sábado, 15 de fevereiro de 2020

"A cada ano que passa, a festa da Catequese fica melhor."


Para uma paróquia do interior - embora seja a sede do concelho - o número de crianças é interessante. Temos cerca de 300 catequizandos do 1º ao 10º ano. Quando se sente a natalidade - inverno em tantas e tantas freguesias deste interior, tão pouco zelado pelo poder central - não podemos deixar de nos sentir contentes com as crianças que ainda vamos tendo. Graças a Deus!
Hoje foi a festa da catequese.  Presença de muitos pais e amigos das crianças. Bom o trabalho realizado pelas crianças e jovens. Um aplauso para eles do tamanho do Amor de Deus! Viveram profundamente o momento, dentro das várias tarefas que desempenharam.
É justa uma palavra de enorme apreço pelo trabalho, dedicação, persistência dos catequistas. Muitos parabéns! São fantásticos!  Como testemunhou alguém do público: "A cada ano que passa, a festa da Catequese fica melhor."

As apresentadoras estiveram à altura das circunstâncias. Merecem aplauso.
Obrigado a quem colaborou com o trabalho e adequação do som, bem como a quem realizou as projeções.
 Na Eucaristia vespertina do 6º Domingo Comum, celebramos um Pai que, por amor, não cessa de nos indicar o caminho da felicidade, oferecendo-nos os Mandamentos, conselhos de um Deus sempre preocupado com cada um de nós.
Seguidamente, os 10 grupos de catequese subiram ao palco, um de cada vez. 
A nota comum foi a alegria, havendo a preocupação de interagir com o público.
 
Através de  representações, cânticos, textos, mensagens bíblicas dramatizadas, gravações, power point,  os catequizandos ofereceram ao público a beleza e o encanto da alegria que vem de Deus.
O público esteve concentrado durante as atuações. É mesmo bom ver as pessoas contentes! E olhem que há gente nova com muito jeito mesmo para a representação! 5 estrelas.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

A propósito da exortação apostólica “Querida Amazónia”


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Trata-se de um documento papal que é comentado apressadamente como não tendo consignado a ordenação presbiteral de homens casados e a ordenação diaconal de mulheres – leitura que não acompanho por ser extremamente redutora e por não abranger o núcleo essencial, quer do Sínodo, quer da própria exortação apostólica pós-sinodal.

Sinceramente não estava à espera que este documento viesse sancionar aqueles dois pontos que o próprio Sínodo pediu oficialmente (os vaticanistas já deixavam antever essa não assunção), mas que talvez ainda não tenham amadurecido na sua discussão. E o livro “Da profundeza dos nossos corações”, do Cardeal Sarah (e, em parte, de Ratzinger/Bento XVI) não veio favorecer esse amadurecimento. Por outro lado, medidas inovadoras em concreto costumam surgir em carta apostólica, em constituição apostólica ou em bula.

Porém, o Santo Padre não fecha as portas a essas possibilidades, pois refere expressamente que não cita o documento final do Sínodo porque ele merece ser lido em conjunto com a exortação pós-sinodal. Além disso, urge a multiplicação e consolidação dos ministérios laicais que não carecem do sacramento da Ordem, com especial destaque para as mulheres, advertindo que estas têm um papel muito ativo a desempenhar, sem que tenham de ser clericalizadas, tal como aponta o facto de haver na Amazónia poucos diáconos permanentes (casados).

Por outro lado, enquanto enaltece a Eucaristia como dado constitutivo da vida da Igreja e lamenta que as comunidades amazónicas tenham muita dificuldade em aceder a ela, frisa a essencialidade das funções do presbítero que não estão na animação das comunidades – que pode ser confiada a leigos e leigas sob a dinâmica apostólica do envio eclesial – mas no poder de celebrar a Eucaristia cabendo-lhe em exclusivo dizer “Isto é o meu corpo…” e ministrar o sacramento da Reconciliação/Penitência proferindo as palavras “Eu te absolvo”. E, para que as comunidades amazónicas tenham acesso mais facilitado a estes sacramentos (e obviamente ao da Santa Unção), Francisco recomenda a migração missionária de sacerdotes para a Amazónia. Isto quer dizer que, segundo o Pontífice, antes da ordenação presbiteral de homens casados e da ordenação diaconal de mulheres, há muitas outras possibilidades a explorar e consolidar.

Em todo o caso, o Papa continua a denunciar a injustiça e o crime ecológico e desumano cometido contra a floresta amazónica e povos autóctones, não penas por estrangeiros, mas também por autoridades locais que se deixam levar pelo objetivo do lucro e do falso progresso económico. E o documento releva os quatro sonhos sobre a Amazónia: o sonho social, o sonho cultural, o sonho ecológico e o sonho eclesial.

A nível do sonho social, propõe-se o diálogo social, que “não se deve limitar a privilegiar a opção preferencial pela defesa dos pobres, marginalizados e excluídos, mas há de também respeitá-los como protagonistas”, pois “trata-se de reconhecer o outro e apreciá-lo ‘como outro’, com a sua sensibilidade, as suas opções mais íntimas, o seu modo de viver e trabalhar” e, não sendo assim, “o resultado será, como sempre, ‘um projeto de poucos para poucos’, quando não um consenso de escritório ou uma paz efémera para uma minoria feliz” – o que tornará necessária “uma voz profética”, que nós, como cristãos, somos chamados a fazer ouvir.  

A nível do sonho cultural, propõe-se o encontro cultural, pois, “na Amazónia, mesmo entre os distintos povos nativos, é possível desenvolver relações interculturais onde a diversidade não significa ameaça, não justifica hierarquias de um poder sobre os outros, mas sim diálogo a partir de visões culturais diferentes, de celebração, de inter-relacionamento e de reavivamento da esperança”. Por consequência, “em qualquer projeto para a Amazónia, é preciso assumir a perspetiva dos direitos dos povos e das culturas, dando assim provas de compreender que o desenvolvimento dum grupo social (...) requer constantemente o protagonismo dos atores sociais locais a partir da sua própria cultura”. Na verdade, “nem mesmo a noção da qualidade de vida se pode impor, mas deve ser entendida dentro do mundo de símbolos e hábitos próprios de cada grupo humano”. E, “se as culturas ancestrais dos povos nativos nasceram e se desenvolveram em estreito contacto com o ambiente natural circundante, dificilmente podem ficar ilesas quando se deteriora este ambiente”.

A nível do sonho ecológico, o documento refere que, para cuidar da Amazónia, é bom conjugar a sabedoria ancestral com os conhecimentos técnicos contemporâneos, mas procurando sempre intervir no território de forma sustentável, preservando ao mesmo tempo o estilo de vida e os sistemas de valores dos habitantes”. Com efeito, “a estes, especialmente aos povos nativos, cabe receber, para além da formação básica, a informação completa e transparente dos projetos, com a sua amplitude, os seus efeitos e riscos, para poderem confrontar esta informação com os seus interesses e com o próprio conhecimento do local e, assim, dar ou negar o seu consentimento ou então propor alternativas”. E o documento estriba-se em conceitos científicos, que respeita.

E, a nível eclesial, o Papa sente:

“Perante tantas necessidades e angústias que clamam do coração da Amazónia, é possível responder a partir de organizações sociais, recursos técnicos, espaços de debate, programas políticos… e tudo isso pode fazer parte da solução. Mas, como cristãos, não renunciamos à proposta de fé que recebemos do Evangelho. Embora queiramos empenhar-nos lado a lado com todos, não nos envergonhamos de Jesus Cristo. Para quantos O encontraram, vivem na sua amizade e se identificam com a sua mensagem, é inevitável falar d’Ele e levar aos outros a sua proposta de vida nova: ‘Ai de mim, se eu não evangelizar!’ (1 Cor 9, 16).”.

Depois defende a inculturação e os caminhos da inculturação: inculturação social e espiritual; inculturação litúrgica (onde ainda há muito por fazer); e inculturação no mistério.

Por fim, Francisco dirige uma prece a Maria, “a Mãe que Cristo nos deixou”, que, “embora seja a única Mãe de todos, manifesta-Se de distintas maneiras na Amazónia”. E, sabendo nós que “os indígenas se encontram vitalmente com Jesus Cristo por muitos caminhos”, também sabemos que “o caminho mariano contribuiu mais que tudo para este encontro”.

***

Enfim, vejo na exortação apostólica grande aproximação ao teor do livro “Uma Igreja de todos e de alguém”, do Padre José Luzia (Paulinas, 2012), que descreve, a partir da análise da realidade moçambicana, um conjunto de experiências de Igreja ministerial sob a égide do então Bispo de Nampula, Dom Manuel Vieira Pinto, com réplica em Quelimane, em que leigos, mandatados e enviados, animavam as comunidades com seus ministérios, não como substitutos dos padres, que rareavam, mas tirando partido da Lumen Gentium, constituição dogmática sobre a Igreja, e do Apostolicam Actuositatem, decreto conciliar sobre o apostolado dos leigos – do Concílio Vaticano II – e documentos pontifícios subsequentes. Para tanto, urgia a formação bíblica e a sua articulação com a realidade cheia de carências e possibilidades, que induziu uma nova visão de Igreja, não piramidal, mas participativa e cintilante. É certo que o livro critica recuos em documentos da Cúria Romana, mas infere que as comunidades eclesiais da África subsaariana são verdadeiro lugar teológico, o que agora é assumido com a região amazónica.

Porém, há ainda muito caminho por fazer e por percorrer.

2020.02.12 – Louro de Carvalho

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

11 de fevereiro, Nossa Senhora de Lurdes e Dia Mundial do Doente

Oração de Nossa Senhora de LourdesRezemos-a-oração-de-Nossa-Senhora-de-Lourdes

“Sob a Tua proteção procuramos refúgio, Virgem Imaculada de Lourdes,  que és o modelo perfeito da criação segundo o plano original de Deus. A Ti, neste dia, confiamos os doentes, os idosos, as pessoas sozinhas: alivia o seu sofrimento, enxuga as suas lágrimas e obtém para cada um a força necessária para realizar a vontade de Deus.

Sê o amparo de todos que aliviam, dia após dia, os sofrimentos destes irmãos. E ajuda-nos a crescer no conhecimento de Cristo, que com a Sua morte e ressurreição venceu o poder do mal e da morte.”

Nossa Senhora de Lourdes, intercede por nós!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Dia Mundial do Doente em Tarouca. Uma bela experiência!



Em 9 de fevereiro, o Departamento Diocesano da Pastoral da Saúde e das Pessoas Portadoras de Deficiência escolheu Tarouca para a celebração diocesana  do XXVIII Dia Mundial do Doente. Coube a este Departamento, em sintonia com a Santa Casa da Misericórdia de Tarouca e com o paio da Paróquia de S. Pedro de Tarouca, organizar, difundir e realizar  esta celebração.
Embora o Dia do Doente tenha lugar em 11 de fevereiro, Dia da Senhora de Lurdes, por uma questão de conveniência pastoral, é celebrado entre nós no domingo mais próximo.

Pelas 15 horas, começou a Eucaristia a que presidiu o senhor Bispo. Tudo fora antecipadamente bem preparado, por isso não é  de estranhar que a cerimónia tenha decorrido com elevação, dignidade e participação. As admonições, oportunas, bem pronunciadas; os cânticos que o coral das 11h  dinamizou; as leituras proclamadas por idosos; o silêncio ativo dos presentes... Tudo foi um regalo espiritual.
Na homilia, D. António falou-nos do coração e dos braços abertos de Cristo onde cada um tem lugar e acolhimento. Disse que cada um é  chamado a ser braços e coração abertos para acolher, apoiar e amar a pessoa doente. Como Jesus.
Depois de uma explicação adequada do senhor Bispo, seguiu-se a celebração do Sacramento da Santa Unção, tendo o Prelado solicitado a colaboração dos padres Carlos e José Fernando na administração deste Sacramento. Todos os que o desejaram receberam a Santa Unção.
Seguiu-se o lanche, farto. Momento de convívio, agradável e confraternizante. Oferta e serviço da Santa Casa da Misericórdia, a quem se felicita e agradece.
Tudo correu admiravelmente. Não se estranha, por isso, que aqueles a quem foi destinado este dia tenham ficado contentes.
Para que estas coisas apareçam e corram bem é preciso trabalhar muito e que as pessoas se envolvam. Foi o que aconteceu. Liturgia bem preparada, arranjo atempado do espaço,  contactos, preparação do lanche, transporte dos doentes e idosos que não tinham alguém que os trouxesse, serviço do lanche,  voltar a arrumar os espaços... Tudo feito com enorme carinho, com o coração.
Obrigado às dezenas de idosos e doentes que marcaram presença. Simpáticos, acolhedores, participantes, agradecidos.
O nosso agradecimento à Santa Casa da Misericórdia que em todos os aspetos foi incansável e generosa.
Obrigado ao Coral, ao sacristão, à Comissão da Igreja, aos leitores, a quem deu a sua participação.
Obrigado ao P.e José Fernando, Diretor do Departamento Diocesano da Pastoral da Saúde e das Pessoas Portadoras de Deficiência, pela escolha da nossa terra para esta celebração, pelo dinamismo e orientação desta acção.
Obrigado ao senhor Bispo pela bela mensagem transmitida, presença sempre amiga e próxima.
Um belo dia para quem participou.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

É JÁ NESTE PRÓXIMO DOMINGO...


«Eutanásia não acaba com o sofrimento, acaba com uma vida»


Carta Aberta de D. Nuno Almeida aos Deputados sobre a Eutanásia
A propósito da discussão, este mês, na Assembleia da República, de projectos de lei sobre a despenalização da eutanásia.
Leia aqui

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

9 Fevereiro 2020 - 05º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Leituras: aqui
"Sal e Luz"
Continuando o Sermão da Montanha, JESUS mostra, mediante dois símbolos, o  compromisso com o  Reino de Deus: ser SAL DA TERRA e LUZ DO MUNDO.
A 1ª Leitura apresenta as condições para ser Luz.
Não basta o cumprimento de ritos estéreis e vazios, é preciso o compromisso concreto que leva o homem a ser um sinal do amor de Deus no meio do povo. (Is 58,7-10)
A 2ª Leitura avisa que ser "Luz" não é colocar a sua esperança de salvação em esquemas humanos de sabedoria, mas identificar-se com Cristo. (1Cor 2,1-5)
No Evangelho, Jesus define a identidade de seu discípulo: deve ser "Sal da terra e luz do mundo". (Mt 5,13-16)
+ Para que serve o Sal?
  - Para dar SABOR à comida e CONSERVAR os alimentos...
    O que o Sal é para a comida, o cristão deve ser para o seu semelhante:
     * Tornar a Religião apetitosa e agradável…
        Ser o tempero que dá o gosto pelas coisas de Deus, que dá o sabor à vida, com seu entusiasmo, seu otimismo, sua alegria nascida de Deus, fonte de todo bem.
     * Ser um elemento que preserva o mundo de hoje da corrupção...
- Sua PRESENÇA na comida é discreta, mas atua eficazmente.
  O sal dissolve-se completamente nos alimentos e perde-se em agradável sabor.
  (Só se nota quando há de mais ou quando falta).

  * Assim o cristão: Ser sal da terra, humilde, derretido, saboroso, que atua de dentro, que não se nota, mas é indispensável.
- O Sal jamais PERDE A QUALIDADE de sal...
  * Os cristãos podem fazer o sal perder seu sabor: tirando o sabor da mensagem de Jesus, das exigências do evangelho...
      E o que fazer deles? "De nada mais serve senão ser jogado fora…"

E Cristo reforça essa verdade, ilustrando com outra figura: "Vós sois a LUZ DO MUNDO".
+ O que é a Luz para nós?
    Sinal de vida, de calor, dinamismo, trabalho...
- Na Bíblia: a Luz tem um significado muito rico…
  * Na criação: A Luz recorda o 1o ato do Criador...
  * No Êxodo do Egito, a Coluna de fogo guiava o povo para a Terra Prometida.
  * Isaías: O Servo de Javé: "Luz das nações".
  * Jesus: "Eu sou a Luz do Mundo; aquele que me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida".
A Luz por excelência é o esplendor do Pai...
É a Luz que dá sentido à vida, à dor e à própria morte...
- E Cristo não quer ser Luz sozinho:
  Por isso, convida-nos também a sermos LUZ:
- A Luz do Círio batismal é um símbolo de nossa fé em Cristo...
+ Para que serve a Luz? 
- Para mostrar o caminho... as belezas presentes na natureza.
   Sem a luz não as enxergamos…
  * O cristão deve ser uma luz acesa apontando os caminhos da vida, da liberdade, do amor, da fraternidade...
- Para iluminar os objetos, não para ser olhada em si mesma... nem para ficar escondida...
  * Cristão não é a "Luz", mas um "reflexo da Luz", que mostra as coisas bonitas que a ação de Deus realizou em nós.
     "Assim brilhe a vossa luz diante dos homens... para que vejam as vossas  boas obras e glorifiquem o Pai que está no céu". (Mt 5,16)
O discípulo não deve preocupar-se em atrair sobre si o olhar dos homens, mas deve preocupar-se em conduzir o olhar e o coração dos homens para Deus e para o Reino.     
Devemos enxergar "as boas obras" e glorificar o Pai (não a nós).
+ Ninguém é Luz por si próprio: é ligado a uma FONTE geradora:
   * Como a Lâmpada depende do Gerador,  assim nós dependemos do gerador que é Cristo para iluminar.
      E iluminamos na medida em que estivermos ligados ao Senhor.
      Essa união se faz pela meditação da palavra de Deus, pela comunhão eucarística e pela oração…
+ Esta é a nossa Missão:
          Ser Sal da Terra e Luz do Mundo...
         SAL  que preserva da corrupção e dá o gosto das coisas de  Deus...
         LUZ  que ilumina e se consome a serviço dos irmãos, iluminando o caminho que leva ao Pai... Os verdadeiros discípulos de Cristo dão cor e sabor a este mundo...
Se não, serão INÚTEIS... jogados fora...

Peçamos a Deus muita LUZ para compreender essa missão e muita FORÇA para sermos de fato: 
                            - Sal da Terra e
                            - Luz do Mundo…                     
Antônio Geraldo Dalla Costa



Fevereiro de 2020 - Vídeo do Papa


"Frequentemente, os migrantes são vítimas do tráfico de pessoas.
Entre outras causas, isto acontece pela corrupção daqueles que estão dispostos a fazer qualquer coisa para enriquecer.
O dinheiro dos seus negócios sujos e dos seus delitos é dinheiro manchado de sangue. Não estou exagerando: é dinheiro manchado de sangue.
Rezemos para que o clamor dos irmãos migrantes vítimas do tráfico criminoso de pessoas seja escutado e considerado."

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Sopé da Montanha - a 1ª visita de 2020

Entre muitas outras coisas,  lembramos:
- Entrevista a um jovem desta comunidade
- Informações sobre as obras na Igreja Paroquial e a vida paroquia
- Informação sobre a cultura, desporto, música, agricultura
 
Vale a pena ler, assinar e divulgar o Sopé da Montanha!
No início do novo ano, venha uma nova assinatura!
Obrigado.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

ENCONTRO DE FAMÍLIAS da Paróquia de Tarouca


Em 1 de fevereiro, realizou-se no Centro Paroquial de Tarouca, um Encontro da Famílias, como o lema:  “Fazer caminho com Jesus”.
- Missa às 15h, no salão do Centro Paroquial, com a presença de pais e filhos.
- Após a Eucaristia, enquanto catequizandos se dirigiram para as suas salas de catequese, os pais ficaram no salão para o seu encontro, com o seguinte desenvolvimento:
*Cântico
*Testemunho de um casal (Luís Carrapa e Lurdes) que falaram  da sua experiência em família.
* Vídeo (foram gravadas crianças pequenas da nossa paróquia (catequese/escola) a responderem sobre algumas perguntas diretas, por exemplo: O que é uma família?; O que é preciso para ter uma família? Como se caminha com Jesus? Como se conhece Jesus?
*Testemunho de uma jovem da paróquia (Telma Teixeira) e de outra de fora da Paróquia (Catarina Duarte é uma jovem de Avões, catequista, que em junho passado deu um abraço ao Papa. Uma dos três jovens que participaram no Forum Internacional da Juventude).
*Cântico *Chá das 5.


Te agradeço pela minha família
E por tua presença no meu lar
Te agradeço pelo pão de cada dia
Que o Senhor nunca deixou faltar

          
Te agradeço pela nossa harmonia
Só em ti Senhor podemos confiar
Já te agradeço pelas tuas maravilhas
E os milagres que ainda há de operar

   
A minha família é bênção do Senhor
Me ensina a tratar minha família com amor
Edifica minha casa para o teu louvor
A minha família é um presente do Senhor
Ressalta deste encontro:


- A presença de pais que se mostraram atentos à mensagem partilhada e no fim manifestaram a sua satisfação com o testemunho recebido.
- O testemunho do casal e das duas jovens. Simples, sincero, vivencial, que tocou os presentes. Frisaram a importância de  Deus, da oração, do testemunho, da participação na comunidade, da importância da família na transmissão  e vivência da fé,  de pais que evangelizam filhos e de filhos que evangelizam pais, da confiança responsável de pais nos filhos e de filhos nos pais… E fizeram-no a partir da sua experiência, sem ocultar problemas, dificuldades e desânimos. Sobressaiu uma mensagem de alegria e de esperança, porque quem tem Deus sabe que Ele é maior do que os problemas.
- A celebração da Eucaristia, centrada na festa da Apresentação do Senhor, procurou ajudar as famílias a abrir as portas do coração Àquele que é a Luz para que Cristo ilumine caminhos, destrua as trevas da indiferença, da insatisfação e vazio interiores, das carências afetivas, relacionais e materiais.
- Foi proposto às famílias o testemunho da família de Nazaré. Família unida e reunida à volta de Cristo, caminhando por Cristo e com Cristo.
-  Foram indicadas as três palavras mágicas do Papa Francisco para a família, concretizando-as e inserindo-as no dia-a-dia: "Obrigado", "Por favor", "Desculpa".
Parabéns a todos os presentes.
Obrigado à equipa que, saída do Conselho Pastoral, planificou, organizou e dirigiu o Encontro. Estiveram muito bem e foram criativos.
Obrigado ao casal e às jovens  que deram  o seu testemunho. Foram momentos agradáveis e interpelantes.
Obrigado à Laida pela música e pela moderação do encontro.