domingo, 23 de maio de 2021

25 crianças em 1ª Comunhão

Vinde, Espírito Santo!
Sobre estes meninos, suas famílias e esta comunidade paroquial

23 DE MAIO, COMUNIDADE CRISTÃ TAROUQUENSE
25 crianças em 1ª Comunhão
Se a pandemia não tivesse surgido, deviam tê-la feito no passado ano. Assim realizaram-na hoje, claro dentro das restrições que a COVID-19 impõe.
12 horas, Centro Paroquial. Só as crianças, seus pais e alguns catequistas. Os pequenos portam-se muito bem. Em tudo em que foi possível participar. Um coleguinha foi batizado.
O saber estar na cerimónia, a proclamação das leituras, os cânticos em que puderam participar, a elegância de alma com que receberam Jesus pela 1ª vez, a alegria serena, algum ansiedade expectante, aqueles rostitos felizes, a satisfação na entrega de uma flor a Nossa Senhora... Tudo um mundo encantado.
Durante a preparação próxima, os pequenos portaram-se de forma excelente. Receptivos, intervenientes, curiosos, participativos... Os progessos que evidenciaram nestas semanas!!
Que os pais não esqueçam as propostas claras, desafiantes e conctretas que o Pároco lhes deixou!
Obrigados, irmãos pequenitos! A vossa forma de viver e de estar hoje é a prova clara de que Deus não abandona o mundo.
Parabéns
aos pais! Confiamos que não desiludais as espranças que em vós depositamos.
Obrigado, catequistas! Fostes incansáveis. Tenho a certeza que ficastes felizes.
Caros pais, caros catequizandos, hoje foi a 1ª Comunhãzo. Esperamos que domingo seja a segumda... E por aí fora.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Novidades para o Sínodo: tem início a partir das Igrejas locais

Um anúncio feliz: em  outubro deste ano toda a Igreja iniciará um caminho sinodal, que conduzirá até ao Sínodo de 2023, sob o tema "Igreja sinodal: participação, comunhão e missão".

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Visita da Imagem de Nossa Senhora de Fátima aos povos da Paróquia de Tarouca

Dia 29 de maio de 2021

 

- 20h, Terço transmitido pelo Facebook do Centro Paroquial

- Segue-se a Visita da Imagem da Senhora, transportada em carro, pelo trajecto do ano passado.

- Pede-se que embelezemos com flores e colchas as casas por onde passa a Imagem

- As pessoas junto de cujas casas não passa a Imagem, venham para a rua, com máscara e guardando as distâncias, aplaudir, bater palmas e saudar a Imagem da Senhora.

A catequese das festas


Depois de dois anos de uma catequese incipiente e quase inexistente, o que preocupa os pais dos meninos (…) é ‘quando fazem a festa da Primeira Comunhão ou da Prof. de Fé ou o Crisma’. Os mesmos pais que têm consciência que a catequese foi e está a ser insuficiente. Os mesmos pais que pouco ou nunca vão à eucaristia e que agora até ‘arranjam’ a desculpa da pandemia. Os mesmos pais que, durante a pandemia, não contactaram os responsáveis paroquiais para solicitar ajuda na catequese familiar…
A catequese pouco importa. Ter feito ou não ter feito um itinerário de fé pouco importa. O que importa são as festas.
Este tipo de catequese para festas tem de acabar, com o risco de andarmos a gastar as poucas energias de uma Igreja que se desgasta com a manutenção do que é impossível manter. A pandemia só veio deixar isso ainda mais claro.

Fonte (com alterações): Confessionário dum Padre

23 Maio 2021 - Solenidade do Pentecostes - Ano B

 

Leituras:aqui


Invocação ao Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis
e acendei neles o fogo do Vosso amor.
Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado,
e renovareis a face da terra.
Oremos:

Ó Deus,
que instruístes os corações dos vossos fiéis
com a luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos rectamente todas as coisas
e gozemos sempre da sua consolação.
Por nosso Senhor Jesus Cristo,
na unidade do Espírito Santo. Amen.

sábado, 15 de maio de 2021

15 de maio - Dia Internacional da Família

15 de maio - Dia Internacional da Família ...  No no Ano Família Amoris Laetitia
As famílias de hoje têm desafios “muito concretos (acentuados pela pandemia e o confinamento)” e é necessário “dotá-las de ferramentas que lhes permitam manter (ou reavivar) o viço do amor em casal, redescobrir o outro sempre de novo, aumentar a cumplicidade, relativizar o que tem menor valor, estar disposto(a) a uma entrega contínua e valorizar a singularidade de cada um – também dos filhos”. 

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Vigília de Oração Mariana

Cravaz, Capela de Nª Senhora de Nazeré, 12 de maio
Pelas 21 horas deste dia 12 de maio, teve lugar a Vigília Mariana a partir de Cravaz.
O Grupo de animação litúrgica animou este belo momento com Maria e transmitiu-o através do Facebook do Centro Paroquial.
Nesta Semana da Vida, a meditação dos mistérios do Terço contemplou a temárica: "Cuidar e educar os filhos/ TOCAR o futuro das gerações". Os cânticos ajudaram a sentir este amor terno e firme de Maria. A leitura e oração finais lançaram-nos na peugada de S. José cujo Ano celebramos.
Pela voz do pároco, teve lugar a consagração da Paróquia de S. Pedro de Tarouca ao Imaculado Coração de Maria.
As velas junto à Imagem significaram a nossa fé em Jesus para o Qual não cessa de nos chamar a Senhora: "Fazei tudo o que Ele vos disser"
A rosa que cada jovem colocou junto à Imagem significou o carinho e afecto da comunidade para com a Virgem Mãe.
Obrigado a todos os que nos acompanharam pelas novas tecnologias. Obrigado ao grupo de animação litúrgica.
Caminhemos para Jesus! Com Maria. Como Maria. 

Consagração da Paróquia de S. Pedro de Tarouca à Bem-aventurada Virgem Maria 
Santíssima Virgem Maria,
Senhora de Fátima!
Senhora de todos os nomes bonitos,
Senhora do nome mais bonito:
Mãe de Deus e nossa Mãe!

Senhora de Fátima!
Queremos voltar a reaprender
Na Escola do Teu Filho;
Procuraremos ouvir, na nossa vida, o Teu conselho:
“Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).
Precisamos de perceber o que Ele nos quer dizer

Não queremos comprar a Tua ajuda
Com as nossas promessas.
Mas precisamos de Ti!
Sim, precisamos muito de ti!
Pedimos-Te, pelo carinho de Mãe,
que faças o que nós não sabemos fazer.
Com o atrevimento de meninos pequenos,
Que sabem pedir sem saber o que pedem,
Pedimos que, na nossa Paróquia, no nosso Mundo,
Com o exemplo e a silenciosa generosidade de S. José,
sejamos capazes defender, proteger e agradecer a vida,
Toda a vida e a vida toda!

Protege, Mãe de Deus e nossa Mãe,
as nossas crianças, jovens e casais,
Os doentes e idosos, os solitários e os carenciados.
Obrigado por tantas pessoas felizes e de bem consigo mesmas!

Mãe de Fátima e nossa Mãe!
Neste mês que é teu,
Colocamos no teu coração materno
Os cristãos perseguidos no nosso tempo por causa da sua fé;
A Jornada Mundial da Juventude que terá lugar em Portugal em 2023;
A nossa prece, humilde confiante, pelo fim da pandemia que há mais de um ano nos atormenta!

Obrigado, Mãe!
Um beijo.
Nosso e de todos os homens e mulheres
Da Paróquia de S. Pedro de Tarouca:
Sabes bem quanto gostam de ti!

Mãe, se esta comunidade paroquial
Onde és venerada com o título de Senhora das Dores,
É a “Paróquia da Virgem”,
Esta família paroquial
Foi, é e será sempre
A “Paróquia de Santa Maria”!

HOJE, 12 de MAIO, 21 HORAS

Transmissão pelo Facebook do Centro Paroquial da Vigília Mariana a partir da Capela de Nossa Senhora de Nazaré, Cravaz.
Separados, mas unidos no mesmo carinho da Mãe!

terça-feira, 11 de maio de 2021

Carta Apostólica pela qual o Papa institui o ministério de catequista


 Carta Apostólica pela qual o Papa institui o ministério de catequista: Na manhã desta terça-feira, 11 de maio, o Papa Francisco publicou a carta Apostólica sob forma de Motu Proprio (de própria iniciativa) Antiquum ministerium. Através dela o Papa cria o ministério laical de catequista e estabelece algumas diretrizes para o exercício do mesmo.

Perfil do candidato ao ministério instituído do catequista:

Convém que, ao ministério instituído de Catequista, sejam chamados homens e mulheres:
1. de fé profunda e maturidade humana, que tenham uma participação activa na vida da comunidade cristã,
2. sejam capazes de acolhimento, generosidade e vida de comunhão fraterna,
3. recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica, para ser solícitos comunicadores da verdade da fé,
4. e tenham já maturado uma prévia experiência de catequese,
5. sejam colaboradores fiéis dos presbíteros e diáconos,
6. disponíveis para exercer o ministério onde for necessário
7. e animados por verdadeiro entusiasmo apostólico.

Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2021: "«“Vem e verás” (Jo 1, 46). Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são»

 16 de maio de 2021

Na sua Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2021 o Santo Padre elogia a coragem dos jornalistas na denúncia de guerras e perseguições. Assinala a importância da comunicação digital e sublinha o valor da experiência pessoal para noticiar a realidade.
O Papa Francisco publicou a sua Mensagem para o LV Dia Mundial das Comunicações Sociais. Como sempre nas proximidades do dia 24 de janeiro, memória litúrgica de S. Francisco de Sales, padroeiro da imprensa católica.
O Santo Padre dá como título à sua mensagem aos media: “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”. É o encontro aquilo que mais marca o desafio lançado pelo Papa aos jornalistas. Serem capazes de assumir a frase do Evangelho de João: “Vem e verás”, tal como “a fé cristã se comunicou a partir dos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia” – escreve o Papa.
  
Ir ao encontro com a coragem dos jornalistas
Para o Papa Francisco existe uma “crise editorial” que “corre o risco de levar a uma informação construída nas redações, diante do computador, nos terminais das agências, nas redes sociais, sem nunca sair à rua”. Desta forma, é importante os jornalistas estarem abertos ao encontro procurando verificar “com os próprios olhos”. “Se não nos abrimos ao encontro, permanecemos espectadores externos” – escreve o Papa na sua Mensagem.
“O próprio jornalismo, como exposição da realidade, requer a capacidade de ir aonde mais ninguém vai: mover-se com desejo de ver” – lembra Francisco enaltecendo a coragem de muitos jornalistas que se esforçam por narrar a realidade, mesmo que tenham que correr riscos:
“Temos que agradecer a coragem e determinação de tantos profissionais (jornalistas, operadores de câmara, editores, cineastas que trabalham muitas vezes sob grandes riscos), se hoje conhecemos, por exemplo, a difícil condição das minorias perseguidas em várias partes do mundo, se muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação foram denunciados, se muitas guerras esquecidas foram noticiadas” – frisa Francisco.
Para o Papa “seria uma perda não só para a informação, mas também para toda a sociedade e para a democracia, se faltassem estas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade” – salienta.
  
Atenção mediática aos mais pobres
O Santo Padre na sua Mensagem refere-se, em particular, ao tempo de pandemia que estamos a viver, sublinhando que “há o risco de narrar a pandemia ou qualquer outra crise só com os olhos do mundo mais rico”. Ou seja, o risco de que a atenção mediática possa ser regida pelos interesses dos mais ricos e poderosos. E o Papa exemplifica:
“Por exemplo, na questão das vacinas e dos cuidados médicos em geral, pensemos no risco de exclusão que correm as pessoas mais indigentes. Quem nos contará a expetativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África? Deste modo as diferenças sociais e económicas a nível planetário correm o risco de marcar a ordem da distribuição das vacinas anti-Covid, com os pobres sempre em último lugar; e o direito à saúde para todos, afirmado em linha de princípio, acaba esvaziado da sua valência real” – diz o Papa não esquecendo quem sofre “no mundo dos mais afortunados”, sobretudo “o drama social das famílias decaídas rapidamente na pobreza” e que “fazem a fila à porta dos centros da Cáritas”.
Na web oportunidades e perigos
O Papa refere que a web “pode multiplicar a capacidade de relato e partilha” apontando que com a internet há “muitos mais olhos abertos sobre o mundo”.
“A tecnologia digital dá-nos a possibilidade duma informação em primeira mão e rápida, por vezes muito útil; pensemos nas emergências em que as primeiras notícias e mesmo as primeiras informações de serviço às populações viajam precisamente na web. É um instrumento formidável, que nos responsabiliza a todos” – assinala Francisco.
O Santo Padre lembra que “potencialmente, todos podemos tornar-nos testemunhas de acontecimentos que de contrário seriam negligenciados pelos meios de comunicação tradicionais”. Ressalta que “graças à rede, temos a possibilidade de contar o que vemos, o que acontece diante dos nossos olhos, de partilhar testemunhos”.
Mas, existem também perigos e riscos como o de uma “comunicação social não verificável”. As imagens podem ser manipuláveis sendo necessária “uma maior capacidade de discernimento” e “um sentido de responsabilidade mais maduro, seja quando se difundem seja quando se recebem conteúdos”.
“Todos somos responsáveis pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos conjuntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as. Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade” – escreve Francisco.
  
Nada substitui o ver pessoalmente
Na sua Mensagem dedicada aos media, o Papa salienta que “algumas coisas só se podem aprender, experimentando-as”. “O intenso fascínio de Jesus sobre quem O encontrava dependia da verdade da sua pregação, mas a eficácia daquilo que dizia era inseparável do seu olhar, das suas atitudes e até dos seus silêncios. Os discípulos não só ouviam as suas palavras, mas viam-No falar” – escreve o Papa.
O Santo Padre denuncia a “quantidade de eloquência vazia que abunda no nosso tempo” e lança o desafio de que os comunicadores cristãos usem o método utilizado na difusão da “boa nova do Evangelho” através de “encontros pessoa a pessoa, coração a coração: homens e mulheres que aceitaram o mesmo convite – «vem e verás”.
“Todos os instrumentos são importantes, e aquele grande comunicador que se chamava Paulo de Tarso ter-se-ia certamente servido do e-mail e das mensagens eletrónicas; mas foram a sua fé, esperança e caridade que impressionaram os contemporâneos que o ouviram pregar e tiveram a sorte de passar algum tempo com ele, de o ver durante uma assembleia ou numa conversa pessoal” – escreve o Papa lembrando S. Paulo.
O Papa Francisco conclui a sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais neste ano de 2021 com uma oração:
Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos, e partir à procura da verdade.
Ensinai-nos a ir e ver, ensinai-nos a ouvir, a não cultivar preconceitos, a não tirar conclusões precipitadas.
Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém, a reservar tempo para compreender, a prestar atenção ao essencial, a não nos distrairmos com o supérfluo, a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade.
Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi estabelecido pelo Concílio Vaticano II através do decreto “Inter Mirifica” em 1963 e assinala-se no domingo antes do Pentecostes. Este ano será a 16 de maio.
Fonte: aqui

terça-feira, 4 de maio de 2021

 

O Mundo das Finanças - O Vídeo do Papa 5 - Maio de 2021

Enquanto a economia real, a que cria emprego, está em crise, com tanta gente sem trabalho, os mercados financeiros nunca estiveram tão inflacionados como agora.
Quão longe está o mundo das grandes finanças da vida da maioria das pessoas!
As finanças, se não estiverem regulamentadas, tornam-se pura especulação reforçada por algumas políticas monetárias.
Essa situação é insustentável. É perigosa.
Para evitar que os pobres voltem a pagar as consequências, a especulação financeira deve ser estritamente regulamentada.
Especulação. Quero sublinhar esse termo.
Que as finanças sejam instrumentos de serviço, instrumentos para servir as pessoas e cuidar da casa comum!
Ainda podemos pôr em andamento um processo de mudança global para praticar uma economia diferente, mais justa, inclusiva, sustentável, que não deixe ninguém para trás.
Vamos fazer isso! E rezemos para que os responsáveis pelo mundo financeiro colaborem com os governos para regulamentar os mercados financeiros e proteger os cidadãos em perigo.

Maio, Mês de Maria... Não se lembre só da Virgem quando precisa!

domingo, 2 de maio de 2021

Voltou a Missa dominical à Igreja Paroquial

Fim-de-semana de 1 e 2 de maio. Dia da Mãe. Foi com alegria estampada no rosto de toda a gente que a família paroquial, um ano e três meses depois, voltou à Casa-Mãe, que é a Igreja Paroquial. Agora interiormente requalificada e valorizada. “Está muito bonita”, “valeu a pena esperar”, “obrigado a quem interveio para que as obras fossem levadas a bom termos”, foram algumas das expressões saídas dos lábios satisfeitos dos paroquianos.
Porque gente digna, dizemos muito obrigado à Câmara Municipal na pessoa do sr. Presidente. O Município de Tarouca candidatou esta obra ao PROVERE e, aprovada a candidatura, lançou o concurso para a realização da obra. Técnicos camarários acompanharam os trabalhos em sintonia com o organismo estatal que superentende a este Monumento de Interesse Nacional. Trabalhadores da Câmara executaram vários trabalhos não contemplados no processo. Acrescente-se que o PROVERE comparticipou a obra em 47%, cabendo os restantes 53% à Câmara Municipal.
Tendo a empresa terminado a obra, o Município realizou outras intervenções importantes das quais se salientam: recuperação da porta principal, nova passadeira, renovação da instalação sonora, novo sistema de transmissão interna, remodelação eléctrica, etc.
Tudo isto sem envolver qualquer encargo para a comunidade e para Igreja.
Agradecemos ainda ao grupo de animação litúrgica por todo o empenho em preparar a Igreja e pelo gosto de se adaptar e utilizar as novas tecnologias existentes no templo, às zeladoras, às pessoas que, com disponibilidade, mudaram as coisas do Centro Paroquial e as trouxeram para a Igreja, recolocando-as, à comunidade pela sua adesão e satisfação, a quem ofereceu o seu trabalho gratuitamente.
Falta o altar da celebração. O que lá está não tem a dignidade que o templo requer. Quem sabe está a preparar o projecto. Depois cabe à comunidade contribuir para que se concretize.

sábado, 1 de maio de 2021

Vinde, vinde! Tudo está preparado.


 

1 de Maio: Dia do Trabalhado e de São José, Operário

São José, Pai trabalhador

Um aspeto que carateriza São José é a sua relação com o trabalho. São José era um carpinteiro que trabalhou honestamente para garantir o sustento da sua família. Com ele, Jesus aprendeu o valor, a dignidade e a alegria do que significa comer o pão fruto do próprio trabalho.

Neste nosso tempo em que o trabalho parece ter voltado a constituir uma urgente questão social e o desemprego atinge por vezes níveis impressionantes, mesmo em países onde se experimentou durante várias décadas um certo bem-estar, é necessário tomar renovada consciência do significado do trabalho que dignifica e do qual o nosso Santo é patrono e exemplo.

O trabalho torna-se participação na própria obra da salvação, oportunidade para apressar a vinda do Reino, desenvolver as próprias potencialidades e qualidades, colocando-as ao serviço da sociedade e da comunhão; o trabalho torna-se uma oportunidade de realização não só para o próprio trabalhador, mas sobretudo para aquele núcleo originário da sociedade que é a família. Uma família onde falte o trabalho está mais exposta a dificuldades, tensões, fraturas e até mesmo à desesperada e desesperadora tentação da dissolução. Como poderemos falar da dignidade humana sem nos empenharmos para que todos, e cada um, tenham a possibilidade dum digno sustento?

A pessoa que trabalha, seja qual for a sua tarefa, colabora com o próprio Deus, torna-se em certa medida criadora do mundo que a rodeia. A crise do nosso tempo, que é económica, social, cultural e espiritual, pode constituir para todos um apelo a redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho para dar origem a uma nova «normalidade», em que ninguém seja excluído. O trabalho de São José lembra-nos que o próprio Deus feito homem não desdenhou o trabalho. A perda de trabalho que afeta tantos irmãos e irmãs e tem aumentado nos últimos meses devido à pandemia de Covid-19, deve ser um apelo a revermos as nossas prioridades. Neste Dia do Trabalhador, Peçamos a São José Operário que encontremos vias onde nos possamos comprometer até se dizer: nenhum jovem, nenhuma pessoa, nenhuma família sem trabalho!

Carta apostólica Patris corde

Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família para o Dia da Mãe


 A arte de ser mãe

As mães sabem que não basta dar filhos ao mundo, mas é preciso também dar um mundo aos filhos. Um mundo cheio de valores, de esperança e sonhos.
As mães sabem que ser mãe não é ter, é ser. Ser-se quem se é nos filhos e pelos filhos. As mães são aquelas que amam antes de serem amadas. São aquelas que respondem antes de serem chamadas. São aquelas que beijam antes de serem beijadas. São aquelas que correm para o abraço esquecendo o cansaço. Como ninguém, as mães são capazes de se doar, de perdoar, de compreender, de aceitar e não julgar.

Nenhuma mãe tem em si todas as qualidades humanas e, menos ainda, vive sem erros, mas, apesar de tudo, abraça os filhos tal como são, por poucas qualidades que tenham, por maiores que sejam os seus erros. Uma mãe perdoa sempre. Ainda que de coração sacrificado, prefere pensar que a culpa é sua e não de quem, por vezes, assim a crucifica.

A mãe ensina os filhos a serem mais fortes que os medos, não tanto através de discursos inspirados, mas pela grandeza e humildade do seu exemplo. É capaz de lhes oferecer o mar com um só sorriso e a vida inteira com uma só lágrima, que não será mais que uma gota do imenso mar do seu amor.

Neste tempo de incerteza, confiamos as mães a Maria, que é a mãe de todas as mães. Recordamos as mães que deram à luz durante a pandemia, mães que perderam o emprego ou rendimentos, mães que perderam filhos e estão de luto, mães que lutaram e lutam pela saúde da sua família, mães cuidadoras de idosos e de pessoas com deficiência.

Maria é mãe da esperança, ela que viveu com esta palavra de Simeão: “Uma espada de dor trespassará a tua alma” (Lc 2, 35). Essa alma, por ser toda amor, era infinitamente vulnerável. Quando Maria, durante três dias, andou à procura do seu Filho adolescente, tendo Ele ficado em Jerusalém, quando o seguiu durante a sua vida pública, vendo-o confrontar-se com as incompreensões ou hostilidade de muitos, e – sobretudo – quando o acompanhou no caminho do Calvário, sofreu mais do que qualquer outra mãe. Contudo, no próprio âmago do seu sofrimento, ela guardou uma confiança inquebrantável. Para lá do seu sofrimento, ela tinha a certeza de que era amada por Deus, mantendo a confiança nele. Maria, que conhece e compreende melhor do que ninguém, os sofrimentos das mães, ensina a viver em paz.

Que as mães não esqueçam que os seus filhos também são filhos de Maria. Com elas, Maria partilha a sua responsabilidade materna, carrega os sofrimentos e as dificuldades dos seus filhos. Com as mães – e ainda mais do que elas – ela deseja a sua felicidade.

Ser mãe é ser feliz somente por ser mãe. Ser mãe é ser amor e amor que ninguém esquece, mas que sempre se agradece.

Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes para manifestarmos todo o amor e gratidão para com as nossas mães!