sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

18 -25 de janeiro: Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: Ir ao encontro

«Para unir-se é preciso amar-se. Para amar-se é necessário conhecer-se. Para conhecer-se é obrigatório ir ao encontro um do outro.»
 
Nasceu na Bélgica em 1851, tornou-se cardeal em 1907 e morreu em 1926 em Bruxelas: Désiré Mercier foi um dos precursores do diálogo ecuménico através das chamadas “Conversações de Malines”, com Lord Halifax, realizadas entre 1921 e 1925, com vista a uma aproximação entre a Igreja católica e a Anglicana.
 
Recordamos deste arcebispo uma frase sugestiva no momento em que nos aproximamos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que no hemisfério Norte ocorre de 18 a 25 de janeiro.
 
São palavras necessárias também nos nossos dias, quando parece insinuar-se, inclusive entre os fiéis, uma atitude de medo e por vezes até de rejeição em relação ao outro, ao diferente, à pessoa que é para nós estrangeira quer a nível cultural quer no âmbito religioso.
 
São três os verbos que o cardeal Mercier propõe para que o encontro não degenere em confronto: amar-se, conhecer-se, ir ao encontro. Naturalmente, a sua sequência lógica é inversa.
 
É preciso, com efeito, antes de tudo e sobretudo, ir ao encontro. Fugir do outro ou é um ato infantil ou é um gesto egoísta e indício de debilidade e medo: quem não recorda o sacerdote e o levita da parábola do Bom Samaritano que «passam além, do outro lado», quando vêem um desgraçado meio morto?
 
Aliás, os contactos frenéticos, típicos da sociedade moderna, obrigam-nos a cruzarmo-nos e a conviver sob o mesmo céu. É neste ponto que deve florescer um conhecimento recíproco, real e leal, que nos liberte dos lugares comuns e das falsidades.
 
É só por esta via que fará caminho a consciência da pertença à comum humanidade, do ser-se filhos do único Pai e, assim, floresce o amor.
 
[P. (Card.) Gianfranco Ravasi | In Avvenire]

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Em dia 20 de janeiro celebraremos a Festa do Mártir São Sebastião

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No dia 20 de janeiro celebraremos a Solenidade do Mártir São Sebastião, Padroeiro Principal da Diocese de Lamego. Ainda que seja uma figura dos primeiros tempos da Igreja, sendo o Padroeiro, continua (deve continuar) a ser uma referência para a Igreja que vive em Lamego.
Por certo que todos já tivemos oportunidade de verificar a existência de imagens de São Sebastião nas nossas paróquias, em estátuas, telas e pinturas, nas Igrejas, com altares próprios, e capelas que lhe são dedicadas. É Padroeiro de uma dúzia de paróquias da Diocese: Baldos, Bigorne, Casais do Douro, Castainço, Granja, Granja Nova, Penso, Pereiro, Touro, Vila Chã da Beira, Vila Nova de Paiva, Vila Nova de Souto d’El Rei (Arneirós).
Escolhemos alguém para padrinho/madrinha (de Batismo, de Crisma, na vida universitária) porque nos pode ajudar ou a quem queremos imitar. Assim o Patrono de uma comunidade: alguém que nos inspira a viver o Evangelho e que nos mostra Jesus Cristo com as suas escolhas.A vida de São Sebastião, naquilo que a tradição assimilou e transmitiu, é um exemplo como a fé ajuda a ultrapassar os obstáculos da vida e como o cristão se pode santificar nas mais diversas profissões e/ou ocupações. Mais forte que tudo é o amor a Deus.
Descendente de uma família nobre, terá nascido em Narbona, sul de França, em meados do século III. Segundo a maioria dos estudiosos, os seus pais eram de Milão, onde cresceu até se mudar para Roma. Em nome da religião enveredou por uma carreira militar, a fim de defender os cristãos numa época de grande perseguição à Igreja. Era estimado pela bondade e nobreza e respeitado por todos. De Milão, o jovem soldado deslocou-se para Roma, onde a perseguição era mais intensa e feroz. O imperador Diocleciano, reconhecendo nele a valentia e desconhecendo a sua religião, nomeou-o capitão general da Guarda Pretoriana. Animava os condenados para que se mantivessem firmes e fiéis a Jesus Cristo. Cada novo mártir que surgia tornava-se um alento e um desafio para Sebastião. Foi denunciado por Fabiano, então Governador Romano. Diocleciano acusou-o de ingratidão. Foi cravado por flechas, até o julgarem morto. A iconografia é muito plástica a seu respeito, inconfundível. São Sebastião é representado com o corpo pejado com várias setas, e surge preso a um tronco de árvore.
Entretanto uma jovem, de nome Irene (santa Irene?) passou e verificou que ainda estava vivo. Levou-o para casa e curou-lhe as feridas. Ainda não completamente restabelecido, voltou junto do imperador para defender os cristãos, condenando-lhe a impiedade e injustiça. Diocleciano mandou que fosse chicoteado até à morte e depois deitado à Cloaca Máxima, o lugar mais imundo de Roma. O corpo foi recuperado e sepultado nas catacumbas da Via Ápia.
Fonte: aqui
S. Sebastião é venerado em Tarouca. A sua capela, situada na Rotunda do Mártir, é uma referência da cidade tarouquense.
No próximo  dia 20 de janeiro, pelas 17.30h, será celebrada a  Eucaristia na Capela do Mártir.

domingo, 13 de janeiro de 2019

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Dar esmola para alimentar vícios será caridade?

Diz o povo que "quem não tem dinheiro, não tem vícios."
Mas há muita gente que pode, mas não quer trabalhar. Prefere viver de subsídios estatais e das ofertas dos outros,   vivendo de costas direitas, esbanjando na boa vida o que recebe e, pior, na alimentação de dependências, sejam quais forem.
Muitas destas pessoas revestem a máscara da mentira e da falsidade. Inventam sempre um motivo para "cravar" uns euros ao outro. Claro, com a promessa que depois devolvem…
Quem lhes dá o que pedem estará a fazer uma obra de caridade?
Cuidado! Pode ser exatamente ao contrário…
Quando essa oferta é depois gasta nos copos, em guloseimas e noutras coisas que todos imaginamos, não estaremos a empurrar aqueles que nos pedem para o abismo?
Ajudar sempre! Ser solidário sempre! Repartir sempre!
Mas aplique-se o ditado latino: "antes de ensinar Latim ao João, procura conhecer o João".
Antes de ajudares, vê a quem ajudas...Podes estar a desajudar.
Tantos técnicos ligados ao Estado fechados numa sala à volta de um computador e de papéis!
Estes técnicos sociais não deveriam antes estar em campo, apoiando, ensinando, abrindo perspetivas àqueles que vivem à margem do trabalho e num certo parasitismo social? É para  isso é que são técnicos.
Há tanta gente que queria trabalhar e não pode; há tanta gente que trabalha e não ganha o suficiente para sustentar dignamente a família; há tanta gente que, na vida, por um motivo ou outro, passa por um período negro mas deseja levantar-se… Para esses todo o apoio, estatal e privado.
Alimentar parasitismos e dependências que tendem a perpetuar-se geracionalmente é que é para fazer stop.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

“O VIDEO DO PAPA”: Janeiro de 2019


Intenção janeiro 2019 - Os Jovens na Escola de Maria
Vocês, jovens, têm na Virgem Maria um motivo de alegria e uma fonte de inspiração.
Aproveitem a Jornada Mundial da Juventude no Panamá para contemplar Cristo com Maria. Cada um no seu idioma, rezemos o Terço pela paz.
E peçam-lhe forças para sonhar e trabalhar pela paz.
Rezemos pelos jovens, especialmente os da América Latina, para que, seguindo o exemplo de Maria, respondam ao chamadmento do Senhor para comunicar ao mundo a alegria do Evangelho.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Só veio um Mago a Belém? Só veio um pastor a Belém?

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*Quando os anjos se afastaram deles em direcção ao Céu, os pastores disseram uns aos outros: «Vamos a Belém ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer.»  (Lc 2,15)
- Foi um só pastor até Belém?
NÃO. VÁRIOS. Uma comunidade...
*"Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o menino deitado na manjedoura." (Lc 2, 16)
- Os pastores encontraram o Menino sozinho? Não. Encontraram O MININO, JOSÉ E MARIA. Uma comunidade…


*"Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente."
- Veio um só Mago até Belém?
Não. VÁRIOS. Uma comunidade…


Cada pastor, cada Mago era diferente dos demais. Não há pessoas iguais. Cada um tem o seu ritmo, o seu modo de caminhar, a sua sensibilidade, o seu temperamento. A diferença enriquece. Por isso caminharam juntos, apoiando-se, compreendendo-se, ajudando-se…


A dimensão comunitária da fé é intrínseca ao cristianismo. A adesão pessoal a Cristo realiza-se na comunidade, com a comunidade, pela comunidade.
"Eu cá tenho a minha fé", ouve-se a cada passo. Mas a fé só é minha porque é um dom de Deus. A minha fé é a fé da Igreja.
"Não preciso de ir à Igreja, rezo em casa", escutamos frequentemente. Como se houvesse fé cristã sem a comunidade… E olhem que foi Cristo quem o disse: "Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome, Eu estarei no meio deles." (Mt 18, 20)


Sempre que um cristão abandona a comunidade, deixa um lugar vazio e empobrece a comunidade.
Sempre que um cristão abandona a comunidade, fica mais vazio  e empobrece-se a si mesmo.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Mãe explica a seus dois filhos o presépio

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Tinha acabado a Eucaristia que terminou com a saudação individual ao Menino Jesus.
Uma mãe acoccorada junto do presépio com os seus dois filhos pequenos. Apontando para as figuras, ia explicando. Tom de voz baixo, sem pressas, convicto.
Os pequenos, muito atentos, absorviam a explicação materna. ...
Que cena encantadora!
Mãe acocorada porque diante de Deus somos todos pequeninos. Porque assim se sentia mais próxima e vizinha dos filhotes.
Quantas famílias "ganham tempo", explicando o presépio aos mais pequeninos? Quantas?
Só ganharemos o futuro semeando Deus no coração das gerações mais novas...

sábado, 29 de dezembro de 2018

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Como teria sido o Natal, se Jesus fosse filho de outra Maria, casada com outro José?!

Não é possível sabê-lo, mas pode-se adivinhar, tendo em conta o que tantas vezes acontece entre os maridos e as suas mulheres.
Imagine-se, pois, que o casal já está a chegar a Belém de Judá e que Maria, dada a proverbial mudez masculina, inicia a conversa:
 
Leia Aqui  este belo texto do P. Gonçalo Portocarrero de Almada

domingo, 23 de dezembro de 2018

Boas Festas, especialmente para si! Feliz Natal


Consoada com "sabor cristão"



1. Acenda a velinha e coloque-a numa janela de sua casa.
2. Antes da começar a Ceia de Consoada, a família reúna-se à volta da mesa e, de mãos dadas, reza a Oração para a Noite de Nata.

Para uma Consoada com sabor Cristão:
é Natal
porque nasceu Jesus.
Que a família O acolha, O celebre, O siga!









Velinha para a noite de Consoada

 
Neste domingo, último do Advento, os jovens estão a  entregar a velinha para colocar à janela em cada casa na noite de Consoada.
- É um gesto pela paz
- É sinalizar de forma simbólica que Cristo, Luz do mundo, tem lugar nas nossas famílias
- É testemunhar Cristo
- É partilhar na caridade com quem precisa através da aquisição da velinha
- É um sinal de alegria: nasceu o Salvador.

Parabéns aos jovens desta Paróquia pelo serviço que oferecem à comunidade.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mensagem do nosso Bispo


Natal 2018   
 
O Senhor do Tempo
É Aquele-que-Vem
Nascer em Belém,
Bater à nossa porta,
Pedir ao nosso coração
Um bocadinho de pão. 
 
Tão pouco e tanto  
Nos pede Jesus,
E para nosso espanto,
E encanto nosso,
O Filho de Maria
Vem vestido de irmão nosso
De cada dia.
 
Ele anda por aí,
Ao frio e ao calor,
Rico e pobrezinho,
Nosso Senhor.
 
Vem, Menino,
Senhor do mundo,
Do sol e da lua,
Bate à minha porta,
Entra em minha casa,
E que, por graça,
Entre eu também na tua.
 
Desejo a todos os meus irmãos e irmãs, sacerdotes, diáconos, consagrados e consagradas, fiéis leigos, doentes, idosos, jovens e crianças, emigrantes, das 223 Paróquias da nossa Diocese de Lamego, e da Igreja inteira, a todos e a ti também, um Santo Natal com Jesus sempre no nosso meio e um Novo Ano cheio da Graça e da Alegria do Evangelho.

Vem, Senhor Jesus, bate à nossa porta, encandeia a nossa vida, e conduz os nossos passos pelo caminho da Paz e do Carinho.
+ António, vosso bispo e irmão

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Dia Mundial da Paz 2019: Papa aponta 12 «vícios» da política que «colocam em perigo a paz social»

Mensagem de Francisco destaca oportunidade que representa «cada período eleitoral» 

Foto UE, Papa no Parlamento Europeu


O Vaticano apresentou hoje a Mensagem do Papa para o 52.º Dia Mundial da Paz (01 de janeiro de 2019), que realça que uma política distante do “serviço à coletividade humana” torna-se “instrumento de opressão, marginalização e até destruição”.
Num documento intitulado ‘A boa política está ao serviço da paz’, dado hoje a conhecer em conferência de imprensa pela Santa Sé, Francisco reflete sobre as “virtudes” e os “vícios” da política, e abre também uma janela de reflexão para os atos eleitorais que vão acontecer ao longo do novo ano.
No seu documento, o Papa argentino aponta 12 vícios que atualmente retiram “credibilidade aos sistemas dentro dos quais ela se realiza, bem como à autoridade, às decisões e à ação das pessoas que se lhe dedicam”.
“Estes vícios, que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social”, considera Francisco.
O Papa refere em primeiro lugar “a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas”.
Francisco prossegue depois com “a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da «razão de Estado», a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo”.
O Papa argentino não esquece o impacto negativo que algumas decisões políticas têm tido ao nível da sustentabilidade do planeta, devido à “recusa a cuidar da Terra”, e à “exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato”.
O último “vício” político enumerado por Francisco remete para a crise migratória que rebentou nos últimos anos, devido a fenómenos como a guerra e o terrorismo, a perseguição étnica e religiosa, a pobreza e a desigualdade social.
Uma situação que, segundo o Papa, mostrou em vários casos, por parte dos Estados e dos seus políticos, “o desprezo” que reina para com aqueles “que foram forçados ao exílio”.
“O terror exercido sobre as pessoas mais vulneráveis contribui para o exílio de populações inteiras à procura duma terra de paz. Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança.”, sublinha o Papa.
Numa alusão ao período eleitoral que vai ter lugar em 2019, concretamente em termos de eleições legislativas e europeias, Francisco indica aquela que acredita ser a ideia-chave para tornar o momento de campanha e de ida às urnas um verdadeiro motor de renovação e de mudança.
“Cada renovação nos cargos eletivos, cada período eleitoral, cada etapa da vida pública constitui uma oportunidade para voltar à fonte e às referências que inspiram a justiça e o direito”, sublinha o Papa.
Francisco sustenta mesmo que se a política “for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas, pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade”.
“Duma coisa temos a certeza: a boa política está ao serviço da paz; respeita e promove os direitos humanos fundamentais, que são igualmente deveres recíprocos, para que se teça um vínculo de confiança e gratidão entre as gerações do presente e as futuras”, afirma o Papa.
Ao longo da sua mensagem, o Papa argentino reforça que “a política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem”, mas quando a prioridade é “a busca do poder a todo o custo” ela “leva a abusos e injustiças”.
“Com efeito, a função e a responsabilidade política constituem um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir o seu país, proteger as pessoas que habitam nele e trabalhar para criar as condições dum futuro digno e justo”, pode ler-se.
Numa alusão ao centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, que tem estado a ser assinalado este ano, Francisco avisa os políticos que “a paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo”.
“A escalada em termos de intimidação, bem como a proliferação descontrolada das armas são contrárias à moral e à busca duma verdadeira concórdia”, que completa o seu olhar sobre a política com uma mensagem relacionada com as novas gerações, e a necessidade de dar oportunidade aos mais novos de encontrarem o seu lugar na sociedade.
“Quando o exercício do poder político visa apenas salvaguardar os interesses de certos indivíduos privilegiados, o futuro fica comprometido e os jovens podem ser tentados pela desconfiança, por se verem condenados a permanecer à margem da sociedade, sem possibilidades de participar num projeto para o futuro”, completa o Papa argentino.
A conferência de apresentação da Mensagem do Papa para o 52.º Dia Mundial da Paz, esta manhã no Vaticano, contou com a presença do cardeal Peter Turkson, presidente do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, e do secretário do mesmo organismo, padre Bruno Marie Duffé.
O Dia Mundial da Paz foi instituído em 1968 pelo Papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do novo ano.
JCP 

Vícios que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social:

   a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da «razão de Estado», a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio. (Papa Francisco, Mensagem para o 52º Dia Mundial da Paz)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Parabéns, Santo Padre!

Papa Francisco celebra 82.º aniversário
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Veja aqui

domingo, 16 de dezembro de 2018

sábado, 15 de dezembro de 2018

Catequese solidária

Em 15 de dezembro, a catequese paroquial realizou o dia solidário com os mais carenciados.
Os catequizandos foram convidados a trazer de casa algum tipo de mantimentos como forma de solidariedade para com os mais necessitados. É que ajudar pelo Natal é mais fácil dado o ambiente que se vive. Mas quem é carente não precisa só nesta época, mas sempre.
Felicitamos os mais novos porque entenderam a mensagem e a viveram. Felicitamos os seus pais pela insubstituível colaboração.
Viver o Natal com sabor a Jesus Cristo é partilhar com os irmãos como Ele se deu todo a nós.
Precisamos de educar para a dádiva, a solidariedade, pois "sem caridade nada somos."
Depois da catequese e da Eucaristia, foi servido pelo GASPTA e pelos catequistas um lanche aos pequenos, num ambiente sereno e simples.
Obrigado a todos.

GASPTA E CATEQUISTAS
A comunidade paroquial agradece ao GASPTA e aos Catequistas todo o empenho posto na realização deste dia solidário que envolveu os catequizandos. Muito obrigado pelo lanche servido aos mais novos.