domingo, 6 de março de 2022

Papa oferece mediação da Santa Sé para travar guerra, denunciando «rios de sangue e de lágrimas»

 
O Papa condenou hoje a guerra na Ucrânia, falando de “rios de sangue e de lágrimas”, numa intervenção em que contrariou o discurso oficial da Rússia, que fala em “operação militar especial”.

“Não se trata apenas de uma operação militar, mas de guerra, que semeia morte, destruição e miséria”, denunciou, desde a janela do apartamento pontifício, no Vaticano.

Perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a recitação do ângelus, Francisco afirmou que, “na Ucrânia, correm rios de sangue e de lágrimas” e, após 11 dias de invasão russa, “as vítimas são cada vez mais numerosas, bem como as pessoas em fuga, especialmente mães e crianças”.

“Sobretudo, imploro que cessem os ataques armados e prevaleça a negociação, que prevaleça o bom senso, e se volte a respeitar o direito internacional”, apelou.

O Papa anunciou que a Santa Sé está disposta a “fazer de tudo” para mediar o conflito e “colocar-se ao serviço desta paz”.

A intervenção revelou que, nos últimos dias, foram à Ucrânia dois cardeais próximos de Francisco, “para servir o povo, para ajudar”.

Os responsáveis escolhidos foram o cardeal Konrad Krajewski, esmoler pontifício, “para levar ajuda aos mais necessitados”, e o cardeal Michael Czerny, prefeito interino do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Santa Sé).

Esta presença de dois cardeais, lá, é a presença não só do Papa mas de todo o povo cristão, que se quer aproximar e dizer: a guerra é uma loucura, parai por favor! Olhai para esta crueldade”.

Francisco renovou o seu “sentido apelo” para que se “assegurem realmente corredores humanitários”.

O Papa espera que “seja garantido e facilitado o acesso das ajudas às zonas sob assédio, para oferecer socorro vital a irmãos e irmãs oprimidos pelas bombas e pelo medo”.

“Nesse país martirizado cresce dramaticamente, de hora em hora, a necessidade de assistência humanitária”, acrescentou.

Francisco agradeceu a todos os que estão a acolher os refugiados e deixou uma palavra especial aos profissionais da comunicação social que se encontram no cenário de guerra.

“Gostaria de agradecer aos jornalistas, que para garantir a informação, colocam em risco a própria vida. Obrigado, irmãos e irmãs, por este vosso serviço”, disse, numa intervenção sublinhada pela multidão com uma salva de palmas.

“Um serviço que nos permite estar próximos do drama daquelas populações e perceber a crueldade de uma guerra. Obrigado, irmãos e irmãs”, prosseguiu.

O Papa concluiu com um apelo à oração pela paz na Ucrânia, destacando a presença de várias bandeiras do país, na Praça de São Pedro.

“Rezemos juntos, como irmãos, a Nossa Senhora, Rainha da Ucrânia”, pediu.

Mais de 1,5 milhões de pessoas saíram da Ucrânia para os países vizinhos em dez dias, segundo o Alto-Comissário da ONU para os Refugiados.

“Esta é a crise de refugiados de crescimento mais rápido na Europa desde a II Guerra Mundial”, escreveu Filippo Grandi, numa publicação na rede social Twitter.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar contra a Ucrânia, que tem provocado milhares de mortes, entre militares e civis, e elevados danos materiais.

Fonte: aqui

sexta-feira, 4 de março de 2022

Atividades catequéticas calendarizadas

 Na sequência da reunião de catequistas, que teve lugar em 4 de março, foi estabelecido

No dia 11 de março, na Igreja, Vigília de oração pela paz na Ucrânia com a presença dos catequizandos mais velhos.
Dia 12 de março, às 10h, os catequizandos do 7º ao 10º ano participam num encontrodo Srecretariado diocesano da Juventude, tendo em conta a preparação para a Jornada Mundial da Juventude.
Dia 9 de abril, Comunhão Pascal da Paróquia. Pede-se a melhor colaboração dos catequistas para a preparação dos catequizandos para a confissão. Claro, a partir dos que já fizeram a 1ª comunhão....
Dia 1 de maio, Dia da Mãe: festinha do Pai Nosso.
Durante o maio, MÊS de Maria, cada grupo de catequese dinamiza uma vez a oração do Mês de Maria
Dia 15 de maio, 14.30h, no Salão Grande do Centro Paroquial: reunião de TODOS os que vão ser crismados. Aí serão combinadas as acções de preparação para o Crisma.
Dia 29 de maio, 11 horas: Crisma.
Dia 30 de maio, às 18h: começa a preparação dos meninos que vão fazer a 1ª Comunhão. Às 18.30h, os pais destas crianças reunem com os catequistas dos filhos.
Dia 5 de junho, 11 horas: 1ª Comunhão.
Dia 8 de junho, às 18h, começa a preparação para os meninos que vão fazer a Profissão de Fé. Às 18.30hos, pais destes meninos reunem com os catequistas dos filhos.
Aos pais dos meninos da Prof. de Fé é-lhe solicitado que levem as alfais sagradas na Procissão do Corpo de Deus. Também as crianças da 1ª Comunhão devem participar nesta procissão.
Dia 10 de Junho, os catequiandos do 6º ,e 7º anos participam na Peregrinação das Crianças a Fátimas. Claro, se os pais autorizarem...
A catequeses termina para todos com a festa da Profissão de Fé.
INFORMAÇÃO: este ano, se Deus quiser, teremos a Comunhão Pascal da Paróquia e o Jubileu das Almas, todas as cerimónias da Semana Santa, a Visita Pascal, a novena e Festa de Santa Helena, a Procissão da Senhora de Fátima, etc...

quinta-feira, 3 de março de 2022

6 Março 2022 - 1º Domingo da Quaresma – Ano C

Leituras: aqui

1º Domingo da Quaresma

ENVOLVIDOS

Admonição inicial:

A Quaresma envolve-nos num caminho de conversão interior, que se pretende dê frutos também na vida
exterior. O quotidiano da nossa existência é exigente e desafiador. As propostas são muitas, e as respostas são, por vezes, ainda mais. Umas bastante assertivas e salvíficas. Outras um tanto obscuras e fraturantes.
O Evangelho deste domingo leva-nos aos primeiros dias da vida pública de Jesus, em que foi tentado pelodemónio. O nosso Bispo alerta-nos para a existência de alguns males entre nós que podemos considerar as novas tentações, “como a mentira, a calúnia, a insolência, a maledicência, a falta de temor de Deus, a perversão de sentido, males não menos contagiosos e letais, porque corroem e vão pouco a pouco minando e matando a alma” (nº1).
Portanto, este é o tempo da libertação e da misericórdia. Deus envolve-nos com o Seu amor e a Sua
infinita compaixão. Nós, ao sentirmo-nos envolvidos nessa ternura divina, temos de contagiar tudo e todos, para que muitos mais se sintam envolvidos pelo Amor que salva.(Colocar no monte calvário a palavra: ENVOLVIDOS) 

Reflexão

1º: Estamos na Quaresma de 2022!

2º: Mas que significa Quaresma?

3º: Quaresma quer dizer 40 dias de preparação para a principal festa dos cristãos, que é a Páscoa.

1. Sabemos que o tema do nosso ano pastoral são aquelas palavras que Jesus pronunciou no Jardim das Oliveiras, imediatamente antes de ser entregue por Judas e preso pelos soldados.

2: Recordai-nos essas palavras de Jesus:

1º e 3º: “Levantai-vos! Vamos!”

1º: Levantai-vos do banco do pecado, do egoísmo, da falsidade, do rancor, da maldade, da indiferença religiosa. Destes e de outros bancos que, parecendo fofos, nos entorpeçam e paralisam os nervos do coração e da vida.

2º: E vamos para onde?

3º: Vamos para onde Jesus nos levar. E tenhamos a certeza: Ele sabe o caminho de cor e salteado. Ele não Se engana nem nos engana.

Todos: “Levantai-vos! Vamos!”

1º: No Evangelho desta Eucaristia, Jesus levantou-se e partiu para o deserto. Aí jejuou durante 40 dias e foi tentado pelo Diabo.

2º: O Diabo usou todas as artimanhas para tentar Jesus. Mas Jesus venceu o tentador.

3º: Pois, Quaresma é tempo de conversão, de mudar de vida, de vencermos as tentações do mal, para que o nosso coração se pareça com o coração bonito de Jesus. A conversão, a mudança de vida, só depende de cada um de nós. Só cada um a pode fazer. Está disposto a converter-se???

Todos: Quaresma é tempo de conversão, que se manifesta na oração, no jejum e na renúncia.

1º: Diz a 2ª Leitura: «Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido». A 1ª Leitura indica o caminho: “Colocarás diante do Senhor teu Deus as primícias dos frutos da terra e te prostrarás diante do Senhor teu Deus».

2º: Quaresma é tempo de oração mais intensa, para escutarmos a Palavra de Deus, conhecermos melhor o Seu projeto para a nossa vida, suplicarmos o Seu perdão, confiarmos ao Senhor os nossos profundos desejos, a vontade de sermos bons e generosos. 

3º: Precisamos de Deus como de pão para a boca!  Deus é o primeiro, o mais importante.  Qual é o seu compromisso de oração para esta Quaresma?

Todos: Quaresma é tempo de conversão, que se manifesta na oração, no jejum e na renúncia.

1º: Quem tem a ver esta caixinha que está aqui ao pé do altar com a Quaresma?

2º: É a caixa da renúncia quaresmal. É o nosso altar do amor ao próximo. Aqui vamos colocar o que poupamos com as coisas a que renunciamos para ajudar os que mais precisam por esse mundo fora.

3º: Quando renunciamos a coisas a que tínhamos todo o direito para poder ajudar quem precisa, é um gesto belíssimo de amor.

Todos: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei, diz o Senhor.

1º: Quaresma é tempo de jejum e de abstinência. Como vimos no Evangelho, Jesus jejuou durante 40 dias.

2º:  O preceito da abstinência obriga os fiéis a partir dos 14 anos completos. O preceito do jejum obriga os fiéis que tenham feito 18 anos até terem completado os 59. Mas os mais novos e os velhinhos também devem fazer abstinência e jejum de acordo com a sua idade e saúde.

3º: Abstinência: em cada sexta-feira da Quaresma evitemos comer carne. Mas, nesta Quaresma, façamos abstinência de palavras ofensivas, de gestos de egoísmo, de falar mal dos outros, de atitudes violentas, de julgamentos falsos…. Jejum é a forma de penitência que consiste na privação de alimentos. Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa são dias de jejum e abstinência. Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições. Mas, nesta Quaresma, façamos jejum de palavras feias e de má educação, de atitudes de indiferença em relação a Deus e aos irmãos, de gestos de soberba e arrogância, de sentimentos de ódio e de vingança, de preguiça e comodismo…

Todos: Quaresma é o tempo da libertação e da misericórdia. Deus envolve-nos com o Seu amor e a Sua

infinita compaixão.

1º: Envolvidos num caminho de conversão interior, que se pretende dê frutos também na vida

exterior.

2º: Envolvidos no amor e na infinita compaixão de Deus, confiemos n’Ele, rezemos-Lhe nesta Quaresma de forma especial.

3º: Envolvidos pela caridade e pela liberdade de Deus, amemos os irmãos carenciados com gestos de renúncia e façamos jejum e abstinência que nos libertam das coisas que nos prendem.

1ª, 2º, 3º: Levantai-vos! Vamos! Percorramos com Cristo a Quaresma. Para com Cristo ressuscitarmos na Páscoa!

VISITAS PASCAIS REGRESSAM NA PÁSCOA

 A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) divulgou novas orientações para o culto e atividades pastorais, prevendo, entre outras medidas, a possibilidade de se realizar a tradicional visita pascal, suspensa desde 2020.

quarta-feira, 2 de março de 2022

Mensagem do nosso Bispo para esta Quaresma.

Debulha o teu grão, reparte o teu pão, olha para Deus com gratidão

 


1. Estamos outra vez, caríssimos irmãos e irmãs, a atravessar tempos difíceis, frios e sombrios. Como se não bastassem as chagas a sangrar da pandemia da Covid-19 com que temos ainda de lidar, eis-nos já a braços com os tresloucados desvarios que de tempos-a-tempos assolam a nossa pobre humanidade, e trazem à tona a doença de chegarmos a pensar que somos deuses, no pior sentido, isto é, tiranos e prepotentes, senhores do mundo, senhores dos outros e de tudo! Maus e mais ou menos imortais, assim pensamos, podemos matar e destruir, pois tudo o que há para além de nós não passa de lixo e de estorvo!

 

2. O Livro do Apocalipse bem nos lembra, com vigorosas imagens, que todos os nossos impérios caem: «Ai, ai, ó grande cidade! Vestias linho puro, púrpura e escarlate, e adornavas-te com ouro, pedras preciosas e pérolas: numa só hora tanta riqueza foi reduzida a nada!». A citação é do Capítulo 18, versículos 16-17, mas todo o Capítulo 18 repete, com ligeiras variantes, este refrão. O Apocalipse fala assim do destino de Roma (a que chama Babilónia) e de todas as “Roma” de todos os tempos, tenham lá o nome que tiverem.

 

3. A mim, como teu bispo, é imperioso que te lembre, meu irmão, minha irmã, que estamos também outra vez a entrar no tempo da Quaresma, que é um tempo favorável que Deus nos dá para abrirmos caminhos novos de amor e de paz dentro de nós. As coisas do mundo não podem alimentar-te nem encher de perfume a tua vida. A tua alegria não está entre as coisas passageiras. Relâmpagos, tempestades, terramotos, sons e vozes da terra são estrangeiros para ti. Tu, meu irmão a tempo inteiro, não deixes de sentir os pés no chão do terreiro, mas mantém também a cabeça no céu, ao léu, para poderes ouvir sempre bem a voz de Deus, e ver bem, belo e bom, para tirar o argueiro da vista do teu irmão e companheiro. Que o ódio e a violência nunca tomem conta do teu coração. Que o teu coração seja habitação de paz. Que nunca te seduza o som das espingardas. Debulha o teu grão, reparte o teu pão, olha para Deus com gratidão. Tens a quaresma e o ano inteiro para encher de amor o teu celeiro. Não tenhas medo do nevoeiro. Que todos os dias haja misericórdia no teu coração e nos teus gestos. Que o Senhor seja a tua Luz, meu irmão e irmão de Jesus.

 

4. Caríssimos irmãos e irmãs, o tempo da Quaresma é o tempo da conversão, o tempo da sementeira, em que Deus lança em nós novas sementes para que nasça em nós uma nova plantação, um novo coração, atento a Deus e aberto aos nossos irmãos mais necessitados. É por isso que em cada Quaresma que passa somos chamados a renovar o esforço da nossa Caridade, que se traduz na oferta da nossa esmola quaresmal. Costuma chamar-se a este esforço da nossa Caridade renúncia quaresmal, que por amor oferecemos no Ofertório do Domingo de Ramos na Paixão do Senhor.

 

5. Quero voltar a informar (já o fiz o ano passado) as comunidades da nossa Diocese de Lamego que a Coleta da esmola da nossa Caridade quaresmal relativa ao ano de 2020 praticamente não se chegou a realizar por estarem as nossas igrejas encerradas ao culto devido à pandemia. Todavia, recolheram-se 1.339,20 euros. O principal destino da Coleta eram os nossos irmãos sofridos da Diocese de Alepo dos Maronitas, na Síria, e seguiria para o seu Arcebispo D. Joseph Tobji. Como o valor reunido era baixo, anunciei, no princípio da Quaresma passada (2021), que daríamos o mesmo destino do ano anterior à esmola da nossa Caridade quaresmal recolhida em 2021. Não obstante o clima ainda ser de pandemia, as igrejas já se encontravam abertas ao culto, e conseguimos reunir perto de 10.000,00 euros, quantitativo que já seguiu para a Nunciatura Apostólica na Síria, que o fará chegar às mãos do D. Joseph Tobji, Arcebispo da martirizada Diocese de Alepo dos Maronitas, na Síria.

 

6. Neste ano e nesta Quaresma de 2022, apelo a todos os meus irmãos espalhados pelas Paróquias da nossa Diocese, que nos sintamos comprometidos com três situações a necessitar do nosso apoio e onde trabalham missionários oriundos da nossa Diocese de Lamego: 1) vamos apoiar a construção de um Jardim de Infância e de uma Casa de Formação para Crianças e Jovens, em Laleia (Timor Leste), onde está a trabalhar a Ir. FELISMINA PEDRO, das Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, e que é natural de S. João da Pesqueira; 2) vamos apoiar melhoramentos necessários na Paróquia de S. Kisito de Begou, Diocese de Sarh, no Chade, onde trabalha o Rev.do P. LEONEL CLARO, missionário Comboniano, natural de S. Pedro de Penude; 3) vamos apoiar as necessidades de D. MANUEL ANTÓNIO, Bispo da Diocese de S. Tomé e Príncipe, e também ele oriundo do chão da nossa Diocese de Lamego. O anúncio do destino da nossa Caridade Quaresmal será feito, como de costume, em todas as igrejas da nossa Diocese no Domingo I da Quaresma, realizando-se a Coleta no Domingo de Ramos na Paixão do Senhor.

 

7. No início desta caminhada quaresmal rumo à Páscoa do Senhor, saúdo com afeto e alegria todos os meus irmãos e irmãs espalhados pelas paróquias da nossa Diocese. Todos mesmo, desde os mais velhinhos até aos mais pequenos. Ver-nos-emos logo que possível. Entretanto, a todos desejo, do fundo do meu coração, saúde, paz, paciência, resistência, e que a ninguém falte a graça de Deus e a mão fraterna de um irmão.

 

 

Lamego, 02 de março de 2022, Quarta-Feira de Cinzas

 

Na certeza da minha oração e comunhão convosco, a todos vos abraça o vosso bispo e irmão, + António


terça-feira, 1 de março de 2022

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Estas novas orientações substituem as que foram emitidas entre 8 de maio de 2020 e 11 de janeiro de 2022.

 Conferência Episcopal Portuguesa – Orientações para o Culto e atividades pastorais

Veja aqui

domingo, 27 de fevereiro de 2022

sábado, 26 de fevereiro de 2022

TAROUCA - CRIANÇAS DA CATEQUESE FAZEM CORDÂO HUMANO E REZAM PELA PAZ NA UCRÂNIA

 

Hoje, ao fim da catequese e antes da Eucaristia, na rua, os catequizanos fizeram um cordão humano, rezando pela paz na Ucrânia.
Gesto belíssimo!
Parabéns
aos pequenos e seus catequistas.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2022

«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).

aqui

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

27 Fevereiro 2022 - 08º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Leituras: aqui

Mãe da Paz, que sabeis o que significa apertar nos braços o corpo morto do Filho, d’Aquele a Quem destes a vida, poupai a todas as mães desta terra a morte dos seus filhos, os tormentos, a escravidão, a destruição da guerra, as perseguições, os campos de concentração, as prisões!

Conservai-lhes a alegria do nascimento, da sustentação, do desenvolvimento da humanidade e da sua vida.

Em nome desta vida, em nome do nascimento do Senhor, implorai conosco pela paz e pela justiça no mundo.

Mãe da Paz, em toda a beleza e majestade da Vossa maternidade, que a Igreja exalta e o mundo admira, nós vos pedimos: estejais conosco a cada momento.

Amém!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Papa convoca jornada mundial de jejum pela paz, a 2 de março, e pede proteção divina contra a «loucura da guerra»

Papa lamenta agravamento do conflito na Ucrânia, alertando para «cenários cada vez mais alarmantes»

O Papa lamentou hoje no Vaticano o agravamento do conflito na Ucrânia, alertando para cenários “alarmantes” que colocam em causa a paz mundial.

“Sinto uma grande dor no coração pelo agravamento da situação na Ucrânia. Apesar dos esforços diplomáticos das últimas semanas, estão a abrir-se cenários cada vez mais alarmantes”, disse, no final da audiência pública semanal que decorreu no Vaticano.

Esta segunda-feira, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu os regimes separatistas de Lugansk e Donetsk no leste da Ucrânia, avançando com a colocação de tropas russas nestes territórios, justificando a decisão com a necessidade de “manutenção da paz”.

Francisco mostrou-se preocupado com os últimos desenvolvimentos, considerando que “a paz de todos está ameaçada por interesses particulares”.

“Como eu, muita gente em todo o mundo sente angústia e preocupação”, acrescentou.

Quero apelar a quantos têm responsabilidade políticas, para que façam um sério exame de consciência diante de Deus, que é o Deus da paz e não da guerra, é Pai de todos, não só de alguns, que nos quer irmãos e não inimigos”.

O Papa pediu a todas partes envolvidas que se abstenham de “qualquer ação que possa provocar ainda mais sofrimento à população, destabilizando a convivência entre as nações e desacreditando o direito internacional”.

Dirigindo-se a crentes e não-crentes, Francisco convidou todos a fazer do próximo dia 2 de março, Quarta-feira de Cinzas no calendário católico, uma “jornada de jejum pela paz”.

“Jesus ensinou-nos que, à insensatez diabólica da violência, se responde com as armas de Deus, com a oração e o jejum”, explicou.

Foto: Vatican Media

O Papa encorajou de forma especial os crentes, para que, neste dia, “se dediquem intensamente à oração e ao jejum”.

“Que a Rainha da Paz preserve o mundo da loucura da guerra”, concluiu.

Francisco tinha convocado uma jornada mundial de oração pela paz na Ucrânia, a 26 de janeiro.

A Rússia é acusada de instigar o conflito no território ucraniano, palco de uma guerra com oito anos, na sequência da anexação russa da península ucraniana da Crimeia.

Moscovo considera que as autoridades de Kiev desrespeitam os acordos de paz de Minsk (2015), sobre o conflito que opõe a Ucrânia aos separatistas pró-russos.

Fonte: aqui

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

A Diocese de Lamego promoveu um encontro dos Comités Organizadores Paroquiais (COP) para a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

A Diocese de Lamego promoveu um encontro dos Comités Organizadores Paroquiais (COP) para a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), assumindo a intenção de colocar o território no percurso do evento internacional de 2023.

‘A tua jornada começa aqui’, refere um outdoor, colocado este domingo no centro da cidade, para convidar à preparação e participação na JMJ 2023, que vai decorrer em Lisboa de 1 a 6 de agosto do próximo ano.

Veja aqui

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

domingo, 13 de fevereiro de 2022

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

AÍ ESTÁ O SOPÉ DA MONTANHA!

Está a chegar o Sopé da Montanha!
Acolha-o e ajude outros a acolhê-lo!
Ler, assinar e divulgar o jornal
é um ato cultural e um valor cívico.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas

  O Papa Francisco disse hoje que “cuidar, juntos, homens e mulheres” é o apelo deste Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, afirmando que “reconhecer a dignidade de cada pessoa é o primeiro ato de cuidado”.

“Cuidar, juntos, homens e mulheres, é o apelo deste Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas: Juntos podemos fazer crescer uma economia do cuidado e combater com todas as forças toda forma de exploração do tráfico de pessoas”, afirmou o Papa numa mensagem enviada à Agência ECCLESIA.

A Igreja Católica promove esta terça-feira o Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Seres Humanos, este ano com o tema ‘A força do cuidado – mulheres, economia, tráfico de pessoas’, promovendo uma maratona online à qual o Papa se associou.

Esta jornada é promovida pela União Internacional das Superioras Gerais (UISG) e pela União dos Superiores Gerais (USG), e coordenado pela rede ‘Talitha Kum’, em colaboração com organizações nacionais e internacionais.

O Papa reafirmou que “tráfico de pessoas é violência” e incentivou a avançar “na luta contra o tráfico de pessoas e toda forma de escravidão e exploração”.

“Convido todos a manterem viva a indignação – manter viva a indignação! E todos os dias encontrar forças para se comprometerem com determinação nesta frente: Não tenham medo diante da arrogância da violência, não se rendam à corrupção do dinheiro e do poder”, apelou.

Francisco explicou que o tema deste dia mundial convida a considerar a condição de mulheres e meninas, “submetidas a várias formas de exploração”, através de casamentos forçados, escravidão doméstica e no trabalho.

“Milhares de mulheres e meninas que são traficadas todos os anos denunciam as consequências dramáticas dos modelos relacionais baseados na discriminação e submissão”, realçou.

O Papa observou que a organização das sociedades em todo o mundo “ainda está longe de refletir claramente” que “as mulheres têm a mesma dignidade e direitos dos homens”.

Francisco destacou que há muitas mulheres que têm a coragem de “se rebelar contra a violência” e os homens também são chamados a isso, “a dizer não a toda violência, inclusive contra as mulheres e meninas”.

“Juntos, podemos e devemos lutar para que os direitos humanos se expressem de forma específica, no respeito à diversidade e no reconhecimento da dignidade de cada pessoa, tendo no coração de forma particular aqueles que são prejudicados nos seus direitos fundamentais”, desenvolveu.

O Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas realiza-se na celebração litúrgica de Santa Bakhita, religiosa sudanesa que em criança foi raptada e escravizada mas “mostra o caminho para a transformação”.

“A sua vida diz-nos que a mudança é possível quando nos deixamos transformar pelo cuidado que Deus tem por cada um de nós. É o cuidado da misericórdia, é o cuidado do amor que nos transforma profundamente e nos torna capazes de acolher os outros como irmãos e irmãs”, salientou o Papa.

Segundo Francisco, “reconhecer a dignidade de cada pessoa é o primeiro ato de cuidado” e cuidar faz bem a todos, a quem dá e a quem recebe, “porque não é uma ação unidirecional, mas gera reciprocidade”, como Deus cuidou de Josefina Bakhita, acompanhando-a no processo de cura das feridas causadas pela escravidão.

Na sua mensagem, o Papa encorajou todas as mulheres e meninas que se comprometem “com a transformação e o cuidado, na escola, na família e na sociedade” e cada homem e cada menino “a não ficar de fora desse processo de transformação”, como o Bom Samaritano.

Além da maratona de oração online, está a decorrer uma ação de sensibilização através da rede social Twitter, com o marcador #PrayAgainstTrafficking, e é recomendado que as várias comunidades e movimentos católicos promovam momentos específicos dedicados ao tema.

Vídeo: aqui

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO PARA O XXX DIA MUNDIAL DO DOENTE

 DIA MUNDIAL DO DOENTE

Queridos irmãos e irmãs!

Há trinta anos, São João Paulo II instituiu o Dia Mundial do Doente para sensibilizar o povo de Deus, as instituições sanitárias católicas e a sociedade civil para a solicitude com os enfermos e quantos cuidam deles [1].

Agradecemos ao Senhor o caminho feito durante estes anos nas Igrejas particulares de todo o mundo. Já se deram muitos passos em frente, mas há ainda um longo caminho a percorrer para garantir a todos os doentes, mesmo nos lugares e situações de maior pobreza e marginalização, os cuidados de saúde, de que necessitam, e também o devido acompanhamento pastoral para conseguirem viver o período da doença unidos a Cristo crucificado e ressuscitado. Que o XXX Dia Mundial do Doente – por causa da pandemia, a sua celebração culminante não poderá ter lugar em Arequipa, no Perú, mas vai realizar-se na Basílica de São Pedro, no Vaticano – nos ajude a crescer na proximidade e no serviço às pessoas enfermas e às suas famílias.

1. Misericordiosos como o Pai

O tema escolhido para este trigésimo Dia Mundial – «Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36) – faz-nos, antes de mais nada, voltar o olhar para Deus, «rico em misericórdia» (Ef 2, 4), que olha sempre para os seus filhos com amor de pai, mesmo quando se afastam d’Ele. Com efeito a misericórdia é, por excelência, o nome de Deus, que expressa a sua natureza não como um sentimento ocasional, mas como força presente em tudo o que Ele faz. É conjuntamente força e ternura. Por isso podemos dizer, cheios de maravilha e gratidão, que a misericórdia de Deus tem nela mesma tanto a dimensão da paternidade como a da maternidade (cf. Is 49, 15), porque Ele cuida de nós com a força dum pai e com a ternura duma mãe, sempre desejoso de nos dar vida nova no Espírito Santo.

2. Jesus, misericórdia do Pai

Suprema testemunha do amor misericordioso do Pai para com os enfermos é o seu Filho unigénito. Quantas vezes os Evangelhos nos narram os encontros de Jesus com pessoas que sofriam de várias doenças! Ele «começou a percorrer toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando entre o povo todas as doenças e enfermidades» (Mt 4, 23). Podemos perguntar-nos: Porquê esta atenção particular de Jesus para com os doentes, a ponto da mesma se tornar também a atividade principal na missão dos apóstolos, enviados pelo Mestre a anunciar o Evangelho e curar os enfermos (cf. Lc 9, 2)?

Um pensador do século XX sugere-nos uma razão: «A dor isola duma forma absoluta e é deste isolamento absoluto que nasce o apelo ao outro, a invocação ao outro» [2]. Quando uma pessoa experimenta na própria carne fragilidade e sofrimento por causa da doença, também o seu coração se sente acabrunhado, cresce o medo, multiplicam-se as dúvidas, torna-se mais impelente a questão sobre o sentido de tudo o que está a acontecer. A propósito, como não recordar os numerosos enfermos que, durante este tempo de pandemia, viveram a última parte da sua existência na solidão duma Unidade de Terapia Intensiva, certamente cuidados por generosos profissionais de saúde, mas longe dos afetos mais queridos e das pessoas mais importantes da sua vida terrena? Daqui vemos a importância de se ter ao lado testemunhas da caridade de Deus, que a exemplo de Jesus, misericórdia do Pai, derramem sobre as feridas dos enfermos o óleo da consolação e o vinho da esperança [3].

3. Tocar a carne sofredora de Cristo

O convite de Jesus a ser misericordiosos como o Pai adquire um significado particular para os profissionais de saúde. Penso nos médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, auxiliares e cuidadores dos enfermos, bem como nos numerosos voluntários que doam tempo precioso a quem sofre. Queridos profissionais da saúde, o vosso serviço junto dos doentes, realizado com amor e competência, ultrapassa os limites da profissão para se tornar uma missão. As vossas mãos que tocam a carne sofredora de Cristo podem ser sinal das mãos misericordiosas do Pai. Permanecei cientes da grande dignidade da vossa profissão e também da responsabilidade que ela acarreta.

Bendizemos o Senhor pelos progressos que a ciência médica realizou sobretudo nestes últimos tempos; as novas tecnologias permitiram dispor de vias terapêuticas de grande utilidade para os doentes; a pesquisa continua a dar a sua valiosa contribuição para derrotar velhas e novas patologias; a medicina de reabilitação desenvolveu notavelmente os seus conhecimentos e competências. Tudo isso, porém, não deve jamais fazer esquecer a singularidade de cada doente, com a sua dignidade e as suas fragilidades [4]. O doente é sempre mais importante do que a sua doença, e por isso qualquer abordagem terapêutica não pode prescindir da escuta do paciente, da sua história, das suas ansiedades, dos seus medos. Mesmo quando não se pode curar, sempre é possível tratar, consolar e fazer sentir à pessoa uma proximidade que demonstre mais interesse por ela do que pela sua patologia. Espero, pois, que os percursos de formação dos operadores da saúde sejam capazes de os habilitar para a escuta e a dimensão relacional.

4. Os lugares de tratamento, casas de misericórdia

O Dia Mundial do Doente é ocasião propícia também para determos a nossa atenção nos lugares de tratamento. A misericórdia para com os enfermos levou a comunidade cristã a abrir, no decorrer dos séculos, inúmeras «estalagens do bom samaritano» (cf. Lc 10, 34), onde pudessem ser acolhidos e tratados doentes de todo o género, sobretudo aqueles que, por indigência, pela exclusão social ou pelas dificuldades no tratamento dalgumas patologias, não encontravam resposta ao seu pedido de saúde. Em tais situações, são sobretudo as crianças, os idosos e as pessoas mais fragilizadas que pagam o preço mais alto. Misericordiosos como o Pai, muitos missionários acompanharam o anúncio do Evangelho com a construção de hospitais, dispensários e lugares de tratamento. São obras preciosas, através das quais se concretizou a caridade cristã e se tornou mais credível o amor de Cristo, testemunhado pelos seus discípulos. Penso sobretudo nas populações das zonas mais pobres da Terra, onde por vezes é necessário percorrer longas distâncias para encontrar centros de tratamento que, embora com recursos limitados, oferecem tudo o que têm disponível. Ainda há um longo caminho a percorrer e, nalguns países, receber adequados tratamentos continua a ser um luxo. Testemunha-o, por exemplo, a escassa disponibilidade, nos países mais pobres, de vacinas contra a Covid-19 e ainda mais a falta de tratamentos para patologias que requerem medicamentos muito mais simples.

Neste contexto, desejo reafirmar a importância das instituições sanitárias católicas: são um tesouro precioso que deve ser preservado e sustentado; a sua presença caraterizou a história da Igreja pela sua proximidade aos doentes mais pobres e às situações mais esquecidas [5]. Quantos fundadores de famílias religiosas souberam ouvir o clamor de irmãos e irmãs privados de acesso aos tratamentos ou mal atendidos, prodigalizando-se ao seu serviço! Ainda hoje, mesmo nos países mais desenvolvidos, a sua presença é uma bênção, porque, além de cuidar do corpo com toda a competência necessária, sempre podem oferecer também aquela caridade cujo centro da atenção são os doentes e os seus familiares. Numa época em que se difundiu a cultura do descarte e nem sempre se reconhece a vida como digna de ser acolhida e vivida, estas estruturas, como casas da misericórdia, podem ser exemplares na salvaguarda e no cuidado de cada existência, mesmo a mais frágil, desde o próprio início até ao seu termo natural.

5. A misericórdia pastoral: presença e proximidade

No caminho feito ao longo destes trinta anos, a própria pastoral da saúde viu o seu serviço ser cada vez mais reconhecido como indispensável. Na verdade, se a pior discriminação sofrida pelos pobres – e os doentes são pobres de saúde – é a falta dos cuidados espirituais, não podemos exonerar-nos de lhes oferecer a proximidade de Deus, a sua bênção, a sua Palavra, a celebração dos Sacramentos e a proposta dum caminho de crescimento e amadurecimento na fé [6]. A propósito, gostaria de lembrar que a proximidade aos enfermos e o seu cuidado pastoral não competem apenas a alguns ministros especificamente deputados para o efeito; visitar os enfermos é um convite feito por Cristo a todos os seus discípulos. Quantos doentes e quantas pessoas idosas há que vivem em casa e esperam por uma visita! O ministério da consolação é tarefa de todo o batizado, recordando-se das palavras de Jesus: «Estive doente e visitastes-Me» ( Mt 25, 36).

Queridos irmãos e irmãs, à intercessão de Maria, Saúde dos Enfermos, confio todos os doentes e as suas famílias. Unidos a Cristo, que carrega sobre Si o sofrimento do mundo, possam encontrar sentido, consolação e confiança. Rezo por todos os profissionais de saúde para que, ricos em misericórdia, ofereçam aos pacientes, juntamente com os tratamentos devidos, a sua proximidade fraterna.

De coração, a todos concedo a Bênção Apostólica.

Roma, São João de Latrão, na Memória de Nossa Senhora de Loreto, 10 de dezembro de 2021.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Pelas religiosas e consagradas – O Vídeo do Papa 02 – Fevereiro de 2022

Será que sabemos realmente tudo o que as religiosas e leigas consagradas fazem na Igreja? Como diz o Papa Francisco, “não se pode compreender a Igreja sem elas”. Elas não são apenas catequistas, teólogas e diretoras espirituais, mas também “trabalham especialmente junto dos pobres, dos marginalizados, de todos os que estão escravizados pelos traficantes”. Em seu vídeo para este mês, o Papa faz um pedido para que elas continuem encontrando novas respostas para os desafios do tempo atual e lhes agradece por quem são, pelo que fazem e pelo modo como o fazem. "Este mês, rezaremos de maneira especial pelas mulheres religiosas e as mulheres consagradas. O que seria da Igreja sem as religiosas e as leigas consagradas? Não se pode compreender a Igreja sem elas. Encorajo todas as consagradas a discernir e a escolher o que convém para a sua missão diante dos desafios do mundo em que vivemos. Exorto-as a continuar trabalhando especialmente junto dos pobres, dos marginalizados, de todos os que estão escravizados pelos traficantes; peço-vos especificamente que atuem sobre estes problemas. E rezemos para que mostrem a beleza do amor e da compaixão de Deus como catequistas, teólogas, acompanhantes espirituais. Convido-as a lutar quando, em alguns casos, são tratadas injustamente, mesmo dentro da Igreja; quando o seu serviço, que é tão grande, é reduzido à servidão. E às vezes por homens da Igreja. Não desanimem. Continuem dando a conhecer a bondade de Deus através das obras apostólicas que fazem. Mas sobretudo, através do testemunho da consagração. Rezemos pelas mulheres religiosas e consagradas, agradecendo-lhes a sua missão e a sua coragem, para que continuem a encontrar novas respostas aos desafios do nosso tempo. Obrigado por quem são, pelo que fazem e pelo modo como o fazem."

Catecismo da Igreja online

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