quinta-feira, 19 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
DECÁLOGO PARA OS PAIS COM FILHOS NA CATEQUESE
1. Não somos uma ilha. Precisamos da Igreja, para que o nosso filho, renascido pelo Batismo, cresça connosco na fé.
2. Os catequistas da nossa paróquia estão à nossa disposição, não para ser nossos substitutos, mas para se tornarem nossos colaboradores na educação da fé.
2. Os catequistas da nossa paróquia estão à nossa disposição, não para ser nossos substitutos, mas para se tornarem nossos colaboradores na educação da fé.
3. Velaremos pela assiduidade dos nossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.
4. Não esperamos da Catequese que faça bons alunos. Não desprezaremos a comunidade dos seus discípulos, a Igreja, nos seus projetos, obras e iniciativas.
5. Saberemos organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia, em primeiro lugar. Custe o que custar!
6. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.
7. Não estaremos preocupados por que os nossos filhos “saibam muitas coisas”. Alegrar-nos-emos sempre, ao verificarmos que eles saboreiam e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus.
8. Não exigiremos dos nossos filhos, o que não somos capazes de dar. Por isso, procuraremos receber nós próprios formação e catequese, para estarmos mais esclarecidos e mais bem preparados. Procuraremos estar onde eles estão.
9. Não exigiremos dos nossos filhos o que não somos capazes de fazer. Sabemos bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização.
10. Jamais cederemos à tentação de “mandar” os filhos à Catequese, para nos vermos livres deles ou para fugirmos às nossas responsabilidades.
P.e Amaro Gonçalo
domingo, 15 de setembro de 2019
15 de setembro: Festa/Convívio no Senhor do Monte
Mais uma vez este ano, por iniciativa da Junta da União de Freguesias Tarouca/Dalvares, realizou-se a festa que teve lugar no dia 15 de Setembro. Esta encontro/convívio tem sempre lugar no domingo a seguir à Festa de Nossa Senhora dos Remédios.
Durante a manhã, voluntários ali prestaram vários serviços, mormente no tocante à confeção do almoço ao qual acorreu bastante gente e que decorreu em clima de alegria, simplicidade e mútua ajuda.
Durante a manhã, voluntários ali prestaram vários serviços, mormente no tocante à confeção do almoço ao qual acorreu bastante gente e que decorreu em clima de alegria, simplicidade e mútua ajuda.
Pelas 15h horas, teve início a Eucaristia cantada pela Banda de Tarouca, seguindo-se a procissão à volta da capela.
Seguiu-se um tempo de convívio e de partilha, com a presença de música e da realização de jogos populares. Entretanto, a Junta ofereceu o lanche.Aquele lugar é lindíssimo, recatado. Precisa apenas de alguns melhoramentos, mormente a nível de acessos, arranjo de espaços, colocação de mesas e de wcs, exploração de água.
Assinale-se o facto de bastante gente ter acorrido ao local, tanto da União de Freguesias de Tarouca/Dalvares como de outras terras. Tudo o que contribua para juntar as pessoas de uma freguesia tão dispersa é sempre bem-vindo. As pessoas souberam conviver fraternalmente em são espírito de partilha.
sábado, 14 de setembro de 2019
Valverde celebra Nossa Senhora das Dores/2019
15 de setembro é Dia de Nossa Senhora das Dores: Por isso Valverde celebrou a Senhora das Dores na noite de sábado, 14 de Setembro.
Após a procissão de velas, com o andor da Senhora das Dores, que se iniciou na capela, teve lugar a Eucaristia celebrada junto ao nicho de Nossa Senhora das Dores e animada coralmente por pessoas de Valverde, que também proclamaram a Palavra de Deus. Após a Missa, seguiu-se a procissão de regresso à capela.
Bastante gente na procissão e na Missa. Silêncio e postura de fé, numa noite serena de quase Outono.
Falou-se de Maria. Das suas dores. Das dores de seus filhos, que somos nós.
Que a graça e o amor de Cristo que Maria nos deu e para o Qual nos chama, inundem de paz o nosso coração como o tempo fresco e sereno inundou a nossa presença..Que pelas suas dores, Ela nos ajude a aceitar o plano de Deus e alivie as nossas dores e as do mundo.
Ó Mãe de misericórdia, vossos olhos misericordiosos a nós volvei. Abri-nos ao plano de Deus a nosso respeito, enchei-nos de fé e envolvei-nos no vosso manto de amor em nossas necessidades.
Parabéns à comissão, às pessoas que deram o seu donativo e colaboração.
Parabéns às pessoas que marcaram presença.
Após a procissão de velas, com o andor da Senhora das Dores, que se iniciou na capela, teve lugar a Eucaristia celebrada junto ao nicho de Nossa Senhora das Dores e animada coralmente por pessoas de Valverde, que também proclamaram a Palavra de Deus. Após a Missa, seguiu-se a procissão de regresso à capela.
Bastante gente na procissão e na Missa. Silêncio e postura de fé, numa noite serena de quase Outono.
Falou-se de Maria. Das suas dores. Das dores de seus filhos, que somos nós.
Que a graça e o amor de Cristo que Maria nos deu e para o Qual nos chama, inundem de paz o nosso coração como o tempo fresco e sereno inundou a nossa presença..Que pelas suas dores, Ela nos ajude a aceitar o plano de Deus e alivie as nossas dores e as do mundo.
Ó Mãe de misericórdia, vossos olhos misericordiosos a nós volvei. Abri-nos ao plano de Deus a nosso respeito, enchei-nos de fé e envolvei-nos no vosso manto de amor em nossas necessidades.
Parabéns à comissão, às pessoas que deram o seu donativo e colaboração.
Parabéns às pessoas que marcaram presença.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
São muitos os alunos tarouquenses que, por estes dias, começam um novo ano escolar. Crianças, adolescentes e jovens

Aos alunos do 1º, 2º e 3º ciclos desejamos uma ano lectivo repleto de
entusiasmo, alegria, sucesso. Só vos deveis proibir de desistir. Trabalhai,
miúdos! Para vós trabalhais, porque o estudo não é exploração da mão-de-obra
infantil. Sede alegres, correctos, serenos. Aprendi a distinguir bem os tempos.
Há tempo para brincar e para trabalhar. Sede solidários e altruístas no estudo,
na brincadeira, na escola, na família. Afinal só temos o que damos…
Jovens, mais um importante passo nas vossas vidas com a entrada ou continuação
no ensino superior. Parabéns a todos os colocados, que, em virtude do trabalho
e dedicação de muitos anos de estudo, conquistaram assim a oportunidade de seguir o
seu sonho! Parabéns aos universitários que, vencendo, entram num novo ano da
Faculdade.
Ser universitário acarreta novas responsabilidades e outros tantos desafios!
Que nada nem ninguém vos roube a ousadia bela do sonho. Como a corda da vida se
sobe a pulso, muita “força nas canetas!”
Boa sorte a todos, que sejais capazes de construir o vosso futuro e a vossa felicidade.
Boa sorte a todos, que sejais capazes de construir o vosso futuro e a vossa felicidade.
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
15 Setembro 2019 - 24º Domingo do Tempo Comum - Ano C
Leituras: aqui
Em 15 de setembro, Dia de Nossa Senhora das Dores, celebra-se o 24º Domingo do Tempo Comum.
Papa recebeu novos bispos e alertou para os «yes men»
Francisco pede que responsáveis tenham como marca a proximidade e a sobriedade
“Sejam apóstolos da escuta, que sabem ouvir até o que não é agradável. Por favor, não se rodeiem de bajuladores e yes men … os padres “carreiristas” que estão sempre à procura… não, por favor”, declarou, perante os participantes no curso de formação promovido pelas Congregações para os Bispos e para as Igrejas Orientais.
Veja aqui toda a mensagem.
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Imenso pesar!

Morte inesperada e violenta da Irmã Maria Antónia Guerra da Congregação das Servas de Maria Ministras dos Enfermos Unidos na dor, e revoltados com as circunstâncias algo estranhas em que faleceu esta Irmã verdadeira apóstola nas periferias junto dos mais necessitados e na certeza de que ‘a vida não acaba, mas apenas se transforma’, a CIRP – Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal, exprime o seu voto de pesar pelo falecimento da Irmã Maria Antónia Guerra .
Não podemos deixar de condenar a forma violenta e incompreensível do cruel assassinato desta Irmã que com a doação da sua vida até ao extremo foi testemunha de Cristo que derramou o seu sangue pela remissão dos pecados da Humanidade.
Imploramos aos Senhor a Sua Misericórdia para o autor deste horrendo ato e para a Irmã Antónia a recompensa dos justos na Casa do Pai.
Estendemos também aos seus familiares e irmãs de religião este nosso voto de pesar a quem acompanhamos na oração crentes de que o Senhor da Vida concede ao seu servo fiel e justo os dons da Vida que não mais acaba e a felicidade da vida eterna.
A Direção da CIRP – Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal
sábado, 7 de setembro de 2019
Em 15 de setembro, Junta da União de Freguesias Tarouca/Dalvares promove festa/convívio no Senhor do Monte
A Capela do Senhor do Monte é pertença da Junta de Freguesia.
Mais uma vez este ano, por iniciativa da Junta da União de Freguesias Tarouca/Dalvares, vai realizar-se a festa que terá lugar no dia 15 de Setembro.
Esta encontro/convívio tem sempre lugar no domingo a seguir à Festa de Nossa Senhora dos Remédios.
Durante a manhã, voluntários ali prepararão o almoço.
Pelas 15h horas, terá lugar a Eucaristia, cantada pela Banda de Tarouca, seguindo-se a procissão à volta da capela.
Depois haverá um tempo de convívio e de partilha, com a presença de música e da realização de jogos populares. Entretanto, a Junta oferecerá o lanche.
Todas as pessoas de União de Freguesias Tarouca/Dálvares estão logicamente convidadas.
Outros amigos se juntarão certamente.
Esta encontro/convívio tem sempre lugar no domingo a seguir à Festa de Nossa Senhora dos Remédios.
Durante a manhã, voluntários ali prepararão o almoço.
Pelas 15h horas, terá lugar a Eucaristia, cantada pela Banda de Tarouca, seguindo-se a procissão à volta da capela.
Depois haverá um tempo de convívio e de partilha, com a presença de música e da realização de jogos populares. Entretanto, a Junta oferecerá o lanche.
Todas as pessoas de União de Freguesias Tarouca/Dálvares estão logicamente convidadas.
Outros amigos se juntarão certamente.
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
8 Setembro 2019 - 23º Domingo do Tempo Comum - Ano C
8 de setembro, memória litúrgica da Natividade de Nossa Senhora, celebra-se o 23º Domingo do Tempo Comum.
Leituras: aqui
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Hoje a Igreja celebra Santa Teresa de Calcutá

5 de setembro. A Igreja celebra Santa Teresa de Calcutá.
"Em 1979, ao voltar da Noruega após ter recebido o Prémio Nobel da Paz, Madre Teresa de Calcutá passou pela casa das Missionárias da Caridade em Roma, onde um jornalista lhe fez uma pergunta inquietante: «Madre, a senhora tem setenta anos. Quando morrer, o mundo vai ser como antes. O que mudou depois de tanto esforço?» Madre Teresa respondeu: «Eu nunca pensei que poderia mudar o mundo. Eu só tentei ser uma gota de água limpa em que pudesse brilhar o amor de Deus. Acha pouco?» O repórter não conseguiu responder. Madre Teresa retomou a palavra e fez um pedido ao repórter: «Tente, você também, ser uma gota limpa e, assim, seremos dois. Você é casado?» «Sim, Madre». «Então, peça à sua esposa e assim seremos três. Tem filhos?» «Três filhos, Madre». «Peça igualmente aos seus três filhos e assim seremos seis». Eis uma lição muito bela, muito simples e muito prática. Para a viver, basta querer. De preferência, a partir de hoje!"
João António Teixeira
DIA INTERNACIONAL DA CARIDADE - 5 DE SETEMBRO
Sem a caridade a economia implode porque fica privada da audácia e da tensão ao bem comum, necessárias para inspirar opções a fundo perdido, capazes de desencadear processos positivos de mudança.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Valverde: Festa de Santa Tecla 2019
Correu bem a Festa em honra de Santa Tecla, em Valverde, como é próprio de gente de bem.
Além dos foguetes, banda, conjuntos, as pessoas mostram-se acolhedoras, alegres e pacíficas.
No aspeto religioso, houve Missa solene e procissão no domingo, dia 1 de setembro.
Assinale-se, porque ajudou à vivência do ato religioso, a atuação do coral da banda. Num tempo de dificuldades, não é fácil organizar uma festa, por isso os mordomos são credores do reconhecimento das pessoas, mormente, como foi o caso, se preocupam em acolher as orientações da Igreja no que se refere às festas religiosas.
Refira-se que, ao longo do ano, várias foram as ações levadas a cabo pela comissão visando a aquisição de fundos para a festa. Entre elas, saliente-se a realização de almoços tradicionais que tiveram boa adesão da população.
Por tudo, Valverde está de parabéns.
Comissão de Festas 2020: Bruno Carvalho, Nuno Costa, Micael Vieira, Domingos Teixeira, Abílio Teixeira, Leandro Maurício, Alexandre Monteiro, Mário Jorge, Fábio Dias, Margarida Teixeira, Marta Teixeira, Cristiana Ferreira, Márcia Silva, Sandra Santos e Sandra Carvalho.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
"A fé nasce e cresce ao colo da mãe, com o exemplo do pai"
Para o cristão, há férias com Deus, mas não há férias sem Deus.
Participava eu na Eucaristia dominical. No corredor lateral estava um casal com os seus três filhos pequenos, o mais novo de chupeta ainda. Várias foram as pessoas que ofereceram o seu assento no banco, mas aquela jovem mãe recusara.
O marido, com uma atitude mais passiva, deixava para a esposa o cuidado das duas crianças mais novas, que não paravam. Ora se agarravam à mãe, ora queriam chão, ora se punham a andar. A senhora desdobrava-se constantemente em mil cuidados.
O que impressionava era a atitude crente daquela mãe. Abaixando-se ou levantando-se, inclinando-se ou estendendo-se, cantava e rezava com uma postura digna.
Uma senhora abre a carteira, puxa por umas bolachas que oferece aos petizes. Eles aceitam e o mais velhinho foi comer debruçando-se sobre o lampadário elétrico à porta da Capela do Santíssimo Sacramento. Para dar um pouco de descanso, a mesma senhora estende os braços para acolher o pequenino no colo, mas ele não quis.
Terminada a Eucaristia, o casal, com os filhos pela mão, ajoelha diante do Sacrário. A esposa vai dizendo algumas palavras ao ouvido dos pequenos. Ajuda-os a benzer-se e saem.
O movimento das crianças distraiu-me? Afastou-me da vivência da Eucaristia? NÃO. Elevou-me e enlevou-me. Ninguém nos fala tão belamente de Deus como a inocência de uma criança.
Também eu passei uns momentos diante do Sacrário no fim da Missa. Sobretudo para agradecer o testemunho daquela família.
Ao sair da Igreja, procurei aqueles pais. Sentia necessidade de lhes dar os parabéns e de lhes transmitir uma palavrinha de incentivo. Encontrei. Com um sorriso sereno e franco, aquela mãe foi-me dizendo que "felizmente ainda há muitas famílias para quem Deus é importante". Citou-me uma frase que costumo repetir muitas vezes aos pais: "A fé nasce e cresce ao colo da mãe, com o exemplo do pai." Vinda daquele testemunho vivo, senti a frase de uma forma delicadamente ainda mais bela.
domingo, 1 de setembro de 2019
Proteção dos oceanos - O Vídeo do Papa - Setembro 2019
Os oceanos contêm não só a maior parte da água do planeta, mas também a maior parte da vasta variedade dos seres vivos, muitos deles ameaçados por diversas causas.
A criação é um projeto do amor de Deus para toda a humanidade.
Nossa solidariedade com a “casa comum” nasce da nossa fé.
Vamos rezar neste mês para que os políticos, os cientistas e os economistas trabalhem juntos pela proteção dos mares e dos oceanos.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Mudança de padres e reacções das populações

Normalmente acontece por alturas do Verão que, aqui ou ali, há populações que se levantam, protestando contra a mudança do pároco operada pelo Bispo diocesano.
A imprensa dá ênfase a estes protestos, muita vezes de forma sensacionalista. Veja-se este caso.
As mudanças não são feitas de ânimo leve pelo Bispo. Este tem em conta as necessidades pastorais da Igreja diocesana, a situação particular desta ou daquela comunidade paroquial ou de um serviço diocesano, a pessoa do padre a mudar - suas qualidades ou dificuldades -, a escassez de clero, etc.
O padre deve obediência ao seu Bispo. Os leigos devem acolher a decisão paternal do Prelado que, muitas vezes, por caridade e prudência pastoral, não pode dizer muito…
Porque a Igreja é "o povo de Deus em comunhão", a obediência não é cega. Brota de um diálogo entre o sacerdote e o seu Bispo a quem compete a decisão final.
Se um superior mandasse ao subordinado plantar as couves com as raízes para o ar e as folhas enterradas, o subordinado não deveria obedecer. Afinal não seria obediência, mas burrice. A obediência é sempre racional.
Logicamente cabe ao sacerdote integrar a mudança com uma postura digna diante do povo. Sem vitimização e sem ceder a chantagens emocionais. Mesmo que custe - e o padre é uma pessoa com sentimentos, emoções, relações humanos, integração social - deve estar sempre numa dinâmica abraâmica - "Parte da tua terra Abraão e vai para a terra que eu te indicar". Embora esta postura de partida diga respeito a todo o batizado - bispo, padre, diácono, religioso, leigo.
Cristão vem de Cristo. Cristão é um seguidor de Cristo. Cristo é o início e o fim de toda a vida cristã. "Não adores nunca ninguém a não ser Deus". Pelo comportamento de muitas comunidades, até parece que o seu deus não é Deus mas o padre.
Nunca desvies a tua adoração a Deus para adorares o padre. Nunca te afastes de Deus porque não gostas do o padre.
Quando divinizamos ou demonizamos uma pessoa, estamos a caminho do precipício da desilusão. Só Deus basta!
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
11 Agosto 2019 - 19º Domingo do Tempo Comum – Ano C
Leituras: aqui
Começa Semana Nacional
de Migrações
Não São
Apenas Migrantes
Somos
todos migrantes e muito mais
O mundo atual está marcado pela mobilidade, mas
isso não é novidade para o cristão, que sempre foi considerado um peregrino a
caminho da terra prometida. Conscientes desta condição, há muitos
comportamentos a corrigir na nossa relação. Por isso o Papa e a Igreja
alertam-nos para alguns aspetos da realidade do ser humano e das sociedades do
mundo contemporâneo. Infelizmente não é apenas por causa da sua condição de ser
peregrino, que o ser humano se desloca do torrão e do país onde nasceu. Mas
também devido a guerras, a perseguições, a cataclismos e à fome. Por isso
precisamos de ver no migrante a sua dignidade de ser pessoa, com os mesmos
direitos e deveres que os autóctones, e até inicialmente de ser acolhido e não
devolvido ao país de origem, de ser protegido e não apenas socorrido, de ser
promovido em vez de abandonado à sua sorte, de ser integrado na sociedade e não
empurrado para guetos (…). Os países que assim procedem são enriquecidos em todas as
dimensões, como podemos constatar com os países desenvolvidos, embora haja
sempre aspetos a ser melhorados.
Hoje em dia temos de lutar contra o
individualismo, a indiferença, ou mesmo contra a consideração dos migrantes
como causa dos males que afetam as sociedades. Os migrantes obrigam-nos a lutar
contra os nossos medos, contra o fechar-se em si mesmo, em vez de se encontrar
com a pessoa do outro, sobretudo do mais frágil, levando-nos à cultura do
encontro, nós que fomos criados para comunicar e para a comunhão. Isso apenas
se consegue exercitando a caridade, deixando-nos comover, pois neles vemos a
nossa humanidade e o próprio Cristo. Como disse o Papa Francisco na sua visita
ao Azerbeijão, abrir-se aos outros não
empobrece, mas enriquece, pois ajuda-nos a ser mais humanos, a interpretar a
vida como um dom.
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
"NÃO VOU MAIS À IGREJA"

Um jovem chega para o padre e diz:
- Padre, não irei mais para a igreja!
O padre então respondeu:
- Mas por quê?
O jovem respondeu:
- Ah! Eu vejo a irmã que fala mal de outra irmã; o irmão que não lê bem; o grupo de canto que vive desafinando; as pessoas que durante as missas ficam olhando o telemóvel, entre tantas e tantas outras coisas erradas que vejo fazerem na igreja.
Disse-lhe o padre:
- Ok! Mas antes quero que você me faça um favor: pegue um copo cheio de água e dê três voltas pela igreja sem derramar uma gota de água no chão. Depois disso, você pode sair da igreja.
E o jovem pensou: muito fácil!
E deu as três voltas conforme o padre lhe pedira. Quando terminou disse:
- Pronto padre.
E o padre respondeu:
- Quando você estava dando as voltas, você viu a irmã falar mal da outra?
O jovem:
- Não
Você viu as pessoas reclamarem uns dos outros?
O jovem:
- Não
Você viu alguém olhando o telemóvel?
O jovem:
- Não
Sabe por quê?
- Você estava focado no copo para não derrubar a água.
O mesmo é na nossa vida. Quando o nosso foco for Nosso Senhor Jesus Cristo, não teremos tempo de ver os erros das pessoas.
QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU POR CAUSA DE JESUS.
- Mas por quê?
O jovem respondeu:
- Ah! Eu vejo a irmã que fala mal de outra irmã; o irmão que não lê bem; o grupo de canto que vive desafinando; as pessoas que durante as missas ficam olhando o telemóvel, entre tantas e tantas outras coisas erradas que vejo fazerem na igreja.
Disse-lhe o padre:
- Ok! Mas antes quero que você me faça um favor: pegue um copo cheio de água e dê três voltas pela igreja sem derramar uma gota de água no chão. Depois disso, você pode sair da igreja.
E o jovem pensou: muito fácil!
E deu as três voltas conforme o padre lhe pedira. Quando terminou disse:
- Pronto padre.
E o padre respondeu:
- Quando você estava dando as voltas, você viu a irmã falar mal da outra?
O jovem:
- Não
Você viu as pessoas reclamarem uns dos outros?
O jovem:
- Não
Você viu alguém olhando o telemóvel?
O jovem:
- Não
Sabe por quê?
- Você estava focado no copo para não derrubar a água.
O mesmo é na nossa vida. Quando o nosso foco for Nosso Senhor Jesus Cristo, não teremos tempo de ver os erros das pessoas.
QUEM SAI DA IGREJA POR CAUSA DE PESSOAS, NUNCA ENTROU POR CAUSA DE JESUS.
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Semana Nacional de Migrações
O mundo atual está
marcado pela mobilidade, mas isso não é novidade para o cristão, que sempre foi
considerado um peregrino a caminho da terra prometida. Conscientes desta
condição, há muitos comportamentos a corrigir na nossa relação. Por isso o Papa
e a Igreja alertam-nos para alguns aspetos da realidade do ser humano e das
sociedades do mundo contemporâneo. Infelizmente não é apenas por causa da sua
condição de ser peregrino, que o ser humano se desloca do torrão e do país onde
nasceu. Mas também devido a guerras, a perseguições, a cataclismos e à fome.
Por isso precisamos de ver no migrante a sua dignidade de ser pessoa, com os
mesmos direitos e deveres que os autóctones, e até inicialmente de ser acolhido
e não devolvido ao país de origem, de ser protegido e não apenas socorrido, de
ser promovido em vez de abandonado à sua sorte, de ser integrado na sociedade e
não empurrado para guetos, como escrevemos na nossa Nota Pastoral de 12 de
abril de 2018, inspirando-nos na mensagem papal de 2018 e nos dois Pactos
Globais das Nações Unidas sobre Refugiados e para as Migrações Seguras,
Ordenadas e Regulares. Os países que assim procedem são enriquecidos em
todas as dimensões, como podemos constatar com os países desenvolvidos, embora
haja sempre aspetos a ser melhorados.
Hoje em dia temos de
lutar contra o individualismo, a indiferença, ou mesmo contra a consideração
dos migrantes como causa dos males que afetam as sociedades. Os migrantes obrigam-nos
a lutar contra os nossos medos, contra o fechar-se em si mesmo, em vez de se
encontrar com a pessoa do outro, sobretudo do mais frágil, levando-nos à
cultura do encontro, nós que fomos criados para comunicar e para a comunhão.
Isso apenas se consegue exercitando a caridade, deixando-nos comover, pois
neles vemos a nossa humanidade e o próprio Cristo. Como disse o Papa Francisco
na sua visita ao Azerbeijão, abrir-se aos
outros não empobrece, mas enriquece, pois ajuda-nos a ser mais humanos, a
interpretar a vida como um dom.
Vale a pena celebrar
esta semana dedicada aos migrantes, em Portugal sempre à volta do dia 13 de agosto
e o dia mundial dos migrantes e refugiados, agora transferido para o dia 29 de setembro,
para termos a oportunidade de pensar nesta dimensão das sociedades atuais e
sermos enriquecidos com as belas mensagens dos Papas. Peço também para não
esquecermos a nossa oferta solidária, pois há muitos migrantes e refugiados a
precisar de ajuda da Igreja.
†
António Vitalino, carmelita, vogal da CEPSMH
domingo, 4 de agosto de 2019
sábado, 3 de agosto de 2019
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Vídeo do Papa - agosto de 2019
Em nossas famílias, aprendemos coisas que permanecerão conosco durante toda a nossa vida. É onde os nossos valores são formados e, acima de tudo, é o lugar onde descobrimos pela primeira vez o amor, através dos nossos pais e irmãos, como reflexo do amor de Deus. Amar e ser amados nos torna mais humanos e nos ajuda a reconhecer o amor de Deus que Jesus nos revelou. Vivamos este amor em nossas famílias, unindo-nos em oração.
“Que mundo queremos deixar para o futuro?
Deixemos um mundo com famílias.
Cuidemos das famílias, porque são verdadeiras escolas do amanhã, são escolas de liberdade, são centros de humanidade.
E reservemos um lugar especial nelas para a oração, pessoal e comunitária.
Rezemos para que as famílias, graças a uma vida de oração e de amor, se tornem cada vez mais “laboratórios de humanização”.
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