domingo, 11 de setembro de 2016

A Junta promove festa-convívio no Senhor do Monte

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A Capela do Senhor do Monte é pertença da Junta de Freguesia.
Mais uma vez este ano, por iniciativa da Junta da União de Freguesias Tarouca/Dalvares, realizou-se a festa que teve lugar no dia 11 de Setembro.
Durante a manhã, voluntários ali prestaram vários serviços, mormente no tocante à confeção do almoço ao qual acorreu bastante gente  e que decorreu em clima de alegria, simplicidade e mútua ajuda.
Pelas 14.30h horas, teve início a procissão junto da Capela de São Pedro, no Bairro do mesmo nome, que seguiu pelo velho caminho  a quem a Junta dera um jeitinho. A Banda de Gouviães tocou na procissão.
Uma vez na Capela, teve início a Eucaristia, animada pelo coral.
Seguiu-se um tempo de convívio e de partilha, com a presença de música e a realização de jogos populares. Entretanto, a Junta ofereceu o lanche.
Aquele lugar é lindíssimo, recatado. Precisa apenas de alguns melhoramentos, mormente a nível de acessos, arranjo de espaços, colocação de mesas e de wcs, exploração de água.
Assinale-se o facto de bastante gente ter acorrido ao local. Tudo o que contribua para juntar as pessoas de uma freguesia tão dispersa é sempre bem-vindo. As pessoas souberam conviver fraternalmente em são espírito de partilha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

11 Setembro 2016 - 24º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Leituras: aqui

1. Não há duas sem três! Primeiro, é a dupla da ovelha perdida no deserto e da dracma perdida, dentro de casa. Depois, vem a história dos dois filhos perdidos, o mais novo, num país distante, e o mais velho, na própria casa do Pai. A tentação do ouvinte é achar graça a esta parábola, como se estivesse diante de uma história da carochinha. Mas não. Esta parábola não são três contos de fadas para nos embalar. São três imagens para nos provocar, para nos desconcertar, para nos virar o capacete e nos ajudar a conhecer o coração de Deus, que, em Jesus, nos revela o Seu rosto de misericórdia.
2. Nesta parábola, somos desafiados, antes de mais, pelas perguntas: “Quem de vós deixaria 99 ovelhas no deserto, sujeitas ao perigo, à fome e à morte, para ir à procura da que anda perdida”? Resposta: Ninguém! Sejamos sinceros. Façamos as contas, e no fim, a resposta não podia ser outra: “É mais ovelha menos ovelha. E as que tenho já me bastam”, pensaria qualquer negociante. Só um «tolinho» correria semelhante risco. Mas, na parábola, o pastor é a figura de Jesus, que não pode resignar-se ao facto, de que até uma única pessoa possa extraviar-se. Trata-se de um desejo irrefreável: nem sequer noventa e nove ovelhas podem impedir o Pastor e mantê-lo fechado no redil. E vem na mesma linha a outra pergunta: “Quem de vós, com cem euros na algibeira, se perdesse um cêntimo furado, se poria a gastar luz, a varrer a casa, até o encontrar”? A resposta será a mesma: Ninguém! Só uma «louca da casa» o podia fazer!
 3. E aqui está a primeira provocação: só Deus é capaz desta procura e desta loucura. Jesus revela um Deus, louco e perdido de amor por quem “não vale a pena”. Mas a segunda provocação talvez seja ainda mais desconcertante: é a grande alegria, depois do encontro. E todos somos chamados a entrar na festa do perdão: «alegrai-vos comigo» (Lc 15, 6.9.32). É a alegria do Pastor e a alegria do rebanho. Na perspetiva de Jesus, não há ovelhas perdidas definitivamente, mas tão só ovelhas que devem ser encontradas. Devemos compreender bem isto: para Deus, ninguém está definitivamente perdido.
4. Irmãos e irmãs: esta parábola tem muito a dizer-nos, porque, no rebanho da nossa comunidade há sempre alguém que falta, alguém que partiu e deixou um lugar vazio, nos bancos da Igreja, ou nos lugares de serviço. Às vezes, isto é desanimador, porque a certa altura, já não se trata de deixar 99 por um, mas de deixar um por 99. Parece uma perda inevitável, uma hemorragia, sem controlo. Neste contexto, corremos o perigo de nos fecharmos dentro de um redil, onde já não haverá o cheiro de ovelhas, mas o fedor típico de um lugar fechado! Não nos deixemos adoecer, fechados, no nosso pequeno mundo paroquial, afetados pelo cheiro a mofo, de um grupo fechado, sem impulso missionário.
5. Portanto, no início de um novo ano pastoral, depois do tempo tão dispersivo das férias, em que tantos partiram e não voltarão, esta parábola impele-nos a sair à procura, para empreender um caminho de busca e acolhimento, de regresso e reintegração, de perdão e alegria. Nenhum rebanho pode renunciar a um sequer dos seus irmãos! Encontrar quem está perdido é a alegria do Pastor, mas é também o júbilo de todo o rebanho! Afinal, todos nós somos ovelhas reencontradas e reunidas pela misericórdia do Senhor, chamadas a congregar juntamente, com Ele, o rebanho inteiro! Cada um de nós é essa ovelha que pode testemunhar: “alcancei misericórdia” (1 Tim 1,13) e dizer alto e bom som: “Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores. E eu sou o primeiro deles” (1 Tim 1,15). Irmão, irmã: foste procurado e encontrado! Vai à procura do teu irmão. Porque onde estiver a ovelha perdida, aí mesmo estará o Pastor!
P. Amaro Gonçalo

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

OBRIGADO PELO DOM DA TUA MÃE

8 de setembro
Memória litúrgica da Natividade de Nossa Senhora
Senhor Jesus,
Nós Te louvamos no começo deste dia
e no início de um tempo que, conTigo, queremos que seja novo.
 
Agradecemos o dom da vida
e pedimos-Te pela saúde, pela paz e pela justiça entre todos.
 
Agradecemos especialmente
o dom de Tua Mãe,
que nos deste como nossa Mãe também.
 
Ela é, para nós, a Senhora dos Remédios,
a senhora da Luz em tempos de escuridão,
a senhora da Esperança em tempos de desespero,
a senhora da Alegria em tempos de tristeza,
a senhora da Fé em tempos de descrença.
 
Adoramos, Senhor, a Tua presença eucarística
e louvamos-Te no Teu primeiro Sacrário que foi o ventre de Tua Mãe.
 
Acompanha-nos, Senhor, neste dia festivo
e ajuda-nos a viver na Tua presença ao longo do  dia.
 
Que cada passo que dermos
possa ser uma irradiação do Teu amor e da Tua (infinita) paz!
Fonte: aqui

Ao celebrarmos mais um aniversário do nascimento de Nossa Senhora, o nosso coração exulta de alegria e, agradecidos  a Deus pelas maravilhas que n'Ela operou, dizemos: "Parabéns, Santa Mãe!"

SOPÉ DA MONTANHA ESTÁ MESMO A CHEGAR!

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Festa de Santa Tecla


 

15 anos depois, Valverde voltou a realizar a Festa em honra da sua padroeira, Santa Tecla.
Correu bem a Festa em honra de Santa Tecla, em Valverde, como é próprio de gente de bem.
Além dos foguetes, banda, conjuntos, as pessoas mostram-se acolhedoras, alegres e pacíficas.
No aspeto religioso, houve Missa solene e procissão no domingo, dia 4 de setembro.
Assinale-se, porque ajudou à vivência do ato religioso, a atuação do coral da banda. Num tempo de dificuldades, não é fácil organizar uma festa, por isso os mordomos são credores do reconhecimento das pessoas, mormente, como foi o caso, se preocupam em acolher as orientações da Igreja no que se refere às festas religiosas.
Refira-se que, ao longo do ano, várias foram as ações levadas a cabo pela comissão visando a aquisição de fundos para a festa. Entre elas, saliente-se a realização de almoços tradicionais que tiveram boa adesão da população.
Por tudo, Valverde está de parabéns.