MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES
Veja aqui
sábado, 19 de outubro de 2013
“Uma Igreja que se fecha no passado, trai sua própria identidade”, afirma Francisco
“Uma Igreja que se fecha no passado, trai sua própria identidade”. Esta foi a síntese da catequese de Francisco (foto). nesta quarta-feira. Uma catequese para multidões, como já vem sendo habitual. As quartas-feiras e domingos parecem uma festa perene na Cidade Eterna. Não importa se chove ou se arde o sol, como nesta manhã na Praça de São Pedro: são dezenas de milhares os que enchem a maior praça da Cristandade.
| Fonte: aqui |
O tempo não existe para Francisco. Sempre se detém para saudar as crianças, doentes e anciãos. São quase vinte minutos os dedicados pelo Papa para rodear a praça, beijar as crianças e contemplar qualquer pequeno detalhe, como a chupeta de um pequeno, que caiu quando foi beijado, lançando-se a chorar desconsolado. Juntando bilhetes que lhe chegam e arregalando os olhos diante de algum conhecido (de Rosário, de Entrerríos, Buenos Aires...). Até trocando o solidéu que lhe presentearam alguns jovens.
Já na catequese, a leitura do dia foi a do apóstolo São Paulo aos Efésios: “Já não sois estrangeiros, mas membros da família de Deus”. Muito atual num momento em que ainda ressoam os nomes surdos de tantos mortos em Lampedusa. E Francisco aproveitou para falar da necessidade de que a Igreja seja “apostólica”, porque demonstra, “com as palavras e com a própria vida”, que é possível crer em Cristo Ressuscitado.
“Somos Igreja apostólica porque rezamos, e porque anunciamos o Evangelho com a própria vida e com a palavra”, apontou Bergoglio, que voltou a arremeter-se contra os “cristãos que se fecham, os cristãos de sacristia”, e se questionou se “não vivemos como pagãos”.
Li aqui
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Dia Mundial das Missões

Domingo celebra-se o Dia Mundial das Missões e, por isso, deixo aqui alguns excertos da Mensagem do Papa para este dia:
«A fé é um dom precioso de Deus, que abre a nossa mente para O podermos conhecer e amar. Ele quer entrar em relação connosco, para nos fazer participantes da sua própria vida e encher plenamente a nossa vida de significado, tornando-a melhor e mais bela. Deus nos ama! Mas a fé pede para ser acolhida, ou seja, pede a nossa resposta pessoal, a coragem de nos confiarmos a Deus e vivermos o seu amor, agradecidos pela sua infinita misericórdia.»
«A fé é um dom que não se pode conservar exclusivamente para si mesmo, mas deve ser partilhado; se o quisermos conservar apenas para nós mesmos, tornamo-nos cristãos isolados, estéreis e combalidos. O anúncio do Evangelho é um dever que brota do próprio ser discípulo de Cristo e um compromisso constante que anima toda a vida da Igreja.»
«O ardor missionário é um sinal claro da maturidade de uma comunidade eclesial» (Bento XVI, Exort. ap. Verbum Domini, 95). Toda a comunidade é «adulta», quando professa a fé, celebra-a com alegria na liturgia, vive a caridade e anuncia sem cessar a Palavra de Deus, saindo do próprio recinto para levá-la até às «periferias», sobretudo a quem ainda não teve a oportunidade de conhecer Cristo. A solidez da nossa fé, a nível pessoal e comunitário, mede-se também pela capacidade de a comunicarmos a outros, de a espalharmos, de a vivermos na caridade, de a testemunharmos a quantos nos encontram e partilham connosco o caminho da vida.»
«Por fim, o meu pensamento vai para os cristãos que, em várias partes do mundo, encontram dificuldade em professar abertamente a própria fé e ver reconhecido o direito a vivê-la dignamente. São nossos irmãos e irmãs, testemunhas corajosas – ainda mais numerosas do que os mártires nos primeiros séculos – que suportam com perseverança apostólica as várias formas actuais de perseguição. Não poucos arriscam a própria vida para permanecer fiéis ao Evangelho de Cristo.
Fonte: aqui
"ESPÍRITO EM MIM"
Espírito
de Deus,
Tu, em
quem fomos batizados, Para formar o Corpo da Igreja,
refresca os nossos corações.
Espírito de Deus,
Tu, que em nós gritas
que já não somos escravos, mas filhos,
ensina-nos a alegria de rezar.
Espírito de Deus,
Tu, que acendes em nós
o fogo da caridade e do perdão,
dá-nos a coragem do gesto que salva.
Espírito de Deus,
Tu, que falas em nós
quando somos questionados,
põe em nossos lábios o Evangelho de Jesus
Olivier de Berranger
domingo, 13 de outubro de 2013
Quereis fazer da catequese um momento de encontro com Jesus e os vossos colegas?
15 horas da tarde do dia 12 de Outubro. Igreja Paroquial de Tarouca.
Começa a Eucaristia com a qual se dava início ao novo ano catequético.
Igreja cheia, embora faltasse muita gente.
Antes de tudo, fora distribuído o Boletim Paroquial por cada pessoa presente com o programa, atividades, essência da catequese.
A projecção apoiou a Eucaristia. No início, a projecção de um cântico alegre que propunha o seguimento de Cristo.
As leituras foram feitas por catequistas. Já no início da Eucaristia, a coordenadora refletia com a comunidade sobre o sentido da catequese cujo centro só pode ser Cristo.
Na homilia, o celebrante pediu que, como os cegos que foram até Cristo, cada catequizando, cada família e a comunidade paroquial caminhassem para Cristo, abrindo-lhe o coração. Ele a todos espera e acolhe cada um. Apresentou ainda caminhos de colaboração entre as famílias e a catequese.
Antes do Pai Nosso, catequistas, apresentados pelo pároco, e crianças fizeram o respectivo compromisso, logicamente de acordo com a situação própria de cada uma delas.
No fim da Comunhão, foi a vez dos pais fazerem o seu compromisso, seguindo os dez mandamentos dos pais com filhos na catequese.
No fim da Eucaristia, duas catequistas apresentaram à comunidade a calendarização das atividades catequéticas.
Chamaram-se então os catequizandos que, com o seu catequista, se dirigiram ao Centro Paroquial para um 1º encontro.
Enquanto isso, o pároco e a coordenadora da catequese estiveram reunidos com os pais que escolheram o seu representante no Conselho Pastoral e abordaram-se outros assuntos de interesse. Em seguida, houve um tempo para atendimento individualizado.
Foi uma abertura de catequese muito bonita e sobretudo muito válida; conseguiu-se transmitir a importância da catequese sem se demorar. No final, muitos pais manifestaram a sua satisfação.
7º, 8º, 9º e 10º anos
com o Youcat
O Catecismo Jovem da Igreja Católica - Youcat - será o companheiro dos 7º, 8º, 9º e 10º anos de Catequese.
Claro que não será para seguir a eitinho. Seguiremos o programa nacional, situando-o e contextuando-o no Youcat. É um trabalho longo e moroso que está a ser feito para que os catequistas tenham um instrumento de trabalho com que possam lidar facilmente. Aliás os queixumes contra os catecismos nacionais chegam de todos os lados. Difíceis, complicados, inadaptados.
Também esta novidade foi explicada aos pais e catequizandos.
Peregrinos encheram o Santuário apesar da ausência da imagem da Capelinha das Aparições
Segundo o Santuário de Fátima, 220 mil pessoas participaram no recinto da Cova da Iria
nas celebrações da peregrinação internacional aniversária de 12 e 13 outubro.
Veja aqui
sábado, 12 de outubro de 2013
Papa apresenta Virgem Maria como exemplo de fé humilde e solidária
Catequese de Francisco foi proferida na presença da imagem da Capelinha das Aparições
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O Papa Francisco disse hoje no Vaticano que Maria é um exemplo de fé para todos os cristãos, numa catequese proferida junto da imagem de Nossa Senhora de Fátima, vinda da Capelinha das Aparições.
“Toda a sua vida foi seguir o seu Filho: Ele é a estrada, Ele é o caminho! Progredir na fé, avançar nesta peregrinação espiritual que é a fé, não é senão seguir a Jesus; ouvi-lo e deixar-se guiar pelas suas palavras”, afirmou, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a Jornada Mariana do Ano da Fé.
Francisco destacou a “humildade, misericórdia, solidariedade” que derivam desta fé, a qual leva também à “firme repulsa da hipocrisia, do fingimento, da idolatria”. “O caminho de Jesus é o do amor fiel até ao fim, até ao sacrifício da vida: é o caminho da cruz”, sustentou. O Papa disse ainda que a fé de Maria permitiu que Deus “tomasse carne”, algo que se deve repetir na vida de cada católico, “para que Ele possa continuar a habitar no meio dos homens”. “(Isso) significa oferecer-lhe as nossas mãos, para acariciar os pequeninos e os pobres; os nossos pés, para ir ao encontro dos irmãos; os nossos braços, para sustentar quem é fraco e trabalhar na vinha do Senhor; a nossa mente, para pensar e fazer projetos à luz do Evangelho; e sobretudo o nosso coração, para amar e tomar decisões de acordo com a vontade de Deus”, prosseguiu. Francisco declarou que a imagem vinda de Fátima ajuda os presentes a “sentir a sua presença” como “uma mulher de fé, uma verdadeira crente”. Nesse sentido, a catequese centrou-se sobre a “fé de Maria”, capaz de desatar o “nó” da incredulidade, um problema que o Papa comparou ao que acontece “quando uma criança desobedece à mãe ou ao pai”. “Algo parecido acontece no nosso relacionamento com Deus. Quando não o escutamos, não seguimos a sua vontade e realizamos ações concretas em que demonstramos falta de confiança nele – isto é o pecado –, forma-se uma espécie de nó dentro de nós”, precisou. Estes “nós” tiram “a paz e a serenidade” às pessoas, acrescentou Francisco. Maria, vincou Francisco, é alguém que “precede”, “acompanha e sustenta” os católicos no seu caminho de fé. “A fé de Maria enfrentou a incompreensão e o desprezo; quando chegou a «hora» de Jesus, a hora da paixão, então a fé de Maria foi a pequena chama na noite”, recordou. Esse percurso encontrou o seu “ponto culminante” com a “a alegria da fé, a fé cristã na morte e ressurreição de Jesus Cristo”. “Como está a nossa fé? Temo-la, como Maria, acesa mesmo nos momentos difíceis, de escuridão? Tenho a alegria da fé?”, questionou o Papa. A oração concluiu-se com Francisco a dirigir-se diretamente para a imagem da Capelinha das Aparições: “Esta noite, ó Maria, nós te agradecemos pela tua fé e renovamos a nossa entrega a ti, Mãe da nossa fé”. Ao som do 'Avé de Fátima' e saudada por lenços brancos, a imagem de Nossa Senhora de Fátima seguiu para o Santuário do Divino Amor, para a oração ‘Com Maria para além da noite’, evento organizado pelo Vicariato de Roma e patrocinado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. A iniciativa inclui a recitação da oração do Rosário “em união com os santuários marianos espalhados pelo mundo”, e uma vigília a partir das 22h00. In agência ecclesia |
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano C
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
SOPÉ DA MONTANHA - Mensário da Paróquia de S. Pedro de Tarouca
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Paróquia de S. Pedro de Tarouca: Catequese Paroquial 2013/2014
1. Dia 6 de Outubro, às 14.30h, no Centro Paroquial, tem lugar a Reunião Geral de Catequistas.
2. Dia 12 de Outubro, às 15 horas, Missa de Abertura do Ano Catequético, Reunião Geral de Pais e encontro dos catequistas com os seus catequizandos.
3. Dia 2 de Novembro – Fiéis Defuntos - não há catequese.
4. Animação da Eucaristia no Lar, no último domingo de cada mês:
Novembro: 6º ano
Janeiro: 7º ano
Fevereiro: 8º ano
Março: 10º ano
Maio: 9º ano
5. Dias 28 de Dezembro e 4 de Janeiro - Férias do Natal - não há catequese.
6. Dia 1 de Março – Carnaval - não há catequese.
7. Sábado, 16 de Março, Festa da Catequese, com o tema: “Ser discípulo para fazer discípulos”.
8. Animação das Eucaristias quaresmais:
1º domingo: 6º ano
2º domingo: 7º ano
3º domingo: 8º ano
4º domingo: 9º ano
5º domingo: 10º ano
9. 12 de Abril: Comunhão Pascal da Paróquia. MUITO IMPORTANTE, porque são as confissões da Quaresma.
10. Em 19 e 26 de Abril - férias da Pascoa - não há catequese
11. 3 de Maio: Festa do Pai Nosso e Dia da Mãe
12. 12 de Maio: Procissão de Nossa Senhora, com a presença dos grupos da catequese
13. 18 de Maio, teste para o 10º ano
14. 25 de Maio: Crisma
15. Este ano, NÃO há a 1ª Comunhão, porque passa a ser no 3º ano.
16. 1 de Junho, pelas 14.30h, reunião dos pais dos meninos da Profissão de Fé.
17. 9 e 10 de Junho, Peregrinação a Fátima, com o 6º ano
18. 14 de Junho: testes para os 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º e 9º anos de catequese.
19. Confissões para as crianças da Prof. de Fé e seus pais na tarde de 21 de Junho.
20. 22 de Junho: Solenidade do Corpo de Deus e Profissão de Fé. À tarde, realiza-se o encontro de reflexão e convívio dos catequistas em Santa Helena.
21. 28 de Junho: Fim da catequese e entrega dos testes, diplomas e prendas.
Observações:
A) Os jovens do Crisma têm que participar numa atividade da paróquia (coral, grupo de jovens, Gaspta, outro…)
B) Os testes são feitos e corrigidos pelos catequistas. Pede-se total rigor.
C) Ao sábado a catequese começa às 15 e termina às 16 h, sempre atentos aos toques da campainha. Pede-se pontualidade.
Ao sábado, a Missa com crianças é às 16.15h. É necessária a participação na Missa. Nunca desistir de teimar.
D) Os catequizandos que têm catequese fora do sábado devem assumir o compromisso de ir à Missa, seja ao sábado, seja ao domingo.
E) Os catequizandos do 7 ao 10º anos vão adotar o Youcat que servirá para todos os anos.
F) ATENÇÃO ÀS FALTAS!!! A catequese termina em 28 de Junho. E só e apenas nesse dia!
Ajudem-nos a ajudar-vos na vossa função de pais cristãos!
1. Velem para que os vossos filhos sejam pontuais, assíduos e tenham um comportamento correto.
2. Não venham buscá-los ao fim da catequese. Fiquem com eles na Missa. A Missa é a parte mais importante da catequese.
3. Procurem saber em casa o que aprenderam na catequese, como decorreu a catequese.
4. Ajudem as crianças para que elas tragam sempre o material necessário para a catequese: catecismo, caderno e caneta…
5. Tenham em conta que a vigilância das crianças antes e depois da catequese pertence aos pais.
6. Estejam atentos às faltas e, quando for justo, justifiquem-nas perante o catequista. As faltas podem levar à retenção. E lembre-se que a catequese SÓ termina em 28 de junho.
7. Falem com frequência com os catequistas dos vossos filhos, informem-se sobre o seu aproveitamento e comportamento.
8. Estimem os catequistas. Eles são voluntários que, em virtude da fé, dão tempo, carinho e esforço para ajudar os vossos filhos a caminhar para Cristo.
9. Se quiserem estar presentes na sessão da catequese, oferecendo ajuda e dando o vosso testemunho, serão recebidos com alegria.
10. lembrem-se sempre: as palavras podem passar, mas o exemplo permanece!
11. Marquem presença na Escola da Fé, normalmente na última sexta-feira do mês, às 20.45h, no Centro Paroquial. Ninguém dá aquilo eu não tem. Se não tiverem formação devida, como podem formar devidamente vossos filhos? Além disso, a catequese é para toda a vida. Há catequese de crianças, jovens e adultos.
12. Assinem/comprem o Sopé da Montanha. Também é um meio de formação. Também vos permite estar informados sobre a vida da comunidade.
CATEQUESE PARA QUÊ?
A Função da catequese paroquial é ajudar os pais na educação cristã.
Cristo é o centro da nossa fé.
Ajudar o catequizando a descobrir Cristo e a ver-se, ver os outros e ver o mundo com os sentimentos de Cristo.
É esta a função da educação cristã na família que a Catequese Paroquial apoia.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
MILAGRE EUCARÍSTICO DE BUENOS AIRES
Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon.
Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.
A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue
Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.
Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.
Análises Clínicas
Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente.
Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração.
Testes e análises clínicas: "Não há explicação científica"
Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.
O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.
Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de "carne e sangue" humanos. O médico declarou o seguinte:
"O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado."Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. "Elas deixariam de existir em questão de minutos", disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.
Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: "Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição".
Fonte: aqui
Papa pede coragem para evitar tentação de «fugir de Deus»
O Papa Francisco disse hoje no Vaticano que é preciso evitar a tentação de “fugir de Deus”, que se estende aos membros da Igreja, e que as pessoas “distantes” podem conseguir ouvi-lo.
“Pode-se fugir de Deus sendo cristão e católico, até mesmo “sacerdote, bispo ou Papa”, referiu, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta.
“Todos podemos fugir de Deus. É uma tentação diária: não ouvir Deus, não escutar a sua voz, não ouvir no coração a sua proposta, o seu convite”, acrescentou.
O Papa partiu história de Jonas, “um profeta bom e praticava o bem” que «não desejava ser incomodado no método de vida que tinha escolhido”.
“No momento em que ouviu a palavra de Deus começou a fugir. E fugia de Deus”, referiu, em relação ao relato bíblico lido hoje nas igrejas de todo o mundo.
Segundo Francisco, hoje há “outras maneiras de fugir de Deus um pouco mais educadas, mais sofisticadas”, que passam também por ignorar o sofrimento alheio.
A este respeito, o Papa recordou a parábola do Bom Samaritano, na qual “quem ouviu a voz de Deus e se aproximou” do homem necessitado de ajuda foi alguém que não estava habituado “às práticas religiosas, à vida moral”.
“Quando temos o coração fechado não podemos ouvir a voz de Deus. Pelo contrário, o samaritano que estava em viagem, viu aquele homem ferido” e “teve piedade dele. Tinha o coração aberto, era humano”, prosseguiu.
In agência ecclesia
“Pode-se fugir de Deus sendo cristão e católico, até mesmo “sacerdote, bispo ou Papa”, referiu, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta.
“Todos podemos fugir de Deus. É uma tentação diária: não ouvir Deus, não escutar a sua voz, não ouvir no coração a sua proposta, o seu convite”, acrescentou.
O Papa partiu história de Jonas, “um profeta bom e praticava o bem” que «não desejava ser incomodado no método de vida que tinha escolhido”.
“No momento em que ouviu a palavra de Deus começou a fugir. E fugia de Deus”, referiu, em relação ao relato bíblico lido hoje nas igrejas de todo o mundo.
Segundo Francisco, hoje há “outras maneiras de fugir de Deus um pouco mais educadas, mais sofisticadas”, que passam também por ignorar o sofrimento alheio.
A este respeito, o Papa recordou a parábola do Bom Samaritano, na qual “quem ouviu a voz de Deus e se aproximou” do homem necessitado de ajuda foi alguém que não estava habituado “às práticas religiosas, à vida moral”.
“Quando temos o coração fechado não podemos ouvir a voz de Deus. Pelo contrário, o samaritano que estava em viagem, viu aquele homem ferido” e “teve piedade dele. Tinha o coração aberto, era humano”, prosseguiu.
In agência ecclesia
domingo, 6 de outubro de 2013
O Conselho Pastoral tem "autoridade". Ela vem-lhe do 'voto' dos seus irmãos na fé.
O Conselho Pastoral é uma importante estrutura na vida da Igreja, quer a nivel paroquial, quer arciprestal, quer diocesano. É um órgão de participação na comunhão. É certo que não vincula, mas na realidade vincula mesmo....
Quando há anos senti necessidade de o criar na paróquia, pedi e procurei vários exemplares de estatuto do Conselho Pastoral. Depois, de acordo com esta realidade, foi estrurando o estatuto do Conselho Paroquial desta paróquia. Consultei pessoas entendidas, auscultei paroquianos, refecti, rezei. Uma vez feito, enviei-o para a diocese.
Depois foi todo um paciente e demorado trabalho de o explicar à comunidade através dos diferentes meios à minha disposição.
Havia um problema: como se havia de proceder para a eleição dos representanes dos povos e dos grupos? Quanto aos grupos, era mais fácil. Cada um escolhei o seu representante. Mas os povos? É que são muitos. A minha ideia era que existisse mesmo uma verdadeira participação. Depois de muito matutar, acabei por arriscar. Houve mesmo eleições. Vai de voltar a explicar à comunidade o sentido específico desta eleição, sem propagandas. Pedi e insisti que cada pessoa escolhesse em consciência, tendo em consta a especificidade do órgão a eleger.
No dia marcado, ao fim das Eucaristias dominicais, foi entregue um boletim a cada pessoa, onde apenas escrevia o nome do seu povo e a pessoa que elegia. Quem não sabia ler, acolhia-se àquele (a) em que confiasse. Todos tinham trazido caneta, embora houvesse algumas disponóveis para os mais esquecidos. Muita gente a apoiar: distribuir e a recolher boletins, com canetas, a prestar algum esclarecimento. Em 5 minutos tudo se realizou. Com imensa paz, com enorme organização, com participação muito boa. Os votos em branco foram praticamente insignificantes.
Tem sido uma experiência maravilhosa de comunhão. Jamais a esquecerei. É por isso que o Conselho Pastoral tem "autoridade". Ela vem-lhe do voto dos seus irmãos na fé.
Claro que, além dos eleitos pelos povos e pelos grupos, há os "inatos": pároco, diácono e/ou estagiário. E existe ainda o grupo dos nomeados em representação da família e da sociedade civil.
São reuniões sempre longas as do Conselho Pastoral e que me acarretam - não o nego - algum stress. Mas gosto. Mesmo. Os grupos partilham suas dores e angústias, mas também suas alegrias e sucessos; os povos fazem chegar as suas achegas e as suas propostas; a paróquia é reflectida; o plano pastoral é elaborado e analisado; quando necessário, faz-se uma comunicação ao povo de Deus, como acontece sempre pela Páscoa.
Há muitos anos, era ainda um jovem sacerdote, uma colega de escola, católica consciente, dizia-me que faltava nas comunidades um órgão onde as pessoas se pudessem exprimir institucionalmente, que o discurso na Igreja era sempre vertical, de cima para baixo, que as pessoas nunca tinham vez de se exprimir ... E acrescentava que isso talvez explicasse um certo "corte e costura" contra os padres e a hierarquia. Ficou-me. E como sou um apaixonado pela participação dos leigos na vida da Igreja, compreendem a minha enorme satisfação pela existência deste órgão de participação e comunhão.
Claro que é preciso ter humildade para saber ouvir, até muitas críticas injustas, muitas sugestões utópicas, muitos desafios. Mas também é espaço privilegiado para aprender a ouvir, propor, explicar, movimentar, aprender, unir.
Nas últimas semanas o processo de explicação e motivação repetiu-se e no fim das Missas vespertinas deste sábado e nas de domingo, os cristãos desta comunidade escolheram os representantes dos seus povos no Conselho Pastoral Paroquial. Com mesma a elevação e beleza na comunhão das escolhas anteriores.
Nas últimas semanas o processo de explicação e motivação repetiu-se e no fim das Missas vespertinas deste sábado e nas de domingo, os cristãos desta comunidade escolheram os representantes dos seus povos no Conselho Pastoral Paroquial. Com mesma a elevação e beleza na comunhão das escolhas anteriores.
Mas gostava mesmo que todas as paróquias e todas as dioceses tivessem mesmo um Conselho pastoral a funcionar. Todos lucrávamos, acreditem.
sábado, 5 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Assis: Francisco lança Igreja para «periferias» geográficas e espirituais
Papa visitou cela de São Francisco e rezou diante do crucifixo de São Damião
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O Papa Francisco disse hoje em Assis que a Igreja Católica deve estar nas periferias geográficas e espirituais da humanidade, em particular junto das realidades “efetivamente marginalizadas, desprezadas”.
“Quero sublinhá-lo, até porque é um elemento que vivi muito quando era arcebispo em Buenos Aires: a importância de sair para ir ao encontro do outro, nas periferias, que são locais mas são sobretudo pessoas, situações de vida”, afirmou, durante um encontro com o clero, membros de institutos de vida consagrada e dos conselhos pastorais da diocese, na Catedral de São Rufino. Francisco destacou que a atenção deve estender-se às pessoas que “talvez estejam fisicamente próximas do ‘centro’ mas que espiritualmente estão longe”. O Papa argentino deu como exemplo de periferias no seu trabalho em Buenos Aires o encontro com famílias de classe média nas quais as "crianças que não sabiam benzer-se". A intervenção destacou que a Igreja só pode crescer pela “força do testemunho” e não pelo proselitismo, numa intervenção sublinhada pela assembleia com uma salva de palmas. Antes do encontro, o Papa visitou a cela de São Francisco de Assis, em privado, na Ermida do Cárcere. Francisco dirigiu depois o discurso aos vários responsáveis eclesiais, pedindo “um só espírito” na “variedade de carismas e de ministérios”. Foi neste contexto, explicou, que o Papa emérito Bento XVI quis que a atividade das basílicas franciscanas fosse integrada na ação diocesana. Francisco pediu que a Igreja seja uma “comunidade que escuta com fé e amor o Senhor que fala”, para que cada membro esteja “sintonizado com Deus”. O Papa retomou, na homilia, uma das suas palavras-chave para falar de Igreja, “caminhar”: “Esta é a experiência mais bela que vivemos, fazer parte de um povo que caminha na história, juntamente com o Senhor”. O terceiro aspeto que Francisco quis destacar foi o “missionário” que deve levar a Igreja até às referidas “periferias”. “Não tenhais medo de sair e ir ao encontro destas pessoas, destas situações. Não vos deixeis blocar por preconceitos, hábitos, rigidez mental ou pastoral”, apelou, pedindo que se desconfie de quem apresenta “receitas novas”. O Papa destacou a importância dos conselhos pastorais, um organismo consultivo com membros representativos do clero, religiosos e leigos. “Um bispo não pode liderar uma diocese sem um conselho pastoral, um padre não pode guiar uma paróquia sem um conselho pastoral”, advertiu. Francisco alertou ainda para as homilia “intermináveis e aborrecidas” de alguns padres, pedindo que antes de falar, os sacerdotes procurem sempre escutar “em silêncio” a Palavra de Deus. No final do encontro, o Papa desloca-se para a Basílica de Santa Clara, para venerar o corpo da religiosa que com São Francisco de Assis fundou a ordem das clarissas. Francisco vai encontrar-se com as monjas de clausura depois de ter rezado, em silêncio, diante do Crucifixo de São Damião, diante do qual, há oito séculos, o santo de Assis ouviu a frase: 'Vai, repara a minha casa', dando início à sua ação de evangelização e renovação da Igreja. No final da visita, o Papa desloca-se ainda em privado a outro local simbólico da vida de São Francisco e do franciscanismo, a Porciúncula, uma pequena capela hoje inserida na Basílica de Santa Maria dos Anjos, onde morreu o santo italiano. In agência ecclesia |
4 de Outubro: São Francisco de Assis

S. Francisco não é só dos franciscanos. É da Igreja toda. É da humanidade inteira. Urge, pois, franciscanizar a nossa vida, a vida da nossa Igreja, a vida do nosso mundo. Sejamos «simples, humildes e puros». Como foi aquele que Bertrand Russell apontou como o homem mais amável do mundo! (João Teixeira, in facebook)
Veja aqui um belo apontamento sobre S. Francisco.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Centro Paroquial - 3ªFase
Decorrem, no âmbito do protocolo assinado com a Câmara Municipal, as obras referentes à 3ª fase das obras do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz.
Neste momento, está a ser reconstruído um dos muros do espaço como a gravura demonstra.
Não esquecer que, no âmbito do referido protocolo, a Câmara oferece o trabalho, mas os materiais, as máquinas que a edilidade não tenha, e outros decorrem à custa da Paróquia.
Toda a ajuda de todos é necessária.
Santa Casa - Prémio BPI Seniores 2013

O Prémio BPI Seniores 2013, promovido pelo Banco BPI no âmbito da sua política de responsabilidade social, tem por finalidade apoiar financeiramente, através de donativos, projetos que promovam a melhoria da qualidade de vida e o envelhecim...ento ativo de pessoas com idade superior a 65 anos, residentes em Portugal.
A Santa Casa da Misericórdia de Tarouca, tendo realizado a sua candidatura no final do mês de maio, foi uma das Instituições distinguidas, entre as 389 aprovadas. A cerimónia de entrega dos prémios que se realizou ontem, 1 de Outubro, DIA INTERNACIONAL DO IDOSO, no Centro Cultural de Belém.
Este prémio foi dedicado a todos os Idosos da Instituição, sendo sem dúvida uma mais-valia para a promoção do envelhecimento bem-sucedido.
O projeto visa criar um Parque Sénior, com atividades ao ar livre onde se pretende:
• Disponibilizar à população sénior da Instituição e do concelho acesso a máquinas para prática de exercício físico com acompanhamento dos profissionais da Instituição;
• Adaptar um espaço exterior e proporcionar a prática de exercício físico de uma forma agradável e diferente.
A Santa Casa da Misericórdia de Tarouca, agradece a distinção e o apoio por parte do BPI, assim como se congratula com todos os candidatos pela iniciativa em promover a qualidade de vida e o envelhecimento ativo dos Idosos do nosso País.
Fonte: aqui
terça-feira, 1 de outubro de 2013
1 de Outubro, Santa Teresinha do Menino Jesus
(Santa Teresinha)
Santa Teresa de Lisieux, conhecida por Teresinha do Menino Jesus, é uma das santas mais características por sua espiritualidade. Seu culto se espalhou em pouco tempo por todos os recantos do mundo católico.
Teresinha nasceu em Alençon, norte da França, aos 2 de janeiro de 1873. Seus pais, quando jovens, aspiravam, ambos, a se consagrarem a Deus na vida religiosa, mas por circunstâncias especiais não foram aceitos. Então a jovem Zélia Guerin, futura mãe de Teresinha, disse: "Meu Jesus, já que não sou digna de ser vossa esposa como irmã, abraçarei o estado matrimonial para cumprir vossa vontade. Peço-vos, porém, encarecidamente, conceder-me muitos filhos e que vos sejam consagrados".
Daquele santo casal nasceram nove filhos. Três faleceram em tenra idade, os demais, todas meninas, tornaram-se religiosas conforme o desejo da mãe.
Teresinha ficou órfã de mãe aos quatro anos e sentiu muito esta falta. O pai, depois da morte da esposa, mudou-se com a família para Lisieux, onde tinha um cunhado cuja esposa zelava pela educação das filhas.
Teresinha cresceu num ambiente de amor puro e de fé profundamente vivencial e, sendo a caçula do lar, era chamada pelo pai "a minha rainhazinha". As irmãs mais velhas, uma após outra, consagraram-se a Deus na vida religiosa. Teresinha alimentava uma santa inveja da opção das irmãs desejando, quanto antes, acompanhá-las na consagração a Deus.
Com a idade de 15 anos, recebeu do Papa Leão XIII a permissão de entrar no Carmelo de Lisieux. Viveu no Carmelo mais oito anos. "Que poderia ter realizado de extraordinário em tão curta existência? Graças a sua autobiografia, com o título História de uma alma, sabemos que a jovem carmelita não fez nada de extraordinário, apenas cumpriu extraordinariamente bem os seus deveres de monja enclausurada. Num momento de entusiasmo, Teresinha escreveu que, por amor ao Amor Supremo, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, missionário, mártir. "Compreendi, escreve, que só o amor fazia agir os membros da Igreja e que se o amor viesse a se extinguir, os apóstolos não anunciariam mais o Evangelho, os mártires recusariam derramar o seu sangue... Compreendi que o amor encerra todas as vocações e que o amor é tudo, abraça todos os tempos e todos os lugares... Numa palavra, o amor é eterno... encontrei minha vocação: o amor!"
Estas palavras poderiam parecer românticas, se não fossem corroboradas pela vida de oração, de sacrifícios, de provações, de penitências e de imolação no dia-a-dia da existência de Teresinha como Carmelita.
Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.
O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária "desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos". Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia, e como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.
Proclamada principal padroeira das missões em 1927, padroeira secundária da França em 1944, e Doutora da Igreja, que nos ensina o caminho da santidade pela humildade em 1997, na data do seu centenário. ela mesma testemunha que a primeira palavra que leu sozinha foi: " céus "; agora a última sua entrada nesta morada, pois exclamou : " meu Deus, eu vos amo...eu vos amo".
Daquele santo casal nasceram nove filhos. Três faleceram em tenra idade, os demais, todas meninas, tornaram-se religiosas conforme o desejo da mãe.
Teresinha ficou órfã de mãe aos quatro anos e sentiu muito esta falta. O pai, depois da morte da esposa, mudou-se com a família para Lisieux, onde tinha um cunhado cuja esposa zelava pela educação das filhas.
Teresinha cresceu num ambiente de amor puro e de fé profundamente vivencial e, sendo a caçula do lar, era chamada pelo pai "a minha rainhazinha". As irmãs mais velhas, uma após outra, consagraram-se a Deus na vida religiosa. Teresinha alimentava uma santa inveja da opção das irmãs desejando, quanto antes, acompanhá-las na consagração a Deus.
Com a idade de 15 anos, recebeu do Papa Leão XIII a permissão de entrar no Carmelo de Lisieux. Viveu no Carmelo mais oito anos. "Que poderia ter realizado de extraordinário em tão curta existência? Graças a sua autobiografia, com o título História de uma alma, sabemos que a jovem carmelita não fez nada de extraordinário, apenas cumpriu extraordinariamente bem os seus deveres de monja enclausurada. Num momento de entusiasmo, Teresinha escreveu que, por amor ao Amor Supremo, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, missionário, mártir. "Compreendi, escreve, que só o amor fazia agir os membros da Igreja e que se o amor viesse a se extinguir, os apóstolos não anunciariam mais o Evangelho, os mártires recusariam derramar o seu sangue... Compreendi que o amor encerra todas as vocações e que o amor é tudo, abraça todos os tempos e todos os lugares... Numa palavra, o amor é eterno... encontrei minha vocação: o amor!"
Estas palavras poderiam parecer românticas, se não fossem corroboradas pela vida de oração, de sacrifícios, de provações, de penitências e de imolação no dia-a-dia da existência de Teresinha como Carmelita.
Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.
O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária "desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos". Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia, e como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.
Proclamada principal padroeira das missões em 1927, padroeira secundária da França em 1944, e Doutora da Igreja, que nos ensina o caminho da santidade pela humildade em 1997, na data do seu centenário. ela mesma testemunha que a primeira palavra que leu sozinha foi: " céus "; agora a última sua entrada nesta morada, pois exclamou : " meu Deus, eu vos amo...eu vos amo".
Outubro:
Mês do Rosário,
Mês Missionário
Papa reúne-se com Conselho de Cardeais
Santa Sé diz que encontros dos próximos dias são reservados e exclui decisões imediatas
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O Papa Francisco vai reunir-se pela primeira vez entre hoje e quinta-feira com o grupo de oito cardeais dos cinco continentes que nomeou em abril para o aconselharem.
O novo "Conselho de Cardeais" tem a missão de promover o aperfeiçoamento do documento que regulamenta a Cúria do Vaticano, organismos centrais no governo da Igreja Católica, a constituição 'Pastor bonus', de João Paulo II. A sala de imprensa da Santa Sé divulgou um comunicado no qual pede aos jornalistas que tenham “presente que esse grupo foi constituído para dar conselhos ao Papa e não para tomar decisões próprias”. A nota acrescenta que esta é “uma primeira reunião, a que se vão seguir outros”, e que os participantes devem seguir “critérios de reserva sobre os conteúdos das consultas”. O Papa Francisco afirmou numa entrevista divulgada no último dia 19 que as mudanças e reformas na Igreja exigem tempo e discernimento, frisando que esta consulta ao grupo dos oito não é uma decisão simplesmente sua, “mas é fruto da vontade dos cardeais, tal como foi expressa nas Congregações Gerais antes do Conclave”, em março. O grupo, coordenado por Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa, Honduras, e presidente da Cáritas Internacional, inclui Giuseppe Bertello, presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano, Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo emérito de Santiago do Chile, e Oswald Gracias, arcebispo de Bombaím, na Índia. Reinhard Marx, arcebispo de Munique e Freising (Alemanha), Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa, na República Democrática do Congo, Sean Patrick O’Malley, arcebispo de Boston, nos EUA, e George Pell arcebispo de Sydney, na Austrália, completam o elenco do conselho que tem como secretário D. Marcello Semeraro, bispo da diocese italiana de Albano. A Constituição Apostólica 'Pastor bonus' (O bom pastor) foi publicada pelo Papa João Paulo II (1920-2005) a 28 de junho de 1988. A estrutura dos principais departamentos da Cúria Romana (dicastérios), as reuniões de cardeais e as visitas que os bispos de cada país fazem regularmente ao Vaticano para se encontrarem com o Papa e discutirem com ele a situação das suas dioceses constituem alguns dos assuntos tratados no primeiro capítulo do documento. O texto define a identidade e funções da Secretaria de Estado do Vaticano, congregações, tribunais, e conselhos pontifícios, além das instituições ligadas à Santa Sé e outros organismos da Cúria. O cardeal Sean O’Malley, arcebispo de Boston, defendeu no último dia 12, em Fátima, mais “colegialidade”, “participação” e "comunicação" na Igreja e assume como “primeira preocupação” a reforma da Cúria para que Papa “tenha os colaboradores que precisa”. In agência ecclesia |
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Louvor aos vencedores, honra aos vencidos
Nas eleições autárquicas que ocorreram no dia 29 de setembro, o PSD obteve maioria absoluta para a Câmara Municipal (51,08%), a Assembleia Municipal ( 49,86%) e a Junta da União de Freguesias Tarouca/Dálvares (63,58% ) . Ganhou igualmente 5 das 7 Juntas de freguesia do Concelho.
Para ver os resultados eleitorais no concelho, entre aqui.
A campanha eleitoral e ato eleitoral decorreram com elevação cívica.
Parabéns aos vencedores. Honra aos vencidos.
A todos os jovens e adultos que, de uma forma ou de outra, estiveram empenhados nas eleições autárquicas, independentemente do partido em que o fizeram, os nossos parabéns!
Jovens e adultos, com valores a cheirar a Cristo, sentem necessidade da transformação da sociedade, seja qual for o caminho que escolham para o realizar.
Aos vencedores, Paróquia de S. Pedro de Tarouca deseja um mandato fecundo, realizador, ao serviço destas gentes e desta terra.
Felicitamos aqueles que, ao longo destes últimos 16 anos, estiveram à frente dos destinos da autarquia, pelo trabalho feito no concelho e pela colaboração dada a esta paróquia.
Às outras forças concorrentes a estas eleições as nossas felicitações. Em democracia, participar já é vencer.
domingo, 29 de setembro de 2013
Semana Nacional da Educação Cristã
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De 29 de Setembro a 6 de Outubro celebra-se a “Semana Nacional da Educação Cristã”, com o tema “Guardar a Fé – Guardar o Outro”. É uma bonita expressão do Papa Francisco, que a Comissão Episcopal para a Educação Cristã comenta assim: “A fé não é um ensinamento de doutrina que leva o crente apenas a algumas práticas religiosas. É vida que gera vida. É um ato de amor que gera e comunica amor. É realizar, num único gesto, o mandamento de amar a Deus e ao próximo”. É um dom a ser partilhado de maneira viva e alegre: “Dom de Deus recebido deve ser sempre dom comunicado e partilhado”.
De 29 de Setembro a 6 de Outubro celebra-se a “Semana Nacional da Educação Cristã”, com o tema “Guardar a Fé – Guardar o Outro”. É uma bonita expressão do Papa Francisco, que a Comissão Episcopal para a Educação Cristã comenta assim: “A fé não é um ensinamento de doutrina que leva o crente apenas a algumas práticas religiosas. É vida que gera vida. É um ato de amor que gera e comunica amor. É realizar, num único gesto, o mandamento de amar a Deus e ao próximo”. É um dom a ser partilhado de maneira viva e alegre: “Dom de Deus recebido deve ser sempre dom comunicado e partilhado”.
sábado, 28 de setembro de 2013
São Miguel
Em virtude de no dia
29 de setembro se realizarem as eleições autárquicas, em reunião ordinária da
Câmara Municipal de Tarouca, de 20 de junho de 2013, foi deliberado por
unanimidade antecipar a próxima Feira Anual de S.Miguel para o dia 28 de
setembro de 2013.
Decorre, por isso, neste dia 28 de setembro a Feira Anual de S. Miguel. Embora não esteja propiamente frio, temos céu nublado com aguaceiros. Durante a noite e madrugada o vento bastante forte e intensas cargas de água terão afugentado feirantes e forasteiros. De facto, a feira está fracota. Na maioria dos concelhos, o feriado municipal coincide com a festa do padroeiro da paróquia-sede. Neste caso, deveria ser São Pedro, que é o padroeiro da paróquia de Tarouca. Mas a tradição tem muita importância. E pronto, é São Miguel quem dá origem ao feriado municipal.
Não tem celebrações religiosas especiais, tirando a Eucaristia às 11 horas.
A marrã e o basulaque

Cada terra tem as suas tradições. Em Tarouca, há duas tradições culinárias interessantes: o basulaque e a marrã pelo S. Miguel.
Penso que podemos contextuar a tradição, embora não o afirme categoricamente.
Em tempos que já lá vão, a carne era um luxo. Os que podiam matavam o seu porquito e era na salgadeira ou nas partes defumadas que estava a carne que comiam. Tinha que dar para o ano inteiro e, por isso, o seu consumo era milimetricamente programado. Galinha? Cordeiro? Só nas grandes ocasiões e em algumas casas.
Ora, com o fim das
colheitas, começavam as matanças dos porcos. E havia algum tempito de
alguma fartura: as febras, os torresmos, etc.
É neste
contexto, suponho, que se situa a tradição da marrã. A primeira carne
fresca. Por isso, imensa gente, de muitos lados, vinha ao S. Miguel para
se consolar com as febras assadas nas brasas ou fritas. Na minha terra,
que fica a alguns quilómetros daqui, desde pequeno ouvia falar aos mais
velhos: "Vamos à marrã a Tarouca."
Ainda hoje, muita
gente aqui se desloca por causa da marrã. Atualmente, não é por causa
da carência de carne - febras é um prato vulgaríssimo - mas pelo
contexto da tradição. "sabem como nunca", dizem os que procuram o
petisco nas barraquitas da feira.
Claro que a carne já
não tem o sabor de outros tempos. O porco caseiro foi há muito
substituído por aquele que resulta da exploração industrial.
O basulaque é um prato típico de Tarouca, Tarouca mesmo. Nos povos da freguesia muito pouca gente o sabe confecionar. E mesmo na sede, praticamente só os mais velhos lhe mantêm o timbre, o sabor, a originalidade. O que, confesso, é pena.
O basulaque é
fundamentalmente confecionado com os "miúdos" dos animais. De belo
sabor - para quem gosta, claro... O segredo está no jeito e nos
temperos.
Suponho que também esta tradição enraíza na
situação sócio-económica de outros tempos e que seria então um prato dos
pobres. Estes não tinham acesso às partes nobres do animal. Então
recolhiam aquilo que os outros não consumiam e deitavam fora: vísceras,
rins, fígado, miolos... Depois, limpavam, tratavam e cozinhavam a
refeição que, com o decorrer dos tempos, passou a ser melhorada na sua
confeção.
Hoje o basulaque não é um prato propriamente
barato. Em restaurantes, aparece no jantar anterior à festa de São
Miguel e, porventura, no dia. Nas famílias com um fundo histórico
tarouquense, aparece nas mesas nesta ocasião. E digo-lhes que é aí que o
basulaque atinge todo o esplendor do seu sabor.
In Asas da Montanha
In Asas da Montanha
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Está de volta a catequese

Vai começar a Semana da Educação Cristã, que decorrerá entre 29 de setembro e 7 de outubro. Vão começar também as catequeses paroquiais. Como todos sabemos, a catequese é o anúncio do Evangelho nas suas diversas vertentes. Sem esta, tudo o resto pode perder sentido. Por isso há que fazer dela a prioridade pastoral. Sem esquecer também a evangelização e formação dos adultos.
Mas não é fácil arranjar pessoas idóneas e de boa vontade que voluntária e gratuitamente se comprometam a preparar e a dar catequese. sobretudo nos meios muito povoados ou muito empobrecidos de gente. Este o quebra-cabeças em que se vêem muitas comunidades no princípio do ano pastoral.
Ser catequista é uma nobre forma de solidariedade cristã. É exercer belamente a vocação batismal ao apostolado. É dar a mão ao futuro com Deus.
Se descobre em si esse dom, não tema. Avance e diga a Deus: "Estou aqui, Senhor, podes enviar-me." Apresente-se ao seu pároco para desempenhar esse nobre serviço.
Depois há que criar espaços físicos e psicológicos que motivem a gente nova:
Salas minimamente confortáveis e individualizadas;
Acolhimento e simpatia entre catequista e catequizando;
Comunicação de uma mensagem motivadora, com pedagogia activa e interactiva;
Vivência da mensagem na Celebração Eucarística e também durante a semana.
Tudo isto requer uma boa formação do catequista, não apenas técnica mas também espiritual.
E por outro lado a colaboração dos pais, pois se estes se alheiam, os filhos também facilmente perdem o gosto. Não se educa uma criança se não houver um contributo de todos, daí que não possa haver uma catequese da infância desligada dos adultos e sobretudo dos pais.
Todos compreendemos que pôr em acção uma boa catequese para a gente nova não é coisa fácil. Ela tem que competir com o smartphone, a televisão, o desporto e outras actividades bastante aliciantes. Por isso o grupo de catequistas deve estudar estratégias, procurando ser um verdadeiro "laboratório" de partilha material e espiritual. E os Secretariados de Catequese (Nacional, Diocesano e Paroquial) têm de investir mais nas pessoas e nos meios.
NA PARÓQUIA DE S. PEDRO DE TAROUCA:
·
Dia 6 de Outubro, às 14.30h, no Centro
Paroquial, tem lugar a Reunião Geral de Catequistas.
·
Dia 12 de Outubro, às 15 horas, Missa de
Abertura do Ano Catequético, Reunião Geral de Pais e encontro dos catequistas com
os seus catequizandos.
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