terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Papa Francisco publicou a carta apostólica ‘Misericordia e mísera’

O Papa Francisco publicou a carta apostólica ‘Misericordia e mísera’, na qual manifesta a sua preocupação com o clima de “tristeza” que se vive em várias partes da sociedade contemporânea.

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Francisco anunciou a decisão de alargar definitivamente a faculdade de absolvição de quem praticou o aborto a todos os sacerdotes

Assinatura de «Misericordia et misera», Vaticano. Foto: Lusa
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Francisco, um pensador em acto à escuta do mundo

O Papa Francisco a encerrar, ontem, a porta do ano jubilar dedicado à misericórdia 




No dia em que se conclui o Ano da Misericórdia, o Papa Francisco assinou uma carta apostólica sobre o tema, que será divulgada esta segunda-feira. Seguramente, essa carta insistirá em algumas das ideias-chave deste pontificado – e, nomeadamente, na misericórdia como seu conceito definidor. A 30 de Abril último, publiquei na Revista E, do Expresso, um texto com o título acima, no qual tentava fazer uma leitura das principais ideias do Papa Francisco e do modo como essas ideias são uma tradução do seu modo de agir – e vice-versa. Fica a seguir o texto, devendo as datas ser lidas tendo em conta a data de publicação.


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

20 de nov. - SOLENIDADE DE CRISTO REI E SENHOR DO UNIVERSO - Ano C


ENCERRAMENTO  DO ANO JUBILAR DA MISERICÓRDIA
 
«Lembra-Te de mim, quando vieres com o Teu Reino» (Lc 23,42)!
«Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso» (Lc 23,43)! 

1. Fechada hoje, em Roma, a Porta Santa do Ano Jubilar da Misericórdia, mantém-se aberta, para sempre, a porta da esperança! No alto da Cruz, Jesus deixa aberta, de par em par, a porta do paraíso, sem medo do assalto dos ladrões, e, um deles, pelos vistos, é mesmo o primeiro a entrar! É verdade! Era ladrão, tinha roubado durante a vida inteira! Mas no fim, arrependido daquilo que fizera, olhando para Jesus, manso juiz, tão bom e misericordioso, conseguiu roubar o Céu! Nisto sim, foi um bom ladrão! E a verdade é que “ninguém antes dele ouviu uma promessa semelhante: nem Abraão, nem Isaac, nem Jacob, nem Moisés, nem os profetas, nem os apóstolos. O ladrão entrou à frente de todos eles. Mas também a sua fé ultrapassou a deles. Ele viu Jesus atormentado e adorou-O, como se estivesse na glória. Viu Jesus pregado a uma cruz, e suplicou-Lhe como se O tivesse visto no trono. Viu Jesus condenado e pediu-Lhe uma graça, como se faz a um rei. Ó admirável malfeitor. Viste um homem crucificado e proclamaste-O Deus(S. João Crisóstomo).  

2. Este malfeitor torna-se assim testemunha da graça e da misericórdia do Senhor. Ele é um exemplo, para nós, do caminho permanente da nossa conversão: em primeiro lugar, o seu temor filial a Deus, rico em misericórdia, fê-lo tomar consciência do pecado! Depois, a contemplação do rosto inocente de Jesus, levou-o a reconhecer a sua culpa e a necessidade de perdão. E, por fim, a sua confiança, no nome de Jesus, abriu-lhe as portas da salvação.  

3. Assim, do início ao fim da Sua vida, Jesus é verdadeiramente, para todos, o rosto da misericórdia do Pai! E, até no último suspiro, Jesus pronuncia apenas a palavra do perdão e não a da condenação: «Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso». E nós ficamos a saber: que não há santo sem passado, nem pecador sem futuro! 

4. Ao concluir hoje o Ano da Misericórdia, podemos pensar um pouco na história do amor misericordioso de Deus por nós! Cada um de nós tem também os seus erros, os seus pecados, os seus momentos felizes e os seus momentos sombrios, a sua face negra. Nem eu, nem tu, fugimos à regra! Por isso, depois de um ano inteiro, a celebrar a misericórdia de Deus, far-nos-á bem pensar na nossa história pessoal, olhar para Jesus e, do fundo do coração, repetir-Lhe muitas vezes – mas com o coração, em silêncio – “Lembra-Te de mim, Senhor, agora que estás no Teu Reino! Jesus, lembra-Te de mim, porque eu tenho vontade de me tornar bom/boa, mas não tenho forças, não posso: sou pecador/a. Ajuda-me a descobrir que só Deus é Bom! Lembra-Te de mim, Jesus, porque Tu estás no centro, Tu estás precisamente no Teu Reino, donde nos atrais, e no qual temos a redenção e o perdão dos pecados”… 

5. Continuemos a dizer-Lhe, todos os dias, “Senhor, lembra-Te de mim” e deste modo, Ele estará no centro do nosso mundo, será o Senhor da nossa vida, o Rei e Pastor do nosso coração. Deste modo, nos lembraremos d’Ele e de que a porta da misericórdia do Senhor estará sempre aberta, para nós!
Alteemos, pois, nós, as portas da nossa vida, da nossa Igreja, para Ele, para que venha e vença, com a soberania do Seu Amor, e derrame sobre o nosso rosto o bálsamo da misericórdia do Pai, como sinal do Reino de Deus, já presente no meio de nós!
maro Gonçalo

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Papa sublinhou importância da «paciência» perante falhas do próximo

Papa presidiu a última audiência geral no Jubileu da Misericórdia
Foto: Lusa

O Papa presidiu hoje no Vaticano à audiência geral no Jubileu da Misericórdia, que se conclui este domingo, desafiando os católicos a dar continuidade à vivência deste Ano Santo extraordinário.
“Na iminência do fim do Jubileu extraordinário, que cada um se lembre de quão importante é ser misericordiosos como o Pai e que o amor com os irmãos nos torna mais humanos e mais cristãos”, disse, perante cerca de 25 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro.
Francisco falou de uma das obras de misericórdia espirituais, “suportar com paciência as fraquezas do próximo”.
“Com grande facilidade, sabemos reconhecer a presença de pessoas que podem incomodar-nos. Pensamos de imediato: durante quanto tempo deverei ouvir as lamentações, as fofocas, os pedidos ou os triunfos desta pessoa?”, questionou o Papa, recordando que na maioria das vezes são pessoas próximas a nós, como parentes e colegas de trabalho.
Francisco lamentou que se tenha perdido a tradição do “exame de consciência”, procurando evitar apenas falar dos defeitos dos outros.
A intervenção ligou a “paciência” com outras duas obras de misericórdia, ensinar os ignorantes e corrigir os que erram.
“Penso por exemplo nos catequistas – entre os quais as muitas mães e religiosas – que dedicam tempo para ensinar às crianças os elementos basilares da fé. Quanto esforço, sobretudo quando os jovens preferiram brincar ao invés de ouvir o catecismo”, sublinhou.
O Papa saudou depois os peregrinos e visitantes de várias línguas presentes no Vaticano, incluindo os lusófonos.
“Queridos amigos, nesta última semana do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, Jesus chama-nos a levar a alegria e a consolação do Evangelho a todos os homens, como suas autênticas testemunhas misericordiosas! Que Deus vos abençoe a todos!”, concluiu.
Fonte: aqui

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Faltam 14 dias para a inauguração do Centro Paroquial!

Veja aqui  as fotos e a pequena mensagem...
Lembre-se!
Os olhos não estão na nuca,
mas na cara para olharmos em frente!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Encerra-se o Ano Santo da Misericórdia, mas a Misericórdia permanece


No dia 20 de novembro, SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO, encerra o Ano Santo da Misericórdia.
Mas a misericórdia permanece, porque Deus é sempre misericórdia para nós.
Como um presente constante, Deus oferece a Sua misericórdia!
Como um desafio constante,  o apelo: "Sede misericordiosos como o Pai é misericordioso".
Como uma possibilidade constante, cada um se pode deixar tomar pela misericórdia divina.
Como uma necessidade constante, cada um precisa de dar e receber misericórdia.
Como superação constante, só a misericórdia nos liberta do justicialismo limitativo.
Como  empenho constante, só a misericórdia nos faz sentir como nossas as lágrimas e as dores do mundo.
Como alegria constante, a misericórdia envolve-nos nas vitórias e sonhos dos irmãos.
A MISERICÓRDIA LIBERTA!