quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

8 Dezembro 2019 - Solenidade da Imaculada Conceição - Ano A

Leituras: aqui
No início da Eucaristia
(Gesto: alguém levanta a Coroa do Advento e mostra à assembleia)
1º Leitor: Olhem, estamos a celebrar o 2º Domingo do Advento. Hoje é um dia muito importante. Celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição
2º Leitor: Imaculada Conceição? Que é que isso quer dizer?
1º Leitor: Significa que Nossa Senhora foi concebida sem pecado. Desde o momento em que os pais dela a geraram, Deus livrou-a do pecado original. Aquele pecado com que todos viemos ao mundo. Maria Santíssima foi a única excepção.
2º Leitor: Ah! E olha que Ela bem mereceu esse privilégio! Aceitou ser a Mãe do nosso Salvador Jesus Cristo, viveu com total entrega a Deus e amou os outros.
1º Leitor: Exatamente. Maria, nossa Mãe, acolheu a vontade de Deus, acolheu Jesus no seu seio, acolheu e ajudou as pessoas, acolhe-nos a cada um de nós.
1º e 2º Leitores: - ACOLHEI-VOS UNS AOS OUTROS PARA GLÓRIA DE DEUS

Pai Nosso
(Gesto: alguém levanta o cartaz e mostra  à assembleia)
1º Leitor: A 1ª Leitura apresenta-nos Adão e Eva que preferiram as trevas: o  egoísmo, o orgulho e a autossuficiência... Ora, viver  à margem de Deus leva, sempre, a percorrer caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.  
2º Leitor: Ao contrário de Adão e Eva, Maria rejeitou o orgulho, o egoísmo e a autossuficiência e viveu totalmente de acordo  com os planos de Deus. Ela preferiu a luz. Do seu "sim" total a Deus, resultou salvação e vida plena para ela e para o mundo.
1º Leitor: Continuamos em Advento.  Jesus Cristo é «luz dos povos», «luz para todos os homens», «luz para a Igreja». Peçamos ao Pai a quem agora vamos rezar:
- Que abramos as portas e janelas da nossa vida a Cristo para que a Sua luz nos ilumine e nos conduza;
- Que à imitação da Mãe do Céu, acolhamos a vontade de Deus manifestada em Jesus Cristo, nossa luz. Acolhamos e ajudemos as pessoas que, como nós, são filhos e filhas muito amados de Deus.
1º e 2º Leitores: Jesus é a nossa luz. Maria é a estrela que a Jesus nos conduz.

O Vídeo do Papa - dezembro de 2019


O futuro dos mais jovens
As crianças são as primeiras a sofrer com as guerras, a corrupção, a pobreza, os desequilíbrios e desastres ambientais. Isso exige que seus direitos, desde o direito a brincar e estudar até o de serem escutadas, sejam especialmente protegidos.
“Cada criança marginalizada, cada criança abusada, cada criança abandonada, cada criança sem escola, sem atendimento médico, é um grito que se eleva a Deus.
Em cada uma delas é Cristo, que veio ao nosso mundo como uma criança indefesa, é Cristo que nos está  olhando em cada uma dessas crianças.
Rezemos para que todos os países tomem as medidas necessárias para fazer com que seja uma prioridade o futuro das crianças, sobretudo daquelas que sofrem”.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Admirável sinal: Carta Apostólica do Papa sobre o presépio

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“Não importa como montar o presépio; o que conta é que fale à nossa vida”

Leia aqui.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A Comunidade Tarouquense representada na primeira Assembleia de Paróquias da diocese


O Seminário Maior de Lamego acolheu este sábado a primeira Assembleia de Paróquias da diocese, iniciativa que visou a partilha de experiências de sucesso e a criação de “sinergias” entre as comunidades locais.
O padre Diamantino Alvaíde, coordenador da Pastoral Diocesana e presidente da Comissão Diocesana para a Missão e Nova Evangelização, disse à Agência ECCLESIA que o objetivo foi promover a “partilha de experiências pastorais”, num território com várias realidades, desde comunidades com um “número significativo de habitantes” a locais progressivamente desertificados.
“É possível fazer à pequena escala o que se faz à grande escala”, assinalou o sacerdotes.
O encontro reuniu cerca de 70 representantes de 15 realidades pastorais da Diocese de Lamego.
José Miguel, de 22 anos, pertence ao grupo de jovens da paróquia de Almacave, no centro da cidade, e considerou a iniciativa “muito interessante”.
“Podemos adaptar ideias que outras paróquias e movimentos já fazem. É importante perceber também que os problemas que debatemos no nosso grupo são comuns a outros grupos”, indicou.
O participante apresentou como exemplo a iniciativa de um retiro anual com o grupo da catequese que se prepara para o Crisma, uma oportunidade de “primeiro contacto” com a realidade de um grupo de jovens.
Adelaide Melo, da Paróquia de São Pedro de Tarouca, catequista e responsável pelos grupos corais, entre outras responsabilidades, destaca à Agência ECCLESIA a importância da “partilha de atividades” numa diocese grande, com “realidades muito distintas”.
“Podemos sempre aprender mais e envolver cada vez mais pessoas, porque é isso que nos move”, observou.
Como exemplo, a entrevistada apresentou durante os trabalhos a chamada “Eucaristia com as famílias”, que foi celebrada em dez aldeias pequenas, nas várias capelas, com momentos de partilha e de encontro.
O padre Filipe Rosa, pároco de Nossa Senhora das Dores de Poço do Canto, Santa Maria Madalena de Fonte Longa, São Silvestre de Paipenela e São Martinho de Ranhados, na zona pastoral de Mêda, assinalou por sua vez a necessidade de valorizar as comunidades “pequenas, remotas e escondidas”.
“Esta iniciativa proporciona uma maior abertura e conhecimento da realidade, daquilo que é possível fazer na nossa diocese”, precisou.
O sacerdote trouxe como exemplo dois eventos, o “magusto interparoquial”, para congregar as quatro comunidades, e a “festa das vindimas”.
“Tem sido um marco na comunidade”, referiu.
In Agência Ecclesia

Ver Aqui.

Mega Presépio em Movimento, ícone do Natal Tarouquense

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O Mega Presépio em Movimento, já um ícone do Natal Tarouquense, abriu as suas portas aos visitantes no passado dia 1 de dezembro. A inauguração contou com a atuação do Coro de Natal dos Funcionários da Câmara Municipal de Tarouca e dos alunos da Academia de Música tarouquense, que com a brilhante interpretação das músicas natalícias espalharam o espírito e a magia da época festiva que agora se inicia.
As habilidosas mãos de José Funina e esposa deram corpo e forma a uma exposição de mais de 100m2, com quatro centenas de figuras em movimento que tornam este presépio uma verdadeira obra de arte única.
No Centro Cívico de Tarouca será possível visitar gratuitamente, até ao dia 12 de janeiro, das 9h00às 12h00, e das 14h00 às 20h00, o Mega Presépio em Movimento, que anualmente atrai milhares de visitantes de todo o país.
A imagem pode conter: 34 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas em pé e interiores
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45º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca



1 de dezembro. O país comemora a Restauração da Independência, operada neste dia em 1640, após 60 anos de domínio espanhol.
Pois neste dia importante para a História de Portugal, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca celebra igualmente  o seu 45º aniversário.
O hastear das bandeiras deu "início oficial às comemorações”. Após a Eucaristia, teve lugar a receção às entidades oficiais, seguindo-se a sessão solene e o desfile motorizado e apeado do Corpo de Bombeiros. O almoço de confraternização encerrou a comemoração aniversária.
Estiveram presentes, como habitual, representantes dos Bombeiros de Bucelas, de Lamego, entre outros.
A Eucaristia dominical, presidida pelo P.e Dr. Paulo Alves, concelebrada pelo capelão dos Bombeiros e com animação litúrgica de pessoas ligadas à instituição, teve lugar no salão do Quartel dos Bombeiros, hoje "Igreja Paroquial" da comunidade.





 
Sessão Solene
“Bombeiros: um voluntariado que é único”
Todos os oradores se congratularam com as boas relações institucionais existentes entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca e os cidadãos, as empresas da zona, outras associações, o município.
Foi unânime um olhar de admiração, de homenagem e de gratidão em relação ao passado. Os dirigentes desta associação, sócios e bombeiros que, com o seu trabalho, dedicação e persistência, contribuíram para que esta instituição fosse o que hoje é.
As felicitações aos condecorados passaram pela voz dos oradores.
Elogiada foi a competência técnica, dedicação e coragem dos nossos bombeiros.
Gratidão e admiração expressas para com as famílias dos bombeiros e um elogia especial para com os da logística.
"Ganhar a confianças dos tarouquenses" 
 Comandante dos Bombeiros Voluntários de Tarouca, António Augusto,  visivelmente emocionado, falou dos Bombeiros como uma das instituições mais acarinhadas do concelho, pelo trabalho feito e pela dedicação à causa. Alertou as autoridades e o Ministro respectivo para a falta de incentivos, o que afasta as pessoas do ingresso na missão de bombeiro.
Prometeu que os bombeiros tudo vão fazer para ganhar, cada vez mais, a confiança dos tarouquenses.

"O Estado demite-se da sua obrigação para com os Bombeiros"
O Presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tarouca, Dr. Amaro Nunes, salientou a boa relação institucional com a Câmara Municipal de Tarouca - referência até a nível nacional -  e exaltou o trabalho de todos os órgãos sociais da instituição, falando de consciência de dever cumprido e de gestão rigorosa e eficaz.
Referindo-se ao acesso e ingresso na carreira, salientou que o Estado se demite da sua obrigação para com os bombeiros. "O Estado não cria condições nem incentivos ao voluntariado".  E perguntou: "De que valem as viaturas e os quartéis se não tivermos homens e mulheres que descubram a missão de ser bombeiro, isto é, voluntários pela paz?"

O Comandante Operacional Distrital  frisou a importância das relações de  harmonia interna e externa das corporações, falou de uma aposta forte na procura de novos bombeiros e referiu as 48 ocorrências de incêndio, nos últimos 10 anos, em que intervieram os Bombeiros de Tarouca.
O Secretário do Comando Executivo da Liga  classificou os 45 anos de existência desta Associação Humanitária como "45 anos de honra, glória e memória." Disse que a Escolinha de Infantes e Cadetes é o futuro desta instituição. Salientou que o abandono de fileiras é transversal a todo o país, seja interior ou litoral.

"Persistir na formação e na informação"
O Presidente da Câmara Municipal de Tarouca, Valdemar Pereira, frisou que persistir na formação e nas informação é igual a Bombeiros Voluntários de Tarouca. Falou de ingratidão das pessoas perante algumas ações dos bombeiros e referiu o papel discreto e de retaguarda dos órgãos sociais que, não dando nas vistas, são indispensáveis ao bom desempenho dos bombeiros.
Disse ainda  que, mensalmente, a autarquia garante a estabilidade financeira da instituição.  

  
 Medalhados 

Medalha 5 anos, Grau Bonze
- Carlos Manuel Monteiro
Medalha 10 anos, Grau Prata
- António Manuel Silva
- Sónia Maria Jesus
- Tiago José Bastos
- Fábio António Silva
- Rúben Filipe Cardoso
Medalha 25 anos, Grau Ouro
Manuel Paulino Carvalho
Medalha Quadro de Honra
- Amândio Almeida Vingadas
- Duarte Augusto Oliveira

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

1 Dezembro 2019 - 01º Domingo do Advento - Ano A


Leituras: aqui

(Gesto: alguém levanta a Cora do Advento e mostra à assembleia)
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1º Leitor: Olhem, estamos a celebrar o 1º Domingo do Advento. Já repararam na coroa do Advento que está no altar? Tem 4 velas que indicam os 4 domingos do Advento. Está só uma acesa porque estamos no 1º domingo…
2º Leitor: Mas que significa a palavra Avento?
1º Leitor: Advento significa vinda, chegada… O Senhor veio, o Senhor vem, o Senhor virá. Vamos repetir todos: O SENHOR VEIO, O SENHOR VEM, O SENHOR VIRÁ.
2º Leitor: Tanta vinda!!! Queres explicar melhor?
1º Leitor: O Senhor veio há 2019 anos e nasceu em Belém. O Senhor vem a cada momento e a cada pessoa. Ele bate sempre à porta do nosso coração, Ele caminha connosco, Ele é a nossa luz. O Senhor virá outra vez à terra no fim dos tempos, cheio de poder e de glória,  mas não sabemos quando. É um segredo de Deus.
1º e 2º Leitores: JESUS É A NOSSA LUZ.  CAMINHEMOS À LUZ DO SENHOR. CELEBREMOS CRISTO NOSSA LUZ.

Pai Nosso
(Gesto: alguém levanta o cartaz e mostra  à assembleia)
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1º Leitor: Ouvimos a recomendação da 2ª Leitura: “Abandonemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz”.
2º Leitor: As trevas, a escuridão, a noite  significam o mundo do egoísmo, da injustiça, da mentira, do pecado). A luz  significa a vida de Deus, que Cristo ofereceu a todos. Andar na luz  é caminharmos todos, com alegria e esperança, ao encontro de Jesus, ao encontro da salvação.
1º e 2º Leitores: Somos a Igreja em caminho e em comunhão.
1º Leitor: Neste Advento, vamos crescer na relação com Jesus Cristo, como Aquele que é «luz dos povos», «luz para todos os homens», «luz para a Igreja», «luz primeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo.

O Pároco de Tarouca foi também nomeado Administrador Paroquial de Almofala

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Desde finais do Verão que o Pároco de Tarouca está a prestar apoio à Paróquia de Almofala, dada a doença do P.e Matias, Pároco daquela comunidade.
Agora o senhor Bispo nomeia o Pároco de Tarouca Administrador Paroquial da Paróquia de Almofala.
Nos inícios do séc. XXI, o mesmo sacerdote foi Pároco destas duas comunidades paroquiais durante algum tempo. O mesmo volta a suceder agora.
Pedimos a Deus pelo restabelecimento do sr. P.e Matias.
Enquanto isso, o Pároco e os cristãos duas comunidades farão, certamente, o melhor que puderem em prol do Reino de Deus.
Desça, Senhor, sobre eles a Vossa Bênção!

ADVENTO: SEMENTE DE UM TEMPO NOVO


A imagem pode conter: céu, natureza e ar livre
De novo o advento. Regressar ao princípio. Refazer, como novidade absoluta, o caminho antigo. Assumir a transumância como método. Ser nómada em obediência à voz antiga, aquela que sobrevive entre uma multidão de ruídos, o apelo do deserto, «endireitai…», como quem diz, «despertai!».
Começar de novo. Hoje é sempre a primeira vez. Avançar. Assumir a tonalidade primeira, o acorde fundamental a partir do qual se compõe um hino à mais pura das ale
grias. E não ter medo da alegria.
Ser tela onde a palavra já dita e redita mil vezes – amor, perdão, paz… - se desenha como Boa Nova. Hoje, de novo, porque amanhã não sei o que será.
Procurar os fios invisíveis que ligam a terra ao céu. Reparar as ligações que me ligam a ti e a Ti. E recolher as sementes da eternidade espalhadas, em noite de vendaval, por terras desconhecidas. Encher a taça e voltar a semear. Pacientemente. Com esperança. Basta a esperança(...)
P. Nélio Pita, CM


quarta-feira, 27 de novembro de 2019

NÃO FALTE!


Você sabe qual a diferença entre pároco e administrador paroquial?

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A Igreja possui muitos termos e palavras que para muitas pessoas não são compreensíveis, às vezes confundidos e usados equivocadamente. Há muitas palavras que são usadas por tantas pessoas, mas sem o devido conhecimento dos seus significados.
Você sabe, por exemplo, qual a diferença entre p á r o co e administrador paroquial? Ou o que faz um vigário paroquial?
“Pároco é o pastor próprio da paróquia a ele confiada; exerce o cuidado pastoral da comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade do Bispo diocesano , em cujo ministério de Cristo é chamado a participar, a fim de exercer em favor dessa comunidade o múnus de ensinar, santificar e governar, com a cooperação também de outros presbíteros ou diáconos e com a colaboração dos fiéis leigos, de acordo com o direito.” (Cân 519)“
O administrador paroquial tem os mesmos deveres e os mesmos direitos que o pároco, salvo determinação contraria do Bispo diocesano.” (cân. 540, §1). Podemos de modo objetivo e simplório entender que o pároco e o administrador exercem a mesma função, porém há uma diferença na questão da nomeação e do tempo que cada um deve ficar a frente da paróquia. O Pároco é nomeado para uma função mais estável (fala-se em 6 anos) e o administrador possui um cargo mais instável, provisório até, podendo ser transferido a qualquer momento. J
á os vigários paroquiais são cooperadores dos párocos ou dos administradores paroquiais.
Fonte: aqui

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

5º Mandamento da Lei de Deus: "NÃO MATARÁS!"

https://cm-meda.pt/wp-content/uploads/2017/11/violencia-domestica.jpg?fbclid=IwAR3IZAFF0o275k26OIxr9a_ugMHplrtNG49dWS5cQ2eoqmUV4UqqSMOEcZI
NÃO SE CALE! DENUNCIE!
Só este ano já morreram mais de 30 mulheres
vítimas de violência doméstica!
"Todos temos um papel a fazer" na denúncia da violência doméstica".
"Entre marido e mulher temos mesmo de meter a colher quando está em causa a violência doméstica".
(Ministra do Estado e da Presidência)

 
COMO FAZER?
A vítima deve, antes de tudo, ganhar coragem e denunciar o crime. Em caso de emergência (agressão física, por exemplo), deve contactar imediatamente o 112.
•Em Portugal, o crime de violência doméstica de acordo com o previsto no artigo 152º do Código Penal tem natureza pública, o que implica ser de denúncia obrigatória para as polícias e para funcionários públicos que tomem conhecimento no exercício das suas funções e por causa delas.
•Para além destes, qualquer pessoa o pode fazer, seja a vítima, um familiar, um amigo, um vizinho, ... denuncie!
•A denúncia criminal também pode ser apresentada em qualquer Posto da GNR, Esquadra da Polícia, diretamente nos serviços do Ministério Público que funcionam junto de todos os Tribunais, mesmo que não seja o do local onde ocorreu o crime, porque vale a pena denunciar!
•Se pretender, também pode apresentar a denúncia através do Sistema de Queixa Eletrónica https://queixaselectronicas.mai.gov.pt/ .

domingo, 24 de novembro de 2019

Banda de Tarouca, Coral Benedictus, Capela de Cristo Rei, Coral de Gondomar

A nossa Banda e o Coro Benedictus na Eucaristia das 11h
Porque em 22 de novembro foi o dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, a Banda de Tarouca e o Coro Benedictus quiseram animar coralmente a Eucaristia das 11h na Igreja Paroquial de Tarouca na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo  Fizeram-no bem como já nos habituaram. Parabéns!
Após a Missa. Banda, Coral e outros convidados dirigiram-se para o Centro Cívico onde teve lugar uma refeição de confraternização.
Domingo de Cristo Rei é o Dia dos Leigos.
Por isso, na homilia o Pároco sublinhou:
- O compromisso batismal abrange leigos, sacerdotes e religiosos. Todos e cada um.
- Os leigos vivem no mundo. O mundo é o seu campo de missão: família, trabalho, desporto, escola, campo, empresa, cultura associativismo. É pela boca, coração, mente, pernas e mãos dos cristãos leigos que Cristo chega - ou não chega - ao mundo.
Quem nos torna Igreja é o batismo. Então fiéis leigos, fiéis sacerdotes e fiéis religiosos são Igreja de Cristo, enviados de Cristo, mensageiros de Cristo. "Somos Igreja em caminho e em comunhão!"
- As zonas onde o cristianismo mais cresce são aquelas onde há leigos comprometidos, coração aquecido pela fé, dinâmicos, empenhados.
No Monte de Cristo  Rei para O celebrar
24 de novembro. Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.
Neste dia, é usual haver a celebração da Eucaristia na Capela de Cristo Rei. Também este ano.
Pelas 15h, houve a celebração da Eucaristia, belamente dinamizada pelo coral de Gondomar.
Como em todas as outras Eucaristias deste fim-de-semana, as comunidades, no contexto do Dia dos Leigos, foram desafiadas a:
- Reconhecer, agradecidamente, o trabalho, entusiasmo, empenho, dedicação de tantos leigos e leigas que, fiéis à vocação batismal, exercem no mundo e na Igreja um serviço indispensável à implantação do Reino de Deus.
- Interiorizar que os leigos, cristãos batizados que vivem no meio do mundo (família, emprego, associações, desporto, política, escolas, convívio, etc), são o coração, os pés e a mãos para Cristo chegar ao palco  do mundo de hoje. Um laicado empenhado e formado é indispensável à nova evangelização.
-Tomar consciência de que os leigos são  na Igreja a maioria esmagadora. No dia em que os leigos tomem consciência de que são Igreja, assumam essa consciência e ajam em conformidade, então a Igreja muda mesmo.

Cristo Rei é sempre fascinante. Regala os olhos e lava a alma. Nesta altura do ano, o amarelo ainda ressalta. Mesmo quando um neblina envolta em chuva miudinha e frio nos enregela, aquele espaço é belo.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Na Igreja de Tarouca, em 8/12/2019, pelas 15.30h, apresentação do Livro


SIMÃO PEDRO
Testemunho e memória do discípulo de Jesus Cristo



O presente livro da autoria de Mons. Arnaldo Pinto Cardoso, é, antes de mais, um testemunho, fruto de uma meditação sobre o testemunho de vida do Apóstolo. Ao longo dos vários anos de estadia romana, o “facto de Pedro” impôs-se ao autor quase quotidianamente, sob as mais diversas manifestações: história, arte, religião, cultura, teologia, exegese, liturgia, arqueologia, vida eclesial.
A partir dos livros sagrados, a vida de Pedro pode e deve ser vista sob diversos aspectos complementares, que a caracterizam não só cronologicamente, mas também entitativamente: O Discípulo (I Parte), A Testemunha (II Parte). A força e o impacto destas duas partes justificam a III Parte (A Memória). Pela repercussão que a memória de Pedro teve nas manifestações artísticas e devocionais do povo cristão, a biografia de Pedro deve-nos também fazer percorrer os lugares e os vestígios dessa memória, sobretudo em Roma.
A vivência e a descoberta da figura de Pedro passam também pelo legado artístico da memória portuguesa, conteúdo da IV Parte, dedicada à iconografia petrina nacional.
O Prefácio ao livro é de D. Antonio Couto, Bispo de Lamego.

S. Pedro é o Padroeira da Paróquia de S. Pedro de Tarouca.
Pelas 15.30h do dia 8 de dezembro de 2019,  este Livro será apresentado ao Público na Igreja Paroquial de Tarouca.
Com a presença do autor, Mons. Arnaldo Cardoso, do Bispo de Lamego, D. António Couto, da Dr.a Zita Seabra e da Editora. Contará também com a atuação do Coro Benedictus.
É um momento cultural do maior interesse.

S. Pedro é uma figura incontornável da nossa fé, da nossa cultura, da nossa identidade. Venha conhecer melhor o GRANDE APÓSTOLO. Venha viver um bom momento cultural que o vai fazer sentir-se bem.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

O jogo desigual


Havia um sacerdote, lá para o Alto Douro vinhateiro, conhecido pelo seu saber e boa disposição. As pessoas gostavam de o ouvir. E, para o provocarem, usavam uma expressão típica dessa zona: “O senhor bebe do fino”. Era então que a tez se modificava e, jogando com as palavras, atalhava a indireta: “Se com isso queres insinuar que não há vida como a de padre, digo-te que não é verdade. Isto não é d’ouro. É duro!”.
E era mesmo. No campo da fé, a zona era árida, devido a antigas influências antirreligiosas; economicamente sobrevivia com dificuldades, para não se tornar refém dos poucos ricos donos de tudo; deslocava-se a cavalo ou a pé no rigor do inverno e na fornalha do verão; o jejum eucarístico não lhe favorecia a saúde; porque a taverna não era boa conselheira e as pessoas passavam o dia na vinha, a solidão tornou-se a sua companhia habitual. Vivia alegre, mas sabia bem que a opção sacerdotal tinha custos. E experimentava-os diariamente.
As condições mudaram e as comunicações e os transportes permitem aos sacerdotes encontrarem-se uns com os outros, seja na formação contínua, seja nos grupos de convívio. Não obstante, permanece a mesma forma de vida «estranha»: exerce um ministério em favor de todos, sem ser de qualquer um e sem ser mais um na multidão. Sim, ao contrário do que procura insinuar a frase corrente, o padre, efetivamente, não é um homem como os outros: é diferente e mal dele se não se sentir como tal.
E aqui é que reside o problema: sendo diferente de todos, não são muitos os que o sentem como “dos seus”. Ora, quando não há identificação, facilmente se chega à oposição: o padre passa a ser visto como um estranho que se situa “do outro lado”. Por isso, nas situações de incompreensão e conflito, notam-se muito mais os que estão contra do que os que estão com ele. Se é que estes têm coragem de dar a cara e levantar a voz para garantir que o padre não está só.
O pai de um seminarista, homem temente a Deus, mas com os pés assentes na terra, costumava perguntar ao filho: “Tu queres mesmo ser padre? Dás-me muita alegria. Mas não te esqueças que ser padre é jogar um jogo desigual: todos contra um”.
Depois da semana dos Seminários, que os fiéis leigos se interroguem que posição ocupam neste jogo.
D. Manuel Linda, aqui

domingo, 17 de novembro de 2019

Festas em honra de São Martinho, Padroeiro da povoação dos Esporões

Nesta altura do ano, as festas são poucas por estas bandas, daí decorre que, caso o tempo colabore, muita gente acorra aos festejos. O tempo frio e, por vezes chuvoso, não ajudou  ao desenrolar dos festejos que, apesar do mau tempo, estão a correr bem, em paz, alegria,  com são convívio entre as gentes.
Em 17 de Novembro,  teve lugar a Missa solene com a presença da nossa Banda.
Parabéns à povoação e aos mordomos pela forma como decorreram as festas.
FOI NO DIA 11 QUE SÃO MARTINHO FOI TUMULADO
São Martinho faleceu, com 81 anos, a 8 de Novembro de 397. Tinha ido a Candes, que ficava a 40 quilómetros de Tours. Era preciso restabelecer a paz entre os membros desavindos da comunidade cristã daquela localidade.
Quando projectava o regresso a casa, começaram a faltar-lhe as forças, pelo que disse às pessoas que ia morrer. Estas suplicaram: «Pai, porque é que nos abandonas? A quem nos entregas? Lobos vorazes invadem o teu rebanho; quem, ferido o pastor, nos livrará dos seus dentes? Sabemos que desejas a Cristo, mas os teus prémios já estão seguros e não diminuirão com o adiamento! Tem compaixão de nós!»
Comovido, Martinho soltou esta prece: «Senhor, se ainda sou necessário ao Teu povo, não recuso o trabalho. Que se faça a Tua vontade».
No entanto, a vontade de Deus era mesmo levar o Seu fiel servidor. Segundo o seu biógrafo Sulpício Severo, as suas últimas palavras foram: «O seio de Abraão me acolhe». E foi assim que «Martinho, pobre e humilde na terra, entrou rico no céu».
A sua festa é celebrada a 11 de Novembro porque foi neste dia que o sepultaram, em Tours. São Martinho é o primeiro santo não-mártir de toda a história.
(João António Teixeira, Facebook)
Então, porque 11 de novembro foi Dia de São Martinho, Esporões venerou o seu Padroeiro, tendo sido celebrada a Eucaristia na capela que lhe é dedicada.
Comissão de Festas - São Martinho 2020
Flávio Oliveira Sarmento, Juiz; Víctor Manuel Oliveira Lucena, Tesoureiro. Mordomos: Fernando Oliveira Lucena, António Augusto Loureiro, Domingos Conceição Martins, Caciano Luís Babilatua Sarmento, Débora Carvalho Assunção, Inês Lopes e Célia Cristina Santos Pinto.
CEGADA
Não sabe o que é? Veja aqui. Ou então para o ano procure aparecer nos Esporões na noite do dia 10 de novembro.
A povoação dos Esporões conserva esta antiquíssima tradição que envolve a participação de muitos dos seus habitantes.
Depois do cortejo pela rua, termina numa "assembleia" em que chega, vestido a rigor, "Sua Eminência" que faz o aguardado "discurso de cariz satirizante". Em seguida, a "fraternidade de São Marinho" recita os mandamentos enquanto um irmão-mor bebe um copo a cada um deles. Só que os "mandamentos" não são estáveis, tendem a aumentar, de acordo com o apetite do bebedor…