Vinde, Espírito Santo!Sobre estes meninos, suas famílias e esta comunidade paroquial
domingo, 23 de maio de 2021
25 crianças em 1ª Comunhão
sexta-feira, 21 de maio de 2021
Novidades para o Sínodo: tem início a partir das Igrejas locais
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Visita da Imagem de Nossa Senhora de Fátima aos povos da Paróquia de Tarouca
Dia 29 de maio de 2021
- 20h, Terço transmitido pelo Facebook do Centro Paroquial
- Segue-se a Visita da Imagem da Senhora, transportada em carro, pelo trajecto do ano passado.
- Pede-se que embelezemos com flores e colchas as casas por onde passa a Imagem
- As pessoas junto de cujas casas não passa a Imagem, venham para a rua, com máscara e guardando as distâncias, aplaudir, bater palmas e saudar a Imagem da Senhora.
A catequese das festas
Depois de dois anos de uma catequese incipiente e quase inexistente, o que preocupa os pais dos meninos (…) é ‘quando fazem a festa da Primeira Comunhão ou da Prof. de Fé ou o Crisma’. Os mesmos pais que têm consciência que a catequese foi e está a ser insuficiente. Os mesmos pais que pouco ou nunca vão à eucaristia e que agora até ‘arranjam’ a desculpa da pandemia. Os mesmos pais que, durante a pandemia, não contactaram os responsáveis paroquiais para solicitar ajuda na catequese familiar…
A catequese pouco importa. Ter feito ou não ter feito um itinerário de fé pouco importa. O que importa são as festas.
Este tipo de catequese para festas tem de acabar, com o risco de andarmos a gastar as poucas energias de uma Igreja que se desgasta com a manutenção do que é impossível manter. A pandemia só veio deixar isso ainda mais claro.
Fonte (com alterações): Confessionário dum Padre
23 Maio 2021 - Solenidade do Pentecostes - Ano B
| Invocação ao Espírito Santo Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra. Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos rectamente todas as coisas e gozemos sempre da sua consolação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amen. |
sábado, 15 de maio de 2021
15 de maio - Dia Internacional da Família
As famílias de hoje têm desafios “muito concretos (acentuados pela pandemia e o confinamento)” e é necessário “dotá-las de ferramentas que lhes permitam manter (ou reavivar) o viço do amor em casal, redescobrir o outro sempre de novo, aumentar a cumplicidade, relativizar o que tem menor valor, estar disposto(a) a uma entrega contínua e valorizar a singularidade de cada um – também dos filhos”.
sexta-feira, 14 de maio de 2021
quinta-feira, 13 de maio de 2021
quarta-feira, 12 de maio de 2021
Vigília de Oração Mariana
Cravaz, Capela de Nª Senhora de Nazeré, 12 de maio
Consagração da Paróquia de S. Pedro de Tarouca à Bem-aventurada Virgem Maria
Santíssima Virgem Maria,
Senhora de Fátima!
Senhora de todos os nomes bonitos,
Senhora do nome mais bonito:
Mãe de Deus e nossa Mãe!
Senhora de Fátima!
Queremos voltar a reaprender
Na Escola do Teu Filho;
Procuraremos ouvir, na nossa vida, o Teu conselho:
“Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).
Precisamos de perceber o que Ele nos quer dizer
Não queremos comprar a Tua ajuda
Com as nossas promessas.
Mas precisamos de Ti!
Sim, precisamos muito de ti!
Pedimos-Te, pelo carinho de Mãe,
que faças o que nós não sabemos fazer.
Com o atrevimento de meninos pequenos,
Que sabem pedir sem saber o que pedem,
Pedimos que, na nossa Paróquia, no nosso Mundo,
Com o exemplo e a silenciosa generosidade de S. José,
sejamos capazes defender, proteger e agradecer a vida,
Toda a vida e a vida toda!
Protege, Mãe de Deus e nossa Mãe,
as nossas crianças, jovens e casais,
Os doentes e idosos, os solitários e os carenciados.
Obrigado por tantas pessoas felizes e de bem consigo mesmas!
Mãe de Fátima e nossa Mãe!
Neste mês que é teu,
Colocamos no teu coração materno
Os cristãos perseguidos no nosso tempo por causa da sua fé;
A Jornada Mundial da Juventude que terá lugar em Portugal em 2023;
A nossa prece, humilde confiante, pelo fim da pandemia que há mais de um ano nos atormenta!
Obrigado, Mãe!
Um beijo.
Nosso e de todos os homens e mulheres
Da Paróquia de S. Pedro de Tarouca:
Sabes bem quanto gostam de ti!
Mãe, se esta comunidade paroquial
Onde és venerada com o título de Senhora das Dores,
É a “Paróquia da Virgem”,
Esta família paroquial
Foi, é e será sempre
A “Paróquia de Santa Maria”!
HOJE, 12 de MAIO, 21 HORAS
terça-feira, 11 de maio de 2021
Carta Apostólica pela qual o Papa institui o ministério de catequista
Carta Apostólica pela qual o Papa institui o ministério de catequista: Na manhã desta terça-feira, 11 de maio, o Papa Francisco publicou a carta Apostólica sob forma de Motu Proprio (de própria iniciativa) Antiquum ministerium. Através dela o Papa cria o ministério laical de catequista e estabelece algumas diretrizes para o exercício do mesmo.
Perfil do candidato ao ministério instituído do catequista:
Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2021: "«“Vem e verás” (Jo 1, 46). Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são»
Na sua Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2021 o Santo Padre elogia a coragem dos jornalistas na denúncia de guerras e perseguições. Assinala a importância da comunicação digital e sublinha o valor da experiência pessoal para noticiar a realidade.16 de maio de 2021
O Papa Francisco publicou a sua Mensagem para o LV Dia Mundial das Comunicações Sociais. Como sempre nas proximidades do dia 24 de janeiro, memória litúrgica de S. Francisco de Sales, padroeiro da imprensa católica.
O Santo Padre dá como título à sua mensagem aos media: “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”. É o encontro aquilo que mais marca o desafio lançado pelo Papa aos jornalistas. Serem capazes de assumir a frase do Evangelho de João: “Vem e verás”, tal como “a fé cristã se comunicou a partir dos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia” – escreve o Papa.
Ir ao encontro com a coragem dos jornalistas
Para o Papa Francisco existe uma “crise editorial” que “corre o risco de levar a uma informação construída nas redações, diante do computador, nos terminais das agências, nas redes sociais, sem nunca sair à rua”. Desta forma, é importante os jornalistas estarem abertos ao encontro procurando verificar “com os próprios olhos”. “Se não nos abrimos ao encontro, permanecemos espectadores externos” – escreve o Papa na sua Mensagem.
“Temos que agradecer a coragem e determinação de tantos profissionais (jornalistas, operadores de câmara, editores, cineastas que trabalham muitas vezes sob grandes riscos), se hoje conhecemos, por exemplo, a difícil condição das minorias perseguidas em várias partes do mundo, se muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação foram denunciados, se muitas guerras esquecidas foram noticiadas” – frisa Francisco.
Para o Papa “seria uma perda não só para a informação, mas também para toda a sociedade e para a democracia, se faltassem estas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade” – salienta.
Atenção mediática aos mais pobres
O Santo Padre na sua Mensagem refere-se, em particular, ao tempo de pandemia que estamos a viver, sublinhando que “há o risco de narrar a pandemia ou qualquer outra crise só com os olhos do mundo mais rico”. Ou seja, o risco de que a atenção mediática possa ser regida pelos interesses dos mais ricos e poderosos. E o Papa exemplifica:
“Por exemplo, na questão das vacinas e dos cuidados médicos em geral, pensemos no risco de exclusão que correm as pessoas mais indigentes. Quem nos contará a expetativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África? Deste modo as diferenças sociais e económicas a nível planetário correm o risco de marcar a ordem da distribuição das vacinas anti-Covid, com os pobres sempre em último lugar; e o direito à saúde para todos, afirmado em linha de princípio, acaba esvaziado da sua valência real” – diz o Papa não esquecendo quem sofre “no mundo dos mais afortunados”, sobretudo “o drama social das famílias decaídas rapidamente na pobreza” e que “fazem a fila à porta dos centros da Cáritas”.
Na web oportunidades e perigos
O Papa refere que a web “pode multiplicar a capacidade de relato e partilha” apontando que com a internet há “muitos mais olhos abertos sobre o mundo”.
“A tecnologia digital dá-nos a possibilidade duma informação em primeira mão e rápida, por vezes muito útil; pensemos nas emergências em que as primeiras notícias e mesmo as primeiras informações de serviço às populações viajam precisamente na web. É um instrumento formidável, que nos responsabiliza a todos” – assinala Francisco.
O Santo Padre lembra que “potencialmente, todos podemos tornar-nos testemunhas de acontecimentos que de contrário seriam negligenciados pelos meios de comunicação tradicionais”. Ressalta que “graças à rede, temos a possibilidade de contar o que vemos, o que acontece diante dos nossos olhos, de partilhar testemunhos”.
Mas, existem também perigos e riscos como o de uma “comunicação social não verificável”. As imagens podem ser manipuláveis sendo necessária “uma maior capacidade de discernimento” e “um sentido de responsabilidade mais maduro, seja quando se difundem seja quando se recebem conteúdos”.
“Todos somos responsáveis pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos conjuntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as. Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade” – escreve Francisco.
Nada substitui o ver pessoalmente
Na sua Mensagem dedicada aos media, o Papa salienta que “algumas coisas só se podem aprender, experimentando-as”. “O intenso fascínio de Jesus sobre quem O encontrava dependia da verdade da sua pregação, mas a eficácia daquilo que dizia era inseparável do seu olhar, das suas atitudes e até dos seus silêncios. Os discípulos não só ouviam as suas palavras, mas viam-No falar” – escreve o Papa.
O Santo Padre denuncia a “quantidade de eloquência vazia que abunda no nosso tempo” e lança o desafio de que os comunicadores cristãos usem o método utilizado na difusão da “boa nova do Evangelho” através de “encontros pessoa a pessoa, coração a coração: homens e mulheres que aceitaram o mesmo convite – «vem e verás”.
O Papa Francisco conclui a sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais neste ano de 2021 com uma oração:
Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos, e partir à procura da verdade.
Ensinai-nos a ir e ver, ensinai-nos a ouvir, a não cultivar preconceitos, a não tirar conclusões precipitadas.
Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém, a reservar tempo para compreender, a prestar atenção ao essencial, a não nos distrairmos com o supérfluo, a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade.
Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi estabelecido pelo Concílio Vaticano II através do decreto “Inter Mirifica” em 1963 e assinala-se no domingo antes do Pentecostes. Este ano será a 16 de maio.
sábado, 8 de maio de 2021
sexta-feira, 7 de maio de 2021
terça-feira, 4 de maio de 2021
O Mundo das Finanças - O Vídeo do Papa 5 - Maio de 2021
Quão longe está o mundo das grandes finanças da vida da maioria das pessoas!
As finanças, se não estiverem regulamentadas, tornam-se pura especulação reforçada por algumas políticas monetárias.
Essa situação é insustentável. É perigosa.
Para evitar que os pobres voltem a pagar as consequências, a especulação financeira deve ser estritamente regulamentada.
Especulação. Quero sublinhar esse termo.
Que as finanças sejam instrumentos de serviço, instrumentos para servir as pessoas e cuidar da casa comum!
Ainda podemos pôr em andamento um processo de mudança global para praticar uma economia diferente, mais justa, inclusiva, sustentável, que não deixe ninguém para trás.
Vamos fazer isso! E rezemos para que os responsáveis pelo mundo financeiro colaborem com os governos para regulamentar os mercados financeiros e proteger os cidadãos em perigo.
domingo, 2 de maio de 2021
Voltou a Missa dominical à Igreja Paroquial
Porque gente digna, dizemos muito obrigado à Câmara Municipal na pessoa do sr. Presidente. O Município de Tarouca candidatou esta obra ao PROVERE e, aprovada a candidatura, lançou o concurso para a realização da obra. Técnicos camarários acompanharam os trabalhos em sintonia com o organismo estatal que superentende a este Monumento de Interesse Nacional. Trabalhadores da Câmara executaram vários trabalhos não contemplados no processo. Acrescente-se que o PROVERE comparticipou a obra em 47%, cabendo os restantes 53% à Câmara Municipal.
Tendo a empresa terminado a obra, o Município realizou outras intervenções importantes das quais se salientam: recuperação da porta principal, nova passadeira, renovação da instalação sonora, novo sistema de transmissão interna, remodelação eléctrica, etc.
Tudo isto sem envolver qualquer encargo para a comunidade e para Igreja.
Agradecemos ainda ao grupo de animação litúrgica por todo o empenho em preparar a Igreja e pelo gosto de se adaptar e utilizar as novas tecnologias existentes no templo, às zeladoras, às pessoas que, com disponibilidade, mudaram as coisas do Centro Paroquial e as trouxeram para a Igreja, recolocando-as, à comunidade pela sua adesão e satisfação, a quem ofereceu o seu trabalho gratuitamente.
Falta o altar da celebração. O que lá está não tem a dignidade que o templo requer. Quem sabe está a preparar o projecto. Depois cabe à comunidade contribuir para que se concretize.
sábado, 1 de maio de 2021
1 de Maio: Dia do Trabalhado e de São José, Operário
São José, Pai trabalhador
Um aspeto que carateriza São José é
a sua relação com o trabalho. São José era um carpinteiro que trabalhou
honestamente para garantir o sustento da sua família. Com ele, Jesus aprendeu o
valor, a dignidade e a alegria do que significa comer o pão fruto do próprio
trabalho.
Neste nosso tempo em que o trabalho
parece ter voltado a constituir uma urgente questão social e o desemprego
atinge por vezes níveis impressionantes, mesmo em países onde se experimentou
durante várias décadas um certo bem-estar, é necessário tomar renovada
consciência do significado do trabalho que dignifica e do qual o nosso Santo é
patrono e exemplo.
O trabalho torna-se participação na
própria obra da salvação, oportunidade para apressar a vinda do Reino,
desenvolver as próprias potencialidades e qualidades, colocando-as ao serviço
da sociedade e da comunhão; o trabalho torna-se uma oportunidade de realização
não só para o próprio trabalhador, mas sobretudo para aquele núcleo originário
da sociedade que é a família. Uma família onde falte o trabalho está mais
exposta a dificuldades, tensões, fraturas e até mesmo à desesperada e
desesperadora tentação da dissolução. Como poderemos falar da dignidade humana
sem nos empenharmos para que todos, e cada um, tenham a possibilidade dum digno
sustento?
A pessoa que trabalha, seja qual
for a sua tarefa, colabora com o próprio Deus, torna-se em certa medida
criadora do mundo que a rodeia. A crise do nosso tempo, que é económica,
social, cultural e espiritual, pode constituir para todos um apelo a
redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho para dar origem
a uma nova «normalidade», em que ninguém seja excluído. O trabalho de São José
lembra-nos que o próprio Deus feito homem não desdenhou o trabalho. A perda de
trabalho que afeta tantos irmãos e irmãs e tem aumentado nos últimos meses
devido à pandemia de Covid-19, deve ser um apelo a revermos as nossas
prioridades. Neste Dia do Trabalhador, Peçamos a São José Operário que
encontremos vias onde nos possamos comprometer até se dizer: nenhum jovem,
nenhuma pessoa, nenhuma família sem trabalho!
Carta apostólica Patris corde
Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família para o Dia da Mãe
As mães sabem que não basta dar filhos ao mundo, mas é preciso também dar um mundo aos filhos. Um mundo cheio de valores, de esperança e sonhos.
As mães sabem que ser mãe não é ter, é ser. Ser-se quem se é nos filhos e pelos filhos. As mães são aquelas que amam antes de serem amadas. São aquelas que respondem antes de serem chamadas. São aquelas que beijam antes de serem beijadas. São aquelas que correm para o abraço esquecendo o cansaço. Como ninguém, as mães são capazes de se doar, de perdoar, de compreender, de aceitar e não julgar.
Nenhuma mãe tem em si todas as qualidades humanas e, menos ainda, vive sem erros, mas, apesar de tudo, abraça os filhos tal como são, por poucas qualidades que tenham, por maiores que sejam os seus erros. Uma mãe perdoa sempre. Ainda que de coração sacrificado, prefere pensar que a culpa é sua e não de quem, por vezes, assim a crucifica.
A mãe ensina os filhos a serem mais fortes que os medos, não tanto através de discursos inspirados, mas pela grandeza e humildade do seu exemplo. É capaz de lhes oferecer o mar com um só sorriso e a vida inteira com uma só lágrima, que não será mais que uma gota do imenso mar do seu amor.
Neste tempo de incerteza, confiamos as mães a Maria, que é a mãe de todas as mães. Recordamos as mães que deram à luz durante a pandemia, mães que perderam o emprego ou rendimentos, mães que perderam filhos e estão de luto, mães que lutaram e lutam pela saúde da sua família, mães cuidadoras de idosos e de pessoas com deficiência.
Maria é mãe da esperança, ela que viveu com esta palavra de Simeão: “Uma espada de dor trespassará a tua alma” (Lc 2, 35). Essa alma, por ser toda amor, era infinitamente vulnerável. Quando Maria, durante três dias, andou à procura do seu Filho adolescente, tendo Ele ficado em Jerusalém, quando o seguiu durante a sua vida pública, vendo-o confrontar-se com as incompreensões ou hostilidade de muitos, e – sobretudo – quando o acompanhou no caminho do Calvário, sofreu mais do que qualquer outra mãe. Contudo, no próprio âmago do seu sofrimento, ela guardou uma confiança inquebrantável. Para lá do seu sofrimento, ela tinha a certeza de que era amada por Deus, mantendo a confiança nele. Maria, que conhece e compreende melhor do que ninguém, os sofrimentos das mães, ensina a viver em paz.
Que as mães não esqueçam que os seus filhos também são filhos de Maria. Com elas, Maria partilha a sua responsabilidade materna, carrega os sofrimentos e as dificuldades dos seus filhos. Com as mães – e ainda mais do que elas – ela deseja a sua felicidade.
Ser mãe é ser feliz somente por ser mãe. Ser mãe é ser amor e amor que ninguém esquece, mas que sempre se agradece.
Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes para manifestarmos todo o amor e gratidão para com as nossas mães!























































