sábado, 8 de março de 2014

AS TENTAÇÕES DE JESUS E AS NOSSAS TENTAÇÕES

Foto: AS TENTAÇÕES DE JESUS
E AS NOSSAS TENTAÇÕES

Perguntemo-nos hoje: a tentação, toda e qualquer tentação, de onde vem? Como age dentro de nós? Não vem de Deus, mas das nossas debilidades interiores, das feridas que deixou em nós o pecado original. Diríamos que toda a tentação tem três caraterísticas: cresce, contagia e justifica-se (cf. Papa Francisco, meditação matutina, 18 de fevereiro 2014)!

 Inicialmente, a tentação começa com um certo ar tranquilizador, como se não houvesse mal nenhum, naquilo que se pensa fazer… mas depois cresce como o joio, no meio do trigo (Mt 13, 24-30), sem que praticamente nos demos conta disso! Cresce, cresce, cresce. E se não a bloquearmos, a tentação invade tudo e acaba por nos dominar totalmente, como uma espécie de obsessão, que nos enreda! 

 Depois vem o contágio. A tentação cresce, mas não gosta da solidão; portanto procura companhia, contagia outro, arrasta outros e assim acumula pessoas…

 Outro aspeto é a justificação. Para estarmos mais tranquilos, justificamo-nos. A tentação justifica-se, desde sempre, desde o pecado original, quando Adão passa a culpa a Eva, por esta o ter convencido a comer o fruto proibido. Pelo contrário, a primeira coisa que devíamos fazer não é passar a culpa a outro, mas é pedir humildemente perdão a Deus, pedir desculpa ao irmão.


Perguntemo-nos hoje: a tentação, toda e qualquer tentação, de onde vem? Como age dentro de nós? Não vem de Deus, mas das nossas debilidades interiores, das feridas que deixou em nós o pecado orig...inal. Diríamos que toda a tentação tem três caraterísticas: cresce, contagia e justifica-se (cf. Papa Francisco, meditação matutina, 18 de fevereiro 2014)!

Inicialmente, a tentação começa com um certo ar tranquilizador, como se não houvesse mal nenhum, naquilo que se pensa fazer… mas depois cresce como o joio, no meio do trigo (Mt 13, 24-30), sem que praticamente nos demos conta disso! Cresce, cresce, cresce. E se não a bloquearmos, a tentação invade tudo e acaba por nos dominar totalmente, como uma espécie de obsessão, que nos enreda!

Depois vem o contágio. A tentação cresce, mas não gosta da solidão; portanto procura companhia, contagia outro, arrasta outros e assim acumula pessoas…

Outro aspeto é a justificação. Para estarmos mais tranquilos, justificamo-nos. A tentação justifica-se, desde sempre, desde o pecado original, quando Adão passa a culpa a Eva, por esta o ter convencido a comer o fruto proibido. Pelo contrário, a primeira coisa que devíamos fazer não é passar a culpa a outro, mas é pedir humildemente perdão a Deus, pedir desculpa ao irmão.

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