terça-feira, 21 de junho de 2016

O exame


Começou o período dos exames escolares. Estudantes, professores e famílias vivem a expectativa de bons resultados. Que o trabalho de fazer e corrigir os exames possa dar bons frutos é o desejo comum. Também a correr atrás de uma bola, no Europeu de futebol, cada jogo é um exame, quando não acaba, infelizmente, numa batalha sangrenta que ultrapassa o campo. Do arrepio gelado islandês aos outros jogos que Portugal vai disputar há uma expectativa de bons resultados, de “agora é que vai ser!”, de um comum desejo, que seria importante também existir noutras causas da nossa sociedade. O certo é que há exames e exames, e se apanhamos “chumbo” nos da justiça, da pobreza, da solidariedade, que interesse tem isso se dermos uma cabazada à seleção de um outro país e sonharmos, de novo, ir à final?
Fazem parte da vida as provas e os exames. Porque caminhamos, desejamos e sonhamos algo maior, temos montanhas a ultrapassar e metas que nos chamam. Avaliar o que já se fez ou aprendeu, afinar o que ainda está desafinado, corrigir o que se pode melhorar, é próprio desta humanidade em crescimento. Fazer batota com a vida, falsear os resultados, recusar a avaliação ou enredar-se na armadilha das comparações só produzirá infelicidade. Custa submeter-se a exame, e a própria fé cristã também fala de um juízo final, mas essa aferição, quase quotidiana, feita com humildade e coragem, é a condição para crescer.
Também Jesus coloca os discípulos em exame. Talvez mais uma “prova de aferição”, pois o verdadeiro exame vai ser a sua Páscoa. Começa por sondar o que dizem dele, quais as opiniões sobre a sua pessoa. É fácil contarmos o “diz-se-que-diz-se”. Mas a pergunta para vinte valores vem a seguir. “E vós, quem dizeis…?” Silêncio, hesitação, medo de arriscar uma resposta errada? Pedro acerta à primeira. Como vai ser grande o contraste com o “não O conheço” (Lc 22, 57), da sua primeira negação, junto à fogueira no pátio da casa do sumo sacerdote! Só o olhar de Jesus lhe revelou que tinha chumbado, mas as lágrimas começaram a fazer o mar de onde iria ser repescado. Há um caminho difícil que vai do dizer ao acreditar, da fé à paixão e morte, da vitória momentânea ao “tomar a cruz todos os dias” e seguir Jesus. A resposta de Pedro foi suficiente para Jesus apontar a fase seguinte: a glória viria pela cruz, só a vida dada por amor pode salvar.
Este exame proporcionou inúmeras respostas, pela diversidade das muitas comunidades cristãs e das muitas opiniões sobre Jesus. Originou debates e até lutas teológicas, que depois se tornaram combates e guerras, ódios e divisões. Quase sempre por esquecimento do Evangelho, ou pela manipulação das palavras em proveito próprio. Mas quem não sente que também tem algo único a dizer como resposta à pergunta de Jesus? E não poderíamos imaginar uma pergunta ainda, como a que formulou José Luís Cortés, o padre-desenhador espanhol: “Quem dizem as pessoas que sois vós?”. Que resultado teríamos, nós, os amigos e discípulos de Jesus, nesse exame?
Vítor Gonçalves (21-06-2016), aqui

Festa de Santa Helena 2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Quando voltaremos a ter as Procissões da Quaresma e Semana Santa em Tarouca?

São muitas as pessoas que perguntam pelas Procissões da Quaresma e Semana Santa em Tarouca. Sabemos que são muito apreciadas pelas gentes desta comunidade e desta região.
A última vez que foram realizadas coincidiu com o fim das obras da 1ª parte do Centro Paroquial. Voltaremos a realizá-las, se Deus quiser, na Quaresma e Semana Santa do próximo ano, uma vez que estamos a terminar as obras da 2ª parte do Centro Paroquial, estando a Bênção prevista para 27 de novembro próximo.
A seu tempo, o Conselho Pastoral Paroquial pronunciar-se-á sobre este evento e depois serão dadas todas as informações.

domingo, 19 de junho de 2016

Nova Comissão de Culto da Capela de Santo António - Arguedeira


Foi nomeada em 19 de junho de 2016 a nova Comissão de Culto da Capela de Santo António, Arguedeira.
É constituída pelas seguintes pessoas:
- Carlos Adalberto Almeida Mendes
- Adelaide Margarida Lopes Guedes de Melo
- Marco Alexandre Pereira Melo


A Comissão cessante agradece:
- Toda a colaboração, quer em trabalho, quer materialmente;
- Ao Pároco, à Câmara Municipal, à Junta de Freguesia, a D. Hermínia e D. Carolina, a toda a população em geral;
- Os dois membros que cessam funções lembram o outro elemento da Comissão, o sr. Américo, que a morte tão cedo levou, e salientam a sua gratuitidade no trabalho em prol da sua e nossa Capela de Santo António, Padroeiro de Arguedeira.
A todos expressam o seu muito obrigado.
Quim Gouveia e Zé Manel


O Pároco agradeceu, em nome da comunidade, todo o trabalho e dedicação da Comissão que agora cessa funções e desejou à noca Comissão os melhores sucessos neste serviço ao povo de Deus.

Festa de Santo António em Arguedeira

Está a correr bem a Festa em honra de Santo António, em Arguedeira, como é próprio de gente de bem.

Além dos foguetes, banda, conjuntos, as pessoas mostram-se acolhedoras, alegres e pacíficas.

No aspeto religioso, além da Eucaristia que assinalou o dia litúrgico de Santo António – 13 de junho – houve Missa solene e procissão no domingo, dia 19 do mesmo mês.

Assinale-se, porque ajudou à vivência do ato religioso, a atuação do coral da banda. Preocupação com cânticos adaptados à solenidade  do 12º domingo comum,  postura conveniente, e entusiasmo posto nos cânticos. As pessoas apreciaram o ambiente de elevação que o grupo propiciou.

Num tempo de dificuldades, não é fácil organizar uma festa, por isso os mordomos são credores do reconhecimento das pessoas, mormente, como foi o caso, se preocupam em acolher as orientações da Igreja no que se refere às festas religiosas.
Comissão de Festas/2017: Fátima Aires, Cília Melo, Isabela Pinto, Celina Martins, Jacinta Coutinho, Eliana Rodrigues, Anabela Nogueira, Jéssica Melo, Daniela Melo e Laura Lopes

sábado, 18 de junho de 2016

«Laudato Si»: Faz um ano que o Papa apresentou encíclica que surpreendeu o mundo

(Lusa)
Cumpre-se hoje o primeiro aniversário da apresentação pública, por parte do Papa Francisco, da sua encíclica “Laudato Si: Sobre o Cuidado da Casa Comum”, a primeira também que a Igreja Católica dedicou ao tema da Ecologia.
Na data do seu lançamento, o documento surpreendeu o mundo pela forma como o Papa fazia depender o combate à pobreza, à desigualdade e a outras injustiças sociais, da adoção de uma “ecologia integral” que salvaguardasse também o planeta para as gerações futuras.
“As crises económicas internacionais mostraram, de forma atroz, os efeitos nocivos que traz consigo o desconhecimento de um destino comum, do qual não podem ser excluídos aqueles que virão depois de nós”, salienta Francisco na referida encíclica.
O Papa argentino aponta ainda que “já não se pode falar de desenvolvimento sustentável sem uma solidariedade intergeracional”.
Nesse sentido, a encíclica fala de uma lógica nova, “do dom gratuito”, na relação com a Terra.
“Se a terra nos é dada, não podemos pensar apenas a partir de um critério utilitarista de eficiência e produtividade para lucro individual”, frisa Francisco.
A encíclica “Laudato Si” vai estar em destaque no Programa ECCLESIA deste domingo, a partir das 6h00 na Antena 1, com uma abordagem do professor Filipe Duarte Santos, especialista em Física pela Universidade de Lisboa.
Para o docente, aquele documento vai certamente marcar a reflexão na área social e ambiental pelo menos “até ao fim deste século”.
“Os temas que aborda, dadas as circunstâncias, não se vão resolver num ano ou em dois, nem daqui a 10 anos”, disse Filipe Duarte Santos, em entrevista a uma das edições mais recentes do Semanário ECCLESIA.
Este especialista realça a forma como a encíclica alerta para temáticas que normalmente não eram abordadas pela Igreja Católica.
Uma mudança “muito bem-vinda para toda a humanidade”, complementa.
In agência ecclesia

quarta-feira, 15 de junho de 2016

ATENÇÃO ÀS FESTAS POPULARES!


O Verão é uma época de muitas festas populares cristãs.
“Cessem as palavras,
falem as obras.
Estamos cheios de palavras,
mas vazios de obras". 
(Santo António)
 
Então que “falem as obras”! 
* A parte CENTRAL de cada festa popular cristã é a Eucaristia.
Que se crie um ambiente de silêncio, dentro e fora do templo, para que haja um ambiente propício ao louvor a Deus que tudo merece.
Que toda a gente participe na Eucaristia onde há sempre lugar para cada pessoa, porque cada um é um filho muito amado de Deus. 

* A procissão faz parte das cerimónias religiosas.
Que quem integre a procissão vá vestido decentemente. Quem está a vê-la passar esteja de forma condigna – de pé, sem conversar, tire o chapéu ou o boné, sem estar a fumar. Mesmo os não crentes, pelo respeito à fé dos outros, devem ter este porte. O melhor mesmo é integrar a procissão em vez de ficar a vê-la passar… 

* Porque se trata de festa cristã, que os mordomos cumpram as orientações da Igreja no tocante às festas populares cristãs.
O que é bem feito a Deus louva e aos homens engrandece. 

* Todos os batizados são Igreja.
Que cada um conheça, cumpra e ajude os outros a conhecer e a cumprir as orientações para as festas populares cristãs. 

Como notava Joseph Ratzinger, «o gesto físico transporta sempre um sentido espiritual». Ou a falta dele!






A Igreja é de Cristo


A Igreja é de Cristo. Mas o que fez a Igreja foi o impacto que Ele teve nas pessoas. Podemos dizer que houve dois impactos.
O primeiro tratava-se do impacto que a pessoa fascinante de Jesus provocava. Uma pessoa, como alguém dizia, com uma harmonia, equilíbrio e personalidade fora do mundo habitado. Foi este impacto que originou os discípulos, isto é, aqueles que seguiam Jesus como um mestre. 
Depois veio o impacto da ressurreição que provocou nos discípulos a necessidade de serem missionários, isto é, de partilhar a graça que haviam testemunhado. Este foi o impacto genuíno da fé. O impacto que originou aquilo que hoje chamamos fé. Foi ele que, com o tempo, gerou a Igreja, o conjunto dos discípulos missionários que não podiam mais calar a vida que os habitara após o encontro com Cristo. Foi esse impacto, a que a Igreja dá o nome de Espírito Santo, que, embora não fundando propriamente, gerou no coração dos discípulos a necessidade prática da Igreja como instrumento para continuar a missão do próprio Jesus. 
Que pena que tantas vezes pareça ainda não termos tido esse impacto em nossas vidas e que pena ainda confundirmos a Igreja de Cristo, que é humana, com uma instituição meramente de homens.
Fonte: aqui

terça-feira, 14 de junho de 2016

Novo documento sobre os movimentos e a Igreja apela à «comunhão» sem «confrontações estéreis»

Carta «Iuvenescit Ecclesia» apresentada hoje pela Santa Sé

 
O Vaticano apresentou hoje em conferência de imprensa a nova carta ‘Iuvenescit Ecclesia’, sobre os vários movimentos de vida cristã existentes dentro da Igreja Católica.
Durante o evento, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Gerhard Ludwig Müller salientou que o principal objetivo do documento é refletir sobre o modo como “as novas agregações cristãs podem tomar parte na vida e no esforço missionário de toda a Igreja”.
Na sua intervenção, o cardeal alemão realçou que “qualquer instituição que quer permanecer na História” deve saber “renovar-se” sem contudo “perder a sua identidade”.
Nesse sentido, o responsável católico destacou “a capacidade do Espirito Santo em rejuvenescer a Igreja, e o contributo que pode ser dado por todos quantos o acolhem” em seu coração.
Citando a nova carta, D. Gerhard Müller referiu que “a grande capacidade agregadora” revelada pelos movimentos “é uma prova significativa de que a Igreja Católica não cresce através do proselitismo mas pela sua atratividade”.
A propósito disto, recordou a importância dada aos novos movimentos e agregações eclesiais a seguir ao Concílio Vaticano II, “sobretudo junto das comunidades que necessitavam de uma nova evangelização”.
No entanto, “para todas estas agregações eclesiais”, chegou “o momento de buscar a maturidade”.
O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé destacou a necessidade de apostar numa “ordenada comunhão, relação e sinergia”, sem “confrontações estéreis ou justaposições”.
D. Gerhard Müller frisou ainda a importância de uma relação entre “a hierarquia” católica e os vários “carismas” que contribua para “um renovado impulso missionário” e para “uma conversão pastoral” da Igreja que “continuamente” tem sido defendida pelo Papa Francisco.
“Não é lícito contrapor a uma ‘Igreja do Espírito’ uma ‘Igreja Institucional’, porque os dons hierárquicos e carismáticos estão sempre implicados um no outro”, concluiu o cardeal alemão.  
A apresentação da carta ‘Iuvenescit Ecclesia’, que em português pode ser traduzida como “Rejuvenesce Igreja”, contou também com a participação do prefeito para a Congregação dos Bispos, cardeal Marc Ouellet.
O prelado canadiano sustentou que “apesar das tensões inerentes” à integração dos vários movimentos e carismas na Igreja, “as vantagens têm-se revelado muito maiores do que as dificuldades”.
 E “se alguém ainda duvidava da relevância da dimensão carismática na Igreja”, basta “atentar no facto, de 50 anos depois do Concílio Vaticano II, o Espirito Santo e os cardeais terem escolhido um Papa vindo do âmbito carismático”, acrescentou D. Marc Ouellet, recordando a ligação de Francisco à Companhia de Jesus.
In agência ecclesia

segunda-feira, 13 de junho de 2016

COLOQUE JÁ NA AGENDA...

A si que vive em qualquer uma das Paróquias do Arciprestado de Armamar e Tarouca, COLOQUE JÁ NA AGENDA...

«Cessem as palavras e falem as obras. De palavras estamos cheios, de obras vazios.» - Santo António


Santo António sobre Jesus:

“ Jesus: nome doce, nome deleitável, nome que reconforta o pecador, nome de ditosa esperança.” 

“Cristo na verdade veio em nosso socorro ao dar-nos sua divindade e aceitar nossa humanidade, para que pudéssemos ser aceites no reino de Deus, uma vez que dele estávamos excluídos. Para que tivéssemos acesso ao céu, ele o deixou”.

“A pobreza do filho de Deus foi tamanha, que na morte não teve sudário em que fosse envolvido nem túmulo em que fosse sepultado, se não lhe fossem dados, a titulo de misericórdia e de esmola, como se tratasse de pobre mendigo”.

domingo, 12 de junho de 2016

13 de junho - Santo António

António, o mais popular de todos os santos

Santo António: Figura global apela à solidariedade
Ver aqui


sábado, 11 de junho de 2016

Encerramento do Ano Catequético 2015/16

HÁ FÉRIAS PARA A CATEQUESE PAROQUIAL,
MAS NÃO HÁ FÉRIAS PARA A EUCARISTIA DOMINIOCAL
Na Eucaristia com Crianças, encerrou-se hoje o Ano Catequético 2015/16.
Rezámos pelos catequistas e, no fim da Eucaristia, cada grupo, acompanhado dos seus catequistas, apresentou-se à comunidade que os saudou com uma salva de palmas.
Seguidamente, os catequizandos despediram-se dos respetivos catequistas a quem saudaram e agradeceram a gratuitidade do serviço empenhado, fruto da fé em Cristo e do amor aos irmãos.
Também a coordenadora da Catequese, D. Alda, teve uma palavra emocionada em que salientou a beleza da catequese e o quanto os pequenos lhe dizem.
Entretanto, todos disseram bem alto o mote que muito bem conhecem: "Há férias para a catequese, mas não há férias para a Eucaristia dominical."
Mas saber der cor não basta, a prática é que conta.
Para tal os miúdos precisam que os pais, em cada domingo, subam as escadas da Igreja com eles e participem na Eucaristia.
A Eucaristia é o "coração" da Igreja!

Em outubro cá estaremos para recomeçar, se Deus quiser.
Não deixeis que sintamos a vossa falta, querida pequenada! Todos queremos ver-vos na Missa dos domingos.
Que Cristo vos segure pela mão e, com Ele, sigais felizes pelos caminhos da vida.



É verdade!


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Tarouca: 6º Ano da Catequese na Peregrinação das Crianças a Fátima

9 e 10 de junho
Crianças de Tarouca e Salzedas, acompanhadas de catequistas e do P. Adriano, participaram na Peregrinação Nacional das Crianças a Fátima.
Vinham felizes. Correra tudo bem e os pequenos portaram-se à altura.
Parabéns a todos.

Portugal: Papa recorda importância da misericórdia em mensagem para o Congresso Eucarístico Nacional


O Papa Francisco deseja que o IV Congresso Eucarístico Nacional que começa hoje em Fátima seja uma oportunidade de reflexão sobre a importância da misericórdia, num mundo marcado pelo “antropocentrismo desordenado”.
“Nesta nossa época, em que um antropocentrismo desordenado gera um estilo de vida desordenado, não deveria surpreender que, juntamente com a omnipresença do paradigma tecnocrático se adore o poder humano sem limites”, refere a carta de nomeação do enviado especial para o evento, citando a encíclica ‘Laudato Si’.
Francisco escreve que, perante este cenário, “os homens têm necessidade da adoração verdadeira e humilde, feita diante do Santíssimo Sacramento”.
O representante do Papa neste IV Congresso Eucarístico Nacional é o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica (Santa Sé), cardeal João Braz de Aviz, natural do Brasil.
O pontífice argentino designou ainda como membros da Missão Pontifícia o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, e o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, padre Manuel Barbosa.
“Aos homens, atribulados por tantas e tão grandes angústias, a Igreja mostra continuamente o caminho da salvação e oferece às almas o pão delicioso e a bebida salutar, remédio da imortalidade, instituído pelo Senhor Jesus na Última Ceia”, refere Francisco.
O Papa elogia a decisão de promover este congresso, cujo tema é ‘Viver a Eucaristia, fonte de misericórdia’, como forma de preparar “um acontecimento da maior importância”, isto é, “a comemoração dos cem anos das aparições da Rainha da Paz, em Fátima”.
“Imploremos a misericórdia divina para os homens deste nosso século”, pede.
Francisco apela a um “culto constante da Eucaristia” e faz votos de que o congresso deixe “frutos abundantes”.
A mensagem conclui-se com a Bênção Apostólica para todos os participantes.
O Congresso Eucarístico Nacional decorre até domingo, no Centro Paulo VI, e vai ser transmitido online.
Fonte: aqui

quinta-feira, 9 de junho de 2016

10 de junho - Santo Anjo da Guarda de Portugal - anjo da Paz, da Pátria e da Eucaristia

Santo Anjo da Guarda de Portugal
Anjo da Paz, da Pátria, da Eucaristia. As 3 aparições deste anjo em Portugal compuseram o ciclo angélico da mensagem de Fátima.
Na primavera de 1916, as 3 crianças estavam na Loca do Cabeço (Fátima) a pastorear, quando apareceu-lhes um jovem de mais ou menos 14 ou 15 anos, mais branco que a neve, dizendo: “Não temais, sou o Anjo da Paz, orai comigo: Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam”. As crianças rezaram por três vezes, com o rosto ao chão. Depois ouviram do anjo: “Orai assim. Os corações de Jesus e de Maria, estão atentos à voz de vossas súplicas”. Esta oração acompanhou os pastorinhos sempre.
A segunda aparição deu-se num dia de verão, no quintal da casa de Lúcia, no Poço do Arneiro. As crianças estavam brincando sobre o poço, quando o anjo apareceu-lhes dizendo: “Que fazeis? Orai, orai muito. Os corações santíssimos de Jesus e de Maria, tem sobre vós desígnios de misericórdia… eu sou o Anjo da sua guarda, o anjo de Portugal”.
Na terceira aparição, outono do mesmo ano, novamente na Loca do Cabeço, as crianças rezavam a oração que aprenderam na primeira aparição, e o Anjo lhes apareceu com o cálice e uma hóstia. A hóstia a pingar gotas de sangue no cálice. Elas ajoelharam, e o anjo ensinou-lhes esta oração profundíssima que diz da essência da mensagem de Fátima: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espirito Santo, adoro-vos profundamente. E ofereço-vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo presente em todos os sacrários da Terra. Em reparação aos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido, e pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores”. Depois disso, o Anjo da Eucaristia, entregou a hóstia para Lúcia e o cálice entre Francisco e Jacinta e disse-lhes: “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.”
Esta oração nos une com Maria, ao reparador Jesus Cristo, no mistério da Eucaristia para a glória da Santissima Trindade.
Santo Anjo da Guarda de Portugal, rogai por nós!
Fonte: aqui

12/06/2016 - 11º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Leituras: aqui


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Igreja é «a família de Jesus» - Papa Francisco

Audiência geral levou milhares à Praça de São Pedro para reflexão sobre misericórdia e amor
(Lusa)

O Papa Francisco afirmou hoje no Vaticano que a Igreja é “a família de Jesus”, falando perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a audiência pública semanal.
“A Igreja é a família de Jesus, na qual se derrama o seu amor: é este amor que a Igreja guarda e quer dar a todos”, realçou, numa intervenção que decorreu na Praça de São Pedro.
O Papa partiu do relato do “primeiro milagre” de Jesus no Evangelho segundo São João, a transformação da água em vinho numas bodas em Caná da Galileia.
Francisco apresentou este episódio como símbolo da “nova aliança de amor” entre Jesus e cada crente, um “ato de misericórdia” que é o “fundamento” da fé cristã.
“A vida cristã é a resposta a este amor, é como a história de dois enamorados: Deus e o homem encontram-se, procuram-se, descobrem-se, celebram-se e amam-se, precisamente como o amado e a amada no Cântico dos Cânticos. Tudo o resto é consequência desta relação”, precisou.
A catequese apresentou o vinho como expressão da “abundância” e sublinhou a “vergonha” que teria representado para os noivos de Caná não o poder oferecer aos seus convidados.
“Imaginem vocês acabarem a festa do casamento a beber chá?”, gracejou.
Francisco assinalou depois que foi Maria, mãe de Jesus, a tomar a iniciativa de resolver o problema, junto do seu filho, dizendo aos empregados: “Fazei o que Ele vos disser’”.
“É curioso, são as suas últimas palavras relatadas pelo Evangelho, são a herança que oferece a todos nós”, acrescentou.
Servir o Senhor, insitiu o Papa, significa “escutar e pôr em prática a sua Palavra”.
“É a recomendação simples mas essencial da mãe de Jesus e o programa de vida do cristão”, explicou.
No final da audiência, o pontífice deixou uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa: “Queridos amigos, sois chamados a ser testemunhas do Evangelho no mundo, transfigurados pela alegria e pela graça misericordiosa de Deus. Desça sobre vós e vossas famílias a bênção de Deus”.
O encontro tinha começado com um cumprimento especial a um grupo de casais, presentes na Praça de São Pedro, na celebração do seu 50.º aniversário de casamento
“Obrigado pelo vosso testemunho”, disse o Papa, convidando os mais novos a aprender com estes homens e mulheres.
Mais uma vez, Francisco deu boleia a um grupo de quatro crianças, que o acompanharam no percurso em papamóvel pela Praça de São Pedro.
Fonte: aqui

terça-feira, 7 de junho de 2016

Cristãos "múmia"


“Um cristão que não caminha, que não percorre a estrada, é um
cristão um pouco ‘paganizado’: fica ali, parado, não vai avante na vida cristã, não faz florescer as bem-aventuranças em sua vida, não faz obras de misericórdia... É estático. Desculpem-me a palavra, mas é como se fosse uma ‘múmia’, uma ‘múmia espiritual’. Parados... Não fazem mal, mas não fazem bem”.

Papa Frnacisco, hoje

COMO ESTAR NA CASA DE DEUS?















Veja aqui


segunda-feira, 6 de junho de 2016

"As bem-aventuranças são o 'GPS' da vida cristã"

O papa Francisco convidou a seguir e viver as bem-aventuranças, que como "navegadores", como "GPS", indicam aos cristãos o itinerário correto da vida.
Ver aqui

435 Perguntas sobre a Santa Missa

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Tudo o que você gostaria de saber sobre a Missa, em um só lugar!
AQUI

1ª Comunhão 2016


Veja Aqui

sábado, 4 de junho de 2016

Dia Mundial do Ambiente

Ambiente: Encíclica «Laudato Si» é um documento para todo este século
Físico Filipe Duarte Santos
analisa as propostas do Papa Francisco sobre a ecologia
e afirma que "não conhece fórmulas mágicas" de gerar energia,
só os recursos naturais


O professor de Física da Universidade de Lisboa Filipe Duarte Santos disse que os problemas enunciados na Laudato Si lançam desafios “até ao fim do século” e alertou para a inexistência de “fórmulas mágicas de gerar energia”
O professor catedrático do Departamento de Física da Faculdade de Ciência da Universidade de Lisboa referiu à Agência ECCLESIA que a encíclica do Papa, publicada há um ano, teve “um grande impacto” e "está viva".
"É um documento que vai ter importância durante as próximas décadas. Estou convencido que é realmente importante e é atual. Os temas que aborda, dadas as circunstâncias, não se vão resolver num ano ou em dois anos, nem em 10 anos. São temas que nos levam até ao fim do século", afirma em entrevista ao semanário Ecclesia, publicada hoje.
“Houve da parte do Papa Francisco uma preocupação de se rodear de cientistas para o aconselharem na elaboração desta encíclica e isso é muito interessante na nossa época”, acrescentou.
No seu gabinete na Faculdade de Ciências, o docente alerta que o planeta terra é “finito, tem recursos finitos”, a tecnologia “não é capaz de resolver tudo” e a física “não conhece fórmulas mágicas” de gerar energia.
“Nós não produzimos energia, nós convertemos uma forma de energia noutra", recordou.
"Convertemos, por exemplo, a energia solar em energia eólica ou em energia hídrica. A energia que utilizamos nos combustíveis fósseis é a que está armazenada e que, originalmente, proveio do sol. Foi convertida através de plantas que viveram há milhões de anos e os restos dessas plantas passaram para o interior da terra e transformaram-se em carvão, em petróleo ou em gás natural”, desenvolve o docente responsável por disciplinas nas áreas da Física, Ambiente e Alterações Climáticas.
O professor catedrático destacou também a “evolução” da religião católica na preocupação com as questões da ecologia que “é muito bem-vinda para toda a humanidade”.
“O percurso da religião católica neste aspeto da Eco-Teologia foi interessante e diria mesmo paradigmático em relação a outras religiões”, refere Filipe Duarte Santos, observando que as “advertências” na Encíclica ‘Laudato Sí’ são “muito importantes para fazer refletir” e incentivam a estilos de vida “mais simples”.
A entrevista ao professor Filipe Duarte Santos foi realizada no âmbito do Dia Mundial do Ambiente, que se celebra este domingo, e pelo primeiro ano da publicação da Encíclica ‘Laudato Si’, que se assinala a 18 de junho.
In agência ecclesia

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Solidariedade: Uma guitarra, um saxofone e um pedinte no último «vídeo do Papa»


Francisco pede à «Rede Mundial de Oração do Papa» que reze pelos marginalizados para que encontrem «espaços de convívio» nas grandes cidades

  Francisco afirmou no projeto ‘O Vídeo do Papa’ de junho que a solidariedade é mais do “dar a quem precisa” e deseja que as grandes cidades criem “espaços de convívio e de solidariedade” para os marginalizados.
A “intenção mensal do Santo Padre” para junho é feita através de uma gravação vídeo do Papa Francisco, onde a comunicação do seu pedido de oração acontece enquanto se vê a indiferença de quem passa diante de um idoso a pedir na rua e a atenção a dois jovens que tocam guitarra e saxofone.
“Nas cidades, é frequente o abandono de idosos e doentes. Podemos ignorá-los?”, pergunta o Papa.
“As nossas cidades deveriam caraterizar-se sobretudo pela solidariedade, que não consiste apenas em dar a quem precisa, mas em ser responsáveis uns pelos outros e criar uma cultura do encontro”, acrescenta o Papa.
Francisco desafia todos a rezar, ao longo do mês de junho, “para que os idosos, os marginalizados e as pessoas sós encontrem, mesmo nas grandes cidades, espaços de convívio e solidariedade”.
‘O Vídeo do Papa’ é uma plataforma lançada pela Rede Mundial de Oração do Papa - Apostolado da Oração (AO), da Companhia de Jesus, através da qual Francisco convida homens e mulheres do mundo inteiro a unir-se às suas intenções.
O vídeo é também disponibilizado na rede social facebook, em www.facebook.com/ovideodopapa, com outras informações sobre esta iniciativa e interação com a comunidade que a integra.
De acordo com o AO, estima-se que façam parte da Rede Mundial de Oração do Papa mais de 30 milhões de pessoas, em dez idiomas.
‘O Vídeo do Papa’ foi idealizado e realizado pela agência La Machi, Consultora de Comunicação para Boas Causas, e conta com o apoio do AO-Portugal.
Todos os meses, o Papa confia duas intenções de oração: uma universal, com temáticas que apelam a todos os homens e mulheres de boa vontade; e outra pela evangelização, mais centrada na vida da Igreja e na sua missão.
In agência ecclesia

quarta-feira, 1 de junho de 2016

1 de junho, Dia Mundial da Criança


Dia Mundial da Criança é um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).

terça-feira, 31 de maio de 2016

Mãe, nunca permitas que se faça noite nos nossos corações



Ao terminar o Mês de Maria...
Mãe, nunca permitas que se faça noite nos  nossos corações.
Quando as trevas das inseguranças, da dor, do isolamento, das dificuldades, do sofrimento nos invadirem. Sejas sempre Tu, ó Mãe, a nossa luz e o nosso caminho luminoso, que nos conduzirá sempre à Luz de Cristo!
Um bom dia!!!




segunda-feira, 30 de maio de 2016

A IGREJA É PARA TODOS, MAS NÃO É PARA TUDO

1. Um dos valores matriciais da convivência é o respeito.
Deste respeito não hão-de ficar fora o espaço sagrado e os... actos sagrados. Nem será preciso invocar normas. Bastará seguir o bom senso.
2. Todos sabem que a experiência religiosa é, por excelência, uma experiência de escuta.
Daí que o ambiente no espaço sagrado deva primar pelo silêncio.
3. Quem tem fé compreenderá com facilidade. E quem não tem fé também perceberá sem dificuldade.
É por isso que se pede que, antes das celebrações e como forma de ambientação, haja silêncio na igreja, na sacristia e até à volta do templo.
4. Sei que não é por mal, mas, nos últimos tempos, chega-se a uma igreja e o que avulta é o ruído.
A vontade de conversar sobrepõe-se ao direito de meditar. Parece que se pode falar com todos menos com Deus. Parece que se ouve toda a gente, menos a voz de Deus.
5. Como se isto não bastasse, já se vêem pessoas a entrar com bonés e chapéus, com fatos de praia, a beber, a comer (sobretudo gelados), a mastigar (rebuçados ou pastilhas elásticas), a atender o telemóvel ou a consultar a net.
Isto colide frontalmente com a natureza do lugar e das celebrações que nele decorrem.
6. Sobra, ainda, um problema para quem tem a missão de conduzir o povo de Deus.
Se intervém, arrisca-se a ser incompreendido e até maltratado. Se não intervém, acaba por consentir o que não pode aprovar. Ou seja, é uma situação sempre delicada.
7. Acresce que, à medida que o tempo passa, há uma tendência para transformar a excepção em regra.
Já se agenda quase todo o tipo de actividades para as igrejas.
8. Não raramente, prevalece a impressão de que a igreja é para tudo, excepto para aquilo que ela existe: rezar.
Até parece que o incorrecto tem mais espaço que o correcto.
9. A Igreja é para todos, mas não é para tudo.
Só que é complicado gerir as situações concretas e os factos que muitos dão como consumados.
10. Apesar de tudo, creio não ser impossível restituir a dignidade aos lugares e a beleza às celebrações.
Para glória de Deus. E bem-estar de todos!
João António Teixeira

domingo, 29 de maio de 2016

Quando Maria atende o telefone para Jesus

Uma curiosa (e comovente) comparação sobre os nossos pedidos feitos a Jesus ou feitos a Maria
Maria e Jesus
Ver aqui

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Profissão de Fé 2016


No dia 26 de maio, Solenidade do Corpus Christi, os catequizandos do 6º ano fizeram a sua Profissão de Fé. Aliás, nesta comunidade paroquial, a profissão de Fé realiza-se todos os anos.
Eles cantaram, leram, responderam, participaram . A festa foi deles e eles foram a festa.
Este grupo de catequizandos tem muitas potencialidades. Oxalá que nunca lhes faltem o exemplo e o testemunho de seus pais, o empenho dos catequistas e a vivência cristã da comunidade para continuarem o seu amadurecimento na Fé, rumo à etapa seguinte: o Crisma.
Crescei, amiguitos, saboreando a presença amiga e libertadora de Cristo na vossa vida!
Apesar da saturação natural que o fim do ano sempre acarreta; apesar das actividades em que muitos deles estão/estiveram envolvidos, a maioria levou a preparação próxima muito a sério. Não admira, por isso, que tenham estado  bem, mormente nos cânticos que sempre exigem bastante treino.
Parabéns, amiguitos! Que guardeis no coração pela vida fora aquilo que tantas vezes repetimos sobre Cristo "Creio em Ti, Senhor".
Saudamos os pais que pela disponibilidade, agradecemos aos catequistas, aos ensaiadores, aos zeladores, e a todos os que colaboraram. Um abração enorme para vós, amiguinhos. Quanto esperamos todos de vós!
Que Cristo seja sempre o centro das vossas vidas.
Saudamos igualmente com alegria um grupo dos meninos que vão fazer a 1ªComunhão e que marcaram presença na Missa, procissão e oferta de uma flor a Nª Senhora.

Consagração da Paróquia ao Sagrado Coração de Jesus 
 Pela voz dos zeladores, consagrou-se a Paróquia ao Sagrado Coração de Jesus!
Abençoai, Jesus Amor, as nossas famílias, as nossas crianças, os nossos jovens, os nossos velhinhos, os nossos casais, toda a nossa comunidade!
Parabéns à Associação do Sagrado Coração de Jesus pelo trabalho realizado e obrigado pelas prendas aos catequizandos nas festas destes.