todo o espaço, tornando assim mais falante o silêncio imponente da Serra.
Fantástico, libertador, sereno, o abraço da primavera-menina que a Serra acolhe com indizível agrado!
Querendo Deus, tudo estará a postes para a Novena e a Festa.
O Pároco

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Uma maravilha! Capela de Nossa Senhora das Necessidades

Vídeo de Paulo Chaves

A Capela de Nossa Senhora das Necessidades, Paróquia de S. Pedro de Tarouca, fica envolvida pelas povoações de Quintela, Vila Pouca e Ponte das Tábuas.
É um pequeno templo em tamanho, mas espetacular em beleza arquitetónica. Uma das joias da Paróquia.
Merece uma visita.
 

sábado, 14 de abril de 2018

Semana de Oração pelas Vocações 2018

Semana de Oração pelas Vocações 2018
A Semana de Oração pelas Vocações 2018 tem como tema «Escutar, discernir, viver a chamada do Senhor», é de âmbito mundial, e realiza-se de 15 e 22 de abril.
O Papa na sua mensagem explica que «escuta, discernimento e vida» “servem de moldura também ao início da missão de Jesus”.
“Passados os quarenta dias de oração e luta no deserto, visita a sua sinagoga de Nazaré e, aqui, põe-Se à escuta da Palavra, discerne o conteúdo da missão que o Pai Lhe confia e anuncia que veio realizá-la «hoje» (cf. Lc 4, 16-21)”, exemplificou Francisco.


ESCUTAR: “Não poderemos descobrir a chamada especial e pessoal que Deus pensou para nós, se ficarmos fechados em nós mesmos, nos nossos hábitos e na apatia de quem desperdiça a sua vida no círculo restrito do próprio eu, perdendo a oportunidade de sonhar em grande e tornar-se protagonista daquela história única e original que Deus quer escrever connosco.”
DISCERNIR: “Também hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, de superar as tentações da ideologia e do fatalismo e de descobrir, no relacionamento com o Senhor, os lugares, instrumentos e situações através dos quais Ele nos chama. Todo o cristão deveria poder desenvolver a capacidade de «ler por dentro» a vida e individuar onde e para quê o está a chamar o Senhor a fim de ser continuador da sua missão.”
VIVER: “ A vocação é hoje! A missão cristã é para o momento presente! E cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimónio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – para se tornar testemunha do Senhor, aqui e agora.”
O 55.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações celebra-se no a 22 de abril, o 4.º Domingo da Páscoa.
Para viver a semana, que começa já no domingo dia 15, foi preparado um guião nacional que inclui a mensagem do Papa Francisco, uma proposta de rosário vocacional e de Lectio Divina, uma vigília de oração e catequeses destinadas às crianças e aos jovens.


 Fonte: aqui

sexta-feira, 13 de abril de 2018

15 Abril 2018 - 3º Domingo da Páscoa – Ano B

Leituras: aqui


Reuniu o Grupo de Catequistas, tendo em vista as festas da Catequese 2018.

Em 12 de abril, reuniu no Centro Paroquial, o Grupo de Catequistas, preparando as próximas festas da catequese.
Ideias debatidas:
1.


 2. Mais importante do que as festas da Catequese é a catequese assídua ao longo do ano que funciona como a chuva miudinha que penetra nos corações.
 3. O Papa Francisco publicou em 9 de Abril último EXORTAÇÃO APOSTÓLICA GAUDETE ET EXSULTATE, que quer dizer “Alegrai-vos e exultai”. Jesus Cristo  “quer-nos santos e espera que não nos resignemos com uma vida medíocre, superficial e indecisa”, sendo que o chamamento à santidade está patente, em vários modos e lugares, desde as primeiras páginas da Bíblia.
A Exortação Apostólica  Gaudete  et Exultate, sobre a CHAMADA À SANTIDADE NO MUNDO ATUAL, tenta “fazer ressoar mais uma vez o chamamento à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades”.

Foi pedido aos catequistas que lessem calmamente esta Exortação Apostólica, seguindo as indicações como mostra a gravura. Aliás foi projetada a  Exortação para um primeiro contacto visual com a mesma.
4. Pede-se a melhor participação dos pais. Não basta assistir, urge participar. O exemplo vem de cima. Participar no coral das festas da Catequese...
5. Reunião de pais começa com uma parte formativa, seguindo-se um encontro com os catequistas de seus filhos
6. Os catequistas escolheram as prendinhas a oferecer aos meninos da 1ª Comunhão e Prof. de Fé.
 
Calendário
 
- 5 de maio: Festinha do Pai Nosso e Dia da Mãe
- 12 de maio: Procissão de Nossa Senhora de Fátima (do Teixelo  para a Igreja Paroquial                                                                                                                                                                   - 13 de maio: Reunião dos pais dos meninos que vão fazer a 1ª Comunhão, Profissão de Fé  e Crisma, às 15 h no Centro Paroquial, seguida de encontro com os respectivos catequistas                                                                                                  
- 20 de maio, 1ª Comunhão
- 27 de maio, Crisma
- 31 de maio: Corpo de Deus e Prof. de Fé, Festa do
- 2 de junho: encerramento da Catequese                                                                                                         - 9 e 10 de junho: 6º ano na Peregrinação das Crianças a Fátima
 
Ensaios e Preparação Próxima
De 14 a 19 de maio, catequese e ensaio na Igreja às 18h para os meninos da 1ª Comunhão.
De 21 a 26 de maio, catequese e ensaio na Igreja para os crismandos pelas 19h. 
De 21 a 30  de maio, catequese e ensaio no Centro Paroquial às 18,30h para os meninos Prof. de Fé.
Oportunamente será indicada a data das Confissõoes.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Não tenhas medo da santidade!

Mais vivos, mais humanos


-  Não tenhas medo da santidade. Não te tirará forças, nem vida nem alegria. Muito pelo contrário, porque chegarás a ser o que o Pai pensou quando te criou e serás fiel ao teu próprio ser. Depender d’Ele liberta-nos das escravidões e leva-nos a reconhecer a nossa dignidade. Isto vê-se em Santa Josefina Bakhita, que, «escravizada e vendida como escrava com apenas sete anos de idade, sofreu muito nas mãos de patrões cruéis. Apesar disso compreendeu a verdade profunda que Deus, e não o homem, é o verdadeiro Patrão de todos os seres humanos, de cada vida humana. Esta experiência torna-se fonte de grande sabedoria para esta humilde filha da África».

- Cada cristão, quanto mais se santifica, tanto mais fecundo se torna para o mundo. Assim nos ensinaram os Bispos da África ocidental: «Somos chamados, no espírito da nova evangelização, a ser evangelizados e a evangelizar através da promoção de todos os batizados para que assumam as suas tarefas como sal da terra e luz do mundo, onde quer que se encontrem».

-  Não tenhas medo de apontar para mais alto, de te deixares amar e libertar por Deus. Não tenhas medo de te deixares guiar pelo Espírito Santo. A santidade não te torna menos humano, porque é o encontro da tua fragilidade com a força da graça. No fundo, como dizia León Bloy, na vida «existe apenas uma tristeza: a de não ser santo». 
                                                       SOBRE A CHAMADA À SANTIDADE  NO MUNDO ATUAL

terça-feira, 10 de abril de 2018

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA GAUDETE ET EXSULTATEDO SANTO PADRE FRANCISCO

SOBRE A CHAMADA À SANTIDADE  NO MUNDO ATUAL
 
Leia AQUI o documento integral.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

A Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate”


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Foi hoje, dia 9 de abril, apresentada ao mundo a Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate”.

E o título “Gaudete et Exsultate” (Mt 5,12) é o eco da exortação de Jesus aos perseguidos e humilhados por mor do Evangelho. Com efeito, Ele “quer-nos santos e espera que não nos resignemos com uma vida medíocre, superficial e indecisa”, sendo que o chamamento à santidade está patente, em vários modos e lugares, desde as primeiras páginas da Bíblia.

O Papa adverte que a exortação não é um tratado sobre a santidade, mas tenta “fazer ressoar mais uma vez o chamamento à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades”.

***

Depois dos dois números introdutórios, o texto é distribuído por 177 números, organizados em 5 capítulos e com abundante aparato crítico baseado em muitos lugares teológicos.

Assim, o capítulo I – “O Chamamento à Santidade” fala-nos, com base em várias passagens bíblicas, dos grandes luzeiros dos cristãos, “Os santos que nos encorajam e acompanham”, relevando, “nos processos de beatificação e canonização”, “os sinais de heroicidade na prática das virtudes, o sacrifício da vida no martírio e também os casos em que se verificou um oferecimento da própria vida pelos outros, mantido até à morte”. Depois, apresenta “Os santos ao pé da porta” – os não beatificados ou canonizados, pois “o Espírito Santo derrama a santidade, por toda a parte”. Valoriza-se, assim, a santidade paciente e alegre do quotidiano.

Segue-se a asserção de que Deus é que toma a iniciativa: “O Senhor chama”. Chama a todos e a cada um, mas cada um deve seguir no seu caminho. No entanto, o Pontífice destaca o “génio feminino”, que se manifesta “em estilos femininos de santidade, indispensáveis para refletir a santidade de Deus neste mundo”, sobretudo “ em períodos em que as mulheres estiveram mais excluídas”. E Francisco pessoaliza o apelo quando afirma “A ti também”, pois, para ser santo não é preciso ser bispo, padre ou frade.

No âmbito do tópico “A tua missão em Cristo”, é referido que “para um cristão, não é possível imaginar a própria missão na terra sem a conceber como um caminho de santidade, porque esta é, na verdade, a vontade de Deus: a [nossa] santificação” (1Ts 4,3). Cada um deve “refletir e encarnar, num momento determinado da história, um aspeto do Evangelho”. Para tanto, há que perscrutar a vontade de Deus através da oração e tentar ler os sinais que Ele dá a cada um.

E “A atividade que santifica” é a vida em oração e em comunidade, mas também e sobretudo a assunção da atividade de cada dia em conformidade com a condição social e profissional.


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No Capítulo II – “Dois Inimigos Subtis da Santidade”, são selecionados como duas falsificações da santidade o gnosticismo e o pelagianismo, surgidos nos primeiros séculos do cristianismo, mas alarmante e sedutoramente recrudescentes na atualidade.

“O gnosticismo atual” supõe ‘uma fé fechada no subjetivismo’, “onde só interessa uma determinada experiência ou uma série de raciocínios e conhecimentos que supostamente confortam e iluminam, mas, em última instância, a pessoa fica enclausurada na imanência da sua própria razão ou dos seus sentimentos”. É “Uma mente sem Deus e sem carne.

O que faz e mede a perfeição da pessoa é o seu grau de caridade, não a quantidade de dados e conhecimentos que possa acumular. Ora, os gnósticos julgam os outros consoante conseguem, ou não, compreender a profundidade das doutrinas. É a mente “sem encarnação, incapaz de tocar a carne sofredora de Cristo nos outros”. E, ao desencarnarem o mistério, preferem “um Deus sem Cristo, um Cristo sem Igreja, uma Igreja sem povo”. Mas isto pode suceder na Igreja! É “Uma doutrina sem mistério”. Diz o Papa que o gnosticismo é uma das piores ideologias, pois, “ao mesmo tempo que exalta indevidamente o conhecimento ou uma determinada experiência, considera que a sua própria visão da realidade seja a perfeição”. Assim, “esta ideologia autoalimenta-se e torna-se ainda mais cega” e “particularmente enganadora, quando se disfarça de espiritualidade desencarnada”. A humidade intelectual deve abrir o nosso espírito para “Os limites da razão”. De facto, “só de forma muito pobre, chegamos a compreender a verdade que recebemos do Senhor; e, ainda com maior dificuldade, conseguimos expressá-la”.

Por seu turno, “O pelagianismo atual” surge em contraponto ao gnosticismo, atribuindo à vontade humana o que os gnósticos atribuem à inteligência. Esquece-se que “isto não depende de quem quer nem daquele que se esforça por alcançá-lo, mas de Deus que é misericordioso” (Rm 9,16) e que “nos amou primeiro” (1Jo 4,19). “Uma vontade sem humildade”, embora fale de Deus com belos discursos, “só confia nas suas próprias forças e sente-se superior aos outros por cumprir determinadas normas ou por ser irredutivelmente fiel” a um certo estilo católico.



Face a este panorama, há que recordar “O resumo da Lei”: Paulo diz que o que conta verdadeiramente é “a fé que atua pelo amor” (Gl 5,6). Somos chamados a cuidar solicitamente da caridade: “Quem ama o próximo cumpre plenamente a Lei. (...) Assim, é no amor que está o pleno cumprimento da lei” (Rm 13,8.10). “É que toda a Lei se resume neste único preceito: “Ama o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5,14).

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O capítulo III – “À Luz do Mestre” frisa que, em vez das múltiplas teorias e explicações, importa atentar na simplicidade das palavras de Jesus e acolher o seu modo de transmitir a verdade. Jesus explicou, com toda a simplicidade, o que é ser santo; fê-lo quando nos deixou as bem-aventuranças (cf Mt 5,3-12; Lc 6,20-23) – o bilhete de identidade do cristão. Nelas está delineado o rosto do Mestre, que somos chamados a deixar transparecer no quotidiano da vida.

E remaremos a “Contracorrente”, professando e cumprindo as bem-aventuranças:









E “A grande regra de comportamento” vem no capítulo 25 do Evangelho de Mateus (vv. 31-46). Jesus detém-se numa das bem-aventuranças: a que proclama felizes os misericordiosos. Se andamos à procura da santidade que agrada a Deus, neste texto encontramos precisamente uma regra de comportamento com base na qual seremos julgados:

“Tive fome e destes-Me de comer, tive sede e destes-Me de beber, era peregrino e recolhestes-Me, estava nu e destes-Me que vestir, adoeci e visitastes-Me, estive na prisão e fostes ter comigo” (25, 35-36).

Estaremos disponíveis para as obras de misericórdia “Por fidelidade ao Mestre”. No apelo a reconhecê-Lo nos pobres e atribulados, “revela-se o próprio coração de Cristo, os seus sentimentos e as suas opções mais profundas, com os quais se procura configurar todo o santo”.

Ele deixou-nos claro que a santidade não se pode compreender nem viver prescindindo destas suas exigências, porque a misericórdia é o “coração pulsante do Evangelho”.


Recorde-se que, sendo muito importante a oração e a Liturgia, “O culto que mais Lhe agrada” (a Deus) são as obras de misericórdia para com o próximo, como ensina São Tomás de Aquino: 

“Não praticamos o culto a Deus com sacrifícios e com ofertas exteriores para proveito d’Ele, mas para benefício nosso e do próximo: de facto, Ele não precisa dos nossos sacrifícios, mas quer que Lhos ofereçamos para nossa devoção e para utilidade do próximo. Por isso, a misericórdia, pela qual socorremos as carências alheias, ao favorecer mais diretamente a utilidade do próximo, é o sacrifício que mais Lhe agrada.”.

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O capítulo IV – “Algumas Caraterísticas da Santidade no Mundo Atual”

No quadro da santidade, as bem-aventuranças e Mateus 25, 31-46 relevam alguns traços espirituais indispensáveis para compreendermos o estilo de vida a que o Senhor nos chama. Para lá dos meios de santificação conhecidos – os diferentes métodos de oração, os sacramentos inestimáveis da Eucaristia e da Reconciliação, a oferta de sacrifícios, as várias formas de devoção, a direção espiritual e muitos outros –, Francisco fixa-se nalguns aspetos do chamamento à santidade, que tenham “uma ressonância especial”.

“Suportação, paciência e mansidão”. Permanecendo centrado, firme em Deus que ama e sustenta, é possível o cristão aguentar, suportar as contrariedades, as vicissitudes da vida e também as agressões dos outros, as suas infidelidades e defeitos: se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?” (Rm 8,31).

“Alegria e sentido de humor”. O santo é capaz de viver com alegria e sentido de humor. Sem perder o realismo, ilumina os outros com um espírito positivo e rico de esperança. Ser cristão é “alegria no Espírito Santo” (Rm 14,17), porque, “do amor de caridade, segue-se necessariamente a alegria. Os profetas anunciavam o tempo de Jesus como uma revelação da alegria (cf Is 12,6).

“Ousadia e ardor”. A santidade é ousadia, é impulso evangelizador que deixa uma marca neste mundo. Para isso ser possível, o próprio Jesus vem ao nosso encontro, repetindo-nos com serenidade e firmeza: “não temais!” (Mc 6,50). “Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28,20).

“Em comunidade”. É muito difícil lutar contra a própria concupiscência e contra as ciladas e tentações do demónio e do mundo egoísta, se estivermos isolados. A sedução com que nos bombardeiam é tal que, se estivermos demasiado sozinhos, facilmente perdemos o sentido da realidade, a clareza interior, e sucumbimos. Assim, a santificação é um caminho comunitário, que se deve fazer dois a dois. Em várias ocasiões, a Igreja canonizou comunidades inteiras, que viveram heroicamente o Evangelho ou ofereceram a Deus a vida de todos os seus membros. E o Papa dá vários exemplos.

“Em oração constante”. Por fim, anote-se que “a santidade é feita de abertura habitual à transcendência, que se expressa na oração e na adoração. O santo é uma pessoa com espírito orante, que tem necessidade de comunicar com Deus. É alguém que não suporta asfixiar-se na imanência fechada deste mundo e, no meio dos seus esforços e serviços, suspira por Deus, sai de si erguendo louvores e alarga os seus confins na contemplação do Senhor.

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O capítulo V – “Luta, Vigilância e Discernimento” acentua que a vida cristã é luta permanente que “requer força e coragem para resistir às tentações do demónio e anunciar o Evangelho” – luta magnífica, que leva a cantar vitória sempre que o Senhor triunfa na nossa vida.

“A luta e a vigilância” não dizem respeito só ao mundo e à mentalidade mundana, ou só à própria fragilidade e inclinações, mas também ao demónio, o príncipe do mal. Jesus celebra as nossas vitórias. Alegrava-Se quando os seus discípulos conseguiam fazer avançar o anúncio do Evangelho, superando a oposição do Maligno (cf Lc 10,18). A existência do príncipe das trevas é “Algo mais do que um mito”.

Por tudo, os cristãos devem estar “Despertos e confiantes”, resistindo iluminados pela Palavra e fortalecidos pela oração e sacramentos e atacando todos os focos que aninhem “A corrupção espiritual”. Por outro lado, é importante invocar o Espírito Santo e apurar a consciência com vista à consecução d’ “O discernimento”, para saber distinguir e eleger o que vem de Deus.

É “Uma necessidade imperiosa” esta capacitação e o seu exercício dever feito “Sempre à luz do Senhor”. O discernimento dos sinais é “Um dom sobrenatural”, que não exclui as sabedorias humanas, mas que deve ser obtido na disponibilidade para o Alto, “Fala, Senhor!”, como pedia Samuel, que o teu servo escuta.  

Embora, seja importante o contributo e disponibilidade da pessoa, a santidade e o discernimento dos sinais da vontade de Deus, que a enforma, cruzam-se na “Lógica do dom e da cruz”.

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“Gozar a vida” como nos convida a fazer o “consumismo hedonista” é o oposto do desejar dar glórias a Deus, que pede para nos “gastarmos” nas obras de misericórdia (cf GE 107-108). O caminho da santidade é vivido como caminho “em comunidade” e “em constante oração”, que chega à “contemplação”, não entendida como “evasão que nega o mundo que nos rodeia” (cf GE 147-152).

2018.04.09 – Louro de Carvalho