sábado, 4 de abril de 2020
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Video do Papa para abril 2020
Certamente já ouviram falar do drama da dependência. Mas pensaram
também na dependência do jogo, da pornografia, da internet… e nos
perigos do mundo virtual? Apoiados no ‘Evangelho da Misericórdia’,
podemos aliviar, cuidar e curar os sofrimentos relacionados com as novas
dependências”, refere Francisco, numa mensagem publicada através das
redes sociais.
Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yTjnEyjuuKI&feature=youtu.be&t=5&fbclid=IwAR38JZTrqhRUID9QA6dO84TBhnqKBiASS_ZGXb-oE4MYBUOuDve-50zZbrA
Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yTjnEyjuuKI&feature=youtu.be&t=5&fbclid=IwAR38JZTrqhRUID9QA6dO84TBhnqKBiASS_ZGXb-oE4MYBUOuDve-50zZbrA
5 Abril 2020 - Domingo de Ramos - Ano A
Leituras: aqui
Celebramos hoje o DOMINGO DE RAMOS.
A liturgia apresenta dois momentos bem distintos:
- A ENTRADA DE JESUS EM JERUSALÉM,
com a procissão de Ramos... num clima de alegria... como GESTO de FÉ e de COMPROMISSO.
- O INÍCIO DA SEMANA SANTA, com a Leitura da Paixão do Senhor, na missa, relembrando o caminho do sofrimento e da Cruz.
= Dois momentos distintos da vida de Jesus: Triunfo e Humilhação.
Jesus apresenta em Jerusalém-Se propondo a paz e recebe a violência...
As Leituras nos ajudam a viver o clima dos mistérios que celebramos:
A 1ª leitura apresenta um Profeta anônimo, chamado por Deus, a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação.
Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projetos de Deus. (Is 50,4-7)
* Os primeiros cristãos viram neste "servo sofredor" a figura de Jesus.
Ele é a Palavra de Deus feita carne, que oferece a sua vida para trazer a salvação aos homens.
A 2ª Leitura é um lindo Hino Cristológico. (Fl 2,6-11)
Cristo é o princípio e o fim de todas as coisas, exemplo de toda criatura.
Enquanto a desobediência de Adão trouxe fracasso e morte, a obediência de Cristo ao Pai trouxe exaltação e vida.
Ele se despojou de sua condição divina, assumiu com humildade a condição humana, para servir, para dar a vida, para revelar totalmente aos homens o ser e o amor do Pai.
Esse caminho não levará ao fracasso, mas à glória, à vida plena.
E é esse mesmo caminho de vida, que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida a contemplar a PAIXÃO e MORTE de Jesus, segundo São Mateus. (Mt 26,14-27,66)
O texto nos introduz no clima espiritual da Semana Santa.
Não é apenas o relato dos fatos acontecidos com Jesus, mas o anúncio de um mundo novo de justiça, de paz e de amor:
- Jesus passou pelos caminhos da Palestina "fazendo o bem" e anunciando um mundo novo de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos.
- Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem os pecadores.
- Ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos, não deviam ser marginalizados, pois não eram amaldiçoados por Deus.
- Ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus e aqueles que tinham um coração mais disponível para acolher o "Reino";
- E avisou os "ricos" (os poderosos, os instalados), de que o egoísmo, o orgulho, a autos-suficiência, o fechamento só podiam conduzir à morte.
è Esse projeto libertador de Jesus entrou em choque com a atmosfera de egoísmo e de opressão que dominava o mundo.
- As autoridades políticas e religiosas sentiram-se incomodadas com a denúncia de Jesus:
não estavam dispostas a renunciar aos mecanismos que lhes asseguravam poder, influência, domínio, privilégios.
- Não estavam dispostas a arriscar, a desinstalar-se e a aceitar a conversão proposta por Jesus.
- Por isso, prenderam e condenaram Jesus, pregando-o numa cruz.
A morte de Jesus é a consequência do anúncio do "Reino", que provocou tensões e resistências entre os que dominavam o povo.
A morte de Jesus é o ponto mais alto de sua vida; é a afirmação mais radical de tudo aquilo que pregou: o dom total.
Aprofundemos alguns dados que são exclusivos da PAIXÃO SEGUNDO SÃO MATEUS:
- Mateus relaciona os fatos da Paixão como Cumprimento das Escrituras:
Mateus escreve para cristãos, provenientes do judaísmo... por isso, quer demonstrar que Jesus é o Messias anunciado pelos profetas.
- No Getsêmani, Jesus condena a violência contra o servo do sacerdote... O caminho do Pai passa pelo amor e pelo dom da vida.
Por isso, os discípulos não podem recorrer à violência.
- Só no Evangelho segundo Mateus aparece o relato da Morte de Judas.
O episódio deixa clara a falsidade do processo e a inocência de Jesus.
Mateus sublinha o desespero e o arrependimento de Judas, e deixa clara a inocência de Jesus.
- Só Mateus fala do sonho da mulher de Pilatos e da lavagem das mãos.
Quer deixar claro que os pagãos reconhecem a inocência de Jesus e o próprio povo o rejeita.
- Só Mateus descreve os fatos que acompanharam a morte de Jesus:
"O véu do Templo rasgou-se em duas partes... a terra tremeu e as rochas fenderam-se. Abriram-se os túmulos e muitos dos corpos, que tinham morrido saíram do sepulcro, entraram na cidade e apareceram a muitos".
Para Mateus, são sinais de que Deus está ali como o salvador e libertador do seu Povo, apesar do aparente fracasso de Jesus.
- Finalmente, só Mateus narra o episódio da "guarda" do sepulcro.
Para os cristãos, o sepulcro vazio era a evidência de que Jesus tinha ressuscitado.
Os Ramos verdes, que hoje carregamos, recordam a saudação de acolhida do Povo a Jesus, ao entrar em Jerusalém.
Nós também queremos saudar a vida que ele trouxe e a misericórdia que encontramos em seu bondoso coração.
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa CS - 05.04.2020
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Bispo de Lamego deixa indicações para a Semana Santa e Tríduo Pascal, em igrejas vazias
O bispo de Lamego publicou orientações para as celebrações de Semana
Santa e Tríduo Pascal, em igrejas vazias por causa da pandemia de
Covid-19, deixando uma mensagem de esperança às comunidades católicas.
“O Ressuscitado enche todos os espaços e deles transborda, enche todas as vidas e delas transborda. Jesus Cristo não nos deixa sós e abandonados. Vemo-lo nas ruas, nos hospitais, nos nossos Lares de idosos, nas nossas casas, nas farmácias, nos mercados, no rosto de tanta gente de boa vontade que luta e reza no meio desta tempestade”, escreve D. António Couto, numa mensagem divulgada hoje pelo site diocesano e enviada à Agência ECCLESIA.
O responsável católico recorda as imagens da bênção ‘urbi et orbi’ a que o Papa presidiu na última sexta-feira, na Praça de São Pedro, considerando que também é “confrangedor e comovente” ver as igrejas vazias em horas de celebração, sobretudo neste tempo Santo da Semana Santa e da Páscoa da Ressurreição.
“Corações ao alto, portanto, amados irmãos e irmãs, e continuemos a invocar a proteção de São Sebastião, nosso Padroeiro e poderoso Intercessor contra a peste, a fome e a guerra, e de Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, Saúde dos Enfermos, que aqui invocamos com o título de Nossa Senhora dos Remédios”, apela.
Tendo em conta as normas da Santa Sé e da Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Lamego determina que a celebração dos mistérios litúrgicos do Tríduo Pascal aconteça “sem a participação física dos fiéis, no cumprimento das indicações das autoridades eclesiásticas e civis e de saúde”.
Aos párocos é pedido que avisem os fiéis da hora de início das celebrações, “para que, nas suas casas, se possam sentir unidos como corpo celebrativo”.
A Missa Crismal, habitualmente celebrada na manhã de 5.ª Feira Santa, pelo bispo e seu presbitério, fica adiada para “data oportuna”.
D. António Couto pede
que, no Domingo de Páscoa da Ressurreição, às 12h00, em todas as
igrejas da Diocese, se toquem festivamente os sinos, “sinal do anúncio
da vitória de Cristo sobre a morte, e de esperança para todos os homens e
mulheres que partilham este tempo de sofrimento e de comunhão entre
todas as comunidades e pessoas”.
A diocese propõe ainda uma dinâmica para a Semana Santa 2020, que se inicia a 5 de abril: “elaborar uma Cruz, colocar num lugar visível (porta, janela, varanda, jardim), com faixa roxa (se fizerem entretanto), no Domingo de Ramos, colocar um ramo a enfeitar; na Páscoa, envolver com faixa/pano branca”.
“O Ressuscitado enche todos os espaços e deles transborda, enche todas as vidas e delas transborda. Jesus Cristo não nos deixa sós e abandonados. Vemo-lo nas ruas, nos hospitais, nos nossos Lares de idosos, nas nossas casas, nas farmácias, nos mercados, no rosto de tanta gente de boa vontade que luta e reza no meio desta tempestade”, escreve D. António Couto, numa mensagem divulgada hoje pelo site diocesano e enviada à Agência ECCLESIA.
O responsável católico recorda as imagens da bênção ‘urbi et orbi’ a que o Papa presidiu na última sexta-feira, na Praça de São Pedro, considerando que também é “confrangedor e comovente” ver as igrejas vazias em horas de celebração, sobretudo neste tempo Santo da Semana Santa e da Páscoa da Ressurreição.
“Corações ao alto, portanto, amados irmãos e irmãs, e continuemos a invocar a proteção de São Sebastião, nosso Padroeiro e poderoso Intercessor contra a peste, a fome e a guerra, e de Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, Saúde dos Enfermos, que aqui invocamos com o título de Nossa Senhora dos Remédios”, apela.
Tendo em conta as normas da Santa Sé e da Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Lamego determina que a celebração dos mistérios litúrgicos do Tríduo Pascal aconteça “sem a participação física dos fiéis, no cumprimento das indicações das autoridades eclesiásticas e civis e de saúde”.
Aos párocos é pedido que avisem os fiéis da hora de início das celebrações, “para que, nas suas casas, se possam sentir unidos como corpo celebrativo”.
A Missa Crismal, habitualmente celebrada na manhã de 5.ª Feira Santa, pelo bispo e seu presbitério, fica adiada para “data oportuna”.
| O bispo diocesano celebrará na Igreja Catedral de Lamego a Missa da Ceia do Senhor, às 17h00 de 5.ª Feira Santa; a Paixão do Senhor, às 17h00 de 6.ª Feira Santa; e a Vigília Pascal, às 21h00 de Sábado Santo. Estas celebrações serão transmitidas por meios telemáticos. |
D. António Couto pede
que, no Domingo de Páscoa da Ressurreição, às 12h00, em todas as
igrejas da Diocese, se toquem festivamente os sinos, “sinal do anúncio
da vitória de Cristo sobre a morte, e de esperança para todos os homens e
mulheres que partilham este tempo de sofrimento e de comunhão entre
todas as comunidades e pessoas”.A diocese propõe ainda uma dinâmica para a Semana Santa 2020, que se inicia a 5 de abril: “elaborar uma Cruz, colocar num lugar visível (porta, janela, varanda, jardim), com faixa roxa (se fizerem entretanto), no Domingo de Ramos, colocar um ramo a enfeitar; na Páscoa, envolver com faixa/pano branca”.
terça-feira, 31 de março de 2020
domingo, 29 de março de 2020
SEMANA SANTA 2020 entre nós

No atual e conhecido contexto, as cerimónias da Semana Santa serão realizadas SEM a presença do povo, sem procissões e com a omissão de alguns ritos, segundo indicação da Santa Sé.
Então como vamos nós fazer este ano?
Estamos a enveredar todos os esforços para transmitir em direto as cerimónias através da página do Facebook do Centro Paroquial Santa Helena da Cruz: https://www.facebook.com/Cpsantahelenadacruz
O Programa será o seguinte:
*Domingo de Ramos - transmissão em direto da Eucaristia às 11 horas
*Quinta-feira Santa - transmissão em direto da Missa da Ceia do Senhor às 18 horas
*Sexta-feira Santa - Via Sacra transmitida às 15 horas - Hora da morte do Senhor
*Sábado Santo - Vigília Pascal transmitida em directo às 21 horas
*Domingo de Páscoa - Transmissão em direto da Eucaristia às 11 horas
Como a Igreja Paroquial de Tarouca está em obras, vamos celebrar noutras espaços da Paróquia (que felizmente não faltam) e também em Almofala.
Estamos a pensar em Santa Helena, Cristo Rei, Igreja de Almofala…
Mais uma vez lembramos e apelamos à compreensão de todos. Não se desloque, por favor. Participe a partir de casa.
SUGESTÃO
Sugere-se às pessoas que tenham em casa, em Domingo de Ramos, um pequenino ramo para assinalar o dia...
Faremos uma celebração por todos os que morreram ou venham a morrer durante o tempo desta terrível pandemia

O sr. Presidente da Junta e o Pároco conversaram sobre o que se passa hoje com os funerais.
A carência de afetos, a ausência da Eucaristia que é alento, força e esperança na dor, a falta de pessoas que possam oferecer um abraço, as distâncias e medidas que é preciso observar, etc, tudo cria um ambiente pesado para quem perde um ente querido.
Assim, tendo em conta as limitações legais no que toca a velórios e celebrações exequiais, logo que passe a presente crise, a comunidade paroquial rezará pelos falecidos durante a pandemia, colocando em devido relevo as fotos dos irmãos falecidos.
A família paroquial, como sempre, presente e solidária na dor.
Oportunamente indicaremos onde e como fazer.
Celebrei "pelo povo,mas sem o povo"




11 horas. Celebração da Santa Missa. Fisicamente sozinho. Espiritualmente unido ao povo de Deus que peregrina nas Paróquias de Almofala e de Tarouca, residentes e emigrantes.
Rezei por todos e a todos coloquei nas mãos de Deus, as mãos mais seguras e protectoras.
Seguidamente, diante da Imagem veneranda de Nossa Senhora, fiz a consagaração das duas Paróquias ao Imaculado Coração de Nossa Senhora, conforme oração consagratória anteriormente... divulgada neste blog.
Coloquei sob o manto protector da Virgem as crianças, jovens, casais, idosos, doentes, povos das duas comunidades paroquiais.
Pela mão de Maria, atravessaremos confiadamente as trevas desta terrível pandemia, para chegarmos ressuscitados e vivos à Páscoa da nova vida.
Todos teus, Santa Mãe!
Protege-nos!
sábado, 28 de março de 2020
É já amnhã às 12h
Consagração das Paróquias
de Tarouca e Almofala
de Tarouca e Almofala
à Bem-aventurada Virgem Maria
Santíssima Virgem Maria,
Senhora das Dores,
Senhora das Necessidades,
Senhora de Fátima,
Senhora das Necessidades,
Senhora de Fátima,
Senhora da Lapa,
Senhora dos Remédios!
Senhora da Ajuda,
Senhora da Saúde,
Senhora do Rosário,
Senhora da Soledade,
Senhora dos Prazeres,
Senhora de Nazaré!
Senhora de todos os nomes bonitos,
Senhora do nome mais bonito:
Mãe de Deus e nossa Mãe!
Como sabes, estamos todos a passar mal.
Não estamos zangados com o Teu Filho,
Que não é castigador.
Mas, nós, às vezes,
Não respeitamos este belo jardim que Ele nos deu (Gn 2, 8)
E fizemos dele um matagal;
E, em vez de flores,
Saíram-nos espinhos.
E agora é isto…
Estamos todos a passar mal
E, alguns, mesmo muito mal.
Senhora das Dores, Senhora das Necessidades, Senhora de Fátima!
Queremos voltar a reaprender
Na Escola do Teu Filho;
Procuraremos ouvir, na nossa vida, o Teu conselho:
“Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).
Precisamos de perceber o que Ele nos quer dizer
Nas entrelinhas desta calamidade.
Já percebemos que devemos cuidar uns dos outros,
Que devemos cuidar-nos a nós próprios,
Que devemos continuar a trabalhar muito
Para encontrar remédios para este mal.
Não queremos comprar a Tua ajuda
Com as nossas promessas.
Mas precisamos de Ti!
Sim, precisamos muito de ti!
Pedimos-Te, pelo carinho de Mãe,
que faças o que nós não sabemos fazer.
Com o atrevimento de meninos pequenos,
Que sabem pedir sem saber o que pedem,
Pedimos o milagre de que cesse este mal:
Nas nossas Paróquias, na nossa Pátria, no nosso Mundo.
Com o exemplo e a silenciosa generosidade de S. José
Ajuda-nos a refazer o jardim
E a reorganizar a casa comum.
Protege, Mãe de Deus e nossa Mãe,
A todos quantos, nas variadas frentes,
Arriscam a própria vida para dar a vida ao próximo.
Pensamos nos profissionais de saúde,
Nas forças de segurança e de socorro.
Pensamos nos funcionários dos nossos Lares
E de outros organismos similares.
Senhora de todos os nomes bonitos,
Senhora do nome mais bonito:
Mãe de Deus e nossa Mãe!
Como sabes, estamos todos a passar mal.
Não estamos zangados com o Teu Filho,
Que não é castigador.
Mas, nós, às vezes,
Não respeitamos este belo jardim que Ele nos deu (Gn 2, 8)
E fizemos dele um matagal;
E, em vez de flores,
Saíram-nos espinhos.
E agora é isto…
Estamos todos a passar mal
E, alguns, mesmo muito mal.
Senhora das Dores, Senhora das Necessidades, Senhora de Fátima!
Queremos voltar a reaprender
Na Escola do Teu Filho;
Procuraremos ouvir, na nossa vida, o Teu conselho:
“Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).
Precisamos de perceber o que Ele nos quer dizer
Nas entrelinhas desta calamidade.
Já percebemos que devemos cuidar uns dos outros,
Que devemos cuidar-nos a nós próprios,
Que devemos continuar a trabalhar muito
Para encontrar remédios para este mal.
Não queremos comprar a Tua ajuda
Com as nossas promessas.
Mas precisamos de Ti!
Sim, precisamos muito de ti!
Pedimos-Te, pelo carinho de Mãe,
que faças o que nós não sabemos fazer.
Com o atrevimento de meninos pequenos,
Que sabem pedir sem saber o que pedem,
Pedimos o milagre de que cesse este mal:
Nas nossas Paróquias, na nossa Pátria, no nosso Mundo.
Com o exemplo e a silenciosa generosidade de S. José
Ajuda-nos a refazer o jardim
E a reorganizar a casa comum.
Protege, Mãe de Deus e nossa Mãe,
A todos quantos, nas variadas frentes,
Arriscam a própria vida para dar a vida ao próximo.
Pensamos nos profissionais de saúde,
Nas forças de segurança e de socorro.
Pensamos nos funcionários dos nossos Lares
E de outros organismos similares.
Pensamos nas pessoas que, de coração apertadinho,
Trabalham para que não nos falte o necessário.
Pensamos nos cientistas e investigadores
E em quantos não descansam
Para encontrarem remédio que minore este mal.
Recebe no Teu regaço materno
a quantos passaram já para a Casa do Pai.
Obrigado, Mãe!
Um beijo.
Nosso e de todos os homens e mulheres
Que habitam as Paróquias de Tarouca e Almofala.
Pensamos nos cientistas e investigadores
E em quantos não descansam
Para encontrarem remédio que minore este mal.
Recebe no Teu regaço materno
a quantos passaram já para a Casa do Pai.
Obrigado, Mãe!
Um beijo.
Nosso e de todos os homens e mulheres
Que habitam as Paróquias de Tarouca e Almofala.
Sabes bem quanto gostam de ti!
Mãe, estas duas Paróquias
Mãe, estas duas Paróquias
São comunidades Tuas!
Elas são e serão sempre
As Paróquias da Senhora das Dores!
Elas são e serão sempre
As Paróquias da Senhora das Dores!
Amen.
sexta-feira, 27 de março de 2020
Covid-19 colocou todos «no mesmo barco» e é hora de mudar de vida, pede o Papa

O Papa presidiu hoje no Vaticano a uma celebração extraordinária de oração, perante a pandemia da Covid-19, na qual afirmou que “só juntos” será possível superar esta crise.

“Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos, todos”, disse, na homilia que proferiu durante a celebração, no adro da Basílica de São Pedro.
Numa celebração com transmissão televisiva e online para todo o mundo, Francisco começou por rezar pela humanidade, numa “dolorosa condição”, antes de refletir sobre a passagem do Evangelho em que Jesus dorme, enquanto uma tempestade assola o barco onde vai, com os discípulos.
“A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades”, sustentou, perante a Praça de São Pedro vazia, por onde caminhou sozinho, numa tarde de muita chuva.
O Papa defendeu a necessidade de “despertar e ativar a solidariedade e a esperança”, para que todos sejam “capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar”.
Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!».A celebração de oração contou com momentos de adoração eucarística e com uma bênção especial ‘urbi et orbi’ [à cidade (de Roma) e ao mundo] – habitualmente reservada aos dias de Páscoa e Natal, além da eleição de um novo pontífice -, com possibilidade de indulgência plenária para os católicos.
Esta é uma bênção exclusiva do Papa e está associada à remissão das penas pelos pecados cometidos (indulgência), de acordo com a doutrina católica.
Francisco lamentou que a humanidade tenha vindo a perder as suas “raízes” e a sua memória, ignorando os mais velhos, que apresentou como a “imunidade necessária para enfrentar as adversidades”.
A intervenção destacou a importância de criar uma consciência de “pertença como irmãos”, travando a “avidez do lucro”, a pobreza e a destruição da natureza, num momento apresentado como “tempo de decisão”.
“É o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros”, assinalou o pontífice.
Francisco elogiou as pessoas “exemplares” que têm dado a sua vida ao serviço dos outros, durante a pandemia.
Pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho”.Com a custódia eucarística nas suas mãos, o Papa abençoou a cidade de Roma e o mundo, desde a porta principal da Basílica de São Pedro, num momento em que se misturaram os sons dos sinos no Vaticano e o das ambulâncias que circulavam na capital italiana.
Para esta oração, foram levados até ao Vaticano o ícone de Maria ‘Salus populi Romani’, que se venera na Basílica de Santa Maria Maior, local onde o Papa costuma rezar antes e depois de cada viagem internacional, para pedir a intercessão da Virgem Maria; e a cruz venerada na igreja de São Marcelo al Corso, um crucifixo considerado milagroso que, segundo a tradição popular, pôs fim à peste de 1522.
O mesmo ícone de Nossa Senhora foi levado em procissão pelo Papa Gregório I em 593, para pedir o fim da peste; em 1837, Gregório XVI rezou junto da imagem pelo final de uma epidemia de cólera.
Quanto ao crucifixo em madeira, da igreja de São Marcelo, foi abraçado por São João Paulo II no final da Jornada do Perdão durante o grande jubileu do ano 2000.
“No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado”, pediu Francisco.
Fonte: Aqui
Semana Santa: O que vai mudar com a pandemia?
1 – Domingo de Ramos. A Comemoração da entrada do Senhor em Jerusalém deve celebrar-se dentro do edifício sagrado; nas igrejas catedrais adote-se a segunda forma prevista pelo Missal Romano; nas igrejas paroquiais e demais lugares, a terceira.
2 – Missa crismal. Avaliando a situação concreta em cada país, as Conferências Episcopais poderão dar indicações sobre uma eventual transferência para outra data.
3 – Quinta-Feira Santa. Omita-se o lava-pés, já de si facultativo. No final da Missa na Ceia do Senhor omita-se também a procissão e guarde-se o Santíssimo Sacramento no Sacrário. Neste dia, a título excecional, concede-se aos Presbíteros a faculdade de celebrar a Missa sem o concurso de povo, em lugar adequado.
4 – Sexta-Feira Santa. Na Oração Universal, os Bispos terão o cuidado de preparar uma intenção especial pelos que se encontram em perigo, os doentes, os defuntos. O ato de adoração à Cruz com o beijo seja limitado apenas ao celebrante.
5 – Vigília Pascal. Celebre-se exclusivamente nas igrejas catedrais e paroquiais. Para a Liturgia batismal, mantenha-se apenas a renovação das promessas batismais.
Congregação para o Culto Divino
Aqui
29 Março 2020 - 05º Domingo da Quaresma - Ano A
Leituras: aqui
A Palavra de Deus interpela a nossa vida V
1º Tempo de intervenção: Início da
Eucaristia
1º Leitor: Na sua mensagem para a Quaresma, diz o nosso Bispo:
2º Leitor: “Como é habitual,
renovamos sempre em cada Quaresma que passa o esforço da nossa Caridade, que se
traduz na oferta da nossa esmola quaresmal que reforça os laços fraternos que
nos unem, e que vai levar algum conforto aos nossos irmãos de longe e de perto.
Chama-se a este esforço da nossa Caridade renúncia quaresmal, que por amor
oferecemos …”
3º Leitor: Recordemos que Quaresma é tempo de oração, jejum e
caridade.
4º Leitor: Então que cada um se pergunte a si mesmo neste momento da
Eucaristia em que pedimos perdão ao Senhor:
5º Leitor: Tenho rezado mais
nesta Quaresma? Tenho guardado o jejum e a abstinência? Tenho feito
renúncia para ajudar quem precisa? Não esqueça a caixa da renúncia, altar da
caridade… Já tomei consciência do meu dever de cuidar da natureza, criada por
Deus?
Todos: Cuidar da criação é caminho de
salvação.
2º Tempo de intervenção: Pai Nosso
1º Leitor:
A liturgia continua a apresentar o tema
batismal, hoje o símbolo é a VIDA.
2º Leitor:
Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, revela o seu poder diante da morte.
O seu amigo Lázaro tinha morrido. Jesus faz com que ele volte à vida. Como
homem, Jesus chorou pelo amigo morto; Como Deus, fá-lo voltar à vida.
3º Leitor:
A morte não tem a última palavra. A vida tem. Jesus é a causa e o princípio da
ressusrreição de todos aqueles que pela fé e pelo batismo aderem a Ele.
4º Leitor: Precisamos
de ir ressuscitando na nossa vida…
1º Leitor: Mas
como? Nós estamos vivos!
5º Leitor:
Quando pecamos, estamos sob o domínio da morte…
1º Leitor: Jesus
também nos liberta da morte do pecado.
2º Leitor: Nesta época de pandemia, em que o mundo teme e treme
diante do COVID-19, como estamos a viver a nossa quaresma? O mundo virtual
tem-nos oferecido imensos meios e recursos para participar. Tenho rezado? E a
minha família?
3º Leitor: Guardo as orientações que o tempo exige?
1º Leitor: Temos obervado estas normas com espírito
quaresmal?
5º Leitor: Lavar as mãos com sabão frequentemente, ficar em
casa, fugir de ajuntamentos, guardar a distância de 2 metros em relação a
outros, espirrar ou tossir para o lenço ou o antebraço, não fazer cumprimentos
que envolvam o toque (abraços, beijos, apertos de mão)…
4º Leitor: Só juntos e unidos, venceremos o terrível
vírus.
Todos:
Deus faz sempre a Sua parte. Devemos fazer a nossa parte.
1º Leitor: Que Jesus, que fez voltar Lázaro à vida, nos ajude a
vencer esta calamidade para podermos voltar à nossa vida normal
Todos: Senhor em ti confiamos. Tu és a ressurreição e a vida.
Dá-nos a vida!
quinta-feira, 26 de março de 2020
Funerais em tempo de COVID-19
Neste momento há um bem maior do que a nossa própria dor. O bem comum.
"Contaram-me que alguns colegas têm ouvido reclamações e desaforos de pessoas por causa das restrições dos funerais e por não haver missa de sétimo dia. É verdade que, a cada dia que passa e diante das evidências, têm diminuído este tipo de atitudes e reacções. Mas ainda há poucos dias, um agente funerário me contava que uma neta de uma senhora falecida discutira com ele, porque queria ver a avó a todo o custo. Queria velório como se nada fosse. Queria tudo e mais alguma coisa a que achava que tinha direito. Isto é duro. Muito duro.
O primeiro funeral a que presidi, com uma pequena celebração no cemitério, na presença de pouquíssimos familiares, doeu muito. Doeu tanto que, ainda antes de começar, olhei para os rostos daquelas pessoas e as lágrimas caíram-me pelo rosto sem eu lhes dar licença. É bem provável que tenhamos de buscar uma nova forma de fazer o luto! Mas também é importante não deixarmos que a dor seja mais forte que a nossa racionalidade! Neste momento há um bem maior do que a nossa própria dor. O bem comum. E é bom recordar o que ocorreu, por exemplo, num funeral, em Espanha, onde se contaminaram dezenas de pessoas. Ou o que, no Irão, e diante da enorme dificuldade em tratar da sepultura de quem morre com o vírus, como dizem algumas informações, os corpos têm sido sepultados em valas abertas. Assim como é de supor o que poderá acontecer em paróquias onde o pároco contrair o vírus e tiver de ficar em casa.
É doloroso ouvir estas coisas. Saber delas. Pensar nelas. Imaginá-las. Tudo é doloroso neste momento. Rezemos. Rezemos por quem tanto sofre num momento como este e partilhemos da sua dor na oração!"
In Confessionário dum Padre, aqui
Covid-19: Igreja Católica promoveu oração em Fátima pelo fim da pandemia
Ato de Consagração
Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
Filho amado e rosto da misericórdia do Pai,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
olha para o teu lado aberto, sua fonte de salvação, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
assiste a tua Igreja,
inspira os governantes das nações,
ouve os pobres e os aflitos,
exalta os humildes e os oprimidos,
cura os doentes e os pecadores,
levanta os abatidos e os desanimados,
liberta os cativos e os prisioneiros
e livra-nos da pandemia que nos atinge.
Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
elevado no alto da Cruz e tocado pelos dedos do discípulo no íntimo do cenáculo,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
contempla-Te como imagem do abraço do Pai à humanidade,
esse abraço que, no Espírito do Amor, queremos dar uns aos outros
segundo o teu mandato no lava-pés, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
ampara as crianças, os anciãos e os mais vulneráveis,
conforta os médicos, os enfermeiros, os profissionais de saúde e os voluntários cuidadores,
fortalece as famílias e reforça-nos na cidadania e na solidariedade,
sê a luz dos moribundos,
acolhe no teu reino os defuntos,
afasta de nós todo o mal
e livra-nos da pandemia que nos atinge.
Coração de Jesus Cristo, médico das almas e Filho da Virgem Santa Maria,
pelo Coração de tua Mãe,
a quem se entrega a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que, desde há séculos, suas são,
e em tantos outros países,
aceita a consagração da tua Igreja.
Ao consagrar-se ao teu Sagrado Coração,
entrega-se a Igreja à guarda do Coração Imaculado de Maria,
configurado pela luz da tua Páscoa e aqui revelado a três crianças
como refúgio e caminho que ao teu coração conduz.
Seja a Virgem Santa Maria, a Senhora do Rosário de Fátima,
a Saúde dos Enfermos e o Refúgio dos Teus discípulos gerados junto à Cruz do teu amor.
Seja o Imaculado Coração de Maria, a quem nos entregamos, connosco a dizer:
— nesta singular hora de sofrimento,
acolhe os que perecem,
dá alento aos que a Ti se consagram
e renova o universo e a humanidade.
Ámen.
Fonte: aqui
Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
Filho amado e rosto da misericórdia do Pai,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
olha para o teu lado aberto, sua fonte de salvação, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
assiste a tua Igreja,
inspira os governantes das nações,
ouve os pobres e os aflitos,
exalta os humildes e os oprimidos,
cura os doentes e os pecadores,
levanta os abatidos e os desanimados,
liberta os cativos e os prisioneiros
e livra-nos da pandemia que nos atinge.
Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
elevado no alto da Cruz e tocado pelos dedos do discípulo no íntimo do cenáculo,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
contempla-Te como imagem do abraço do Pai à humanidade,
esse abraço que, no Espírito do Amor, queremos dar uns aos outros
segundo o teu mandato no lava-pés, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
ampara as crianças, os anciãos e os mais vulneráveis,
conforta os médicos, os enfermeiros, os profissionais de saúde e os voluntários cuidadores,
fortalece as famílias e reforça-nos na cidadania e na solidariedade,
sê a luz dos moribundos,
acolhe no teu reino os defuntos,
afasta de nós todo o mal
e livra-nos da pandemia que nos atinge.
Coração de Jesus Cristo, médico das almas e Filho da Virgem Santa Maria,
pelo Coração de tua Mãe,
a quem se entrega a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que, desde há séculos, suas são,
e em tantos outros países,
aceita a consagração da tua Igreja.
Ao consagrar-se ao teu Sagrado Coração,
entrega-se a Igreja à guarda do Coração Imaculado de Maria,
configurado pela luz da tua Páscoa e aqui revelado a três crianças
como refúgio e caminho que ao teu coração conduz.
Seja a Virgem Santa Maria, a Senhora do Rosário de Fátima,
a Saúde dos Enfermos e o Refúgio dos Teus discípulos gerados junto à Cruz do teu amor.
Seja o Imaculado Coração de Maria, a quem nos entregamos, connosco a dizer:
— nesta singular hora de sofrimento,
acolhe os que perecem,
dá alento aos que a Ti se consagram
e renova o universo e a humanidade.
Ámen.
Fonte: aqui
quarta-feira, 25 de março de 2020
Despacho do Município de Tarouca sobre Funerais
Considerando:
a) a emergência de saúde pública de âmbito internacional no quadro do COVID-19, declarada pela OMS no dia 30 de janeiro de 2020, bem como a classificação do vírus como pandemia no dia 11 de março 2020; b) nos termos do nº2 do artigo 17º do Decreto-Lei nº 2A/2020, de 20.03( procede à execução do estado de emergência efetuada pelo Decreto do Presidente da República nº 14-A/2020, de 18.03), a realização de funerais está condicionada à adoção de medidas organizacionais que garantam a inexistência de aglomerados de pessoas e o controlo das distâncias de segurança, designadamente a fixação de um limite máximo de presenças, a determinar pela autarquia local que exerça os poderes de gestão do respetivo cemitério, decido, ao abrigo do disposto no citado n.º 2 do artigo 17.º que:
1- O Cemitério Municipal de Tarouca encontrar-se encerrado, abrindo apenas para funerais;
2- A participação em funerais realizados no Cemitério Municipal de Tarouca é limitada ao máximo de 10 pessoas, com preferência dos familiares da pessoa falecida, desde que seja respeitada a distância máxima de 2 metros entre si;
3- No interior das casas mortuárias ou capelas e no decurso das cerimónias fúnebres as pessoas devem manter entre si uma distância de 2 metros; 4- Os Funerais passarão a fazer-se sem missa, cuja celebração foi, de resto, suspensa em todo o território; 5- Durante o período de vigência do estado de emergência os cidadãos e demais entidades têm o dever de colaboração, nomeadamente no cumprimento de ordens ou instruções dos órgãos e agentes responsáveis pela segurança, proteção civil e saúde pública na pronta satisfação de solicitações, que justificadamente lhes sejam feitas pelas entidades competentes.
Paços do Município, 2020.03.24
O Presidente da Câmara,
Valdemar de Carvalho Pereira
a) a emergência de saúde pública de âmbito internacional no quadro do COVID-19, declarada pela OMS no dia 30 de janeiro de 2020, bem como a classificação do vírus como pandemia no dia 11 de março 2020; b) nos termos do nº2 do artigo 17º do Decreto-Lei nº 2A/2020, de 20.03( procede à execução do estado de emergência efetuada pelo Decreto do Presidente da República nº 14-A/2020, de 18.03), a realização de funerais está condicionada à adoção de medidas organizacionais que garantam a inexistência de aglomerados de pessoas e o controlo das distâncias de segurança, designadamente a fixação de um limite máximo de presenças, a determinar pela autarquia local que exerça os poderes de gestão do respetivo cemitério, decido, ao abrigo do disposto no citado n.º 2 do artigo 17.º que:
1- O Cemitério Municipal de Tarouca encontrar-se encerrado, abrindo apenas para funerais;
2- A participação em funerais realizados no Cemitério Municipal de Tarouca é limitada ao máximo de 10 pessoas, com preferência dos familiares da pessoa falecida, desde que seja respeitada a distância máxima de 2 metros entre si;
3- No interior das casas mortuárias ou capelas e no decurso das cerimónias fúnebres as pessoas devem manter entre si uma distância de 2 metros; 4- Os Funerais passarão a fazer-se sem missa, cuja celebração foi, de resto, suspensa em todo o território; 5- Durante o período de vigência do estado de emergência os cidadãos e demais entidades têm o dever de colaboração, nomeadamente no cumprimento de ordens ou instruções dos órgãos e agentes responsáveis pela segurança, proteção civil e saúde pública na pronta satisfação de solicitações, que justificadamente lhes sejam feitas pelas entidades competentes.
Paços do Município, 2020.03.24
O Presidente da Câmara,
Valdemar de Carvalho Pereira
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