domingo, 28 de janeiro de 2018

Faço este pequeno exercício e veja como vai de conhecimentos ...


TESTE OS SEUS CONHECIMENTOS
Assinale com uma cruz (X) a resposta mais adequada à mensagem do Evangelho e da Igreja.
1. Cristo nasceu, morreu e ressuscitou para nos salvar.
A. A salvação é a recompensa de Deus pelas nossas boas obras
 
B. A salvação é dom de Deus e só de Deus
 
C. A salvação é uma conquista do homem
 
2. A Igreja existe para:
 
A. Agradar aos homens de cada tempo
 
B. Falar de si mesma aos homens de cada tempo
 
C. Ensinar leis, princípios morais e tradições
 
D. Anunciar Jesus Cristo aos homens
 
3. Na Igreja existem 3 grandes vocações: Ministros Ordenados (Diáconos, Sacerdotes e Bispos), Religiosos (frades e freiras) e Leigos.
 
A. Compete aos Leigos presidir à Eucaristia
 
B. Assistir à Eucaristia
 
C. Participar na Eucaristia
 
4.“E disse-lhes Jesus: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A Igreja existe por causa de Cristo e do mundo. Uma Igreja centrada em Cristo e descentrada nos homens.
 
A. É missão dos leigos presidir às comunidades paroquiais
 
B. Anunciar e testemunhar Jesus Cristo no mundo (família, escola, trabalho, diversão, associações, etc)
 
C. Ajudar o senhor Abade
 
5. A Igreja, família de Deus, é um corpo organizado, que vive da fé, da esperança e da caridade.
 
A.   É missão dos leigos participar e dinamizar ativamente os grupos, movimentos, associações e conselhos paroquiais
 
B. Fazer promessas e pagar promessas
 
C. Alinha no “deita-abaixo” contra a Igreja
 
6. Uma vez filhos de Deus pelo Batismo, filhos de Deus para sempre.
 
A. A Fé e a Igreja são como um supermercado onde só se vai quando é preciso.
 
B. O cristão quando entra na vida política deve deixar a fé na gaveta e procede exatamente de forma politicamente correta.
 
C. Os cristãos devem estar na política, nos sindicatos, nas associações, nas empresas, etc, mas como cristãos, procurando viver e testemunhar os valores do Evangelho.
 
D. Só somos cristãos quando vimos à Igreja. Ao sairmos da Igreja, procedemos exatamente como os outros.
 
7.  A minha vida cristã alimenta-se da oração, manifesta-se na caridade e revela-se no apostolado.
 
Oração é intimidade com Deus, com total confiança em Deus. A Deus louvo, peço perdão e confio todos os meus problemas e os dos outros.
 
B. A oração é dirigir-me a Deus só quando preciso.
 
C. Oração é despejar o saco das minhas necessidades em Deus.
 
8.  Caridade é:
 
A. Dar esmola ao pobre
 
B. Ajudar quem precisa para me poder gabar diante dos outros
 
C. Tudo o que faço em favor de quem precisa “sem saber a esquerda o que faz a direita”
 
9. Apostolado:
 
A. É lá para os padres e as freiras
 
B. Fazer apostolado é a 1ª das consequências do meu batismo
 
C. Fazer apostolado é falar de mim, da minha vivência da fé, dos meus gostos.
 
8. Quem acha que tem razão?
 
A. Os que dizem que não frequentam a Igreja porque os que lá vão ainda são piores?
 
B. Os que dizem que para ter fé não é preciso ir à Igreja?
 
C. Os que dizem que vão à igreja por causa de Cristo?
 
D. Os que dizem que vão à Igreja porque os seus pais e avós também foram?
 

 
Teste corrigido

 
 
Assinale com uma cruz (X) a resposta mais adequada à mensagem do Evangelho e da Igreja.
1. Cristo nasceu, morreu e ressuscitou para nos salvar.
A. A salvação é a recompensa de Deus pelas nossas boas obras
 
B. A salvação é dom de Deus e só de Deus
X
C. A salvação é uma conquista do homem
 
2. A Igreja existe para:
 
A. Agradar aos homens de cada tempo
 
B. Falar de si mesma aos homens de cada tempo
 
C. Ensinar leis, princípios morais e tradições
 
D. Anunciar Jesus Cristo aos homens
X
3. Na Igreja existem 3 grandes vocações: Ministros Ordenados (Diáconos, Sacerdotes e Bispos), Religiosos (frades e freiras) e Leigos.
 
A. Compete aos Leigos presidir à Eucaristia
 
B. Assistir à Eucaristia
 
C. Participar na Eucaristia
X
4.“E disse-lhes Jesus: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A Igreja existe por causa de Cristo e do mundo. Uma Igreja centrada em Cristo e descentrada nos homens.
 
A. É missão dos leigos presidir às comunidades paroquiais
 
B. Anunciar e testemunhar Jesus Cristo no mundo (família, escola, trabalho, diversão, associações, etc)
X
C. Ajudar o senhor Abade
 
5. A Igreja, família de Deus, é um corpo organizado, que vive da fé, da esperança e da caridade.
 
A.   É missão dos leigos participar e dinamizar ativamente os grupos, movimentos, associações e conselhos paroquiais
X
B. Fazer promessas e pagar promessas
 
C. Alinha no “deita-abaixo” contra a Igreja
 
6. Uma vez filhos de Deus pelo Batismo, filhos de Deus para sempre.
 
A. A Fé e a Igreja são como um supermercado onde só se vai quando é preciso.
 
B. O cristão quando entra na vida política deve deixar a fé na gaveta e procede exatamente de forma politicamente correta.
 
C. Os cristãos devem estar na política, nos sindicatos, nas associações, nas empresas, etc, mas como cristãos, procurando viver e testemunhar os valores do Evangelho.
X
D. Só somos cristãos quando vimos à Igreja. Ao sairmos da Igreja, procedemos exatamente como os outros.
 
7.  A minha vida cristã alimenta-se da oração, manifesta-se na caridade e revela-se no apostolado.
 
Oração é intimidade com Deus, com total confiança em Deus. A Deus louvo, peço perdão e confio todos os meus problemas e os dos outros.
X
B. A oração é dirigir-me a Deus só quando preciso.
 
C. Oração é despejar o saco das minhas necessidades em Deus.
 
8.  Caridade é:
 
A. Dar esmola ao pobre
 
B. Ajudar quem precisa para me poder gabar diante dos outros
C. Tudo o que faço em favor de quem precisa “sem saber a esquerda o que faz a direita”
 
 
X
9. Apostolado:
 
A. É lá para os padres e as freiras
 
B. Fazer apostolado é a 1ª das consequências do meu batismo
X
C. Fazer apostolado é falar de mim, da minha vivência da fé, dos meus gostos.
 
8. Quem acha que tem razão?
 
A. Os que dizem que não frequentam a Igreja porque os que lá vão ainda são piores?
 
B. Os que dizem que para ter fé não é preciso ir à Igreja?
 
C. Os que dizem que vão à igreja por causa de Cristo?
X
D. Os que dizem que vão à Igreja porque os seus pais e avós também foram?
 

 

CORAL DAS 11H

O Grupo Coral da Eucaristia das 11h reuniu hoje, ao fim do ensaio, para um jantar-convívio em casa de um dos membros do Coral.
Por vicissitudes várias nem todos puderam marcar presença, mas todos foram lembrados.
A refeição correu com enorme naturalidade , alegria e sã convivência. Depois, cantaram-se umas músicas para alegrar a alma.
Estes momentos são importantes na vida de um grupo de voluntários, pois estreitam laços, aproximam pessoas, motivam para o serviço.
O serviço de um coral é insispensável à dignidade e elevação de uma celebração. Claro que exige trabalho, dedicação, persistência, empenho.
Parabéns, amigos! Continuai e que mais e mais gente venha a integra o Coral. Deus merece e a comunidade precisa.
Obrigado a quem tão bela e generiosamente ofereceu a refeição e proporcionou este belo momento de convívio.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Paróquia de S. Pedro de Tarouca: Encontro familiar


No Plano Pastoral constava este Encontro de Pais que teve lugar na tarde de 27 de janeiro no Centro Paroquial.
Do Conselho Pastoral Paroquial havia saído uma equipa responsável pela preparação do Encontro: Dr.as Judite, Lurdes e Almerinda. Trabalharam muito em equipa e preocuparam-se com os vários pormenores. O pároco foi acompanhando o trabalho. O tema, vinha do Conselho Pastoral, está estampado no cartaz:
Pelas 15h, começou a Eucaristia no salão do Centro Paroquial, tendo participado pais e filhos. Como este fim-de-semana foi dedicado à Bíblia, Cartas de Amor que Deus envia a cada um de nós, procurou-se dar especial em foque à Palavra de Deus de onde deriva e se aprende todo o amor. Admonições, Cânticos, Momento Penitencial, Homilia, Apresentação das Oferendas, tudo muito centrado na Palavra de Deus. Além de crianças e catequistas, gouve participação de pis.
Finda a Eucaristia, os catequizando seguiram para as suas salas com os catequistas para a respetiva sessão de catequese, enquanto os pais presentes ficaram no salão para o encontro de pais, dinamizado pela  equipa responsável.

Com auxílio do projector e de cartazes afixados, foram lidas e comentadas algumas mensagens particularmente relacionadas com a família como espaço de oração, acolhimento, discernimento e missão. Igualmente foram citados textos referentes à família, ao amor humano e à Igreja como comunidade em missão.
Igualmente significativo foi a partilha de oração, lida por diversos pais, como forma de sensibilização à oração em família.
A partir de um pequeno filme, refletiu-se sobre o valor da caridade em família e desta para com a sociedade. É que o casamento é uma proposta de fazer feliz o outro...
Também o pároco deu o seu testemunho a partir de uma experiência vivida com os sem abrigo para concluir, como dizia Santa Teresa de Calcutá, que "mãos que ajudam são mais sagradas do que os lábios que rezam." E estamos no Ano Pastoral dedicado à Caridade...
Os pais terminaram agradecendo à equipa responsável. Foi um gesto muito digno.
Parabéns aos pais presentes, catequistas, catequizandos e a todos os que colaboraram.
Obrigado, Dr.as Judite, Lurdes e Almerinda!

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

28 Janeiro 2018 – 4º Domingo do Tempo Comum – Ano B

Leituras: aqui

Paróquia de São Pedro de Tarouca
DOMINGO DEDICADO À PALAVRA DE DEUS
Aprender o amor
na Palavra do Senhor

CÂNTICO: Eu vim para escutar
Tua Palavra, Tua Palavra, Tua Palavra de Amor  (2x)

* Eu gosto de escutar.
* Eu quero entender melhor.
* O mundo ainda vai viver.
* Eu quero viver melhor.
* Queremos compreender.
* Aos homens vamos dizer.

1. Bíblia e vela: A BIBLIA é uma carta de um Deus amoroso. Precisamos de tirar tempo para ler a Bíblia. Quando recebemos uma carta de alguém que amamos muito, nós lemos várias vezes essa carta. Ela é muito importante para nós. Devemos sentir o mesmo  em relação à Bíblia, porque ela é uma carta d'Aaquele que nos ama mais do que qualquer outra pessoa. É uma carta de um Deus amoroso.
2. Bíblia e vela:  Diz o Salmo 119: A Tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho. E Jesus diz de Si mesmo: Eu sou a Luz do mundo. 
3. Bíblia e vela: Vemos no Evangelho de São Lucas Jesus a afirmar: Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a guardam!  Por isso, se você não lê a Bíblia, pare de reclamar que Deus está em silêncio.
Todos: APRENDER O AMOR  NA PALAVRA DO SENHOR
4. Bíblia e vela: A Bíblia divide-se em 2 partes: Antigo Testamento - 46 livros e Novo Testamento - 27 livros. Antigo Testamento: São todos os livros escritos até o nascimento de Cristo. Contém a Lei de Deus dada a Moisés, a história do povo de Israel e suas reflexões, bem como a previsão da vinda do Messias, que se deu com a vinda de Jesus Cristo. Novo Testamento: São todos os livros escritos após a vinda de Jesus até o final do séc. I. Traz a vida e as obras de Jesus, a criação e a expansão da Igreja, além de documentos de formação do povo cristão.
5. Bíblia e Vela: Lemos na Bíblia, na 2ª Carta de S. Paulo a Timóteo: Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para repreender o mal, para corrigir os erros e para ensinar a maneira certa de viver.
6. E a Carta aos Hebreus afirma: A palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração.
7. E ouvimos esta exortação na Carta de São Tiago: Sede praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.
Todos: APRENDER O AMOR  NA PALAVRA DO SENHOR
Cântico: Eu vim para escutar…
8. Cesto com o pão: Neste Ano Pastoral dedicado à Caridade, guardemos no coração o que Jesus diz no Evangelho de São João: Eis que eu vos dou o meu novo Mandamento: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado".  Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos tenho amado”
9. Cesto com o pão: Neste Ano Pastoral dedicado à Caridade, é importante prestar atenção ao Salmo 41: Feliz daquele que cuida do pobre; no dia da desgraça, o SENHOR o salvará. O SENHOR o guardará e lhe dará vida e felicidade na terra; não o abandonará à mercê dos seus inimigos.
10. Cesto com o pão: Neste Ano Pastoral dedicado à Caridade, que nos motive o que diz a 1ª Carta de S. João: “Se alguém possuir bens deste mundo e, vendo o seu irmão com necessidade, lhe fechar o seu coração, como é que o amor de Deus pode permanecer nele? Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade.
11. Neste Pastoral dedicado à Caridade, recordemos o que nos diz o Evangelho de São Lucas a propósito daquele homem que caiu no poder dos ladrões. Sejamos como o Samaritano e cuidemos das feridas dos irmãos.
Todos: APRENDER O AMOR  NA PALAVRA DO SENHOR
Cântico: Eu vim para escutar…

domingo, 21 de janeiro de 2018

Comunidade Tarouquense: REUNIÕES IMPORTANTES


1006 em festa!

Com a presença de chefes regionais, teve lugar hoje, na Eucaristia das 11h, a transição de candidatos a escuteiros para unidades seguintes, de acordo com a idade.
Cerca de setenta candidatos a escuteiros marcaram presença.
Após uma palavra de esclarecimento prestada pelo Chefe Regional, seguiu-se a cerimónia de transição em que intervieram os chefes das unidades a que os jovens pertenciam e aqueles que chefiam as unidades em que se vão integrar. Natural a lagrimita que aqui e ali  escorria pelo rosto de miúdos e de chefes. O escutismo cria laços humanos muito fortes.
Confiamos ao Senhor este Agrupamento, agradecemos o que de bom se passou nestes 25 anos e, com humildade, queremos aprender com o que não correu tão bem. Rezámos ainda por todos os que fizeram parte deste Agrupamento e já partiram para o eterno Acampamento.
No fim, a assembleia cantou os Parabéns a Você.
Um obrigado sentido ao Chefe Regional e à Junta Regional por tudo o que têm feito em prol deste Agrupamento. Parabéns aos chefes de Agrupamento pelo trabalho, dedicação, vontade de acertar. Felicitações aos candidatos a escuteiros. Quanto a comunidade espera de vós!
Com os métodos de Baden Powell, tendo Cristo por companheiro inseparável, rumo ao homem novo que é preciso construir.

sábado, 20 de janeiro de 2018

CNE: 25 ANOS DO 1006 DE TAROUCA

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Dentro da celebração dos 25 anos do 1006 de Tarouca, teve hoje lugar no Centro Paroquial uma reunião de pais dos jovens candidatos a escuteiros.
A Chefe Rosvita apresentou o Plano de Atividades e o Chefe Luis apresentou as contas do Agrupamento....
Esteve presente o Chefe Alexandre, Chefe Regional, que prestou numerosos esclarecimentos aos pais.
Amanhã, na Missa das 11h, agradeceremos os 25 anos de existência do Agrupamento e alguns candidatos transitarão para as unidades seguintes.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

21 Janeiro 2018 – 3º Domingo do Tempo Comum – Ano B

Leituras: aqui
A síndrome de Jonas ou o sinal de Jonas

1. Hoje apetece-me voltar à história de Jonas. É a personagem de um livro, de três páginas apenas, numa espécie de parábola dramatizada, em quatro capítulos. Um belo conto marinho ou novela antiga. O argumento pode resumir-se assim: Deus confia a Jonas a missão de pregar a conversão em Nínive, capital da Assíria, a grande cidade, que era vista pelos judeus como símbolo por excelência do povo inimigo. E Jonas embarca no porto de Jafa, fugindo à missão impossível que Deus lhe confiara. Era como ir a Berlim em 1936 dizer aos nazis para se arrependerem! E parte, em sentido oposto, lá para o fim do mundo, para Társis, que ficaria ali pela Andaluzia, na vizinha Espanha. Na viagem, uma tempestade atinge o barco e os marinheiros acham que é Jonas quem lhes está a dar má sorte. Não têm mais: lançam-no ao mar. Engolido por um peixe, dentro do qual passará três dias, é largado em Nínive, onde cumpre a missão de anunciar a conversão, como caminho de salvação. E o mais improvável acontece. A cidade, do rei aos súbditos, aproveita a oportunidade e converte-se. Jonas fica arreliado, maldisposto, com o sucesso da sua pregação, porque tudo lhe sai ao contrário do programa que tinha na cabeça. Como é possível Deus amar e perdoar esta gente? Como pode esta gente, a seus olhos, má e terrível, acreditar na Sua Palavra? A grande cidade deixa Jonas deprimido. Será ele agora quem mais precisará de conversão.
2. Esta história bíblica está cheia de ironia e de sabedoria, sobretudo quando pensamos hoje na evangelização das grandes cidades, das culturas urbanas, dos meios tradicionais marcados por indiferentismo religioso e por certo medo de afirmação cristã,  ou daqueles meios e ambientes, onde o anúncio do Evangelho nos parece condenado ao fracasso. Tal como Jonas, temos medo de enfrentar a grande cidade ou de começar, como Jesus, “pela Galileia dos pagãos”. Gostamos mais de pescar no nosso aquário, propondo o Evangelho àqueles que nos parecem recetivos ou simpáticos. E não nos damos conta de que, mesmo naqueles ambientes mais difíceis, Deus está lá, na busca e na luta diária por uma vida melhor. E não é preciso sequer inventar essa presença de Deus. Bastará ajudar a desvelá-la, pô-la a descoberto. Na história da vida das pessoas há tantos sinais de um Deus que não desaparece do mapa da vida de ninguém, nem sequer da vida de uma grande cidade. 
3. Precisamos de vencer a síndrome de Jonas, o preconceito em relação aos que nos parecem não querer nada de Deus, do Evangelho, da Igreja. Temos demasiados respeitos humanos e infundados medos e, por isso, procuramos, como Jonas, fugir à missão, que temos por impossível, dando os outros como perdidos! A síndrome de Jonas manifesta-se na tentação de cumprir apenas as nossas obrigações religiosas, evitando sair para as periferias, a anunciar a Boa Nova!
4. Vençamos, pois, a síndrome de Jonas, saindo ao encontro das pessoas, para lhes levar a feliz notícia de que está próximo delas o Reino de Deus, de que Deus está nas encruzilhadas das suas vidas, nas suas casas, ruas e praças! Sair para encontrar as pessoas, para as ouvir, para as abençoar, para dialogar e caminhar com elas. Há que ir e sair por aí a chamar, como Jesus, um a um: o irmão em casa; o colega na escola; o amigo no emprego; o companheiro do café. Sair a anunciar, pessoa a pessoa, olhos nos olhos, coração a coração, o amor de Deus por cada um. 
5. E escolhamos então o sinal de Jonas, de que falará Jesus (cf. Mt 12,40; Lc 11,30), que é o sinal da misericórdia, do triunfo do amor de Deus, que Se manifestará três dias depois, na manhã da Ressurreição. Dêmos testemunho da misericórdia e da compaixão de Deus por cada um, sobretudo junto dos pobres mais pobres, daqueles a quem falta o pão ou daqueles que, tendo o pão necessário, lhes falta descobrir a riqueza de Deus, nos anseios do seu coração. Irmãos e irmãs: aprendamos o amor na Palavra do Senhor! Partamos e façamos nós da mesma maneira que Jonas.
Amaro Gonçalo (com alterações)


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

SABE O QUE É O OITAVÁRIO DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS?

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
O Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos surgiu em 1908, por iniciativa de Thomas Watson, um convertido do anglicanismo ao catolicismo, que propôs a vários grupos de cristãos rezar pela unidade, entre os dias 18 de janeiro (Festa da Cátedra de S. Pedro) e 25 de janeiro (Festa da Conversão de S. Paulo). A partir dos anos 60 do séc. XX, passou a haver um subsídio comum para este Oitavário, elaborado com a cola...boração da Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial das Igrejas e do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Nas palavras de P. Paul Couturier (1881-1953), esta Semana de Oração não pretende antecipar uma unidade institucional, mas antes rezar pela unidade plena, que ultrapassa as limitações históricas e eclesiais e que "será como Deus quer, quando Ele quiser e através dos meios que Ele escolher".
Em 2018, o Oitavário tem como mote  "A tua mão direita, Senhor, resplandeceu de força"
( Êxodo 15, 6)


O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos  apresenta a seguinte reflexão sobre o tema:
A libertação e a salvação do povo de Deus vêm através do poder de Deus. A mão direita de Deus pode ser compreendida como a vitória de Deus sobre os seus adversários e também como a infalível proteção do próprio povo. Apesar das ordens do Faraó, Deus escutou o clamor do seu povo e não deixará o seu povo perecer porque Deus é o Deus da vida. Com o seu domínio sobre o vento e o mar, Deus mostra o seu desejo de preservar a vida e destruir a violência (Êxodo 15,10). O objetivo dessa redenção era fazer dos israelitas um povo de louvor, que reconhece o amor perseverante de Deus.
A libertação trouxe esperança e uma promessa para o povo. Foi esperança porque um novo dia havia despontado, em que o povo podia livremente adorar o seu Deus e por em ação o seu potencial. Era também uma promessa: o seu Deus os acompanharia por toda a caminhada e nenhuma força poderia derrotar o propósito de Deus para eles.
O capítulo 15 do Êxodo faz-nos ver como o caminho para a unidade precisa frequentemente de passar por uma experiência comunitária de sofrimento. A libertação dos israelitas da escravidão é o evento fundamental da constituição desse povo. Para os cristãos o processo tem o seu ponto alto na encarnação e no mistério pascal. Embora na libertação/salvação Deus tenha a iniciativa, Deus envolve forças humanas na realização do seu objetivo e nos planos para a redenção do seu povo. Os cristãos, pelo batismo, participam do ministério divino de reconciliação, mas as nossas divisões restringem o nosso testemunho e a nossa missão num mundo necessitado da cura que vem de Deus.
(in Rede Mundial de Oração do Papa)

domingo, 14 de janeiro de 2018

Família que reza unida, permanece unida!

PROPOSTA PARA JANEIRO/FEVEREIRO
- Ler o Evangelho de São Marcos, o Evangelista do Ano
APRENDER O AMOR
NA PALAVRA DO SENHOR
Colocar os ouvidos do coração no chão da Palavra de Deus para escutar a VOZ!

Durante 14 semanas, ler o Evangelho de São Marcos. Dá um capítulo por semana!
A família decide o dia. Todos juntos escutam a leitura do Evangelho que é proclamado por um dos membros da família.
Após a leitura, tempinho de silêncio para permitir que a Palavra lida escorra pelo coração e a VOZ de Deus fique a germinar na alma.

A palavra de Deus como fonte e força que sustenta e aumenta o amor familiar.
A Palavra de Deus que orienta, aquece e ilumina toda a Caridade.

Observação: A família pode aproveitar as novas tecnologias  e ler  o Evangelho de São Marcos pela internet.
AQUI o 1º capítulo